domingo, março 29, 2026

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Ministros das Relações Exteriores do G7 pedem fim dos ataques a civis na…


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VAUX-DE-CERNAY, França, 27 Mar (Reuters) – Os ministros das Relações Exteriores do grupo de nações do G7 pediram na sexta-feira o fim imediato dos ataques contra civis e infraestrutura civil na guerra do Irã.

Em uma declaração conjunta acordada no segundo dia de uma reunião do G7 na França — o país anfitrião deste ano — os ministros disseram ter ressaltado a importância de minimizar o impacto do conflito sobre os parceiros regionais, populações civis e infraestrutura crítica.

“Nós nos concentramos no valor de diversas parcerias, coordenação e iniciativas de apoio, inclusive para mitigar choques econômicos globais, como interrupções nas cadeias de suprimentos econômicas, energéticas, de fertilizantes e comerciais, que têm impactos diretos sobre nossos cidadãos”, disseram eles na declaração vista pela Reuters.

Os ministros também reiteraram a necessidade de restaurar a liberdade de navegação segura e livre no Estreito de Ormuz.

Os membros do G7 são Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão, juntamente com a União Europeia.

(Reportagem de Andrew Gray e John Irish)

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Semana Santa terá chuvas e menos calor no Sul e Sudeste


Os últimos dias de março serão marcados por temperaturas elevadas no centro-sul do Brasil, com previsão de máximas acima de 35°C e próximas de 38°C em algumas áreas entre sexta-feira (27) e segunda-feira (30). As informações são do Meteored, que aponta mudança no padrão climático a partir do início da próxima semana.

Segundo a análise, o calor persistente deve predominar até o fim de semana, com ocorrência de pancadas isoladas associadas à combinação de calor e umidade. “A precipitação prevista até domingo (29) no centro-sul do Brasil será na forma de tempestades isoladas”, informa o Meteored.

A partir de segunda-feira (30), a atuação de um vórtice ciclônico de altos níveis deve alterar o cenário climático, favorecendo o aumento das chuvas, principalmente na faixa leste das regiões Sul e Sudeste. De acordo com o Meteored, “esta circulação em altos níveis atua como uma forçante dinâmica, favorecendo a formação de nuvens e aumento das chuvas em determinadas regiões”.

As instabilidades devem atingir inicialmente o leste da Região Sul, avançando para áreas centrais. Há previsão de tempestades entre o norte do Rio Grande do Sul, oeste e centro de Santa Catarina e centro-sul do Paraná. No Sudeste, são esperadas chuvas fracas na faixa leste entre São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Na terça-feira (31), o sistema avança sobre o Rio Grande do Sul, reduzindo as chuvas no estado, enquanto favorece precipitações no Sudeste. O litoral norte do Paraná permanece em alerta para volumes mais elevados entre segunda e terça-feira.

O Meteored também indica possibilidade de tempestades em áreas do noroeste do Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, com risco de rajadas de vento e granizo. Os maiores acumulados devem ocorrer entre o norte do Paraná e o sul de São Paulo, além do Espírito Santo, com volumes entre 60 mm e 70 mm.

Com o avanço das chuvas, a tendência é de redução das temperaturas na faixa leste do Sul e Sudeste. “As temperaturas máximas ficam abaixo de 30°C na faixa leste do Sul e Sudeste a partir de segunda-feira (30)”, aponta o Meteored. Na terça-feira (31), os termômetros podem marcar entre 20°C e 22°C nessas regiões, em função da maior nebulosidade e precipitação.

O modelo também indica recuo das áreas com temperaturas extremas ao longo dos próximos dias, sinalizando o início do alívio do calor no fim do mês.





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Em movimento estratégico, Agroallianz anuncia nova liderança feminina


A Agroallianz, joint venture entre a alemã DVA e a brasileira Coopercitrus, anuncia a chegada de Cristiane Gerbasi como nova Chief Financial Officer (CFO). A nomeação marca um momento estratégico na trajetória da companhia, alinhado ao fortalecimento de sua governança e à consolidação de uma visão orientada à sustentabilidade e ao crescimento estruturado. O anúncio ganha ainda mais relevância no momento em que se celebra o Mês das Mulheres, simbolizando o avanço consistente da liderança feminina em posições estratégicas, especialmente no agronegócio brasileiro.  

Com mais de 25 anos de trajetória no setor, Cristiane construiu uma carreira marcada pela consistência, formação contínua e profunda conexão com o campo. Natural de Ituverava (SP), filha de pais oriundos de Jaboticabal, iniciou sua trajetória no agronegócio ainda jovem, trilhando os mesmos caminhos de seu pai junto ao Grupo Maeda, referência histórica na cotonicultura brasileira.  “Não sou filha de produtor, mas fiz minha carreira inteira no agro. Comecei muito cedo e sempre soube onde queria chegar, mesmo sem saber exatamente quando chegaria”, afirma.  

Formada em Ciências Contábeis e, também, graduada em Administração, a executiva acumula vários MBAs e Especializações nas áreas de Governança, Compliance, Auditoria, Planejamento Tributário (Nacional e Internacional), Gestão e Estratégia Financeira, Planejamento Estratégico do Agronegócio, Economia, Economia Circular, Programa de Desenvolvimento de Dirigentes, Formação de Conselheiros (IBGC) e Marketing.  “Reconheço a importância desses estudos e gosto muito de aprender, portanto, ainda há muitos outros por vir”, afirma.  

Ao longo de sua trajetória, atuou em posições estratégicas nas áreas Comercial, Marketing, Planejamento, Negócios Internacionais e integrou o projeto de M&A da DVA no Brasil, adquirindo uma visão ampla e integrada de toda a cadeia.  

Um dos momentos mais transformadores de sua carreira foi a decisão de deixar o ambiente corporativo para assumir a gestão de uma fazenda de café no Sul de Minas Gerais. Durante uma década, liderou a profissionalização da operação, estruturando processos, implementando práticas de gestão modernas e fortalecendo a conexão entre eficiência produtiva e sustentabilidade.  

“Ali eu tive certeza de que era o agro. Quando você sai do escritório e coloca o pé na terra, você entende a realidade do produtor. Vivi geadas, incertezas e decisões difíceis. Isso muda completamente sua visão, com o olhar do produtor e com a experiência da indústria.”, relata.  

Sob sua liderança, a propriedade tornou-se referência em gestão, inovação e sustentabilidade, com iniciativas de economia circular, compostagem e reconhecimento como produtora de café Carbono Negativo, além de premiações pela qualidade e abertura ao mercado internacional.  

Paralelamente, Cristiane manteve forte atuação social, contribuindo com programas de orientação vocacional e capacitação de produtores.  “Compartilhar conhecimento sempre fez parte da minha caminhada. Quando o produtor cresce, toda a cadeia evolui junto”, destaca.  

Desafios  

Ao assumir a área financeira da Agroallianz, a executiva passa a integrar um momento decisivo para a companhia e para o setor, marcado,  pela necessidade de adaptação, disciplina financeira e visão estratégica de longo prazo.  

“Estamos vivendo um período de reorganização do crédito e de ajustes importantes no mercado. É fundamental mantermos uma visão equilibrada, responsável e conectada à realidade do agricultor, que é o centro de toda a cadeia”, afirma.  

Sua chegada também reforça um movimento cada vez mais presente no agronegócio: a ampliação da participação feminina em posições de liderança e tomada de decisão.  

“Durante muito tempo disseram que fazenda não era lugar de mulher. Aos 32 anos, fui para dentro dela provar para mim mesma que competência não tem gênero. Liderança é sobre preparo, visão, resiliência, adaptabilidade, estudo e capacidade de construir junto”, ressalta.  

Cristiane assume o novo desafio com o propósito de contribuir para o fortalecimento institucional da Agroallianz e apoiar sua próxima fase de evolução.  “Este é um momento de consolidar aprendizados e contribuir para construir uma estrutura sólida, sustentável e preparada para o futuro”, conclui.





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Abitrigo alerta para impactos da crise global no setor de trigo brasileiro



Quadro negativo se soma a fatores internos que agravam o ambiente de negócios


Foto: Pixabay

A Associação Brasileira da Indústria do trigo (Abitrigo) alerta para o rápido agravamento das condições econômicas que afetam os custos do setor de moagem de trigo em função das consequências do conflito no Irã sobre a economia brasileira. A combinação entre alta do petróleo, aumento expressivo do diesel e dos fretes internos e externos, elevação das cotações do trigo no Brasil e no exterior e encarecimento de insumos, embalagens e seguros internacionais pressiona diretamente os custos da indústria moageira e cria um ambiente de forte risco para toda a cadeia do trigo, com potencial de impactos relevantes sobre o preço da farinha e da cadeia produtiva. 

Esse quadro negativo se soma a fatores internos que agravam o ambiente de negócios. A criação de alíquotas de PIS/COFINS incidentes sobre o trigo importado e ao reduzir benefícios fiscais, elevou a carga tributária de itens essenciais, como a farinha de trigo. Essa mudança tributária restringe ainda mais a capacidade da indústria de amortecer os impactos e aumenta o risco de que parte desses reajustes acabem sendo repassados à cadeia e ao consumidor. 

Mesmo diante desse contexto adverso, a Abitrigo enfatiza que as empresas do setor têm atuado de forma responsável para mitigar efeitos mais severos sobre o consumidor brasileiro. Os moinhos vêm adotando estratégias de otimização de estoques, diversificação de origens de trigo e fornecedores de insumos, revisão de rotas logísticas, busca por ganhos de eficiência operacional e utilização de instrumentos de gestão de risco de preços sempre que possível. Paralelamente, a entidade mantém diálogo permanente com autoridades e formuladores de políticas públicas, compartilhando dados e cenários e defendendo medidas que contribuam para preservar a competitividade da cadeia e a segurança do abastecimento de farinha de trigo e derivados. 

“Nosso compromisso é garantir a estabilidade do abastecimento de farinha de trigo, produto essencial na mesa dos brasileiros, mesmo em um ambiente de forte instabilidade global”, afirma o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa.  





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Crédito ampliado para melhoramento genético da pecuária


O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira (26), a Resolução nº 5.288, que amplia as finalidades financiáveis no Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro). A medida permite que produtores rurais utilizem crédito para a aquisição de material genético e serviços voltados ao melhoramento reprodutivo de rebanhos.

Com a nova norma, passam a ser financiáveis a compra de sêmen, óvulos e embriões de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos, além de serviços como inseminação artificial e transferência de embriões. Segundo o governo, essas biotecnologias contribuem para o aumento da produtividade na pecuária.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a inclusão do melhoramento genético no programa reforça o foco em sistemas produtivos mais eficientes. “A inclusão do melhoramento genético animal entre as finalidades financiáveis reforça a estratégia do programa de apoiar tecnologias que elevem a eficiência produtiva e reduzam a pegada ambiental dos sistemas pecuários”, informa a pasta.

Estudos técnicos citados na medida indicam que o uso da inseminação artificial em tempo fixo pode reduzir a pegada de carbono em até 37% por litro de leite e em até 49% por quilo de peso vivo em sistemas de corte. Esses resultados estão associados a ganhos como redução da idade ao primeiro parto e maior eficiência reprodutiva dos rebanhos.

A resolução também altera o Manual de Crédito Rural, permitindo o financiamento integral dessas tecnologias dentro do limite do programa, atualmente de R$ 5 milhões por produtor. O prazo para pagamento é de até cinco anos, com carência de até 12 meses.

Além disso, o CMN atualizou regras do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), ampliando o acesso de agricultores familiares às mesmas tecnologias, com condições diferenciadas para a pecuária leiteira.

Segundo a Secretaria de Política Agrícola, a medida busca aumentar a eficiência produtiva com menor uso de recursos. “Rebanhos mais eficientes, do ponto de vista reprodutivo, permitem produzir a mesma quantidade de animais com menor número de matrizes, reduzindo o consumo de insumos, o metano entérico emitido pelo rebanho e os custos de produção”, destaca.

A iniciativa integra a estratégia do governo de incentivo a sistemas de produção agropecuária com menor emissão de gases de efeito estufa.





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Produtores de borracha poderão contar com apoio no escoamento da produção



Recursos de R$ 22,2 milhões garantem apoio à comercialização de borracha natural



Foto: Apabor

O Governo Federal autorizou a realização de leilões para apoiar o escoamento da borracha natural cultivada no país, com o objetivo de garantir os preços mínimos aos produtores. A medida foi formalizada por meio da Portaria Interministerial nº 39, publicada na sexta-feira (27) e assinada pelos Ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e da Agricultura e Pecuária. O texto prevê recursos de até R$ 22,2 milhões para as operações.

De acordo com a portaria, o incentivo será operacionalizado por meio de leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), instrumentos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), voltados à safra 2025/26. A medida será aplicada nos estados onde o preço de mercado da borracha estiver abaixo do mínimo estabelecido. “A medida atende aos produtores da borracha cultivada nos estados em que o preço de mercado do produto esteja abaixo do preço mínimo”, informa o documento.

A norma também estabelece restrições quanto à concessão do benefício. Não haverá subvenção para borracha oriunda de extrativismo ou de cultivos comerciais em determinados municípios de Mato Grosso, nem para estados da Região Norte, com exceção de Tocantins.

O regulamento define ainda as regras de participação nos leilões. No caso do PEP, podem participar indústrias de beneficiamento e comerciantes, que recebem o prêmio após comprovar a compra do produto pelo preço mínimo e o escoamento para destinos autorizados. Já no Pepro, o pagamento é feito diretamente ao produtor ou entidade que realizar a venda, considerando a diferença entre o preço mínimo e o valor arrematado em leilão, mediante comprovação do escoamento.

As operações serão realizadas de forma online, pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab. Para participar, os interessados devem estar cadastrados em bolsa de mercadorias e em situação regular em sistemas federais de controle, como cadastros de inadimplência e de fornecedores, além de atender às exigências previstas nos editais.





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Produtor de SC perde mais de R$ 50 mil em ameixas e desabafa: ‘tenham força’


Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.

Um produtor rural de Urubici, na Serra Catarinense, publicou um vídeo nas redes sociais em que relata a perda de 50 toneladas da sua produção de ameixa. Em entrevista exclusiva ao Canal Rural, Leandro Schmitz afirmou que teve prejuízo superior a R$ 50 mil.

Segundo ele, a fruta precisava ser comercializada em um período entre 40 e 50 dias, prazo em que não houve venda suficiente. Diante disso, o produtor informou que precisou se desfazer da produção na última sexta-feira (27).

Em fotos e vídeos enviados à reportagem, dezenas de caixas com ameixas aparecem armazenadas para serem descartadas. Confira:

Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.

Falta de venda e preço baixo

Schmitz afirma que a produção, mesmo armazenada em câmara fria, se perdeu, já que não houve comércio. Ele também relatou diferença entre o preço pago ao produtor e o valor cobrado no mercado.

“No mercado, é muito caro. E para nós, produtores, é barato. Não tem o que falar, foi uma perda, um comércio ruim. Vai fazer o quê? Ela é estável em câmara fria. Não tinha comércio, o povo sem dinheiro. Mas isso faz parte da vida”, disse.

Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.
Foto: Reprodução/Leandro Schmitz.

Produção é tradição da família

Schmitz disse que a produção de ameixa faz parte da história da família. “Vou fazer 40 anos este ano. Faz 70 anos que está na família”, relatou. De acordo com ele, o pai produz maçã, mas não teve sua produção prejudicada.

Ele também afirmou que outros produtores da região enfrentam dificuldades. Segundo o produtor, colegas que trabalham com culturas como tomate e cebola passam por situação semelhante.

“Tenham força, porque não está fácil. Não é fácil para o produtor agrícola hoje”, disse.

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O USDA vem aí! Mercado de soja aguarda relatório e encontro Trump–Xi Jinping


O mercado brasileiro de soja registrou uma semana de preços praticamente estáveis e baixa movimentação, ainda que com momentos pontuais de melhora nas negociações. Segundo agentes do setor, produtores aproveitaram picos de Chicago e dólar para realizar vendas, mas em volumes limitados e de forma pontual.

No cenário internacional, o conflito no Oriente Médio segue como um dos principais fatores de influência sobre as commodities, com o mercado atento aos impactos da alta do petróleo em variáveis importantes da produção agrícola global. Entre elas, ganha destaque a expectativa em torno da intenção de plantio nos Estados Unidos para a safra 2026, com dúvidas sobre possíveis efeitos do aumento de custos sobre a decisão dos produtores.

USDA no radar

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deve indicar um aumento na área destinada à soja no país em 2026, na comparação com o ciclo anterior. O relatório de intenção de plantio será divulgado na terça-feira (31), às 13h, e pode trazer números superiores aos apresentados em fevereiro, durante o Fórum Anual do órgão.

Levantamento da agência Reuters aponta que o mercado trabalha com uma estimativa média de 85,55 milhões de acres destinados à soja. No ano anterior, os Estados Unidos semearam 81,22 milhões de acres. As projeções variam entre 84,25 milhões e 86,5 milhões de acres.

Caso o número se confirme, o USDA deve sinalizar uma área acima dos 85 milhões de acres já indicados no Fórum. Ainda assim, a soja deve permanecer abaixo do milho, cuja área é projetada em 94,37 milhões de acres, contra 98,79 milhões na safra anterior.

Relatório de estoques trimestrais dos EUA

Também na terça-feira será divulgado o relatório de estoques trimestrais dos Estados Unidos, referente à posição em 1º de março. O mercado estima estoques em 2,077 bilhões de bushels, acima dos 1,911 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. Em dezembro, o volume estava em 3,29 bilhões de bushels.

Encontro Trump e Xi Jinping

No campo geopolítico, a Casa Branca confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará a Pequim nos dias 14 e 15 de maio para um encontro com o presidente chinês Xi Jinping. A visita havia sido adiada anteriormente, em meio ao cenário de tensões internacionais e à condução da política externa norte-americana no conflito envolvendo o Irã.

O mercado acompanha a reunião com expectativa de possíveis avanços em um acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo, especialmente em relação à retomada ou ampliação das compras chinesas de soja norte-americana, fator historicamente relevante para o equilíbrio do comércio global da oleaginosa.

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Clima irregular não impede avanço de soja e milho segunda safra no Brasil


Os dados do Companhia Nacional de Abastecimento indicam que as lavouras de soja e milho segunda safra mantêm condições favoráveis de desenvolvimento na maior parte do país, mesmo diante da irregularidade na distribuição das chuvas. As informações constam no Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), que analisou o período de 1º a 21 de março.

Segundo o levantamento, “os gráficos de evolução do índice de vegetação (IV) das principais regiões produtoras de soja e milho segunda safra continuam indicando condições favoráveis de desenvolvimento das lavouras na maioria das áreas”. O boletim aponta que os maiores volumes de chuva foram registrados no Centro-Norte do Brasil. “Se por um lado essas precipitações restringiram a colheita da soja em algumas áreas, por outro beneficiaram o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra em campo”, informa.

Na região Norte, o relatório destaca que “as chuvas foram regulares e bem distribuídas”, com exceção de pontos específicos. “No Pará e no Tocantins, ocorreram problemas pontuais por excesso de chuvas na colheita da soja. Já em Roraima praticamente não houve precipitação, situação normal para o período”, registra o documento.

No Nordeste, os maiores acumulados ocorreram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Por outro lado, “na região do semiárido, as precipitações ainda não se estabilizaram mantendo a umidade no solo baixa em algumas áreas”. O boletim também aponta que, em parte da Bahia, “a irregularidade de chuvas aliadas às altas temperaturas causaram restrição hídrica e impossibilitaram um maior avanço na semeadura do milho e feijão segunda safra”.

Na região Sul, a análise indica que “as chuvas foram irregulares e com baixos acumulados”, o que resultou em armazenamento hídrico insuficiente no solo. Esse cenário afetou o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

No Centro-Oeste, as chuvas frequentes em estados como Mato Grosso e Goiás causaram impactos pontuais na colheita da soja. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados foram considerados importantes para a recuperação da umidade do solo, especialmente em áreas que enfrentavam restrição hídrica.

Já no Sudeste, o boletim aponta que houve bons volumes de chuva na segunda semana do mês em São Paulo e em parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Na terceira semana, as precipitações avançaram sobre Minas Gerais e Espírito Santo, acumulando volumes considerados adequados para as lavouras.





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Produtores de Mato Grosso podem negociar multas na dívida ativa com até 65% de desconto; saiba como


Foto: Freepik.
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Produtores rurais de Mato Grosso e outros contribuintes com multas administrativas inscritas em dívida ativa já podem solicitar adesão a uma transação da Procuradoria-Geral do estado (PGE-MT). O prazo para pedir a negociação vai até 29 de maio, conforme edital publicado no Diário Oficial.

A medida abrange créditos de natureza não tributária originados de autos de infração lavrados até 31 de dezembro de 2022, aplicados por três órgãos estaduais: Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT) e Secretaria de estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

Critérios para a negociação

Podem entrar na negociação débitos já inscritos em dívida ativa, incluindo aqueles em execução fiscal, em discussão judicial, com parcelamento anterior rescindido ou com exigibilidade suspensa. No entanto, não podem participar débitos que já estejam com transação, acordo ou parcelamento em andamento.

No caso de multas ambientais aplicadas pela Sema-MT, o pagamento negociado não elimina a obrigação de reparação de danos ambientais nem outras exigências definidas pelos órgãos responsáveis.

Descontos e condições

O edital estabelece condições diferentes conforme o valor do débito:

Débitos de até R$ 42 mil:

  • À vista: 50% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 40% de desconto
  • Até 36 parcelas: 30% de desconto

Débitos acima de R$ 42 mil:

  • À vista: 65% de desconto sobre juros, multas e penalidades
  • Até 12 parcelas: 50% de desconto
  • Até 24 parcelas: 30% de desconto
  • Até 36 parcelas: 20% de desconto

O edital prevê ainda regras específicas quando a transação envolver pessoa jurídica em recuperação judicial ou falência, além da possibilidade de enquadramento de produtor rural (pessoa física) em recuperação judicial, desde que caracterizado como empresário rural.

Como solicitar a adesão?

Antes de solicitar a adesão, o produtor pode consultar os débitos nos canais de atendimento da PGE-MT. O atendimento é feito por e-mail (atendimento@pge.mt.gov.br) ou pelo WhatsApp (65) 99243-6157. Os atendimentos são realizados de forma presencial nas unidades da Procuradoria e do Ganha Tempo.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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