sábado, março 21, 2026

Agro

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Preocupação com a safrinha e La Niña na Argentina devem elevar preço do milho



O contrato de milho para janeiro de 2026 encerrou a US$ 4,35 por bushel na Bolsa de Chicago na última sexta-feira (28), alta de 2,33% ante à semana retrasada.

Na B3, o mesmo vencimento teve alta ainda mais expressiva, de 4,48%, fechando a R$ 74,39 por saca. A alta foi acompanhada no mercado físico, que fechou positivo na maior parte das regiões.

E agora, o que esperar?

Análise da plataforma Grão Direto traz pontos de destaque para o mercado do milho nesta semana que se inicia:

  • Influência do La Niña: o fenômeno climático traz riscos relevantes para o milho na Argentina. A projeção de 52 milhões de toneladas para 2025/26 está ameaçada, já que o plantio avança lentamente devido ao excesso de umidade em algumas regiões e, principalmente, porque o cereal precoce, semeado entre setembro e outubro, entrará em fase crítica de polinização e enchimento de grãos entre dezembro e janeiro. “Esse período deve coincidir com forte restrição hídrica e temperaturas que podem ultrapassar 40°C, condições que elevam o risco de abortamento de espigas e cortes severos na produtividade”, destaca a empresa.
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  • Exportações brasileiras: a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) reduziu sua projeção de exportações de milho para novembro para 6,11 milhões de toneladas, queda de 3,9% frente aos 6,36 milhões estimados na semana passada. Mesmo com o ajuste, o volume permanece 24,2% acima das 4,92 milhões de toneladas embarcadas em novembro de 2024. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), no acumulado até outubro, os envios totalizam pouco menos de 30 milhões de toneladas. Já para a semana de 23 a 29 de novembro, o line-up dos portos indicou programação de 1,67 milhão de toneladas de milho, aumento de 10,1% em relação à semana anterior.
  • Safrinha 2026 já preocupa: o atraso no plantio da soja no Cerrado e no Matopiba está empurrando o início da semeadura do milho safrinha para fora da janela mais favorável, já que a colheita da oleaginosa também será postergada. Com isso, parte das lavouras de milho será implantada justamente quando as chuvas começam a perder intensidade, elevando o risco climático da segunda safra de 2026, avalia a Grão Direto. “O mercado futuro já antecipa esse cenário e incorpora prêmios de risco na curva do milho para o segundo semestre do próximo ano. Como a safrinha representa cerca de 75% de toda a produção nacional, qualquer impacto relevante tende a pressionar a oferta”, salienta a plataforma.

Por fim, a empresa avalia que o milho poderá manter o movimento de valorização no mercado interno no curto prazo. “A crescente preocupação com o clima para a próxima safrinha, somada a uma demanda doméstica firme, sustenta os preços, mesmo diante da pressão baixista do cenário internacional”, finaliza.



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Calor de 40°C e chuvas de até 70 mm devem atingir diferentes regiões nos próximos dias; saiba onde



A previsão do tempo para dezembro acende um sinal de atenção para as principais regiões produtoras de soja do país. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o mês será marcado por temperaturas acima da média em praticamente todo o território nacional, com risco maior em áreas de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, onde os termômetros podem chegar a 40 °C.

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Além do calor intenso, a distribuição das chuvas deverá seguir irregular. Para dezembro, no Sudeste, Matopiba e parte do Centro-Oeste, a previsão indica volumes acima da média, favorecendo a manutenção da umidade do solo.

Situação no RS

O cenário mais preocupante está no Rio Grande do Sul. O estado enfrenta um período de chuvas reduzidas, e as temperaturas devem voltar a subir nas próximas semanas. As precipitações mais volumosas só são esperadas entre o final de dezembro e o início de janeiro, ampliando o risco de déficit hídrico nas lavouras.

O tempo nos próximos cinco dias

Nos próximos cinco dias, a umidade estará concentrada sobre Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Matopiba, com expectativa de 50 a 70 mm de chuva. Porém, entre 7 e 11 de dezembro, o Centro-Sul volta a registrar chuvas irregulares e pouco volumosas, exigindo atenção especial no oeste de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Em contrapartida, Goiás, Mato Grosso e Rondônia devem acumular mais de 50 a 70 mm em cinco dias, chegando a mais de 100 mm em dez dias. Para os produtores de Mato Grosso que enfrentaram necessidade de replantio, o cenário é confortável: a tendência indica retomada consistente das chuvas em todo o estado.

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‘Crise no leite é longa, mas não chegamos no fundo do poço’, diz dirigente da Farsul



O produtor de leite brasileiro enfrenta baixas sucessivas nos preços e muitos veem um cenário de crise formado no setor. Em outubro, a cotação considerada a “Média Brasil” fechou com recuo de 5,9%, com o litro em R$ 2,2996. O resultado marca o sétimo mês seguido de queda, com desvalorização de 21,7% no ano, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Para Allan Tormen, produtor de leite do Rio Grande do Sul, porém, as dificuldades observadas neste momento não são novidade e demandam resiliência. Em entrevista ao Canal Rural, o presidente do Sindicato Rural de Erechim e coordenador da Comissão de Leite e Derivados da Farsul detalhou os principais movimentos e desafios atuais envolvendo a cadeia produtiva.

Quando a produção global aumenta, os principais players aumentam juntos

Tormen explica que a pressão nas cotações do leite se dá pela maior disponibilidade do produto no mercado interno. Além disso, as importações também vêm ganhando força. A oferta elevada, entretanto, não fica restrita somente ao Brasil, que segundo ele deve aumentar a produção em cerca de 8% em 2025.

“Hoje, os grandes blocos estão aumentando produção: Nova Zelândia, os quatro países do Mercosul (Brasil, Argentina, Chile e Uruguai) e os Estados Unidos. Então há maior oferta mundial, o que pressiona os preços nos mercados importadores”, afirma.

Falta poder de barganha e consolidação no setor

Na avaliação de Tormen, um dos pontos mais sensíveis é a “falta de poder de barganha” no setor, tanto para produtores quanto indústrias. “A indústria vê o produtor como fornecedor. Se o volume e a qualidade são interessantes, ela não quer perder. Então valoriza fornecedores-chave”, explica.

Somado a isso, na visão dele, falta consolidação de mercado e a indústria acaba priorizando os fornecedores que conseguem negociar melhor. Mas como seria feita essa reestruturação?

“Quem vai fazer isso é o mercado. Enquanto muitos produtores saem da atividade, outros podem não estar ganhando o que gostariam, mas vão sair vivos e em melhores condições para o próximo ciclo”, afirma. Só que o diagnóstico feito por ele é que o setor tem espaço para reagir. Isso porque ciclos de crise abrem oportunidades para propriedades mais estruturadas e a consolidação tende a trazer um ambiente mais previsível.

Ao ser perguntado sobre o tipo de crise que o setor leiteiro enfrenta atualmente, Tormen é categórico ao afirmar que o caminho é longo e tende a se agravar. “É uma crise longa, mas não chegamos ao fundo do poço”, diz. Ele reforça que o futuro depende de mudanças econômicas, políticas e de comportamento por parte dos produtores.

O que o produtor de leite pode esperar?

Para Tormen, a saída passa por profissionalização e organização. Ele defende que o setor precisa avançar em modelos contratuais que deem previsibilidade para produtores e indústrias, reduzindo a volatilidade típica do mercado. “Sem informação e sem um acordo claro, ninguém consegue tomar decisões assertivas”, resume.

O dirigente lembra que crises anteriores já forçaram mudanças profundas na cadeia e que o momento atual não é diferente. Se de 12 meses, sete foram de queda no preço do leite, o produtor tem que estar preparado para negociar. “Ele vai ter que olhar para o que está acontecendo no mundo e pensar o negócio dele no médio e longo prazo”, alerta. Ferramentas de gestão, seguro rural mais robusto e diálogo entre os elos da cadeia são, segundo ele, essenciais para atravessar o ciclo negativo.

Mesmo reconhecendo que o cenário deve continuar pressionado nos próximos meses, Tormen afirma que propriedades estruturadas podem sair fortalecidas. Para ele, entretanto, o desafio é transformar a atividade em um negócio sustentável, com foco em eficiência, custo e estratégia de longo prazo. “Fica no mercado quem produz o que o cliente quer comprar, com o preço que o mercado diz que é o justo”, conclui.



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Ceará conquista recorde mundial com queijo coalho de mais de 3 toneladas



O município de Quixeramobim, no Ceará, retomou neste sábado (29), o recorde mundial ao produzir um queijo com 3,3 toneladas durante a 7ª Copa Leite.

Preparado com 35 mil litros de leite, o município desbancou o então campeão, Jaguaribe, que havia registrado 2,7 toneladas durante a ExpoJaguar, em julho deste ano.

O queijo foi apresentado ao público na Via Paisagística, onde uma multidão acompanhou a retomada do título e a superação da marca anterior. “Um momento histórico que mobilizou produtores, visitantes e toda a equipe envolvida na produção”, disse a prefeitura de Quixeramobim nas redes sociais.

Em julho deste ano, Jaguaribe havia alcançado o recorde com um queijo de 2.703 kg, superando a marca anterior de Quixeramobim, registrada em novembro de 2024.

Além da disputa pelo recorde, o município se destaca por abrigar a maior bacia leiteira do Ceará, o que reforça sua vocação para a produção de derivados lácteos.

“A pesagem oficial encerra a programação com destaque, reforçando a tradição, inovação e capacidade produtiva que movimentam a Copa Leite”, declarou a prefeitura de Quixeramobim.



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Brasil consolida liderança global em bioinsumos e mira expansão acelerada até 2035


O mercado brasileiro de bioinsumos segue em forte expansão e mostra resiliência mesmo diante da desaceleração global do segmento, impulsionado por avanços científicos, pressão climática, custos elevados de químicos e uma mudança estrutural na lógica de produção do agro. A avaliação é do presidente da Associação Brasileira de Indústrias de Bioinsumos (Abinbio), Marcelo de Godoy Oliveira.

Segundo ele, o crescimento do uso de bioinsumos no país está diretamente ligado a quatro fatores fundamentais que criaram um ambiente favorável à adoção e ao desenvolvimento dessas tecnologias.

O primeiro deles é o aumento acelerado da incidência de pragas e doenças. Como país tropical, o Brasil mantém sistemas produtivos de alta intensidade, com “pontes verdes” que facilitam a multiplicação desses organismos e exigem número crescente de aplicações de defensivos.

“O segundo ponto é o avanço da resistência de pragas e doenças aos químicos, consequência da exposição contínua e repetitiva. Esse quadro leva o produtor rural a buscar alternativas de manejo mais modernas, como os biodefensivos, que atuam de forma complementar”, avalia.

Para ele, o terceiro fator está relacionado ao forte impacto dos altos preços dos fertilizantes e à dependência externa. Na análise de Oliveira, a necessidade de reduzir custos operacionais impulsionou o uso de tecnologias capazes de melhorar o aproveitamento dos nutrientes já presentes no solo, exemplo dos solubilizadores de fósforo, que diminuem a necessidade de adubação fosfatada.

Já o quarto elemento, considerado pelo executivo o mais decisivo, é o avanço científico. “O país desenvolveu tecnologias microbiológicas de ponta, aliadas a unidades fabris modernas, profissionais altamente qualificados e uma indústria que se destaca pela capacidade produtiva e pela inovação. O Brasil hoje é referência mundial em adesão, desenvolvimento tecnológico e investimento empresarial no segmento de bioinsumos”, define.

Contra produtos inconsistentes

Com mais de 400 fabricantes e milhares de biofábricas instaladas em propriedades rurais, o crescimento acelerado do setor trouxe desafios regulatórios. Oliveira conta que a Abinbio tem trabalhado com o Ministério da Agricultura e pecuária (Mapa) para garantir regras rígidas de produção, evitando que produtos de baixa qualidade se proliferem no mercado.

“O Brasil precisa de uma legislação que resguarde a qualidade dos produtos e estimule o desenvolvimento tecnológico, garantindo ferramentas eficazes e seguras aos produtores”, afirma.

Para ele, a competitividade depende não apenas de normas claras, mas também de equipes qualificadas. “Empresas que não investirem em profissionais de alta performance dificilmente conseguirão se manter competitivas”, observa.

Na avaliação do porta-voz da entidade, até 2035 o mercado será dominado apenas por players tecnicamente fortes. “Na próxima década, o setor passará por um processo intenso de diferenciação. Empresas robustas, com domínio técnico, equipes qualificadas e capacidade industrial superior devem liderar o mercado. Apenas os players verdadeiramente fortes sobreviverão”, vislumbra.

Para ele, o futuro da indústria será marcado pelo lançamento de tecnologias disruptivas, pela maturidade regulatória e pela crescente exigência do produtor por profissionais altamente capacitados.

Biodiversidade como ativo estratégico

Com biomas diversos e grande riqueza de microrganismos, o Brasil possui uma vantagem natural na busca por ativos biotecnológicos de alta performance. Instituições públicas, em especial a Embrapa, desempenham papel fundamental na descoberta e no estudo desses microrganismos, ajudando a transformar diversidade biológica em inovação industrial.

O presidente da Abinbio considera que o setor tem avançado em políticas de proteção da propriedade intelectual, incluindo o uso de edição gênica e engenharia genética para garantir patenteabilidade. Apesar disso, a biopirataria ainda é um desafio.

Mesmo assim, Oliveira acredita que há uma clara tendência de substituição dos químicos por biológicos em áreas como nematicidas e projeta expansão desse movimento para outros segmentos.

Brasil exporta tecnologias microbiológicas

bioinsumos on farm
Foto: Embrapa

O país vem ampliando, ano após ano, o volume de exportações de bioinsumos e atraindo o interesse de multinacionais. “Esse movimento só é possível graças à elevada qualidade dos produtos, à capacidade industrial instalada, aos investimentos em registros internacionais e à sólida expertise regulatória”, afirma o executivo.

Para ele, o ritmo acelerado de aprovações no Brasil, que frequentemente chama atenção no exterior, é resultado da eficiência dos órgãos reguladores — Mapa, Anvisa e Ibama. “A legislação é rigorosa e exige testes extensos de eficácia, toxicologia e ecotoxicologia. Por isso, a aprovação dos biodefensivos no Brasil ocorre com baixo risco ambiental”, reforça.

Além disso, Oliveira pontua que os bioinsumos serão centrais para a descarbonização. Isso porque com normas de resíduos mais rígidas e novas formas de remuneração ligadas ao carbono, os biológicos devem ganhar ainda mais protagonismo.

De acordo com o presidente da Abinbio, são também quatro os principais benefícios ambientais desse tipo de insumo: reduzem emissões de CO₂, N₂O e CH₄; melhoram a ciclagem de nutrientes; aumentam a biomassa microbiana; e favorecem o sequestro de carbono no solo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Escalada global do enxofre pressiona mercado



O analista destaca que a mudança é considerada estrutural


O analista destaca que a mudança é considerada estrutural
O analista destaca que a mudança é considerada estrutural – Foto: Canva

Os preços globais do Enxofre registram uma forte escalada e alteram a dinâmica do mercado de fosfatados. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, o avanço acumulado em 11 meses supera 170%, levando o produto de US$ 90 por tonelada em 2024 para valores acima de US$ 500. O movimento provoca preocupação entre fabricantes de fertilizantes, já que o insumo é essencial para a produção de fosfatados.

O analista destaca que a mudança é considerada estrutural, marcada por alterações relevantes no fluxo global, como a passagem da Rússia de exportadora para importadora em setembro. Esse deslocamento é visto como um sinal de ruptura, capaz de impactar diretamente segmentos específicos, entre eles o de produtos como o Super 5.

No Brasil, o mercado de fósforo segue duas direções distintas. Enquanto os fosfatados de alta concentração apresentam queda consistente nas últimas semanas, os de baixa concentração avançam gradualmente. A retração do MAP desde agosto já supera US$ 100 por tonelada, contrastando com o encarecimento dos produtos de menor concentração. O movimento é associado a uma forte antecipação de compras, com mais de 1,4 milhão de toneladas de supersimples já negociadas para as safras de 2026 e 2027, volume considerado expressivo em relação ao ano anterior.

Com a safra 2025/26 praticamente definida em termos de aquisição de fertilizantes, o planejamento volta-se agora ao milho safrinha e à soja do próximo ciclo. Souza reforça que o comportamento do enxofre permanece central no radar do setor, por sua importância como matéria-prima e por seus efeitos sobre outras cadeias ligadas aos fosfatados.

 





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Chuvas irregulares nos últimos três meses dificultaram a semeadura de soja, diz Cepea



O ritmo de semeadura de soja da safra 2025/26 continua abaixo do registrado na temporada anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, a irregularidade das chuvas nos últimos três meses tem impactado grande parte do território nacional.

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No Sul do país, o excesso de umidade ainda dificulta o acesso às lavouras. No Centro-Oeste e no Matopiba, a distribuição desigual das precipitações resultou em níveis de umidade abaixo do necessário para avançar nos trabalhos de campo.

Apesar do aumento recente dos acumulados pluviométricos nessas regiões e da redução das chuvas no Sul, especialmente no Paraná, colaboradores do Cepea destacam que o cenário ainda apresenta incertezas quanto ao potencial produtivo da safra 2025/26.

Segundo a Conab, até 22 de novembro, 78% da área nacional havia sido semeada, abaixo dos 83,3% registrados no mesmo período do ano passado.



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Chuvas irregulares nos últimos três meses dificultaram a semeadura de soja, diz Cepea



O ritmo de semeadura de soja da safra 2025/26 continua abaixo do registrado na temporada anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, a irregularidade das chuvas nos últimos três meses tem impactado grande parte do território nacional.

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No Sul do país, o excesso de umidade ainda dificulta o acesso às lavouras. No Centro-Oeste e no Matopiba, a distribuição desigual das precipitações resultou em níveis de umidade abaixo do necessário para avançar nos trabalhos de campo.

Apesar do aumento recente dos acumulados pluviométricos nessas regiões e da redução das chuvas no Sul, especialmente no Paraná, colaboradores do Cepea destacam que o cenário ainda apresenta incertezas quanto ao potencial produtivo da safra 2025/26.

Segundo a Conab, até 22 de novembro, 78% da área nacional havia sido semeada, abaixo dos 83,3% registrados no mesmo período do ano passado.



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Chuvas irregulares nos últimos três meses dificultaram a semeadura de soja, diz Cepea



O ritmo de semeadura de soja da safra 2025/26 continua abaixo do registrado na temporada anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, a irregularidade das chuvas nos últimos três meses tem impactado grande parte do território nacional.

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No Sul do País, o excesso de umidade ainda dificulta o acesso às lavouras. No Centro-Oeste e no Matopiba, a distribuição desigual das precipitações resultou em níveis de umidade abaixo do necessário para avançar nos trabalhos de campo.

Apesar do aumento recente dos acumulados pluviométricos nessas regiões e da redução das chuvas no Sul especialmente no Paraná, colaboradores do Cepea destacam que o cenário ainda apresenta incertezas quanto ao potencial produtivo da safra 2025/26.

Segundo a Conab, até 22 de novembro, 78% da área nacional havia sido semeada, abaixo dos 83,3% registrados no mesmo período do ano passado.



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Polícia apreende 17 kg de pescado ilegal durante ação



A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu, neste sábado (29), um homem de 62 anos por caça ilegal de animais silvestres, armazenamento irregular de pescado e porte ilegal de arma na zona rural de Tesouro, em Mato Grosso. Na ação, foram apreendidos 23 quilos de carne de caça, 17 quilos de pescado e cinco espingardas.

A operação começou após uma denúncia anônima informar que o suspeito estaria caçando animais silvestres e pescando de forma ilegal para comercialização, mantendo os produtos armazenados em sua residência.

Ao chegar ao endereço indicado, os policiais localizaram o homem, que negou as acusações, mas autorizou a entrada da equipe para buscas. No freezer foram encontrados 17 quilos de pescado das espécies Matrinxã, Mandi e Barbado, além de duas sacolas com 23 quilos de carne de cateto, proveniente de caça.

Questionado sobre outros materiais ilícitos, o suspeito afirmou possuir uma arma que seria de seu pai. No cômodo indicado, porém, a PM localizou cinco espingardas e cerca de 200 munições de diversos calibres.

Diante do flagrante, o homem foi preso e encaminhado à delegacia para registro da ocorrência.



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