segunda-feira, março 30, 2026

Agro

News

Oeste de Santa Catarina registra três tornados após frente fria e ciclone



A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou, neste sábado (8), a ocorrência de três tornados no Oeste do estado. Os fenômenos foram registrados nos municípios de Dionísio Cerqueira, Xanxerê e Faxinal dos Guedes durante a passagem de uma frente fria e o desenvolvimento de um ciclone extratropical sobre o Atlântico Sul.

A confirmação veio após análises de radar, vistorias em campo e registros de danos nas áreas atingidas. As coordenadorias regionais da Defesa Civil prestaram apoio emergencial às prefeituras, com distribuição de lonas e monitoramento de áreas de risco. O órgão estadual mantém o estado de observação, com equipes mobilizadas para novas ocorrências.

Tornados confirmados e danos registrados

Segundo a Defesa Civil, os tornados tiveram curta duração, mas provocaram destruição concentrada, padrão característico desse tipo de fenômeno. Em Dionísio Cerqueira, houve queda de árvores, destelhamentos e interrupção no fornecimento de energia. Em Xanxerê, parte das estruturas foi danificada, veículos foram atingidos e um ônibus tombou. Já em Faxinal dos Guedes, árvores foram arrancadas em sentidos diferentes, indicando forte circulação de ventos.

As análises do radar meteorológico de Chapecó identificaram áreas com ventos em direções opostas e detritos na atmosfera, como fragmentos de telhas e galhos, confirmando a formação dos três tornados. De acordo com os meteorologistas, a combinação de uma frente fria e o sistema ciclônico criou um ambiente instável, com nuvens de grande desenvolvimento vertical, granizo e rajadas acima de 100 km/h.

Chuvas intensas no Litoral Sul

Enquanto o Oeste registrava ventos extremos, municípios do Litoral Sul enfrentaram chuva volumosa. Em 12 horas, foram acumulados 124 milímetros em Jacinto Machado e Tubarão, 110 mm em Sombrio e 108 mm em Morro Grande. Os volumes se aproximaram da média esperada para todo o mês de novembro.

O excesso de chuva provocou alagamentos pontuais e bloqueios de vias em Morro da Fumaça, Meleiro e Turvo. Segundo a Defesa Civil, o sistema que causou os temporais já se deslocou para o oceano, reduzindo o risco de novos eventos severos nos próximos dias.

O órgão reforça que a população deve seguir os alertas meteorológicos e evitar áreas de risco durante tempestades. Em casos de emergência, o contato deve ser feito pelos números 193 (Corpo de Bombeiros) ou 199 (Defesa Civil).



Source link

News

Presidência da COP30 divulga carta com apelo por ação diante de crise climática



A poucos dias do início da COP30, a presidência da conferência divulgou sua nona carta aberta à comunidade internacional. No documento, o embaixador André Corrêa do Lago convoca governos, empresas e sociedade civil a intensificar os esforços para conter o aquecimento global e garantir o cumprimento das metas do Acordo de Paris.

A carta enfatiza que o desafio atual é manter vivo o objetivo de limitar o aumento da temperatura global a 1,5 °C, o que exige cooperação e ação imediata. Segundo Corrêa do Lago, o momento é de transformar as lacunas de ambição, financiamento e tecnologia em forças de aceleração.

Acelerar como nova forma de ambição

O texto destaca que o Acordo de Paris está em pleno funcionamento após a conclusão de seu livro de regras na COP29. A COP30, que será realizada em Belém (PA), marcará o início de um novo ciclo de implementação, com instrumentos como as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) e os Planos Nacionais de Adaptação (NAPs) já operando.

Para o embaixador, a ambição climática deve ser medida pela capacidade de implementar medidas concretas. “Acelerar a implementação deve ser a nova medida de ambição”, afirma o texto. O foco está em ampliar ações em áreas como energia limpa, restauração florestal, mitigação de metano e infraestrutura sustentável.

Amazônia no centro das discussões

A presidência da COP30 também destaca a Amazônia como símbolo e catalisador das transformações climáticas. O documento ressalta a queda do desmatamento no Brasil e a criação de mecanismos financeiros, como o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, voltados à preservação de biomas e comunidades locais.

A carta ainda reforça três prioridades para a conferência: fortalecer o multilateralismo no âmbito da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima (UNFCCC), aproximar o debate climático da vida cotidiana e acelerar a implementação dos compromissos globais.

Encerrando o texto, Corrêa do Lago afirma que a COP30 deve representar um ponto de virada: “Em Belém, a verdade deve encontrar a transformação, e a ciência deve tornar-se solidariedade.”



Source link

News

Governo do Paraná anuncia força-tarefa para reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu após tornado



O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou neste sábado (8) uma força-tarefa para reconstruir Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, após o tornado que atingiu a cidade na noite de sexta-feira (7). Cerca de 90% do município foi afetado, com danos em residências, prédios públicos e comércios. Seis mortes foram confirmadas até o momento, sendo cinco na cidade.

O decreto de calamidade pública, assinado ainda na sexta-feira, autoriza ações emergenciais, como o uso imediato de recursos estaduais e a solicitação de apoio federal. Segundo o governo, a prioridade será reconstruir as moradias atingidas e garantir abrigo temporário às famílias que perderam tudo.

Mapeamento e reconstrução

Equipes da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PR) iniciaram o mapeamento das áreas afetadas para avaliar quais casas poderão ser recuperadas e quais precisarão ser reconstruídas.

O governador informou que o Centro de Convivência do Idoso e o Ginásio do Campo do Bugre foram adaptados para atendimento emergencial e triagem das famílias.

O estado também mobilizou equipes da Fundepar para vistoriar escolas destruídas e planejar reparos. A cidade vizinha de Laranjeiras do Sul deve acolher parte dos desabrigados até que a situação seja normalizada.

Apoio e logística

A Defesa Civil enviou à região 2,6 mil telhas, 1,2 mil cestas básicas, 565 colchões e kits de higiene, limpeza e dormitório. Caminhões, ambulâncias e maquinários foram deslocados de diferentes regiões do Paraná para auxiliar na limpeza e reconstrução.

O secretário das Cidades, Guto Silva, destacou que a ação segue um protocolo que envolve a análise da infraestrutura, o restabelecimento de energia e água e a distribuição de donativos. “Agora começa o processo de diagnóstico e reconstrução das moradias”, afirmou.

O prefeito Sezar Augusto Bovino informou que os principais mercados da cidade foram destruídos e que ainda não é possível estimar os prejuízos totais. Ele afirmou que o levantamento detalhado deve começar neste domingo (9), com o apoio técnico do estado.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra da Argentina tem avanços importantes


A safra 2025/26 começa na Argentina com avanços importantes na colheita de trigo e no início do plantio de soja e sorgo sob alta umidade no solo. As informações são da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), que destaca bons rendimentos nas lavouras de trigo e condições ideais de umidade para as oleaginosas, apesar de atrasos pontuais em algumas regiões.

A semeadura de soja de primeira alcança 4,4% da área projetada nacionalmente, estimada em 17,6 milhões de hectares, o que representa queda de 4,3% em relação ao ciclo anterior. As chuvas favoreceram as condições hídricas, mas também causaram alagamentos no centro e oeste da província de Buenos Aires, retardando o avanço dos trabalhos. No entanto, no Núcleo Norte e em regiões de Entre Ríos e Córdoba, o ritmo é considerado normal e até adiantado.

O milho já cobre 36% da área nacional prevista, mas apresenta atraso interanual de 2,7 pontos percentuais, principalmente devido à impossibilidade de acesso aos campos alagados. Ainda assim, 79% das lavouras apresentam condição entre boa e excelente, um salto expressivo frente aos 29% registrados na mesma época do ano passado. Já o girassol avança para 71,6% das 2,7 milhões de hectares previstas, mantendo 100% das lavouras em condição normal a excelente, apesar de episódios isolados de granizo.

O sorgo, cuja área estimada é de 900 mil hectares, tem 12,6% semeados, com avanços de destaque no centro-norte de Santa Fe e em Entre Ríos. A redução de 10% na área total se deve à recuperação do milho, após os prejuízos causados pela cigarrinha na temporada anterior. No trigo, a colheita atinge 11,6% da área apta e apresenta rendimento médio nacional de 24,3 quintais por hectare, acima das expectativas iniciais. A BCBA mantém sua projeção de produção em 22 milhões de toneladas, ainda que alertas de novas tempestades e granizo possam afetar parte das lavouras nos próximos dias.





Source link

News

Ovo de dinossauro carnívoro de 70 milhões de anos é descoberto na Patagônia


Pesquisadores do Laboratório de Anatomia Comparada e Evolução de Vertebrados (Lacev–MACN) encontraram fósseis de dinossauros, mamíferos, répteis, peixes e plantas do Período Cretáceo, mas o achado mais surpreendente foi um ovo de dinossauro carnívoro perfeitamente preservado, com cerca de 70 milhões de anos.

A descoberta inédita foi feita durante a última expedição em Río Negro, província da Patagônia, na Argentina.

De acordo com os cientistas, o exemplar, associado a fragmentos da casca do ovo indicam a presença de uma ninhada, pode ser o primeiro registro desse tipo na América do Sul. O ovo, semelhante em tamanho a um ovo de ema, possui casca fina e ornamentada, o que sugere que possa pertencer a uma espécie de ave de rapina pré-histórica.

Momento da descoberta; ovo de dinossauro
Foto: reprodução/redes sociais

A descoberta foi anunciada ao vivo durante a transmissão da “Expedição Cretácea I”, surpreendendo tanto o público quanto os próprios pesquisadores. Segundo o laboratório, fósseis desse tipo são extremamente raros, já que os ovos são estruturas frágeis e de difícil preservação.

Até então, não havia registros de ninhos de dinossauros carnívoros na América do Sul, e apenas poucos casos semelhantes foram documentados em outras partes do mundo. Os especialistas destacam que ovos e ninhos fossilizados oferecem informações únicas sobre o comportamento dessas espécies, desde o cuidado parental até o modo como construíam seus ninhos.

Para a paleontologia argentina, o achado representa um avanço científico significativo e abre novas possibilidades de pesquisa sobre a história da vida e da reprodução dos dinossauros no continente.



Source link

News

Na COP30, Brasil assume liderança no mercado de carbono


A COP30 colocou o Brasil no epicentro de um movimento climático global: a adesão da União Europeia e da China à coalizão liderada pelo Brasil para integrar mercados regulados de carbono, um passo importante para transformar promessas ambientais em um sistema de regras, preços e oportunidades reais.

Na prática, o grupo pretende harmonizar padrões de medição e verificação de emissões (MRV), criar regras de integridade e abrir caminho para a união entre sistemas nacionais de precificação de carbono. O Brasil passa de simples exportador de matérias-primas a formador de regras, posição estratégica que lhe confere poder de agenda e protagonismo diplomático.

Impactos para o agro brasileiro

Para o agro brasileiro, esse movimento pode parecer distante, mas está muito mais próximo do que se imagina. Um mercado de carbono integrado valoriza práticas sustentáveis e penaliza cadeias com alta pegada ambiental. Quem comprovar eficiência, uso de bioenergia e manejo de solo que sequestra carbono tende a ganhar competitividade; quem não se adaptar, corre o risco de ser excluído de mercados exigentes como o europeu.

A entrada da UE e da China não é coincidência. Bruxelas busca reduzir o custo do ajuste de fronteira de carbono (CBAM), e Pequim quer influenciar as novas regras globais, em vez de apenas segui-las. O Brasil, grande exportador de alimentos e guardião da maior floresta tropical do planeta, assume papel de mediador natural, e pode transformar seu patrimônio ambiental em vantagem econômica.

Sem um mercado regulado nacional robusto, com regras claras e credibilidade, o país pode ficar de fora da “elite climática” e ver suas exportações taxadas por falta de comprovação ambiental. A corrida, portanto, não é apenas por crédito de carbono, mas por governança, transparência e tecnologia.

A “era do carbono” não é mais um tema de conferência: está chegando à rotina de quem planta, cria e exporta. O Brasil tem uma chance rara de unir preservação e competitividade, transformando seu protagonismo ambiental em diferencial econômico. Mas, como em todo mercado, quem não mede, perde.

Brasil e o potencial de liderança

Alguns dos signatários iniciais da Open Coalition on Compliance Carbon Markets, liderada pelo Brasil, incluem União Europeia, China, Reino Unido, Canadá, Chile, França, Alemanha, México, Armênia e Zâmbia. O Brasil, como país anfitrião, ocupa posição central nessa articulação que pretende conectar mercados regulados de carbono e definir padrões globais para a precificação das emissões.

O que o Brasil está fazendo, na prática, é ajudar a desenhar o “manual” da nova economia climática. A partir de agora, o carbono vira parte do custo de produção, como energia, insumo e logística. Quem reduzir emissões ou provar boas práticas será premiado. Quem ignorar o tema será punido, direta ou indiretamente, pelos mercados internacionais.

Para o campo, isso significa que sustentabilidade deixa de ser discurso e vira diferencial econômico real. Plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta, uso de bioenergia e certificações ambientais passarão a valer dinheiro, literalmente.

O Brasil tem todas as condições para ser líder e não refém dessa nova ordem. Mas isso exige ação imediata: estrutura de mercado, regulação confiável e apoio técnico ao produtor.
Se o país souber aproveitar o momento, pode transformar o carbono em seu novo produto de exportação. Caso contrário, corre o risco de ver o futuro passar,medido em toneladas de CO2 e oportunidades perdidas.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link

News

Mapa apreende 11 mil litros de bebidas clandestinas e interdita fábricas no Tocantins



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) interditou duas fábricas de bebidas e apreendeu mais de 11 mil litros de produtos clandestinos no município de Combinado, no Tocantins. A ação, realizada nesta sexta-feira (7), faz parte da Operação Destillatio, que integra a Operação Ronda Agro.

O objetivo é combater a produção e a comercialização de bebidas alcoólicas irregulares, consideradas um risco à saúde pública e uma prática de fraude econômica.

Produção irregular e risco ao consumo

As fábricas interditadas produziam cachaça sem registro ou autorização dos órgãos competentes e em condições precárias de higiene. Segundo o Mapa, as bebidas não atendiam aos padrões de segurança exigidos para o consumo humano. Além disso, três distribuidoras e um depósito foram fiscalizados por comercializarem produtos irregulares, incluindo whiskies falsificados.

O ministério informou que todo o material apreendido será inutilizado. As ações de fiscalização miram tanto os fabricantes quanto os distribuidores e comerciantes que atuam fora das normas sanitárias e fiscais.

Ação conjunta de fiscalização

A operação contou com apoio da Polícia Civil do Tocantins, da Perícia Técnica e da Vigilância Sanitária Estadual. Também participaram equipes do Centro Integrado de Segurança Pública e Proteção Ambiental (CISPPA) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

De acordo com o Mapa, operações desse tipo visam garantir a segurança dos alimentos e bebidas comercializados no país, além de proteger o consumidor de produtos adulterados. A pasta reforçou que seguirá atuando de forma rigorosa no combate a ilícitos agropecuários e sanitários.



Source link

News

Lula manifesta solidariedade a vítimas de chuvas e tornado no Paraná


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade às famílias afetadas pelo tornado que atingiu os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Guarapuava, no Paraná. Em publicação no X (antigo Twitter), o presidente lamentou as mortes e destacou o compromisso do governo federal em apoiar a população atingida.

“Quero expressar meu profundo sentimento a todas as famílias que perderam seus entes queridos e minha solidariedade a todas as pessoas que foram afetadas”, afirmou Lula.

Segundo o presidente, uma equipe federal está a caminho da região, liderada pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. O grupo inclui representantes dos Ministérios da Saúde e da Integração e Desenvolvimento Regional, além de técnicos da Defesa Civil Nacional.

Ações de apoio

Os profissionais enviados são especializados em ajuda humanitária e reconstrução. Eles devem atuar na avaliação dos danos, no suporte às equipes locais e na organização do atendimento emergencial.

Lula também informou que integrantes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) participarão das ações de socorro, prestando assistência médica à população e apoio às equipes do governo paranaense envolvidas no resgate.

“Seguiremos apoiando a população paranaense e prestando todo o auxílio que for necessário”, declarou o presidente.



Source link

News

Governo do Paraná confirma seis mortes após tornado; governador está na região mais afetada



O tornado que atingiu o Paraná nesta sexta-feira (7), causado por um ciclone extratropical que está sobre o Sul do Brasil, causou a morte de seis pessoas. Segundo informações do governo do estado, cinco mortes foram confirmadas em Rio Bonito do Iguaçu e uma em Guarapuava, na área rural. Até o momento, há um desaparecido.

Diante da situação, o governador Carlos Massa Ratinho Junior decretou, neste sábado (8), estado de calamidade pública em Rio Bonito do Iguaçu, que foi a cidade mais atingida pelo fenômeno. O governador está no município acompanhando o trabalho da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das equipes estaduais que prestam atendimento à população. O levantamento de danos à infraestrutura está em andamento.

Apesar do trabalho preliminar, o cálculo já aponta que 90% da cidade foi afetada. “O estado de calamidade pública nos permite dar mais celeridade aos atendimentos e à liberação de recursos. Já determinei que a Cohapar estude estratégias para a reconstrução das moradias e estamos preparando alojamentos para garantir o amparo às famílias”, disse Ratinho Junior.

Mobilização em diversas cidades

O atendimento às vítimas das fortes chuvas e ventos está sendo realizado em hospitais de Laranjeiras do Sul, Guarapuava e Cascavel. Segundo informações das 10h deste sábado, 437 pessoas foram atendidas pelos serviços de saúde mobilizados na região.

Outros tipos de auxílio, como doações e ajuda humanitária também estão ocorrendo. Para Rio Bonito do Iguaçu, a Defesa Civil enviou 2600 telhas, 1200 cestas básicas, 565 colchões, 270 kit higiene, 204 kit limpeza, 150 kit dormitório e 54 bobinas de lona.

A orientação, no entanto, é que pessoas e instituições não enviem doações para a cidade nesse momento de primeiro atendimento emergencial. A instituição vai informar através dos canais oficiais, em parceria com a prefeitura, as principais necessidades e locais destinados para as doações.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil amplia exportações ao Líbano e à Tanzânia



Agro soma 486 aberturas de mercado desde 2023



Foto: Pixabay

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias com Líbano e Tanzânia que permitirão ampliar as exportações do agronegócio nacional. Segundo comunicado oficial, “as autoridades sanitárias do Líbano autorizaram o Brasil a exportar bovinos e bubalinos vivos para reprodução”.

Em 2024, o país árabe importou mais de USD 195 milhões em gado vivo. A nova abertura reforça a posição comercial brasileira, que exportou “cerca de USD 432 milhões em produtos agropecuários para o Líbano”, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro e café.

A Tanzânia também formalizou novas autorizações sanitárias. De acordo com o governo, o país permitirá a entrada de “produtos cárneos e termoprocessados de aves, bovinos, ovinos, caprinos e suínos”, além de material genético avícola — “ovos férteis e pintos de um dia” — e material genético bovino, como “embriões in vivo e in vitro”, além de bovinos vivos para reprodução. Com população de 68 milhões de habitantes, a Tanzânia é vista como mercado emergente. Em 2024, importou cerca de USD 31 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com predominância do setor sucroalcooleiro.

Com os dois anúncios, o Brasil soma 486 aberturas de mercado para o agronegócio desde o início de 2023.





Source link