domingo, março 29, 2026

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desgaste cresce, mas apoio resiste


A nova pesquisa Genial/Quaest mostra que 34% dos brasileiros reprovam a atuação do governo Lula na área de segurança pública, enquanto 26% consideram positiva e 36% avaliam como regular. Outro dado relevante é o da confiança pessoal: 49% acham que Lula não é bem-intencionado, contra 44% que acreditam que é.

Os números indicam um ponto de inflexão, o governo começa a perder a narrativa de “boa intenção” e sofre em uma área sensível, a segurança, que se tornou prioridade nacional.

A percepção negativa surge em meio ao avanço da criminalidade organizada, às crises de violência urbana no Rio e no Norte, e à sensação de que o governo federal ainda não apresentou uma política clara de segurança pública. Além disso, casos de conflitos entre ministros e divergências internas passam a imagem de descoordenação, reforçando a ideia de um governo que “fala muito, mas entrega pouco”.

Essa combinação, insegurança real e ruído político, explica a queda na confiança pessoal do presidente, mesmo sem um escândalo específico que justifique o número.

O governo Lula erra ao subestimar a segurança pública como tema central. Ao focar apenas em pautas econômicas e sociais, o Planalto parece ter ignorado o clamor popular por ordem, policiamento e combate ao crime organizado. A ausência de um plano nacional integrado de segurança enfraquece a imagem do comando e faz o presidente perder terreno entre os eleitores que esperam soluções práticas, não discursos ideológicos.

Contudo, é preciso notar que essa crítica não se traduz, automaticamente, em voto contra. O eleitor pode reprovar aspectos do governo e ainda preferir Lula como “mal menor” diante da falta de alternativas viáveis.

Pesquisas como essa revelam algo que a ciência política já comprova: o eleitor diferencia o julgamento de gestão do ato de votar. Muitos podem dizer que “não confiam plenamente em Lula”, mas continuarão votando nele se enxergarem estabilidade econômica, programas sociais ou medo de retrocessos.

Ou seja, desgaste não é sinônimo de derrota, é um aviso. O governo mantém uma base sólida, especialmente entre os mais pobres e nas regiões Norte e Nordeste, onde as políticas sociais têm maior impacto.

A pesquisa Quaest mostra um governo que ainda conserva apoio, mas perdeu brilho. A segurança pública tornou-se o calcanhar de Aquiles de Lula, e a confiança pessoal, um termômetro de credibilidade.

Porém, até aqui, não há ruptura eleitoral, e sim alerta político: as pessoas estão preocupadas, mas ainda não decidiram trocar de lado.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio do feijão supera 91% no Paraná



Clima adverso pressiona produção de feijão



Foto: Canva

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (6) pelos analistas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o plantio do feijão da safra de verão superou 91% dos 104 mil hectares estimados para a primeira safra 25/26. O boletim destaca que houve “um recuo de área importante em relação à 1ª safra 24/25 (-38% ante 168 mil ha)”, concentrando a produção no Sul do Paraná, que deve responder por aproximadamente 77% da oferta no período. De acordo com o Deral, essa concentração fez com que a cultura fosse “menos prejudicada que a soja” diante das chuvas intensas do fim de semana, acompanhadas por ventos fortes e granizo, sobretudo no Centro-Oeste e Norte do estado.

Por outro lado, o boletim aponta que “as condições das lavouras de feijão são as piores entre as lavouras acompanhadas semanalmente”, com 1% das áreas classificadas como ruins, 22% como médias e 77% como boas. A piora foi pequena em relação à semana anterior, quando os índices eram de 1%, 19% e 80%, respectivamente. Para o Deral, “o principal motivo para o feijão estar em condições piores que as demais culturas foi a baixa luminosidade registrada ao longo de outubro”, agravada por temperaturas médias baixas e umidade excessiva. O órgão acrescenta que, por ter ciclo curto, o feijoeiro “tem menos tempo para se recuperar de entraves climáticos”, o que deve limitar a produtividade.

O Deral informa ainda que algumas lavouras já atingem maturidade fisiológica e que, “ainda em novembro, devemos ter os primeiros relatos de como o clima prejudicou esses grãos”. A colheita deve se estender até fevereiro de 2026, já que parte das áreas previstas ainda não foi semeada.





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Plantio de soja no Brasil alcança 58,4% da área prevista, segundo Conab



O Brasil segue avançando no plantio da safra 2025/26 de soja. De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país semeou 58,4% da área prevista. Em 2024, a área semeada era de 66,1%. Na semana anterior, o índice era de 47,1%, representando um avanço de 24% no período.

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Plantio de soja pelo país

Segundo a Conab, São Paulo lidera a semeadura no país com 95%, seguido por Mato Grosso com 90,1%, Mato Grosso do Sul com 86%, Paraná com 79%, Goiás com 43% e Tocantins com 39%.

Já a Bahia aparece com 30% da área semeada, Minas Gerais com 29,6%, Santa Catarina com 22%, Rio Grande do Sul com 17%, Piauí com 12% e Maranhão com 9%.

Condições das lavouras de soja

Em Mato Grosso, o plantio segue para a finalização e a maioria das lavouras apresenta boas condições. O retorno das chuvas também possibilitou forte avanço na semeadura em Mato Grosso do Sul.

No Paraná, as áreas também estão, em sua maioria, em boas condições, embora algumas tenham sido impactadas por fortes chuvas e granizo, exigindo replantio. Além disso, no Rio Grande do Sul, o plantio acelerou na última semana com o retorno das precipitações.

As chuvas das últimas semanas permitiram grande avanço no plantio em Goiás. Algumas áreas semeadas no início de outubro, porém, foram afetadas por veranicos e precisarão ser replantadas.

Em Minas Gerais, o plantio avança com o retorno das chuvas, mas áreas plantadas no início de outubro foram prejudicadas pela ausência de precipitações e devem passar por replantio.

No estado de Tocantins, o plantio foi retomado após o retorno das chuvas. Há relatos de replantio em diversas regiões por causa da estiagem de outubro.

Por fim, o avanço da semeadura na Bahia, Piauí e Maranhã acontece com o avanço da semeadura ocorre com o retorno das precipitações.



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JBS apresenta resultados do programa Escritórios Verdes durante a COP30



A transição para sistemas alimentares sustentáveis e resilientes exige aumento de produtividade, inclusão social e apoio técnico ao produtor. A avaliação foi feita por Renato Costa, presidente da Friboi, durante o painel “Transformando Sistemas Alimentares”, promovido pela SB COP — iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que reúne representantes do setor privado para formular propostas às negociações globais em curso na COP30, em Belém (PA).

Costa defendeu que a produtividade é parte essencial da sustentabilidade. “É preciso produzir mais com menos recursos. Não há outro caminho”, afirmou. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a produção de carne no Brasil cresceu 122% nos últimos 30 anos, enquanto a área de pastagem reduziu 19,5%. Dados da FAO apontam tendência semelhante em escala global: entre 1960 e 2010, a produtividade mundial aumentou 150%, e a área agrícola expandiu apenas 12%.

Projetos de inclusão e assistência técnica

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, apresentou no evento resultados de iniciativas que combinam boas práticas e suporte técnico. O programa Escritórios Verdes, criado em 2021, já regularizou mais de 20 mil fazendas e recuperou cerca de 8 mil hectares. A nova versão, o Escritório Verde 2.0, tem foco no aumento da produtividade e rentabilidade dos pequenos produtores.

“Os Escritórios Verdes auxiliam na regularização ambiental, reintegrando produtores bloqueados e propriedades fora da base da empresa”, disse Costa. Segundo ele, o objetivo é transformar desafios legais em oportunidades de inclusão e sustentabilidade.

Transparência e tecnologia

A JBS também apresentou avanços em rastreabilidade e monitoramento. Há mais de 15 anos, a empresa investe no acompanhamento dos fornecedores diretos e, recentemente, implantou uma plataforma de blockchain que permite que esses fornecedores acompanhem seus próprios fornecedores.

A companhia participa ainda do Programa Pecuária Sustentável do Pará, que busca garantir rastreabilidade individual para 100% dos animais do estado. Em parceria com a The Nature Conservancy (TNC) e com apoio do Bezos Earth Fund, a empresa anunciou a doação de 2 milhões de brincos de identificação (tags). Outra frente é o Acelerador JBS, que destinou mais de 1 milhão de tags ao mesmo objetivo.

Apoio a projetos socioambientais

No Pará, o Fundo JBS pela Amazônia apoia o projeto RestaurAmazônia, conduzido pela Fundação Solidaridad. A iniciativa atua junto a mais de 1.400 famílias em assentamentos rurais e tem mostrado resultados expressivos: a renda média das famílias aumentou 175% e a produtividade no campo cresceu 64%.

Coalizão entre empresas e academia

O painel “Transformando Sistemas Alimentares” também contou com a participação de Jai Shroff (CEO global da UPL), Naoko Yamamoto (presidente da Ajinomoto do Brasil), Felipe Albuquerque (diretor de Sustentabilidade da Bayer no Brasil) e Carolina Carregaro (diretora de Assuntos Públicos da Nestlé). Os representantes destacaram a importância da cooperação entre empresas, academia e governo para avançar em modelos de produção que conciliem segurança alimentar e sustentabilidade.


Palavras-chave: friboi, jbs, sustentabilidade, cop30, escritórios verdes, rastreabilidade, pecuária sustentável, amazônia, produtividade

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BNDES capta quase R$ 8 bilhões com bancos europeus para Fundo Clima



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) captou R$ 7,89 bilhões, o equivalente a 1,28 bilhão de euros, com bancos de fomento europeus durante a COP30, em Belém (PA). Os recursos serão destinados ao Fundo Clima, voltado a projetos de redução de emissões de gases de efeito estufa e adaptação às mudanças climáticas no Brasil.

Segundo o banco, três instituições europeias participaram da captação principal, que somou R$ 6,17 bilhões (ou 1 bilhão de euros): o Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW), da Alemanha; a Agence Française de Développement (AFD), da França; e o Cassa Depositi e Prestiti (CDP), da Itália.

“A contribuição das instituições de desenvolvimento europeias para o Fundo Clima demonstra a importância estratégica desse instrumento na agenda da transição ecológica global”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota.

O dirigente destacou ainda que a parceria reforça os laços entre Brasil e União Europeia, dentro da estratégia do governo de ampliar as relações econômicas e diplomáticas com outros países.

Além do aporte ao Fundo Clima, o BNDES anunciou duas captações adicionais com o KfW, somando R$ 1,73 bilhão (ou 280 milhões de euros). Os recursos serão aplicados em projetos de mobilidade urbana e energia renovável — solar e eólica.

“Esses acordos mostram que estamos no caminho certo rumo a uma economia de baixo carbono”, disse Mercadante.



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Governo do México impõe tarifas de até 210% sobre importação de açúcar



O governo do México anunciou, na noite da terça-feira (11), a imposição de tarifas de 156% a 210% sobre o açúcar importado. A medida busca “defender o emprego, fortalecer a produção e o mercado nacional e assegurar a estabilidade de milhares de famílias que dependem do setor”, informou o Ministério da Agricultura do país.

O açúcar de beterraba e os xaropes terão alíquota de 156%, enquanto o açúcar líquido refinado e o invertido pagará 210,44%.

A União Nacional de Produtores de Cana afirmou que as tarifas praticamente eliminam a possibilidade de importações que prejudiquem o mercado interno, criando um ambiente mais estável e sustentável. O governo também planeja um programa de modernização do setor, com foco em produtividade, rentabilidade e uso da cana em alimentos e biocombustíveis.

O México ainda anunciou tarifas de até 50% sobre mais de 1.400 produtos – de automóveis a cosméticos – provenientes da China e de outros países asiáticos.



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Secretário do Mapa nega restrições da China à carne bovina brasileira


Os rumores sobre possíveis restrições da China à carne bovina brasileira por causa da presença de resíduos de Fluazuron não passam de especulação de mercado. A informação foi confirmada pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart. Em entrevista exclusiva ao jornalista Marcelo Dias, do Canal Rural, ele disse que a substância não é detectada há meses.

“Não há nada nesse sentido. Seguimos em discussão com as autoridades sanitárias chinesas sobre detecções que ocorreram no início deste ano e no ano passado”, afirmou. Sobre detecções recentes, entretanto, o secretário nega.

Impactos na arroba do boi gordo

Na semana passada, os preços da arroba do boi gordo sofreram os impactos de notícias que o governo chinês teria se reunido com representantes da agroindústria brasileira. O Fluazuron, que é utilizado para inibir o crescimento de carrapatos, estaria sendo usado acima do permitido em lotes de carne bovina exportadas ao país asiático.

Segundo analistas do Cepea, porém, o ritmo de negociação no mercado segue condinzente com o comportamento dos últimos dias. Nesta terça-feira (12), os preços seguiram firmes, com os frigoríficos tentando reduzir os valores, mas com resistência por parte dos pecuaristas.

Investigação chinesa em andamento

A China iniciou em dezembro do ano passado uma investigação contra as importações de carne bovina de diversos países, incluindo o Brasil. A ação, de acordo com o governo chinês, visa determinar se os aumentos das compras causaram dano ou ameaça à produção do país. Além disso, analisa a possibilidade de aplicação de salvaguardas, ou seja, medidas de proteção ao mercado interno, por meio de cotas ou elevação temporária de tarifas.

Sobre o andamento dessa questão, Goulart disse que além do Mapa, a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e o Itamaraty acompanham o processo. Ele também detalhou a expectativa das autoridades brasileiras.

Carlos Goulart, secretário de Defesa AgropecuáriaCarlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária
Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária

“Nós esperamos um bom resultado — uma investigação que mostre que as exportações brasileiras não impactam de forma significativa a economia do produtor local chinês”, afirmou. Com isso, o risco de suspensão por parte da China foi completamente descartado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Mapa.

Os próximos passos, segundo ele, incluem a continuidade dos diálogos do governo brasileiro com a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC). “Nosso objetivo é mostrar que o sistema agropecuário do Brasil é transparente e que não causa impactos negativos na produção local chinesa”, concluiu.



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AgroNewsPolítica & Agro

Comercialização de milho avança em MT



Alta de preços e compra de insumos impulsionam negociações



Foto: Divulgação

Comercialização da safra 24/25 atinge 81,11% em outubro; alta de preços e compra de insumos impulsionam negociações, mas volume ainda é inferior ao do ano passado.

A comercialização do milho da safra 2024/25 em Mato Grosso atingiu 81,11% da produção estimada até outubro, com avanço de 3,52 pontos percentuais em relação a setembro. Apesar do progresso, o volume segue 4,68 p.p. abaixo do registrado no mesmo período de 2024, conforme boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

A movimentação está relacionada à liberação de estoques pelos produtores, em busca de recursos para aquisição de insumos, e à valorização no mercado disponível, com preço médio de R$ 47,16 por saca — aumento de 3,07% no mês.

A safra 2025/26 também apresentou avanço nas vendas antecipadas, alcançando 23,53% da produção estimada em outubro. O número representa alta mensal de 2,42 p.p. e está 6,54 p.p. acima do observado no mesmo período do ano anterior. O preço médio da saca foi de R$ 46,20, com valorização de 2,59%.

A perspectiva de preços mais firmes e a estratégia de antecipação da compra de insumos têm favorecido o ritmo das negociações. Com a aproximação do novo ciclo produtivo, a expectativa é que os produtores sigam travando preços diante de um mercado interno competitivo.





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Manifestantes tentam invadir área restrita da COP30



As entradas da Zona Azul da COP30, em Belém (PA), foram fechadas na noite de terça-feira (11) após um grupo de manifestantes tentar entrar na área restrita do evento. O local concentra as negociações oficiais entre países e é considerado território sob responsabilidade da Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com relatos, os seguranças formaram cordões humanos para conter o avanço dos manifestantes. Pelo menos um profissional da equipe de segurança ficou ferido durante o confronto. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o momento em que os participantes do protesto passam pelos detectores de metal antes de serem impedidos de seguir até o pavilhão principal.

Protesto e reivindicações

Os manifestantes exibiam bandeiras de coletivos estudantis e faixas com mensagens contrárias à exploração de petróleo e ao conflito na Palestina, além de defenderem pautas indígenas. Após a tentativa de invasão, o grupo foi retirado da área e o acesso foi liberado apenas para o público credenciado.

A Polícia Militar do Pará enviou viaturas e agentes para reforçar a segurança no entorno do centro de convenções. Até o momento, não há registro de detidos.

Organização se dissocia do confronto

Em nota, os organizadores da Marcha pela Saúde e Clima, que ocorreu mais cedo no mesmo dia, afirmaram que os atos após o encerramento da caminhada não têm relação com a mobilização oficial. O movimento, segundo o texto, foi planejado como uma manifestação pacífica e de diálogo.

“Reafirmamos nosso respeito às instituições organizadoras da COP30 e o compromisso com uma Amazônia viva e saudável para todos”, destacou o grupo em comunicado.

A COP30 reúne líderes globais, autoridades e organizações ambientais para discutir metas de redução de emissões e políticas de preservação da Amazônia.



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Dados de inflação no Brasil animam mercados


No morning call desta quarta-feira (12), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o acordo no Senado dos EUA para encerrar o shutdown trouxe alívio global e impulsionou bolsas.

Dados do emprego americano reforçaram apostas de corte de juros pelo Fed. Ibovespa bateu recorde e dólar caiu a R$ 5,27. IPCA de outubro veio abaixo do esperado e mercado espera início dos cortes da Selic já em janeiro. Hoje, atenção à PMS de setembro, fluxo cambial e CPI da Alemanha.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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