domingo, março 29, 2026

Agro

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Mercado do boi gordo segue com volatilidade em meio a incertezas sobre a China



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana em compasso de espera, influenciado pelas dúvidas em relação às exportações para a China. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, muitos frigoríficos ainda seguem fora das compras, o que mantém o ambiente instável e com grande volatilidade nos preços.

“Enquanto não houver uma posição oficial por parte das autoridades chinesas, o cenário segue de indefinição. Em estados como Goiás e Mato Grosso ainda vemos algumas negociações pontuais acima das referências médias”, afirma.

Números do boi gordo no fechamento

  • São Paulo: R$ 324,25
  • Goiás: R$ 319,46
  • Minas Gerais: R$ 311,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,59
  • Mato Grosso: R$ 307,36

Mercado atacadista

No atacado, os preços seguem sustentados, favorecidos pelo período de maior consumo interno no fim de ano, marcado pelo pagamento do 13º salário, criação de vagas temporárias e confraternizações.

  • Quarto traseiro: R$ 25,00
  • Quarto dianteiro: R$ 18,75
  • Ponta de agulha: R$ 17,75

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,53%, negociado a R$ 5,3068 para venda e a R$ 5,3048 para compra.



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Mercado de soja inicia semana lento, com negociações pontuais e spread elevado



O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e volumes reduzidos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as negociações foram pontuais, com maior interesse apenas em lotes para pagamento em janeiro.

De acordo com Silveira, os preços seguiram com oscilações mistas, com algumas praças registrando recuo. “O comprador segue sem disposição para manter ofertas firmes, enquanto o produtor mantém um spread elevado”, explica.

Em Rio Verde (GO), por exemplo, o comprador indica R$ 129,00 a R$ 130,00 para janeiro, enquanto o vendedor não aceita menos que R$ 135,00, segundo o analista.

Silveira destaca que o mercado spot permanece travado, tanto no porto quanto na indústria. Na safra nova, as fixações seguem escassas.

“Chicago voltou a subir, mas o movimento é especulativo e sem volume real, o que mostra exaustão na alta. Os prêmios seguem nominais e com viés de baixa, enquanto o dólar recuou, limitando os ganhos no físico”, afirma.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS) manteve R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS) manteve R$ 136,00
  • Cascavel (PR) caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT) manteve em R$ 125,00
  • Dourados (MS)manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO) subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00

Portos

  • Paranaguá (PR): passou de R$ 141,00 para R$ 140,50
  • Rio Grande (RS): manteve R$ 140,50

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira. O mercado foi influenciado por expectativas de retomada das compras chinesas de soja norte-americana e pelo avanço das negociações para encerrar a paralisação do governo dos Estados Unidos.

O clima mais positivo no mercado global reduziu a aversão ao risco e apoiou as commodities agrícolas.

As inspeções de exportação dos EUA somaram 1.088.577 toneladas na semana encerrada em 10 de novembro, acima das 984.875 toneladas da semana anterior, segundo o USDA.

  • Jan/25: +13,00 cents → US$ 11,30/bushel
  • Mar/25: +13,50 cents (1,19%) → US$ 11,39¼/bushel



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Embrapa inaugura Agrizone na COP30 para destacar agricultura sustentável



A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) começou oficialmente em Belém do Pará com a inauguração da Agrizone, espaço promovido pela Embrapa e considerado o primeiro dentro de uma COP dedicado exclusivamente à agricultura sustentável.

A Agrizone é uma vitrine do potencial do agronegócio brasileiro e global para enfrentar os desafios climáticos, conciliando produção, conservação e inclusão social. O espaço propõe um ambiente de cooperação entre governos, empresas, pesquisadores e produtores rurais, com o objetivo de fortalecer políticas e tecnologias voltadas a uma economia de baixo carbono.

Durante a abertura, a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou o papel estratégico da agricultura na agenda climática global. Segundo ela, o projeto foi desenvolvido ao longo de um ano e meio, com foco em mostrar que o setor agropecuário, além de ser vulnerável às mudanças climáticas, também pode ser parte da solução.

“A agropecuária é essencial para a produção de alimentos, fibras e energia. Se queremos um planeta mais sustentável, precisamos trabalhar com uma agricultura sustentável não só do ponto de vista econômico, mas também ambiental e social”, afirmou Massruhá.

A presidente ressaltou ainda que o Brasil vem consolidando uma agricultura multifuncional e resiliente, capaz de integrar produção, nutrição, saúde, turismo e gastronomia, sempre com base científica e tecnológica. Entre as inovações apresentadas na Agrizone estão biotecnologia, edição gênica, bioinsumos e tecnologias digitais aplicadas ao campo.

A Embrapa também lançou durante o evento um roadmap para a agricultura de baixo carbono, com diretrizes sobre como tornar os sistemas produtivos mais sustentáveis em diferentes biomas brasileiros.

Representando o setor produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também inaugurou seu espaço dentro da Agrizone nesta manhã. A entidade destacou a importância de integrar produtores rurais às discussões climáticas e de valorizar as práticas já adotadas no campo para reduzir emissões e conservar recursos naturais.



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Brasil, Argentina e Paraguai criticam regras ambientais da União Europeia contra desmatamento



Entidades do agronegócio do Brasil, Argentina e Paraguai divulgaram uma nota conjunta para criticar o Regulamento da União Europeia contra o Desmatamento (EUDR). O posicionamento foi feito no âmbito do Espaço Parlamentar Agroindustrial Sul-Americano (EPAS).

De acordo com o documento, o EUDR foi aprovado sem consulta prévia aos países exportadores e teria efeito de barreira comercial sob justificativa ambiental. As entidades afirmam que a regra fere princípios do direito internacional ao impor exigências unilaterais que impactam diretamente cadeias produtivas agrícolas da América do Sul.

O grupo também questiona a classificação de risco padrão atribuída pela União Europeia aos países da região, que define níveis de controle e rastreabilidade mais rígidos. As entidades argumentam que o critério carece de base científica e desconsidera avanços alcançados em áreas como legislação florestal, rastreabilidade e sustentabilidade.

O EUDR deve entrar em vigor em 2025 e exigirá que produtos como carne, café, soja e madeira tenham comprovação de que não estão associados ao desmatamento, por meio de geolocalização das áreas de origem e cadeia produtiva rastreada.



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Canal Rural apresenta ‘Ruralize-se’ e abre celebração dos 30 anos com novas frentes de negócio para 2026



O Canal Rural anuncia o novo posicionamento que guiará a companhia em 2026, quando completará 30 anos. A marca apresenta ao mercado o conceito “Ruralize-se”, um convite para ampliar o significado do rural e reconhecer o seu protagonismo como o maior público consumidor do Brasil. As novidades foram apresentadas ao mercado na última sexta-feira (7), em evento que reuniu parceiros e grandes anunciantes em São Paulo.

O conceito parte do entendimento de que o mundo rural extrapola a porteira e está presente nas capitais e nas pequenas cidades, reunindo pessoas com alto poder de compra e aspirações sofisticadas. Também reforça a vocação do Canal Rural como a plataforma que conhece profundamente o agro e conecta marcas a esse universo, unindo relevância, engajamento e relacionamento para gerar negócios em diferentes janelas.

“Somos a principal plataforma de comunicação do agronegócio brasileiro, presente em todas as telas e formatos. Nos últimos anos, investimos muito em conteúdo e tecnologia para estreitar cada vez mais nossa relação com o mercado e criar novas oportunidades de negócios”, afirma Julio Cargnino, CEO do Canal Rural.

Idealizado em parceria estratégica, “Ruralize-se” traduz desejo, paixão e pertencimento. Para o publicitário Sérgio Valente, que desenvolveu o novo conceito, “‘Ruralize-se’ é gostar do agro e vontade de pertencer. “Quem é do agro viaja para a Europa, compra marcas, carros e roupas de grife. Precisamos contar para o mundo que esse público compra e tem dinheiro. E ninguém entende mais do maior público consumidor do Brasil e sabe chegar até ele do que o Canal Rural”.

Novidades em 2026

Ao longo de 2026, o Canal Rural dará sequência ao ciclo de inovação nas frentes editoriais, comerciais e de distribuição. Entre os destaques, a expansão do calendário de eventos com a criação da BR IN Eventos; a estreia do Celeiro de Ideias, unidade dedicada de branded content para co-criação com agências e anunciantes, e o Celeiro de Insights, que vai traduzir dados em oportunidades reais de negócios.

Outro anúncio é a evolução da parceria estratégica Canal Rural + CNN, que amplifica a presença cotidiana do agro nas telas e plataformas de ambas as marcas, com alcance potencial de dezenas de milhões de pessoas. A parceria, que já existia no digital, agora será ampliada também para a TV, com a criação de uma vertical agro na CNN, operado em conjunto com o Canal Rural.

A estratégia contempla também o crescimento consistente nas plataformas digitais — com avanços expressivos em visualizações e seguidores nos últimos dois anos — e o fortalecimento de plataformas transversais como Planeta Campo e A Protagonista. O próximo ano também reforçará o jornalismo diário do Canal Rural voltado ao produtor, de serviços como meteorologia e cotações, e da cobertura dos diferentes elos que compõem 100% do agro.



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Brasil habilita exportação de DDG e sorgo para a China e abre novo mercado para etanol de milho



O Brasil conquistou a habilitação dos primeiros cinco estabelecimentos para exportar DDG/DDGs (grãos secos de destilaria, coproduto da produção de etanol de milho) e de dez unidades para exportar sorgo para a China. O anúncio reforça a parceria comercial com o principal destino do agronegócio brasileiro e amplia oportunidades tanto para o setor de sorgo quanto para a indústria de etanol de milho.

A autorização ocorre após a assinatura de dois acordos bilaterais: o Protocolo Fitossanitário do Sorgo, firmado em novembro de 2024, e o Protocolo de Proteínas e Grãos Derivados da Indústria do Etanol de Milho, concluído em maio de 2025. Também foram finalizados os modelos de certificados fitossanitários que regulamentam o comércio entre os dois países.

No caso do sorgo, o Centro-Oeste concentra mais de 60% da produção brasileira. Em 2024, o país colheu mais de 4 milhões de toneladas, das quais apenas 4% foram exportadas. Agora, foram habilitadas quatro unidades no Mato Grosso, quatro em Minas Gerais, uma na Bahia e uma em Rondônia. A China é o maior importador global do grão, respondendo por mais de 80% das compras mundiais.

Já o DDG é utilizado principalmente na fabricação de ração animal. O Brasil, terceiro maior produtor de milho do mundo, exportou cerca de 791 mil toneladas desse insumo em 2024. A habilitação inicial contempla quatro plantas no Mato Grosso e uma no Mato Grosso do Sul. No último ano, a China importou mais de US$ 66 milhões em DDG.

Com as novas autorizações, o Brasil passa a ter um canal regular de embarque desses produtos para o mercado chinês, o que deve aumentar a previsibilidade dos contratos e abrir espaço para ampliar volumes nas próximas safras.

O resultado é fruto de uma ação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Embaixada do Brasil em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores e o setor privado, seguindo as exigências técnicas estabelecidas pela autoridade sanitária chinesa.

A China segue como principal destino das exportações agropecuárias do Brasil: em 2024, o país comprou mais de US$ 49,6 bilhões em produtos do agro nacional.

Além do impacto econômico, a medida reforça a agenda de sustentabilidade do setor. A exportação de coprodutos, como o DDG, estimula a economia circular, ao transformar resíduos industriais em insumos valorizados pela indústria global de alimentação animal.



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‘Desafio não é provar que é possível, mas acelerar a pecuária de baixo carbono’, diz CEO da JBS



O CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, afirmou durante entrevista na COP30, em Belém (PA), que a pecuária de baixo carbono já é uma realidade no Brasil e que o país reúne condições para acelerar a transição rumo a sistemas produtivos de carbono negativo.

“A questão não é se é possível, mas como acelerar os exemplos que já existem. Nós temos casos em que a pecuária, considerando o sistema integrado com agricultura, remove mais carbono da atmosfera do que emite”, afirmou Tomazoni, durante a cobertura do evento na Blue Zone, área dedicada às negociações oficiais da conferência.

Segundo o executivo, o programa Fazenda Nota 10, desenvolvido pela JBS, já identificou resultados concretos nessa direção. “Entre 500 produtores participantes, analisamos uma amostra de 100 propriedades com a Fundação Getulio Vargas. O estudo mostrou que 31% desses produtores já removem mais carbono do que emitem”, destacou.

Para Tomazoni, o desafio é ampliar a escala das práticas sustentáveis. “O Brasil tem todas as condições de acelerar esse movimento. Quando aumentamos produtividade e eficiência, também promovemos inclusão, geração de renda e melhores condições de vida”, disse.

O CEO também ressaltou o papel do setor privado nas soluções climáticas. “A COP é um evento governamental, mas o setor privado é quem executa as políticas. Problemas como segurança alimentar e mudanças climáticas só serão resolvidos com coalizões entre governos, empresas e sociedade civil”, afirmou.

Transparência e rastreabilidade

Tomazoni também destacou a nova etapa do programa de rastreabilidade individual da JBS, desenvolvido em parceria com o governo do Pará, a The Nature Conservancy e o Carrefour. O projeto prevê a identificação individual dos animais, ampliando a transparência sobre a origem da carne.

“Já rastreamos 100% dos nossos fornecedores diretos há mais de 15 anos. Agora, estamos aplicando uma ferramenta de blockchain que permite aos nossos parceiros acessar informações sobre os fornecedores deles antes de qualquer compra. Essa transparência dá segurança e confiança ao consumidor e ao mercado”, disse.

A ferramenta faz parte da estratégia de ampliação da rastreabilidade em toda a cadeia produtiva, incluindo fornecedores indiretos. “Estamos dando mais um passo importante, garantindo que o produto chegue ao mercado dentro das condições exigidas em sustentabilidade e conformidade”, afirmou Tomazoni.



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AgroNewsPolítica & Agro

Líderes assinam declaração sobre Fome, Pobreza e Ação Climática centrada nas pessoas


Objetivo é promover ações para enfrentar a maneira desigual que a mudança do clima afeta as populações no mundo, prejudicando principalmente as pessoas mais vulneráveis. Ao todo, 44 partes endossaram o documento

Durante a Cúpula do Clima de Belém, nesta sexta-feira, 7/11, os líderes de 43 países e da União Europeia assinaram a “Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas”. O documento, endossado por 44 partes, atenta ao fato de que os efeitos da mudança do clima já afetam drasticamente a população, especialmente, os mais vulneráveis. 

“A mudança do clima, a degradação ambiental e a perda da biodiversidade já estão agravando a fome, a pobreza e a insegurança alimentar, comprometendo o acesso à água, piorando os indicadores de saúde e aumentando a mortalidade, aprofundando desigualdades e ameaçando meios de subsistência, com impactos desproporcionais sobre pessoas já pobres ou em situação de vulnerabilidade”, aponta o texto.

Diante desse cenário, a declaração recomenda que os países continuem investindo em mitigação, mas que confiram maior prioridade à adaptação, especialmente às medidas centradas no ser humano – como a proteção social, seguros-safra e outros instrumentos que promovam a resiliência para as populações. 

Além disso, o documento também defende que o financiamento climático tenha como foco projetos que gerem oportunidades, empregos e meios de subsistência para agricultores familiares, comunidades tradicionais e povos da floresta. O investimento deverá ser pensado para promover a transição energética justa dessas populações.

Para acompanhar a evolução dos países nos termos acordados, o texto propõe oito objetivos mensuráveis nas diversas áreas tratadas. Entre eles está aumentar a proteção social dos países em 2% ao ano e também expandir o número de países com capacidade de avaliar e antecipar vulnerabilidades climáticas de curto e longo prazo. 

O documento foi anunciado durante a última sessão da Cúpula do Clima de Belém. O momento é chave para o tema, já que ocorre quatro dias após a realização da primeira reunião de líderes da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, em Doha, no Catar. O compromisso internacional foi uma proposta da presidência brasileira à frente do G20, em 2024. 





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Colômbia lança nova variedade de café resistente ao clima quente



A Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia (FNC) anunciou o desenvolvimento de uma nova variedade de café resistente a temperaturas mais elevadas e adequada para cultivo em regiões de menor altitude. A cultivar, batizada de Umbral, pode ser plantada a partir de 850 metros acima do nível do mar, o que representa uma expansão significativa em áreas onde o calor vinha limitando a produção.

O lançamento ocorreu durante a 89ª Cúpula do Café da Asoexport e Analdex, na última semana. Segundo o gerente da FNC, Germán Bahamón, a Umbral é resultado de avanços científicos voltados para adaptar a cafeicultura às mudanças climáticas e ampliar a resiliência das lavouras.

Atualmente, a nova variedade está em fase de testes em nove fazendas distribuídas em diferentes regiões produtoras da Colômbia, de Nariño e Santander até o tradicional Eixo Cafeeiro. A expectativa é que a cultivar esteja pronta para ser adotada comercialmente em 2027.

A iniciativa é vista como estratégica para o futuro da produção colombiana, em um cenário de temperaturas mais altas e eventos climáticos extremos que têm desafiado cafeicultores em todo o mundo.



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Chuvas intensas! Precipitações podem chegar a 200 mm nos próximos dias; saiba onde



A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja do país indica um cenário de chuvas irregulares nos próximos dias. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o Sul do país mantém boa umidade no solo, enquanto a umidade avança para o Sudeste.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Por outro lado, o Centro-Oeste e o Matopiba devem registrar precipitações pouco volumosas e distribuídas de forma desigual nos próximos cinco dias.

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Que chuva!

O destaque vai para Mato Grosso do Sul e o interior de São Paulo, onde os volumes de chuva podem ultrapassar 50 mm em cinco dias.

Previsão para Sinop (MT)

Em Sinop, uma das regiões agrícolas mais importantes, os acumulados devem ficar entre 25 e 30 mm nos próximos três dias. Chuvas mais intensas, de até 200 mm, são esperadas a partir da segunda quinzena de novembro.

Entre os dias 16 e 20, a precipitação se espalhará pelo país, porém ainda de forma irregular e pouco intensa.

Bahia

No oeste baiano, em Barreiras, as chuvas devem retornar com maior intensidade entre 17 e 20 de novembro, com acumulados que podem superar 60 mm no período.

O cenário reforça a necessidade de acompanhamento diário das condições climáticas para o planejamento das atividades agrícolas, especialmente em regiões onde a chuva se distribui de forma irregular.



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