segunda-feira, março 30, 2026

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equipes intensificam atendimento em Rio Bonito do Iguaçu



O Governo do Paraná mantém as equipes de emergência mobilizadas neste domingo (9) em Rio Bonito do Iguaçu, município mais atingido pelo tornado que devastou parte da região centro-sul do Estado.

O secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, o coordenador da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, e o subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jonas Emmanuel Benghi Pinto, permanecem na cidade para coordenar as ações de resposta e apoio à população.

De acordo com a Agência de Notícias do Paraná (AEN), mais de 50 bombeiros e 23 viaturas seguem atuando em sobrevoos e atendimentos diretos, auxiliando moradores e levantando as principais necessidades após o desastre. Segundo a Defesa Civil, mais de mil pessoas estão desalojadas ou desabrigadas, mas os números ainda estão sendo atualizados pelas equipes estaduais e municipais.

Até o fim do sábado (8), 784 atendimentos médicos foram realizados em toda a rede hospitalar da região.

A Copel informou que 49% da rede elétrica de distribuição de energia em Rio Bonito do Iguaçu já foi restabelecida até a manhã deste domingo. Estruturas essenciais como o Centro de Comando da Defesa Civil, o posto de saúde e o Centro do Idoso tiveram o fornecimento de energia retomado ainda na tarde de sábado.

Mais de 200 eletricistas, técnicos e projetistas estão mobilizados na reconstrução da infraestrutura elétrica do município.

Ainda, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informou que o sistema de Rio Bonito do Iguaçu está abastecido. A companhia ainda mantém gerador em uma das captações e caminhões-pipa como apoio na recuperação. Equipes seguem trabalhando em consertos pontuais de vazamentos nas redes de distribuição de água da cidade.



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Pecuária se posiciona como parte da solução climática e alimentar na COP30



A Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável (MBPS) divulgou seu posicionamento oficial para a COP30, que será realizada em Belém. O documento reúne evidências, propostas e recomendações que mostram como o setor já contribui de forma concreta para os desafios relacionados à crise climática e à segurança alimentar.

Segundo a gerente-executiva da entidade, Michelle Borges, o posicionamento foi elaborado ao longo de vários meses com a participação dos sete elos que compõem a mesa — produtor rural, instituições financeiras, prestadores de serviços, fornecedores de insumos, terceiro setor, varejo e restaurantes.

“O objetivo foi identificar as temáticas prioritárias e levar à COP uma visão unificada da pecuária brasileira, mostrando o setor como aliado do clima e da segurança alimentar”, explica.

Participação na COP30

A MBPS estará presente em diversos painéis durante a conferência, nas áreas Green Zone, Blue Zone e Agrizone, além de eventos paralelos com representantes do governo, da iniciativa privada e do terceiro setor.

Além disso, a entidade pretende reforçar, nesses espaços, a importância de ações conjuntas e soluções multissetoriais para avançar na transição para uma pecuária mais justa e sustentável.

Base para políticas públicas

O documento também pode servir de referência para políticas públicas voltadas à sustentabilidade no campo. Segundo a dirigente, a mesa já vem colaborando com propostas, como a de rastreabilidade individual e outras medidas de inclusão produtiva e finanças verdes.

“Queremos criar condições reais para ampliar o acesso a assistência técnica, financiamento e recuperação de pastagens. A COP30 é uma oportunidade para escalar essas soluções”, destaca.

A Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável divulgará sua agenda oficial de painéis e atividades no site da entidade durante as duas semanas de realização da conferência.



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Plantio lento e dólar fraco mantêm preços da soja estáveis no Brasil


Mesmo com cotações internacionais em alta, os preços da soja no Brasil seguem estáveis, pressionados pelo dólar em baixa e exportação menos competitiva. Segundo análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, condições climáticas adversas também retardam o plantio nacional.

O preço do bushel da soja chegou a US$ 11,19 na Bolsa de Chicago, sendo a mais alta cotação desde julho, mas encerrou a semana em queda, aos US$ 10,91. A oscilação reflete a instabilidade no mercado internacional e a exclusão da soja da lista de produtos norte-americanos beneficiados pela China na suspensão de tarifas. Essa exclusão manteve a tarifa de 13% sobre a soja dos EUA, favorecendo a competitividade da soja brasileira.

No entanto, esse fator não foi suficiente para impulsionar os preços internos, diante da desvalorização cambial e dos prêmios de exportação negativos, que retornaram a patamares não vistos desde julho. Segundo a CEEMA, as cotações no mercado físico permaneceram estáveis. A média gaúcha alcançou R$ 126,03 por saca de 60 kg, com as principais praças brasileiras variando entre R$ 118,50 e R$ 125,00. O Rio Grande do Sul e o Centro-Oeste concentram as regiões com maiores flutuações. O atraso no plantio é outro fator de preocupação.

A soja foi semeada em apenas 47% da área prevista até o momento, contra 54% no mesmo período do ano anterior. O estado de Goiás apresenta o ritmo mais lento desde a safra 2017/18, de acordo com a CEEMA. No Mato Grosso, maior produtor nacional, o plantio atingiu 76,1% da área esperada, abaixo da média histórica de 76,7%. As chuvas irregulares nas principais regiões produtoras têm dificultado o andamento da safra, elevando a incerteza quanto à produtividade final. A especulação nos mercados futuros pode aumentar se as previsões de clima adverso se confirmarem.

Nesse cenário, a soja brasileira pode manter sua competitividade, mas com impactos diretos nos custos de produção e na oferta interna. A estabilidade nos preços reflete um equilíbrio frágil entre demanda, câmbio e clima. A evolução das chuvas e o comportamento do mercado internacional serão decisivos nas próximas semanas.





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Substâncias húmicas viram protagonistas em fertilizante


A transformação de um resíduo da agroindústria vitivinícola em fertilizante líquido de alta eficiência ilustra a convergência entre biotecnologia, sustentabilidade e agricultura regenerativa. Desenvolvido a partir do percolado de cascas e bagaço de uva, o produto apresenta ação direta sobre a microbiota do solo, promovendo nutrição vegetal e equilíbrio radicular.

“Esse líquido tem um cheiro muito forte, fétido, e é um vetor de contaminação, pois polui o lençol freático. Esse foi o nosso problema inicial”, explica Rodrigo Leygue, diretor da Nubitech. Foi durante tentativas de tratamento biotecnológico desse resíduo que a equipe observou transformações significativas: o material passou a apresentar odor adocicado, pH básico e presença marcante de substâncias húmicas vegetais.

“O resultado foi um líquido com odor normal, adocicado, mais próximo do café ou do chocolate do que do cheiro original, que era insuportável. E com um pH — isso é importante — básico, ou seja, não ácido”, detalha Leygue. A mudança nas propriedades do líquido foi o ponto de partida para os primeiros testes agronômicos.

Atualmente, o fertilizante é comercializado sob o nome Potosí e reúne substâncias húmicas vegetais com macronutrientes. “Os macronutrientes que ele contém, NPK, estão ligados com a matéria orgânica da substância húmica. Isso faz com que sua eficiência nutricional seja altamente positiva”, explica.

Um dos principais diferenciais é a atuação na rizosfera, estimulando micro-organismos que favorecem o desenvolvimento radicular. “O diferencial primordial: os fertilizantes químicos não interagem com a microbiota. Não criam condições de equilíbrio entre os micro-organismos, de maneira a que a planta se sinta bem nutrida com moléculas específicas”, afirma Leygue. Ele destaca ainda a abordagem sistêmica do produto. “Não é um elemento químico que vai entrar na nutrição, é um equilíbrio microbiano que vai condicionar a nutrição perfeita para a planta”, complementa.

Versátil, o fertilizante pode ser aplicado em hortas, gramados, canteiros e sistemas agrícolas diversos. “Pode ser utilizado em canteiros, vasos, gramados, pastos, em termos gerais. Isso está ligado à própria condição como os vegetais surgiram no planeta: todos eles precisaram de micro-organismos na sua raiz”, observa.





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Semeadura do arroz avança e preço recua no RS



As chuvas do período restabeleceram a umidade em algumas regiões



Foto: Divulgação

O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (6) pela Emater/RS-Ascar aponta avanço gradual da semeadura do arroz no Rio Grande do Sul, conforme as condições de umidade do solo e o cronograma das lavouras. Segundo o documento, “as chuvas do período restabeleceram a umidade em algumas regiões, permitindo a retomada dos trabalhos de preparo, de nivelamento e de implantação”. Em locais que receberam volumes mais elevados, há “bom andamento da germinação e emergência, sobretudo nos sistemas de semeadura pré-germinada”.

A Emater/RS-Ascar classifica como satisfatório o percentual médio de área já implantada, que varia entre 40% e 60% nas principais regiões produtoras, chegando a mais de 90% nas áreas mais adiantadas. De acordo com o informativo, “os cultivos estabelecidos apresentam desenvolvimento adequado, estandes uniformes e plantas vigorosas, compatível com a época do ciclo”.

Nas áreas em que houve atraso devido ao excesso de umidade ou à saturação do solo, o plantio deve se estender até o final de novembro e início de dezembro. O boletim registra ainda que, em algumas propriedades, “tem sido utilizada baixa adubação de base em função da restrição de crédito e do esforço de priorizar apenas tratos essenciais”, fator que pode reduzir o potencial produtivo.

A área estimada para cultivo é de 920.081 hectares, segundo o IRGA, enquanto a produtividade projetada pela Emater/RS-Ascar é de 8.752 kg por hectare.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos registrou queda. O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar mostra redução de 1,41% na comparação com a semana anterior, passando de R$ 57,45 para R$ 56,64.





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Profissionais da Adagro fazem visita técnica ao Fundecitrus



Técnicos da Adagro conheceram a estrutura e o funcionamento das áreas


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, nesta semana (28 e 29/10), a visita técnica de profissionais da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro). O encontro teve como objetivo promover a troca de experiências e conhecimentos sobre a citricultura, especialmente na prevenção e controle do greening e do cancro cítrico.

Durante a visita, os técnicos da Adagro conheceram a estrutura e o funcionamento das áreas de pesquisa e laboratórios do Fundecitrus. “Sem dúvida, essa troca de informações contribui para o fortalecimento das ações de manejo para a pior doença da nossa citricultura. Compartilhar informação é trabalhar conjuntamente em busca do melhor caminho para a mitigação da incidência dessas doenças”, diz o supervisor de projetos do Fundecitrus, Guilherme Rodriguez.





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Mais de 480 alunos de Flórida Paulista (SP) participam de palestras educativas sobre greening



Ao todo, 490 crianças participaram das palestras


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus promoveu, na última quinta (30) e sexta-feira (31), palestras de conscientização sobre os impactos do greening na citricultura para alunos do ensino fundamental das escolas EMEF Octaviano José Corrêa, em Flórida Paulista (SP), e EMEFEI Marina Militão Rondon, no distrito de Indaiá do Aguapeí (SP).

Com a citricultura em expansão, a iniciativa busca envolver toda a comunidade na preservação dos pomares, já que os citros têm grande importância econômica e social para a região.

O engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Sérgio Nascimento explica que ações de conscientização como essa são fundamentais, pois além de levarem conhecimento às crianças, envolvem também seus familiares e toda a comunidade, reforçando a importância do combate à doença. “É uma ampla mobilização, pois as crianças levam essas informações para seus familiares. Com isso, fortalecemos o apoio na substituição de plantas de citros e murtas, encontradas em quintais sem manejo adequado e que servem de fonte para o inseto vetor do greening”, ressalta.

Durante as palestras, as crianças receberam o gibi “Uma aventura no pomar”, material desenvolvido pelo Fundecitrus especialmente para o público infantil, com informações sobre a citricultura e o greening, além de um desenho de uma laranjeira para colorir.

Ao todo, 490 crianças participaram das palestras, que tiveram como objetivo aproximar os estudantes do tema e destacar a importância da prevenção da doença. A ação contou com o apoio da diretora da escola, Vilma Rigoleto de Souza, e da Secretária de Educação de Flórida Paulista, Clélia Corveloni Pardinho.

A iniciativa faz parte das ações educativas do Fundecitrus, que busca ampliar o conhecimento sobre o greening e incentivar a participação da comunidade na valorização da citricultura.





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Fundecitrus participa do 3º Workshop Pragas de Difícil Controle, em Piracicaba (SP)



Efeito do clima sobre o psilídeo


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus participou, na semana passada, do 3º Workshop Pragas de Difícil Controle – Diaphorina citri, realizado em Piracicaba (SP). O evento discutiu estratégias e soluções avançadas em Manejo Integrado de Pragas (MIP) e reuniu especialistas que são referência na área.

O engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Arthur Tomaseto apresentou a palestra “Efeito do clima sobre o psilídeo”, destacando como as variações climáticas influenciam o comportamento do inseto e avanço do greening.

Durante a apresentação, Tomaseto reforçou a importância de manter o rigor no controle do psilídeo, mesmo diante da redução populacional observada em algumas regiões do cinturão citrícola. “Os estudos apontam que algumas regiões são mais favoráveis e outras menos favoráveis à ocorrência do inseto. A região sudoeste, por exemplo, historicamente tem registrado temperaturas baixas nos últimos anos, o que desfavorece o aumento da população do psilídeo. Por isso, reforcei a importância do manejo integrado e contínuo. Compreender como o clima interfere na biologia do psilídeo e adaptar as ações de controle conforme as condições de cada região é essencial para manter a citricultura mais protegida e sustentável”, afirma.

O encontro também contou com a participação do pesquisador parceiro do Fundecitrus, Leandro Peña, da Universidade Politécnica de Valência (Espanha), que encerrou o evento com uma palestra magna sobre os desafios globais do greening e o papel da biotecnologia no desenvolvimento de soluções inovadoras para o controle da doença no futuro





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Sem compras robustas de soja pela China, Chicago demonstra cautela



A Bolsa de Mercadorias de Chicago registrou mais uma semana agitada para a soja, marcada por movimentos de correção. O mercado demonstra cautela diante da ausência de compras robustas da China, mesmo após o acordo comercial entre os dois países. Segundo a consultoria Safras & Mercado, os chineses têm preferido a soja da América do Sul, que apresenta preços mais competitivos.

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Exportações de soja pela China

No mês de outubro, as importações de soja em grão pela China somaram 9,48 milhões de toneladas, 17,2% acima do mesmo período de 2024, quando o volume foi de 8,09 milhões de toneladas. Esse aumento foi impulsionado pelos embarques sul-americanos, refletindo a disputa comercial entre Pequim e Washington.

No acumulado de 2025, as importações chinesas atingiram 95,68 milhões de toneladas, avanço de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Administração Geral da Alfândega da China.

Brasil

No Brasil, as exportações de soja em grão renderam US$ 2,889 bilhões em outubro (22 dias úteis), com média diária de US$ 131,319 milhões. O volume total exportado foi de 6,727 milhões de toneladas, média diária de 305,811 mil toneladas, e o preço médio da tonelada ficou em US$ 429,40.

Na comparação com outubro de 2024, houve alta de 42,7% na receita média diária e de 42,8% no volume exportado, enquanto o preço apresentou leve queda de 0,1%, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

No mercado interno, a semana foi marcada por negócios pontuais, com produtores aproveitando os repiques na Bolsa norte-americana. O dólar manteve-se estável frente ao real na maior parte do período, desestimulando maiores variações nas cotações.



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Após tornado e mortes, governo do Paraná decreta luto oficial de 3 dias



O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, decretou luto oficial de três dias em memória às vítimas do tornado que atingiu o estado. Até o momento, há a confirmação de que seis pessoas perderam a vida. A cidade mais afetada é Rio Bonito do Iguaçu, onde ocorreram cinco mortes e que teve 90% da área urbana destruída.

Equipes de diversos órgãos estaduais e municipais segue mobilizados no atendimento às vítimas, que passam de 750. O decreto de luto vale para todo o estado.

Mortes confirmadas

Segundo informações do governo paranaense, seis pessoas morreram em decorrência das chuvas no estado. São elas:

  • José Neri Geremias, 53 anos, morador de Guarapuava;
  • Jose Gieteski, 83 anos, de Rio Bonito do Iguaçu;
  • Adriane Maria de Moura, 47 anos, moradora de Rio Bonito do Iguaçu;
  • Claudino Paulino Risse, 57 anos, de Rio Bonito do Iguaçu;
  • Jurandir Nogueira Ferreira, 49 anos, morador de Rio Bonito do Iguaçu;
  • Julia Kwapis, 14 anos, de Rio Bonito do Iguaçu.

Próximos passos

Um levantamento prévio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil mostra que o tornado que atingiu a região de Rio Bonito do Iguaçu deixou ao menos mil pessoas desalojadas e cerca de 28 desabrigadas. Além disso, abrigos emergenciais estão sendo preparados para famílias que não têm onde ficar.

Conforme atualização das 17h, o Corpo de Bombeiros não localizou outras vítimas nos escombros dos prédios danificados. O boletim afirma que as forças de salvamento na área urbana já terminaram, porém, há sobrevoos em andamento na área rural. Não há notificação de desaparecidos na cidade.



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