segunda-feira, março 30, 2026

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Ciclone atinge o Sul com ventos acima de 100 km/h; frente fria avança pelo país



Um ciclone extratropical avança sobre o Sul do Brasil provocando temporais, ventos fortes e queda de granizo em cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O fenômeno também deve provocar chuva intensa e rajadas de vento em parte do Sudeste e Centro-Oeste nas próximas horas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com o meteorologista Arthur Müller, o sistema está em processo de ciclogênese ou seja, em formação, e deve se deslocar em direção ao oceano, formando uma frente fria que levará instabilidade a outros estados.

A partir desta noite, os temporais se estendem para o norte do Paraná, interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A chuva chega à capital paulista na manhã deste sábado (8), com rajadas intensas e possibilidade de queda granizo.

Segundo Müller, áreas do oeste do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do sul do Paraná já registraram rajadas de vento que ultrapassaram 100 km/h.

Chuva volumosa e risco de transtornos

Os acumulados de chuva passam de 100 milímetros em 12 horas em municípios como Soledade (RS). O volume deve diminuir no estado a partir de amanhã, mas segue intenso até o final da noite desta sexta-feira. No sábado, os temporais mais fortes se concentram em São Paulo, sul de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Avanço da frente fria

No domingo (9), a frente fria avança e empurra a chuva para o Espírito Santo, norte de Minas e sul da Bahia, enquanto o tempo volta a ficar firme no Sul, em São Paulo e no Mato Grosso do Sul. Nesses novos estados, os temporais não devem ser tão intensos quanto os registrados entre quinta e sexta-feira, mas ainda exigem cautela.

Na capital paulista, a previsão indica temporais no sábado, com máxima de 26°C. No domingo, a chuva deve ser mais passageira, e na segunda-feira as temperaturas caem, com mínima de 14°C e máxima de 23°C.



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Trump se irrita com preço da carne bovina e manda investigar frigoríficos nos EUA



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta sexta-feira (7), que solicitou ao Departamento de Justiça a abertura imediata de uma investigação contra frigoríficos norte-americanos. Segundo ele, as empresas estariam elevando artificialmente o preço da carne bovina por meio de conluio, fixação e manipulação de preços.

Trump afirmou que o valor do gado vivo vem caindo, enquanto a carne embalada segue mais cara, o que, segundo ele, indicaria “algo suspeito” no mercado. Ele prometeu punição caso sejam comprovadas irregularidades. A Procuradora-Geral dos EUA, Pamela Bondi, informou que a apuração já está em andamento.

A relação com os pecuaristas se deteriorou desde outubro, quando Trump sugeriu aumentar a importação de carne argentina para reduzir preços internos, que atingiram níveis recordes. Produtores criticaram a proposta, argumentando que a medida prejudicaria o setor, que enfrenta forte demanda e margens elevadas.

Política tarifária e defesa do setor

Trump afirmou em sua rede social que “os pecuaristas, que eu amo, não entendem que a única razão pela qual estão indo bem, pela primeira vez em décadas, é porque eu impus tarifas sobre o gado que entra nos EUA, incluindo uma tarifa de 50% sobre o Brasil”.

Oferta de gado nos EUA

O fornecimento doméstico de gado está apertado. Os rebanhos atingiram o menor nível em quase 75 anos, após anos de seca que reduziram pastagens e elevaram os custos de alimentação.

Importações e impacto internacional

A situação se agravou com a suspensão da maior parte das importações de gado mexicano, devido ao risco de disseminação da bicheira-do-Novo-Mundo, e com a tarifa de 50% aplicada sobre produtos brasileiros desde agosto. O Brasil é o principal fornecedor de carne usada pela indústria de hambúrguer nos EUA.

Com informações do G1.



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Mercado do boi gordo fecha a semana com cautela e atenção às exportações para a China



O mercado físico do boi gordo terminou a semana com forte cautela. Nesta sexta-feira (7), frigoríficos reduziram ou suspenderam compras diante do temor de novas medidas da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Rumores sobre a presença de Fluazuron em cargas do Brasil e possíveis salvaguardas contra importações seguem pesando sobre o setor, segundo avaliação do analista Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado.

Números do boi gordo no fechamento

  • São Paulo: R$ 324,67 a prazo
  • Goiás: R$ 315,71
  • Minas Gerais: R$ 310,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 331,02
  • Mato Grosso: R$ 306,69

Mercado atacadista

Os preços seguem firmes no atacado e ainda apontam para alta no curto prazo. O consumo costuma ganhar força no último bimestre, impulsionado por décimo terceiro salário, contratações temporárias e maior demanda típica de fim de ano.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00 por quilo
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 17,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,24%, negociado a R$ 5,3351 para venda e a R$ 5,3331 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3330 e
a máxima de R$ 5,3655. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



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Preço do boi gordo registra leve alta na maioria dos estados, aponta Datagro



O Indicador do Boi Gordo da Datagro registrou estabilidade com tendência de alta no fechamento da semana encerrada em 7 de novembro de 2025. A maior valorização foi observada em Goiás, que avançou mais de 2% na cotação da arroba.

Na avaliação dos principais estados produtores, São Paulo e Mato Grosso do Sul lideraram as médias mais elevadas, com preços acima de R$ 322 por arroba, refletindo uma oferta controlada e o aumento da demanda dos frigoríficos.

Confira os detalhes:

Números da semana

Em São Paulo, a arroba fechou em R$ 319,26 na segunda-feira, subiu para R$ 322,73 na quinta-feira e terminou a semana em R$ 322,96 nesta sexta-feira (7).

Já na Bahia, o preço iniciou a semana em R$ 305,59, passou para R$ 311,26 na quinta e fechou em R$ 306,92 hoje (7).

No estado de Goiás, a arroba começou a semana em R$ 307,88, avançou para R$ 314,21 na quinta e encerrou em R$ 315,77.

Em Minas Gerais, o valor foi de R$ 305,39 na segunda-feira, R$ 311,69 na quinta e R$ 312,76 .

Já em Mato Grosso do Sul, a semana começou com R$ 320,52, subiu para R$ 323,04 na quinta e terminou em R$ 322,11.

Em Mato Grosso, a arroba estava em R$ 304,71 na segunda-feira, subiu para R$ 309,74 na quinta e fechou em R$ 308,20.

No Pará, o preço iniciou em R$ 302,00, passou para R$ 304,81 na quinta e terminou em R$ 304,15.

Em Rondônia, a semana começou com R$ 288,26, seguiu com R$ 288,35 na quinta e encerrou em R$ 289,67 na sexta-feira.

Por fim, no estado de Tocantins, a arroba estava em R$ 304,46 na segunda-feira, R$ 304,47 na quinta e encerrou a semana em R$ 305,13.

Números finais do boi gordo por região:

  • São Paulo: R$ 322,96
  • Bahia: fechou em R$ 306,92
  • Goiás: fechou em R$ 315,77
  • Minas Gerais: fechou em R$ 312,76
  • Mato Grosso do Sul: cotação de R$ 322,11
  • Mato Grosso: preço ficou em R$ 308,20
  • Pará: encerrou a R$ 304,15
  • Rondônia: menor cotação, com o valor de R$ 289,67
  • Tocantins: fechou a R$ 305,13



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Sistema lavoura de carne alia manejo e sustentabilidade para elevar produção no campo



Aumentar a produção de carne em uma mesma área, sem abrir novas fronteiras e com manejo sustentável, é o objetivo do conceito “lavoura de carne”, modelo que vem ganhando força entre pecuaristas de várias regiões do país. A proposta combina práticas de agricultura e pecuária, buscando maior rentabilidade e eficiência no uso da terra.

No Rio Grande do Sul, os resultados chamam atenção, em propriedades que aplicam o sistema, a produção pode chegar a 980 kg de carne por hectare, índices muito acima da média nacional.

Em Lavras do Sul, no Rio Grande do Sul, a fazenda dos pecuaristas, Davi Farina e Maria Eduarda Farina, é um exemplo da aplicação prática do conceito.

A fazenda possui 1.300 hectares, sendo parte arrendada para lavoura. A família investe em pecuária de alta precisão, com 40 hectares divididos em piquetes de 13 hectares, operando em sistema rotacionado. As pastagens são mantidas durante todo o ano, com espécies que variam conforme a estação, como azevém, trevo, cornichão e capim-sudão.

Os animais permanecem de três a quatro dias em cada piquete, com lotação média de quatro cabeças por hectare. Em 120 dias, atingem 540 kg, demonstrando o potencial produtivo do modelo. “É surpreendente como o pasto se recupera e como os animais se adaptam. No primeiro momento, os animais não entendem o que está acontecendo, mas depois já ficam na porteira esperando o próximo piquete”, conta Maria Eduarda Farina.

Desenvolvimento do sistema

Desenvolvido com apoio de uma consultoria especializada, o sistema de lavoura de carne vem sendo implementado em diversas propriedades do país. A proposta é trazer para a pecuária o planejamento, gestão de processos e pessoas, uso racional de insumos e investimento em tecnologia.

Ganhos expressivos

Os resultados variam conforme a região, raça, tipo de solo e manejo, mas já demonstram ser bem superiores que a pecuária tradicional. Na fazenda da família Farina, em um ciclo de 396 dias, a fazenda registrou a passagem de 645 animais, com produção total de quase 40 toneladas de carne e ganho médio diário de 2,4 kg por hectare.

Além da produtividade, o sistema permite avaliar o sequestro de carbono, agregando valor ambiental ao produto final.

Para Maria Eduarda Farina, o segredo está em não ter medo de investir. “Os números são maravilhosos, mas exigem investimento, em nenhum momento a gente não pensou em investir. Desde adubação,



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Ciclone atinge o Sul a partir desta quinta-feira (06.11)


Entre esta quinta-feira (6) e o próximo domingo (9), um ciclone extratropical deve atingir diversas regiões do Sul e Sudeste do Brasil, com potencial para causar chuvas intensas, ventos severos e queda acentuada nas temperaturas. A sexta-feira (7) será o ponto crítico do evento, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os volumes de chuva podem ultrapassar 100 milímetros.

De acordo com o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink, o sistema começa a se organizar entre o norte da Argentina e o Uruguai nesta noite de quinta. “A instabilidade deve alcançar o oeste gaúcho entre o fim da noite e a madrugada de sexta”, explica. O ciclone, associado a um sistema de baixa pressão, trará risco elevado de temporais, granizo e rajadas superiores a 90 km/h em áreas como Ijuí, Três Passos e São Miguel do Oeste (SC). No litoral norte e médio do RS, o vento pode ultrapassar os 100 km/h.

Segundo boletim do governo gaúcho, o maior risco se concentra nas regiões Noroeste, Norte, Missões e Centro do estado. “Há chance de formação de uma linha de instabilidade com potencial para tornados”, alerta o comunicado.

Em 24 horas, os acumulados podem variar entre 50 e 100 mm, com picos acima de 150 mm nas Missões e no Noroeste do Rio Grande do Sul. Já na Região Metropolitana de Porto Alegre, os volumes devem superar 70 mm. A instabilidade pode provocar alagamentos urbanos e dificultar o manejo no campo. “Mesmo sendo um fenômeno relativamente rápido, o volume de água e os ventos fortes podem causar perdas em lavouras em estágios críticos, atrasar colheitas e prejudicar estradas vicinais”, destaca Rodrigues.

O governo do RS emitiu alerta para possíveis cheias em rios com resposta rápida, como o Caí e o Paranhana, que podem transbordar em municípios como São Sebastião do Caí, Montenegro, Três Coroas e Igrejinha. Arroios e áreas de relevo acentuado também estão sob risco de enxurradas.





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Negócios travados e lentidão marcam o mercado de soja nesta sexta-feira; veja cotações



O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa liquidez e poucas variações. Segundo Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, os preços oscilaram de forma mista, com poucas ofertas no disponível e tradings já encerrando seus programas. A indústria também ofertou pouco, e na safra nova quase não houve movimentos ou fixações.

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A Bolsa de Chicago registrou leve alta após a China anunciar que vai restaurar, a partir de 10 de novembro, as licenças de importação de soja de três empresas norte-americanas: CHS, Louis Dreyfus e EGT. As autorizações estavam suspensas desde março e o gesto foi interpretado como mais um passo para aliviar tensões comerciais entre EUA e China.

Apesar do avanço, a tarifa geral de 10% sobre produtos agrícolas norte-americanos segue em vigor. A volta gradual das compras dá sustentação aos contratos, mas ainda não gera impacto expressivo sobre os preços internos do Brasil, onde o ritmo permanece lento e sem força compradora. O plantio avança, porém com atrasos e preocupação crescente sobre replantios em algumas áreas.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 125,50 para R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 125,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 140,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 140,00 para R$ 140,50

Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram o dia em alta. Depois do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, a China suspendeu parte das tarifas sobre produtos agrícolas dos Estados Unidos e voltou a comprar trigo e soja. Mesmo assim, o mercado segue cauteloso, já que a tarifa geral ainda está em vigor. Na semana, a posição janeiro/26 acumula alta de 0,15%.

Contratos futuros de soja

O contrato da soja em grão para janeiro de 2026 fechou com ganho de 9,50 centavos (0,85%), a US$ 11,17 por bushel. O vencimento de março encerrou a US$ 11,25 3/4 por bushel, alta de 8,25 centavos (0,73%).

No farelo, dezembro subiu US$ 4,4 (1,40%), para US$ 317,10 por tonelada.
No óleo, dezembro fechou a 49,68 centavos de dólar, com alta de 0,33 centavo (0,66%).

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia com queda de 0,24%, negociado a R$ 5,3351 para venda e R$ 5,3331 para compra. Ao longo do pregão, a moeda variou de R$ 5,3330 a R$ 5,3655. Na semana, acumula desvalorização de 0,83%.



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Vai chover em novembro, mas parte do Brasil segue no ‘sufoco’; saiba onde a chuva ainda demora



A previsão do tempo para as principais áreas produtoras de soja do país indica boas condições de umidade no Sul, em São Paulo e no sul de Minas Gerais, enquanto a situação segue irregular no Centro-Oeste e em áreas do Matopiba.

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De acordo com o mapa de umidade do solo, o cenário é favorável no Sul, mas ainda há deficiência hídrica em partes de Mato Grosso, Goiás e do Matopiba, onde a chuva tem ocorrido de forma localizada.

Nos próximos cinco dias, a tendência é de chuvas entre 30 e 50 milímetros em áreas de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e no sul da Bahia, o que deve melhorar gradualmente a umidade do solo nessas

Primavera do Leste (MT)

Em Primavera do Leste (MT), uma das regiões importantes na produção de soja, as chuvas voltaram a se intensificar. No acumulado dos últimos 30 dias, os volumes já superam 200 milímetros, sinalizando o retorno do período chuvoso agrícola, com expectativa de acúmulos semanais de cerca de 50 mm daqui em diante.

13 a 17 de novembro

Entre os dias 13 e 17 de novembro, as chuvas devem persistir sobre o Centro-Oeste e Sudeste, mas sem grande avanço para o Matopiba.

Na região de Unaí (MG), no noroeste do estado, a previsão indica 30 a 40 mm de chuva acumulada nos próximos dias, com tempo firme entre 11 e 15 de novembro. As precipitações devem retornar na virada da quinzena, levando o acumulado mensal de 200 a 250 mm.

O que esperar?

Para o último período do mês, a tendência é de chuvas mais abrangentes, com avanço das precipitações sobre o Matopiba e norte de Minas Gerais. Os acumulados podem ultrapassar 80 mm em cinco dias, indicando que os produtores da região devem começar a receber chuvas mais volumosas na segunda metade de novembro.



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Canal Rural leva o Fórum Planeta Campo à COP30 e reúne líderes do agro em Belém



O Canal Rural promoverá, no dia 11 de novembro, o Fórum Planeta Campo – Especial COP30, diretamente de Belém (PA), durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). O evento será realizado a partir das 13h, no espaço CNA/Senar, reunindo autoridades, pesquisadores e executivos de grandes empresas para debater o papel do agronegócio na agenda climática global.

Além dos debates, o fórum também contará com premiações que vão reconhecer destaques da agroindústria, da agricultura familiar e de pequenos, médios e grandes produtores rurais que contribuem para a sustentabilidade no campo.

O Fórum Planeta Campo é uma realização do Canal Rural, com patrocínio master da ApexBrasil, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria Comércio e Serviços (MDIC); da JBS; e da UPL. O patrocínio é do Sistema OCB, Portos do Paraná, CNA/Senar, SLC Agrícola, Fapecen, Itaipu Binacional, Governo do Brasil, Cooxupé e Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Abertura reúne lideranças do agro e da pesquisa

A abertura do evento contará com Marusa Trevisan, apresentadora do Canal Rural, e a participação de Silvia Massruha, presidente da Embrapa, e Munir Lourenço, conselheiro da CNA. Também participarão Jai Shroff, CEO global da UPL, e Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS, reforçando o compromisso do setor com a produção sustentável e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono.

Painéis sobre o futuro sustentável do agro

A programação do Fórum Planeta Campo inclui quatro painéis temáticos que abordam desde o papel do Brasil na segurança alimentar até as métricas de sustentabilidade aplicadas no campo.

  • 13h – Abertura
  • 14h – O agro que alimenta:
    Com Roberto Rodrigues (ex-ministro da Agricultura), Rodrigo Justos (CNA), deputado Mauro de Nadal (presidente da Frente Parlamentar da COP30 de SC) e Laudemir Muller (ApexBrasil).
  • 14h40 – Agropecuária regenerativa como padrão global:
    Com Gisela Introvini (FAPCEN) e Aurélio Pavinato (SLC Agrícola), o painel discutirá práticas que restauram o solo e reduzem emissões.
  • 15h20 – Agro de baixo carbono – métricas e resultados (Case Roncador):
    Participam Rogério Mello (UPL), Talita Pinto (FGV) e Roberta Carnevalli (Embrapa Soja), que apresentarão indicadores de sustentabilidade e resultados práticos no campo.
  • 16h – Rastreabilidade total da cadeia de alimentos:
    Liège Corrêa (JBS) e Natália Fernandes Carr (Cooxupé) abordarão o avanço da rastreabilidade e sua importância para os mercados internacionais.

Um palco global para o agro brasileiro

O Fórum Planeta Campo – Especial COP30 reforça o protagonismo do Canal Rural na difusão de conhecimento e na valorização das iniciativas sustentáveis do agro brasileiro.
Com temas alinhados aos objetivos climáticos globais, o evento mostrará como o Brasil pode ser um modelo de produção responsável, unindo tecnologia, ciência e gestão eficiente de recursos naturais.



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Fundo para florestas tropicais garante mais de US$ 5,5 bi em financiamento



Lançado oficialmente nesta quinta-feira (6), durante a Cúpula de Líderes que antecede a COP30, o Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF) já assegurou mais de US$ 5,5 bilhões em financiamento, o equivalente a metade da meta prevista para 2025. A iniciativa brasileira tem como objetivo financiar a proteção das florestas tropicais, conciliando preservação ambiental e retorno financeiro aos investidores.

O fundo atraiu grandes aportes internacionais logo em seu lançamento. A Noruega anunciou US$ 3 bilhões, seguida pela Indonésia, com US$ 1 bilhão. A França destinou € 500 milhões, enquanto Portugal confirmou € 1 milhão. A Alemanha deve ser o próximo país a anunciar participação financeira, representada pelo chanceler Friedrich Merz.

O governo brasileiro também espera novos aportes do Reino Unido e da China. O príncipe William e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer sinalizaram apoio à proposta e devem apresentá-la ao Parlamento britânico para aprovação. Já a China foi representada na cúpula pelo vice-primeiro-ministro Ding Xuen Xiang, na ausência do presidente Xi Jinping.

Entre as ausências mais notadas estão as dos presidentes Donald Trump (Estados Unidos) e Javier Milei (Argentina), cujos países permanecem fora do Acordo de Paris. A ausência reforçou o protagonismo europeu no evento, com destaque para as presenças de Emmanuel Macron (França), Pedro Sánchez (Espanha) e Keir Starmer (Reino Unido).

Durante a cerimônia, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, explicou que o fundo não se baseia em doações, mas em investimentos reembolsáveis voltados à preservação ambiental.

“É possível ter um instrumento que financia a proteção das florestas tropicais e que não é doação. Tanto recursos públicos quanto privados terão seu dinheiro de volta, e, o mais importante, também irão para a proteção das florestas”, afirmou a ministra.

Programação da Cúpula

Além do lançamento do fundo, a programação da cúpula incluiu duas sessões temáticas nesta sexta-feira (7). A primeira, sobre transição energética, foi aberta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu o combate à pobreza energética e o intercâmbio tecnológico entre países em desenvolvimento e nações ricas.

A segunda sessão, liderada também por Lula, revisitou os dez anos do Acordo de Paris, com foco nos compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa.



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