domingo, abril 26, 2026

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Guerra no Oriente Médio faz ureia disparar e segue pressionando preços dos fertilizantes


ureia
Imagem gerada por IA para o Canal Rural

O mercado global de fertilizantes segue pressionado entre março e início de abril, impulsionado pela escalada do conflito no Oriente Médio, segundo análise do Itaú BBA. A combinação de oferta restrita, custos mais altos de energia e incertezas logísticas tem sustentado a alta dos preços, com destaque para os nitrogenados.

De acordo com consultoria, os fertilizantes nitrogenados lideram o movimento de valorização. No Brasil, a ureia registrou forte alta no período, chegando a cerca de US$ 760 por tonelada CFR em 10 de abril.

A elevação reflete o impacto direto do aumento nos preços do petróleo e do gás natural, além da maior aversão ao risco no cenário internacional. Países do Golfo Pérsico, importantes produtores, enfrentam restrições que afetam a oferta global.

No curto prazo, a tendência é de um mercado ainda ajustado e volátil, diante das incertezas sobre a duração do conflito e a normalização das rotas logísticas.

Os fertilizantes fosfatados também registraram pressão recente. A alta do enxofre, insumo essencial na produção, elevou os custos e impactou o mercado. No Brasil, os preços do produto acumulam forte valorização desde fevereiro.

Com isso, os fosfatados avançaram cerca de 7% no mercado doméstico. O MAP atingiu aproximadamente US$ 890 por tonelada CFR. Apesar da demanda agrícola ainda gradual, o cenário de oferta mais restrita e custos elevados tende a sustentar os preços.

Já o mercado de potássicos apresenta maior estabilidade em relação aos demais nutrientes. Ainda assim, o segmento também é afetado pelas incertezas globais e pelos custos logísticos. A oferta segue mais equilibrada, com Rússia e Belarus mantendo papel relevante no comércio internacional.

Para os próximos meses, a expectativa é de aumento gradual da demanda, com preços sustentados, embora com menor volatilidade em comparação aos nitrogenados e fosfatados.

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AgroNewsPolítica & Agro

Consumo de farinha nos EUA atinge mínima em décadas


O consumo de farinha dos Estados Unidos voltou a perder força e atingiu em 2025 o menor nível em décadas, em um movimento que reforça a trajetória de enfraquecimento observada nos últimos anos. Depois de uma alta modesta em 2024, o indicador recuou novamente, sinalizando um ambiente de demanda mais contida no mercado de alimentos derivados de trigo.

De acordo com dados divulgados em 13 de abril pelo Serviço de Pesquisa Econômica do Departamento de Agricultura dos EUA, o consumo per capita de farinha ficou em 126,6 libras em 2025, queda de 1,8% na comparação com as 128,9 libras registradas em 2024. O volume foi o menor em 39 anos, desde as 125,6 libras anotadas em 1986.

A nova retração mantém uma sequência observada desde 2018, com altas em anos pares e quedas em anos ímpares. No período, o consumo per capita acumulou perda de 6,2 libras. Em relação ao pico mais recente, de 146,8 libras em 1997, o recuo chega a 20,2 libras, ou 14%. O dado projetado para 2025 também ficou mais próximo da mínima histórica de 1971, de 110,5 libras, do que do auge registrado no fim dos anos 1990.

Após relativa estabilidade durante boa parte da década de 2010, o consumo passou a mostrar tendência mais clara de queda a partir de 2018, quando alcançou 132,9 libras. Na média, os primeiros seis anos da década de 2020 ficaram em 129,4 libras, abaixo das 133,5 libras da década passada, das 137,5 libras dos anos 2000 e das 141,4 libras dos anos 1990.

Agentes do setor já vinham relatando pressão sobre as vendas de produtos à base de farinha. Esse cenário foi acompanhado por queda de 1,4% na produção de farinha no quarto trimestre e por recuo de 1,3% tanto na oferta total quanto no consumo interno em 2025. No comércio exterior, as importações ficaram praticamente estáveis, enquanto as exportações de farinha avançaram 3,4%. Ainda assim, a forte baixa nos embarques de sêmola, massa, bulgur e cuscuz mais do que compensou esse avanço.

 





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Falta de animais para reposição preocupa pecuaristas no norte de Mato Grosso, aponta Acrinorte


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O presidente da Associação dos Criadores do Norte de Mato Grosso (Acrinorte), Moisés Debastiani, afirmou, durante a Norte Show 2026, em Sinop (MT), que a pecuária vinha apresentando melhora nos últimos meses. No entanto, a escassez de animais de reposição tem gerado preocupação na região.

Outro fator de atenção, segundo ele, é a decisão de alguns frigoríficos de suspender temporariamente os abates e conceder férias coletivas aos funcionários.

De acordo com Debastiani, a medida pode ser interpretada como uma estratégia comercial para conter a alta da arroba, que vinha em recuperação. “Saímos de um cenário em que os preços estavam abaixo ou próximos de R$ 200 para níveis em torno de R$ 300 ou um pouco acima”, avaliou.

Debastiani destacou que o movimento dos frigoríficos pode trazer impactos nos próximos meses, exigindo maior atenção dos pecuaristas, principalmente em relação à comercialização futura. Segundo ele, o planejamento será essencial ao longo do ano.

Outro ponto de preocupação é a antecipação das compras de carne bovina pela China para preencher a cota destinada ao Brasil, de 1,106 milhão de toneladas. Para Debastiani, esse movimento pode pressionar o mercado no segundo semestre, especialmente para confinadores, que precisarão ajustar a estratégia para evitar vender animais prontos em um cenário de queda nos preços.

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Negociações em ritmo lento faz preço do boi gordo recuar


boi
Foto: Fabiano Marques/Embrapa

O mercado do boi gordo iniciou a semana em ritmo lento, com aumento da pressão baixista por parte dos frigoríficos e redução na liquidez. Na segunda-feira (20), véspera do feriado, vendedores se afastaram das negociações, à espera de novos movimentos nos preços. A expectativa é de retomada das negociações a partir desta quarta-feira (22).

No Norte de Minas, a arroba registrou queda de R$ 5, refletindo o consumo mais fraco de carne e o aumento da oferta de animais. As negociações ficaram entre R$ 340 e R$ 345, com escalas de abate em torno de uma semana.

Em Cassilândia (MS), o cenário também foi de baixa liquidez. Os preços do boi gordo variaram entre R$ 350 e R$ 360 por arroba, com recuo de R$ 5. As escalas de abate estão mais alongadas, em média de 12 dias.

Já em Três Lagoas (MS), frigoríficos ofertaram valores menores, mas encontraram resistência dos pecuaristas. A oferta de animais segue restrita, o que sustentou os preços da arroba. As escalas de abate variam entre 7 e 10 dias.

No estado de São Paulo, a liquidez também foi reduzida. O indicador do boi gordo Cepea/Esalq teve média à vista de R$ 366 por arroba.

No atacado, o mercado de carne com osso apresentou estabilidade. A carcaça casada bovina foi negociada a R$ 25,41 por quilo, equivalente a um boi de R$ 381,15 por arroba.

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AgroNewsPolítica & Agro

O novo plano da China e o alerta para exportadores


A política agrícola chinesa dá sinais mais claros de mudança ao combinar aumento de produtividade com redução gradual da dependência de importações, em um movimento que reforça a segurança alimentar e reposiciona o país no mercado global. Segundo informações de Maria Flávia Tavares, economista e doutora em Agronegócios, com base no relatório Perspectivas Agrícolas da China 2026–2035, divulgado em 20 de abril de 2026 pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China e publicado pelo China Daily, o país vem consolidando um ajuste consistente em sua estratégia para o setor.

A diretriz está alinhada ao Plano Quinquenal e se traduz em metas de produção que sustentam a oferta interna. Para 2026, a estimativa é de que a produção de grãos alcance 716 milhões de toneladas, com alta de 0,2%, enquanto as oleaginosas devem avançar 2,6%. A produtividade média, próxima de 6 toneladas por hectare, aparece como um dos pilares desse processo, ainda que o ganho projetado seja moderado.

Esse avanço já se reflete no comércio exterior. As importações de soja devem recuar 6,1%, interrompendo pelo menos três anos consecutivos de crescimento. O mesmo movimento é observado em outros segmentos, como carne suína, com queda de 8,2%, e laticínios, com retração de 4,1%. A tendência não elimina a participação do mercado internacional, mas reforça seu papel complementar, inclusive com previsão de aumento em itens como aves.

Ao mesmo tempo, a China amplia sua presença exportadora em cadeias específicas. As vendas externas de frutas devem crescer 5%, enquanto as de hortaliças avançam 6,4%, sinalizando ganho de competitividade nesses produtos.

Em um cenário marcado por instabilidade geopolítica e pressão sobre custos de energia, fertilizantes e logística, a estratégia chinesa também busca reduzir a exposição externa. No horizonte mais longo, a produção segue em expansão, enquanto o consumo desacelera e as importações perdem peso relativo, com possíveis impactos sobre o mercado global e sobre países exportadores como o Brasil.

 





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Trump estende cessar-fogo com Irã, mas Estreito de Ormuz permanece fechado


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

Trump anunciou nesta terça-feira (21) que vai estender o cessar-fogo com o Irã e continuar negociando um acordo de paz com o país do Oriente Médio. No entanto, o Estreito de Ormuz permanece fechado, mantendo pressão sobre os mercados globais.

Em publicação nas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos afirmou que a reabertura da rota neste momento poderia comprometer um possível acordo com o Irã.

Segundo Trump, o bloqueio do estreito foi imposto pelos próprios Estados Unidos, e não pelo Irã. Ele afirmou que Teerã apenas sinaliza interesse em fechar a passagem para “preservar a imagem”, já que a rota estaria sob controle americano.

O presidente também destacou que o Irã sofre perdas financeiras significativas com a interrupção, estimadas em cerca de US$ 500 milhões por dia.

O Irã, por sua vez, não confirmou a extensão do cessar-fogo. Segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, o país se recusou a participar de conversas com negociadores dos EUA no Paquistão, por considerar que as reuniões seriam perda de tempo.

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Combinação de chuva e calorão predomina na maior parte do país nesta quarta-feira


Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A quarta-feira (22) será marcada pela combinação de chuva no Sul e calor intenso em boa parte do Brasil. Enquanto a frente fria ainda provoca instabilidades no Rio Grande do Sul e áreas vizinhas, a onda de calor ganha força no Sudeste e Centro-Oeste, com temperaturas elevadas e baixa umidade do ar.

Sul

O ciclone extratropical e a frente fria já se afastam para o oceano, mas ainda influenciam o tempo no Sul do país.

No Rio Grande do Sul, a chuva ocorre de forma isolada pela manhã e ganha intensidade ao longo do dia, atingindo regiões do oeste, interior, noroeste, nordeste e serra.

Em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná, há previsão de pancadas moderadas a fortes. Já nas demais áreas da região, o tempo permanece firme.

Outro destaque são as rajadas de vento, que podem variar entre 40 e 50 km/h no litoral gaúcho e no sul catarinense.

As temperaturas sobem na maior parte da região, com calor mais intenso no norte do Paraná. Em contrapartida, áreas do sul seguem com clima mais ameno.

Sudeste

No Sudeste, a previsão indica predomínio de tempo seco. Há apenas chance de chuva fraca e isolada no leste de Minas Gerais e no litoral do Espírito Santo.

Nas demais áreas, o sol aparece entre nuvens e não há expectativa de chuva, devido à atuação de um sistema de alta pressão.

As manhãs seguem mais amenas, mas as temperaturas sobem rapidamente ao longo do dia. O calor será mais intenso no interior paulista, Triângulo Mineiro e regiões do oeste e noroeste de Minas Gerais.

A umidade relativa do ar preocupa e pode ficar abaixo dos 30% em várias áreas.

Centro-Oeste

A chuva ocorre de forma irregular na região.

Há previsão de pancadas moderadas a fortes no norte, noroeste e interior de Mato Grosso, com risco de temporais no extremo noroeste do estado.

Em Mato Grosso do Sul e Goiás, o tempo segue mais firme na maior parte do dia, com possibilidade de chuva fraca e isolada no fim do período.

O calor também se intensifica, principalmente no sul de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. A umidade do ar volta a ficar baixa, especialmente no leste sul-mato-grossense e no sul goiano.

Nordeste

A atuação da umidade marítima e de sistemas atmosféricos favorece a chuva em grande parte da região.

Chove com intensidade moderada a forte no Maranhão, Piauí, Ceará, oeste de Pernambuco e em áreas da Bahia.

Há risco de temporais no norte e oeste do Maranhão, leste do Piauí, sul do Ceará e no litoral entre Sergipe e Alagoas, além da região de Salvador.

Outras áreas, como a Paraíba, registram chuva mais fraca, enquanto o restante da região segue com tempo mais estável.

Norte

A alta disponibilidade de umidade mantém o tempo instável na região.

Amazonas, Pará e Rondônia devem registrar chuva frequente, com intensidade moderada a forte. Também há previsão de instabilidades no Acre, Roraima e Amapá.

O risco de temporais é elevado, especialmente no Amazonas, Pará, Rondônia e no extremo norte do Tocantins.

No sul do Tocantins, o tempo permanece firme. A sensação de abafamento continua predominando em toda a região.

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Impasse nas negociações entre EUA e Irã pressionam mercados globais


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quarta-feira (22), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o impasse nas negociações entre EUA e Irã recolocou pressão nos mercados. O petróleo subiu mais de 4%, revertendo o alívio da semana passada e elevando riscos para inflação global. Bolsas de NY caíram e o dólar se fortaleceu.

No Brasil, Ibovespa se sustentou nos 196 mil pontos e o real ficou em R$ 4,97, mas a curva de juros avançou com desancoragem do Focus. Hoje, foco nos estoques de petróleo dos EUA e fluxo cambial.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & Agro

Penhora de combustíveis envolve cifra milionária



Os produtos integram uma carga de aproximadamente 180 milhões de litros


Os produtos integram uma carga de aproximadamente 180 milhões de litros
Os produtos integram uma carga de aproximadamente 180 milhões de litros – Foto: Divulgação

Decisões judiciais abriram caminho para a penhora de uma grande carga de combustíveis em ações de cobrança tributária, em um caso que envolve dívidas de ICMS e mercadorias sob custódia enquanto se discute sua situação na esfera federal. As medidas reforçam a busca por maior efetividade na recuperação de créditos considerados relevantes pelo Estado.

A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo obteve duas decisões favoráveis da Vara das Execuções Fiscais Estaduais da Capital em processos de execução fiscal contra a Refinaria de Petróleo de Manguinhos S/A, a Refit. Nos autos, o juízo determinou a penhora de combustíveis pertencentes à empresa até o limite do valor atualizado das dívidas cobradas.

Os produtos integram uma carga de aproximadamente 180 milhões de litros de combustíveis, avaliada em mais de meio bilhão de reais. O material foi apreendido pela Receita Federal e permanece sob custódia da Petrobrás.

Ao analisar os pedidos, a Vara entendeu que a retenção administrativa das mercadorias não afasta o direito de propriedade da empresa enquanto não houver eventual decretação de pena de perdimento pela União. Com esse fundamento, acolheu a solicitação apresentada pela PGE/SP e autorizou a constrição dos bens, com a devida averbação da medida nos processos administrativos fiscais em andamento na Receita Federal.

As decisões também estabeleceram providências para assegurar a efetividade da execução e resguardar a preferência do crédito tributário estadual. Foi determinada a intimação da Receita Federal e da depositária para que tenham ciência da penhora e comuniquem qualquer mudança na situação jurídica das cargas.

Segundo a PGE/SP, a atuação está alinhada à estratégia institucional voltada ao enfrentamento de grandes devedores e à recuperação qualificada de créditos tributários, com foco em medidas que ampliem a capacidade de cobrança e preservem os interesses fiscais do Estado.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Intestino saudável reforça o desempenho dos suínos



Na suinocultura, esse cuidado se torna ainda mais importante


Na suinocultura, esse cuidado se torna ainda mais importante
Na suinocultura, esse cuidado se torna ainda mais importante – Foto: Embrapa – MORÉS, Nelson

A eficiência digestiva tem impacto direto sobre a saúde e o desempenho dos suínos, além de pesar no custo de produção dentro das granjas. Quando o aproveitamento dos nutrientes não ocorre de forma adequada, parte das proteínas permanece no intestino e cria um ambiente favorável à proliferação de bactérias prejudiciais, com reflexos sobre o desenvolvimento dos animais.

Na suinocultura, esse cuidado se torna ainda mais importante em fases de maior sensibilidade, como o pós-desmame. Nesse período, o sistema digestório dos leitões ainda está em adaptação, o que aumenta o risco de desequilíbrios intestinais, diarreias, inflamações e piora no desempenho. Entre os sinais de que a digestão pode não estar indo bem estão fezes mais líquidas, queda no ganho de peso, piora na conversão alimentar e desuniformidade entre os animais.

Segundo especialistas da MCassab Nutrição e Saúde Animal, estratégias voltadas à melhora da digestibilidade da dieta ajudam a reduzir a oferta de nutrientes não digeridos para bactérias patogênicas e favorecem o melhor aproveitamento das proteínas. Nesse contexto, o Enzypac PRO atua na quebra proteica ao longo do trato digestivo.

“Esse desequilíbrio pode levar a diarreias, inflamações intestinais e até a quadros mais graves, prejudicando o desenvolvimento dos suínos. É preciso redobrar a atenção, especialmente nos leitões em período de pós-desmame, já que o sistema digestório ainda está em adaptação e, portanto, mais sensível a componentes da dieta”, destaca Victor Sales.

“Quando a digestão é maximizada, o animal consegue absorver melhor os nutrientes e não precisa ativar o sistema imune, o que gera um ganho adicional ao produtor que busca aumento de desempenho e redução de custo”, finaliza Carolina Dias.  





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