segunda-feira, março 30, 2026

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Tecnologia pode salvar o que está nos silos



“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa”


“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa"
“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa” – Foto: Leonardo Gottems

Em 2025, uma sequência de incêndios em silos graneleiros acendeu um alerta no agronegócio brasileiro. No Rio Grande do Sul, ao menos três ocorrências de grande porte foram registradas neste ano. A mais recente, em Arroio Grande, destruiu um dos silos da Cotribá no início de outubro, com prejuízo superior a R$ 1 milhão entre grãos perdidos e estrutura danificada.

Segundo o Corpo de Bombeiros, os sinistros podem ter sido provocados por combustão espontânea, um fenômeno que começa dentro da própria massa de grãos e se agrava por falhas de manejo, aeração inadequada e ausência de monitoramento contínuo. O processo se inicia com grãos úmidos ou mal limpos, que alimentam microrganismos e geram calor. Sem ventilação suficiente, a temperatura interna aumenta até atingir níveis críticos, resultando na autocombustão.

“A maioria desses incêndios não começa com uma fagulha externa. É o resultado de um processo lento de autoaquecimento, causado por manejo inadequado, falhas na aeração ou ausência de monitoramento preciso”, explica Everton Rorato, diretor comercial da PCE Engenharia, especializada em automação de armazenagem de grãos.

Especialistas apontam que a origem do problema está, em grande parte, na operação manual e em sistemas de termometria ultrapassados. O uso de tecnologia automatizada para monitorar temperatura e acionar ventiladores pode detectar irregularidades antes que se tornem irreversíveis. A automação, além de prevenir perdas e acidentes, garante maior segurança e preserva a rentabilidade das estruturas de armazenagem. “A tecnologia que evita o fogo também protege o lucro. Ignorar isso, hoje, é o verdadeiro risco’, conclui.

 





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Ciclone atinge o Sul com ventos acima de 100 km/h; frente fria avança pelo país



Um ciclone extratropical avança sobre o Sul do Brasil provocando temporais, ventos fortes e queda de granizo em cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O fenômeno também deve provocar chuva intensa e rajadas de vento em parte do Sudeste e Centro-Oeste nas próximas horas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com o meteorologista Arthur Müller, o sistema está em processo de ciclogênese ou seja, em formação, e deve se deslocar em direção ao oceano, formando uma frente fria que levará instabilidade a outros estados.

A partir desta noite, os temporais se estendem para o norte do Paraná, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A chuva chega à capital paulista na manhã deste sábado (8), com rajadas intensas e possibilidade de queda granizo.

Segundo Müller, áreas do oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do sul do Paraná já registraram rajadas de vento que ultrapassaram 100 km/h.

Chuva volumosa e risco de transtornos

Os acumulados de chuva passam de 100 milímetros em 12 horas em municípios como Soledade (RS). O volume deve diminuir no estado a partir de amanhã, mas segue intenso até o final da noite desta sexta-feira. No sábado, os temporais mais fortes se concentram em São Paulo, sul de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Avanço da frente fria

No domingo (9), a frente fria avança e empurra a chuva para o Espírito Santo, norte de Minas e sul da Bahia, enquanto o tempo volta a ficar firme no Sul, em São Paulo e no Mato Grosso do Sul. Nesses novos estados, os temporais não devem ser tão intensos quanto os registrados entre quinta e sexta-feira, mas ainda exigem cautela.

Na capital paulista, a previsão indica temporais no sábado, com máxima de 26°C. No domingo, a chuva deve ser mais passageira, e na segunda-feira as temperaturas caem, com mínima de 14°C e máxima de 23°C.



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Trump se irrita com preço da carne bovina e manda investigar frigoríficos nos EUA



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta sexta-feira (7), que solicitou ao Departamento de Justiça a abertura imediata de uma investigação contra frigoríficos norte-americanos. Segundo ele, as empresas estariam elevando artificialmente o preço da carne bovina por meio de conluio, fixação e manipulação de preços.

Trump afirmou que o valor do gado vivo vem caindo, enquanto a carne embalada segue mais cara, o que, segundo ele, indicaria “algo suspeito” no mercado. Ele prometeu punição caso sejam comprovadas irregularidades. A Procuradora-Geral dos EUA, Pamela Bondi, informou que a apuração já está em andamento.

A relação com os pecuaristas se deteriorou desde outubro, quando Trump sugeriu aumentar a importação de carne argentina para reduzir preços internos, que atingiram níveis recordes. Produtores criticaram a proposta, argumentando que a medida prejudicaria o setor, que enfrenta forte demanda e margens elevadas.

Política tarifária e defesa do setor

Trump afirmou em sua rede social que “os pecuaristas, que eu amo, não entendem que a única razão pela qual estão indo bem, pela primeira vez em décadas, é porque eu impus tarifas sobre o gado que entra nos EUA, incluindo uma tarifa de 50% sobre o Brasil”.

Oferta de gado nos EUA

O fornecimento doméstico de gado está apertado. Os rebanhos atingiram o menor nível em quase 75 anos, após anos de seca que reduziram pastagens e elevaram os custos de alimentação.

Importações e impacto internacional

A situação se agravou com a suspensão da maior parte das importações de gado mexicano, devido ao risco de disseminação da bicheira-do-Novo-Mundo, e com a tarifa de 50% aplicada sobre produtos brasileiros desde agosto. O Brasil é o principal fornecedor de carne usada pela indústria de hambúrguer nos EUA.

Com informações do G1.



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Mercado do boi gordo fecha a semana com cautela e atenção às exportações para a China



O mercado físico do boi gordo terminou a semana com forte cautela. Nesta sexta-feira (7), frigoríficos reduziram ou suspenderam compras diante do temor de novas medidas da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Rumores sobre a presença de Fluazuron em cargas do Brasil e possíveis salvaguardas contra importações seguem pesando sobre o setor, segundo avaliação do analista Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado.

Números do boi gordo no fechamento

  • São Paulo: R$ 324,67 a prazo
  • Goiás: R$ 315,71
  • Minas Gerais: R$ 310,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 331,02
  • Mato Grosso: R$ 306,69

Mercado atacadista

Os preços seguem firmes no atacado e ainda apontam para alta no curto prazo. O consumo costuma ganhar força no último bimestre, impulsionado por décimo terceiro salário, contratações temporárias e maior demanda típica de fim de ano.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 17,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,24%, negociado a R$ 5,3351 para venda e a R$ 5,3331 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3330 e
a máxima de R$ 5,3655. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



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Preço do boi gordo registra leve alta na maioria dos estados, aponta Datagro



O Indicador do Boi Gordo da Datagro registrou estabilidade com tendência de alta no fechamento da semana encerrada em 7 de novembro de 2025. A maior valorização foi observada em Goiás, que avançou mais de 2% na cotação da arroba.

Na avaliação dos principais estados produtores, São Paulo e Mato Grosso do Sul lideraram as médias mais elevadas, com preços acima de R$ 322 por arroba, refletindo uma oferta controlada e o aumento da demanda dos frigoríficos.

Confira os detalhes:

Números da semana

Em São Paulo, a arroba fechou em R$ 319,26 na segunda-feira, subiu para R$ 322,73 na quinta-feira e terminou a semana em R$ 322,96 nesta sexta-feira (7).

Já na Bahia, o preço iniciou a semana em R$ 305,59, passou para R$ 311,26 na quinta e fechou em R$ 306,92 hoje (7).

No estado de Goiás, a arroba começou a semana em R$ 307,88, avançou para R$ 314,21 na quinta e encerrou em R$ 315,77.

Em Minas Gerais, o valor foi de R$ 305,39 na segunda-feira, R$ 311,69 na quinta e R$ 312,76 .

Já em Mato Grosso do Sul, a semana começou com R$ 320,52, subiu para R$ 323,04 na quinta e terminou em R$ 322,11.

Em Mato Grosso, a arroba estava em R$ 304,71 na segunda-feira, subiu para R$ 309,74 na quinta e fechou em R$ 308,20.

No Pará, o preço iniciou em R$ 302,00, passou para R$ 304,81 na quinta e terminou em R$ 304,15.

Em Rondônia, a semana começou com R$ 288,26, seguiu com R$ 288,35 na quinta e encerrou em R$ 289,67 na sexta-feira.

Por fim, no estado de Tocantins, a arroba estava em R$ 304,46 na segunda-feira, R$ 304,47 na quinta e encerrou a semana em R$ 305,13.

Números finais do boi gordo por região:

  • São Paulo: R$ 322,96
  • Bahia: fechou em R$ 306,92
  • Goiás: fechou em R$ 315,77
  • Minas Gerais: fechou em R$ 312,76
  • Mato Grosso do Sul: cotação de R$ 322,11
  • Mato Grosso: preço ficou em R$ 308,20
  • Pará: encerrou a R$ 304,15
  • Rondônia: menor cotação, com o valor de R$ 289,67
  • Tocantins: fechou a R$ 305,13



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Sistema lavoura de carne alia manejo e sustentabilidade para elevar produção no campo



Aumentar a produção de carne em uma mesma área, sem abrir novas fronteiras e com manejo sustentável, é o objetivo do conceito “lavoura de carne”, modelo que vem ganhando força entre pecuaristas de várias regiões do país. A proposta combina práticas de agricultura e pecuária, buscando maior rentabilidade e eficiência no uso da terra.

No Rio Grande do Sul, os resultados chamam atenção, em propriedades que aplicam o sistema, a produção pode chegar a 980 kg de carne por hectare, índices muito acima da média nacional.

Em Lavras do Sul, no Rio Grande do Sul, a fazenda dos pecuaristas, Davi Farina e Maria Eduarda Farina, é um exemplo da aplicação prática do conceito.

A fazenda possui 1.300 hectares, sendo parte arrendada para lavoura. A família investe em pecuária de alta precisão, com 40 hectares divididos em piquetes de 13 hectares, operando em sistema rotacionado. As pastagens são mantidas durante todo o ano, com espécies que variam conforme a estação, como azevém, trevo, cornichão e capim-sudão.

Os animais permanecem de três a quatro dias em cada piquete, com lotação média de quatro cabeças por hectare. Em 120 dias, atingem 540 kg, demonstrando o potencial produtivo do modelo. “É surpreendente como o pasto se recupera e como os animais se adaptam. No primeiro momento, os animais não entendem o que está acontecendo, mas depois já ficam na porteira esperando o próximo piquete”, conta Maria Eduarda Farina.

Desenvolvimento do sistema

Desenvolvido com apoio de uma consultoria especializada, o sistema de lavoura de carne vem sendo implementado em diversas propriedades do país. A proposta é trazer para a pecuária o planejamento, gestão de processos e pessoas, uso racional de insumos e investimento em tecnologia.

Ganhos expressivos

Os resultados variam conforme a região, raça, tipo de solo e manejo, mas já demonstram ser bem superiores que a pecuária tradicional. Na fazenda da família Farina, em um ciclo de 396 dias, a fazenda registrou a passagem de 645 animais, com produção total de quase 40 toneladas de carne e ganho médio diário de 2,4 kg por hectare.

Além da produtividade, o sistema permite avaliar o sequestro de carbono, agregando valor ambiental ao produto final.

Para Maria Eduarda Farina, o segredo está em não ter medo de investir. “Os números são maravilhosos, mas exigem investimento, em nenhum momento a gente não pensou em investir. Desde adubação,



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Ciclone atinge o Sul a partir desta quinta-feira (06.11)


Entre esta quinta-feira (6) e o próximo domingo (9), um ciclone extratropical deve atingir diversas regiões do Sul e Sudeste do Brasil, com potencial para causar chuvas intensas, ventos severos e queda acentuada nas temperaturas. A sexta-feira (7) será o ponto crítico do evento, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os volumes de chuva podem ultrapassar 100 milímetros.

De acordo com o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink, o sistema começa a se organizar entre o norte da Argentina e o Uruguai nesta noite de quinta. “A instabilidade deve alcançar o oeste gaúcho entre o fim da noite e a madrugada de sexta”, explica. O ciclone, associado a um sistema de baixa pressão, trará risco elevado de temporais, granizo e rajadas superiores a 90 km/h em áreas como Ijuí, Três Passos e São Miguel do Oeste (SC). No litoral norte e médio do RS, o vento pode ultrapassar os 100 km/h.

Segundo boletim do governo gaúcho, o maior risco se concentra nas regiões Noroeste, Norte, Missões e Centro do estado. “Há chance de formação de uma linha de instabilidade com potencial para tornados”, alerta o comunicado.

Em 24 horas, os acumulados podem variar entre 50 e 100 mm, com picos acima de 150 mm nas Missões e no Noroeste do Rio Grande do Sul. Já na Região Metropolitana de Porto Alegre, os volumes devem superar 70 mm. A instabilidade pode provocar alagamentos urbanos e dificultar o manejo no campo. “Mesmo sendo um fenômeno relativamente rápido, o volume de água e os ventos fortes podem causar perdas em lavouras em estágios críticos, atrasar colheitas e prejudicar estradas vicinais”, destaca Rodrigues.

O governo do RS emitiu alerta para possíveis cheias em rios com resposta rápida, como o Caí e o Paranhana, que podem transbordar em municípios como São Sebastião do Caí, Montenegro, Três Coroas e Igrejinha. Arroios e áreas de relevo acentuado também estão sob risco de enxurradas.





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Negócios travados e lentidão marcam o mercado de soja nesta sexta-feira; veja cotações



O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa liquidez e poucas variações. Segundo Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, os preços oscilaram de forma mista, com poucas ofertas no disponível e tradings já encerrando seus programas. A indústria também ofertou pouco, e na safra nova quase não houve movimentos ou fixações.

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A Bolsa de Chicago registrou leve alta após a China anunciar que vai restaurar, a partir de 10 de novembro, as licenças de importação de soja de três empresas norte-americanas: CHS, Louis Dreyfus e EGT. As autorizações estavam suspensas desde março e o gesto foi interpretado como mais um passo para aliviar tensões comerciais entre EUA e China.

Apesar do avanço, a tarifa geral de 10% sobre produtos agrícolas norte-americanos segue em vigor. A volta gradual das compras dá sustentação aos contratos, mas ainda não gera impacto expressivo sobre os preços internos do Brasil, onde o ritmo permanece lento e sem força compradora. O plantio avança, porém com atrasos e preocupação crescente sobre replantios em algumas áreas.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,50 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 125,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 140,00 para R$ 140,50

Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram o dia em alta. Depois do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, a China suspendeu parte das tarifas sobre produtos agrícolas dos Estados Unidos e voltou a comprar trigo e soja. Mesmo assim, o mercado segue cauteloso, já que a tarifa geral ainda está em vigor. Na semana, a posição janeiro/26 acumula alta de 0,15%.

Contratos futuros de soja

O contrato da soja em grão para janeiro de 2026 fechou com ganho de 9,50 centavos (0,85%), a US$ 11,17 por bushel. O vencimento de março encerrou a US$ 11,25 3/4 por bushel, alta de 8,25 centavos (0,73%).

No farelo, dezembro subiu US$ 4,4 (1,40%), para US$ 317,10 por tonelada.
No óleo, dezembro fechou a 49,68 centavos de dólar, com alta de 0,33 centavo (0,66%).

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia com queda de 0,24%, negociado a R$ 5,3351 para venda e R$ 5,3331 para compra. Ao longo do pregão, a moeda variou de R$ 5,3330 a R$ 5,3655. Na semana, acumula desvalorização de 0,83%.



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Vai chover em novembro, mas parte do Brasil segue no ‘sufoco’; saiba onde a chuva ainda demora



A previsão do tempo para as principais áreas produtoras de soja do país indica boas condições de umidade no Sul, em São Paulo e no sul de Minas Gerais, enquanto a situação segue irregular no Centro-Oeste e em áreas do Matopiba.

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De acordo com o mapa de umidade do solo, o cenário é favorável no Sul, mas ainda há deficiência hídrica em partes de Mato Grosso, Goiás e do Matopiba, onde a chuva tem ocorrido de forma localizada.

Nos próximos cinco dias, a tendência é de chuvas entre 30 e 50 milímetros em áreas de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e no sul da Bahia, o que deve melhorar gradualmente a umidade do solo nessas

Primavera do Leste (MT)

Em Primavera do Leste (MT), uma das regiões importantes na produção de soja, as chuvas voltaram a se intensificar. No acumulado dos últimos 30 dias, os volumes já superam 200 milímetros, sinalizando o retorno do período chuvoso agrícola, com expectativa de acúmulos semanais de cerca de 50 mm daqui em diante.

13 a 17 de novembro

Entre os dias 13 e 17 de novembro, as chuvas devem persistir sobre o Centro-Oeste e Sudeste, mas sem grande avanço para o Matopiba.

Na região de Unaí (MG), no noroeste do estado, a previsão indica 30 a 40 mm de chuva acumulada nos próximos dias, com tempo firme entre 11 e 15 de novembro. As precipitações devem retornar na virada da quinzena, levando o acumulado mensal de 200 a 250 mm.

O que esperar?

Para o último período do mês, a tendência é de chuvas mais abrangentes, com avanço das precipitações sobre o Matopiba e norte de Minas Gerais. Os acumulados podem ultrapassar 80 mm em cinco dias, indicando que os produtores da região devem começar a receber chuvas mais volumosas na segunda metade de novembro.



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Canal Rural leva o Fórum Planeta Campo à COP30 e reúne líderes do agro em Belém



O Canal Rural promoverá, no dia 11 de novembro, o Fórum Planeta Campo – Especial COP30, diretamente de Belém (PA), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). O evento será realizado a partir das 13h, no espaço CNA/Senar, reunindo autoridades, pesquisadores e executivos de grandes empresas para debater o papel do agronegócio na agenda climática global.

Além dos debates, o fórum também contará com premiações que vão reconhecer destaques da agroindústria, da agricultura familiar e de pequenos, médios e grandes produtores rurais que contribuem para a sustentabilidade no campo.

O Fórum Planeta Campo é uma realização do Canal Rural, com patrocínio master da ApexBrasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria Comércio e Serviços (MDIC); da JBS; e da UPL. O patrocínio é do Sistema OCB, Portos do Paraná, CNA/Senar, SLC Agrícola, Fapecen, Itaipu Binacional, Governo do Brasil, Cooxupé e Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Abertura reúne lideranças do agro e da pesquisa

A abertura do evento contará com Marusa Trevisan, apresentadora do Canal Rural, e a participação de Silvia Massruha, presidente da Embrapa, e Munir Lourenço, conselheiro da CNA. Também participarão Jai Shroff, CEO global da UPL, e Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, reforçando o compromisso do setor com a produção sustentável e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono.

Painéis sobre o futuro sustentável do agro

A programação do Fórum Planeta Campo inclui quatro painéis temáticos que abordam desde o papel do Brasil na segurança alimentar até as métricas de sustentabilidade aplicadas no campo.

  • 13h – Abertura
  • 14h – O agro que alimenta:
    Com Roberto Rodrigues (ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Justos (CNA), deputado Mauro de Nadal (presidente da Frente Parlamentar da COP30 de SC) e Laudemir Muller (ApexBrasil).
  • 14h40 – Agropecuária regenerativa como padrão global:
    Com Gisela Introvini (FAPCEN) e Aurélio Pavinato (SLC Agrícola), o painel discutirá práticas que restauram o solo e reduzem emissões.
  • 15h20 – Agro de baixo carbono – métricas e resultados (Case Roncador):
    Participam Rogério Mello (UPL), Talita Pinto (FGV) e Roberta Carnevalli (Embrapa Soja), que apresentarão indicadores de sustentabilidade e resultados práticos no campo.
  • 16h – Rastreabilidade total da cadeia de alimentos:
    Liège Corrêa (JBS) e Natália Fernandes Carr (Cooxupé) abordarão o avanço da rastreabilidade e sua importância para os mercados internacionais.

Um palco global para o agro brasileiro

O Fórum Planeta Campo – Especial COP30 reforça o protagonismo do Canal Rural na difusão de conhecimento e na valorização das iniciativas sustentáveis do agro brasileiro.
Com temas alinhados aos objetivos climáticos globais, o evento mostrará como o Brasil pode ser um modelo de produção responsável, unindo tecnologia, ciência e gestão eficiente de recursos naturais.



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