domingo, abril 26, 2026

Agro

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Norte Show apresenta soluções para produtores em cenário desafiador


Em meio a um cenário desafiador no agronegócio, marcado por custos elevados e aumento do endividamento, a Norte Show se consolida como um espaço estratégico em Sinop, oferecendo soluções inovadoras e alternativas de gestão para os produtores rurais.

Movimentação intensa na feira

A quinta-feira foi marcada por grande movimentação na Norte Show, com corredores e estandes lotados. Empresas apresentaram soluções em tecnologia e serviços voltados para diferentes atividades do agronegócio.

Inovações tecnológicas

  • Um engenheiro agrônomo apresentou um sistema automático de classificação de grãos, que promete maior precisão nas análises.
  • A tecnologia visa reduzir divergências nas classificações e facilitar a negociação entre produtores e compradores.

Alternativas de armazenagem

Uma empresa do setor de armazenagem trouxe condições especiais para que os produtores possam investir em seus armazéns, agregando valor à produção e oferecendo mais autonomia e segurança na gestão da safra.

Reestruturação de créditos

Os produtores são incentivados a repensar suas estratégias financeiras, considerando a reestruturação de créditos e a busca por linhas de crédito que se adequem às suas necessidades.

Desafios enfrentados

O cenário atual é de apreensão, com a baixa rentabilidade impactando todos os produtores. Apesar de uma boa safra, os custos elevados dificultam o fechamento das contas, levando os agricultores a repensar suas estratégias para enfrentar a turbulência do mercado.

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Rentabilidade na produção de leite permanece apertada em 2026


O setor leiteiro brasileiro continua enfrentando dificuldades em 2026, com a rentabilidade dos produtores ainda comprometida por altos custos de produção e preços baixos pagos pelo litro de leite. Em comparação com cinco anos atrás, a situação permanece crítica, levando alguns pecuaristas a venderem seus animais para equilibrar as contas.

Preços do leite e custos de produção

Em abril de 2021, o preço do litro de leite era de R$ 2,40, enquanto em fevereiro de 2026, esse valor caiu para R$ 2,14, conforme dados do CPEIA. Essa situação reflete uma pequena alta de 0,5% em relação ao ano anterior, mas ainda insuficiente para garantir a sustentabilidade dos produtores.

Desvalorização do milho

Uma boa notícia para os pecuaristas é a desvalorização do milho, principal insumo da alimentação do gado. O preço da saca caiu de R$ 95 em abril de 2021 para R$ 66 em fevereiro de 2026, representando uma queda de 30,5%. Isso melhorou a relação de troca, que passou de 46 litros de leite para adquirir uma saca de milho para 30 litros no mesmo período.

Preocupações com o futuro

No entanto, o setor está preocupado com a desvalorização do leite nos últimos 12 meses. O litro, que valia R$ 2,82 em março de 2025, caiu para R$ 1,99 em dezembro do mesmo ano, com uma leve recuperação para R$ 2,14 em janeiro e fevereiro de 2026. Apesar dessa recuperação, a queda acumulada em um ano foi de 24%.

Margens apertadas e cautela

A pesquisa do CPEIA indica que o custo operacional efetivo da atividade subiu 2% no primeiro trimestre de 2026. Embora essa alta tenha sido menor que a do preço do leite, os produtores permanecem cautelosos em seus investimentos, refletindo um ambiente de margens apertadas e incertezas no setor.

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AgroNewsPolítica & Agro

Margem da cria sobe com valorização do bezerro



Custo da cria sobe no 1º trimestre de 2026



Foto: Divulgação

O custo operacional total do sistema de cria da bovinocultura de corte registrou alta de 2,98% no primeiro trimestre de 2026 em Mato Grosso, na comparação com o custo consolidado de 2025, segundo análise divulgada na segunda-feira (20) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária.

De acordo com dados do projeto CPA, desenvolvido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso, o indicador encerrou o período com média de R$ 9,69 por quilo. “Esse aumento ocorreu, principalmente, devido à elevação nos grupos de depreciação e de mão de obra familiar, que, juntos, representam 40,51% do COT”.

No mesmo período, o preço do bezerro de 7 arrobas manteve trajetória de valorização, com alta de 10,87% e cotação média de R$ 14,69 por quilo, conforme o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária. “Com isso, o maior avanço no preço do bezerro frente ao custo elevou a margem bruta da atividade, que atingiu média de R$ 5,00/kg, valor 30,26% superior à média registrada em 2025”. Ainda segundo a análise, “esse cenário tem contribuído para estimular a atividade de cria, refletido na redução dos abates de fêmeas, indicando movimento de retenção e impactando a dinâmica de oferta no mercado”.





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Abertura do mercado cubano para frutas brasileiras avança com missão técnica


O processo de abertura do mercado cubano para frutas brasileiras avançou nesta semana com uma missão técnica de representantes da Organização Nacional de Proteção Fitossanitária de Cuba ao Brasil.

De acordo com o Ministério da Agricultura, a auditoria foi realizada na região dos Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul, e em São Paulo, com foco na autorização para a exportação de:

  • Limão Taiti
  • Lima ácida
  • Laranja
  • Uva
  • Maçã

Esse avanço representa uma oportunidade significativa para os produtores brasileiros, que buscam expandir seus mercados internacionais.

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Boi gordo: preço da arroba cai com escalas de abate mais confortáveis


arroba boi gordo preços queda
Imagem gerada por IA

O mercado físico do boi gordo apresentou queda na maior parte das praças de comercialização ao longo desta quinta-feira (23), mostra o Indicador do Boi Datagro.

O movimento ocorre por conta do posicionamento mais confortável das escalas de abate em indústrias com mais poder de processamento. Assim, naturalmente, o mercado passa a testar compras em patamares mais baixos.

Especialistas apontam que abril e maio são, tradicionalmente, meses em que o pecuarista negocia com mais intensidade, visto que as pastagens perdem qualidade devido à redução da chuva na maior parte do país.

Veja as cotações médias da arroba do boi gordo:

  • São Paulo: R$ 362,12 — ontem: R$ 362,01
  • Bahia: R$ 328,76 — ontem: R$ 329,18
  • Goiás: R$ 344,29 — ontem: R$ 346,76
  • Minas Gerais: R$ 341,02 — ontem: R$ 342,45
  • Mato Grosso do Sul: R$ 350,52 — ontem: R$ 353,37
  • Mato Grosso: R$ 358,46 — ontem: R$ 360,74
  • Pará: R$ 351,33 — ontem: R$ 350,45
  • Rondônia: R$ 330,89 — ontem: R$ 332,46
  • Tocantins: R$ 348,23 — ontem: R$ 346,17

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Custos de produção no Rio Grande do Sul aumentam quase 5% em março


Um relatório da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) revelou que os custos de produção para os agricultores gaúchos aumentaram 4,82% em março, interrompendo uma sequência de quedas registradas no último ano. O aumento é atribuído a tensões geopolíticas e à alta nos preços de insumos essenciais, como fertilizantes, diesel e fretes.

Aumento nos custos de insumos

  • Fertilizantes e diesel puxaram a alta dos custos.
  • O preço do diesel S10 subiu cerca de 16%.
  • Os nitrogenados aumentaram cerca de 20% em março.
  • O preço do petróleo teve um aumento de 39%.

Impactos na colheita e na safra

A alta do diesel impactou diretamente as operações agrícolas, especialmente durante a colheita da safra de grãos e os preparativos para a safra de inverno. A Farsul estima que a alta do diesel pode somar cerca de R$ 600 milhões a mais nos custos de produção.

Preços recebidos pelos produtores

No entanto, os preços recebidos pelos produtores também apresentaram alta de 1,78% em março, impulsionados pela boa safra de arroz e pela recuperação no preço do boi gordo. Apesar disso, a deflação acumulada de 12% em relação ao ano passado indica que os produtores estão comercializando seus produtos a preços menores.

O cenário atual é descrito como uma “tempestade perfeita”, com os produtores enfrentando um ciclo de dificuldades devido a fatores climáticos e à falta de políticas governamentais eficazes para garantir a sustentabilidade do agronegócio no Brasil.

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Lula e Alckmin inauguram feira que celebra a diversidade alimentar do Brasil


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin, acompanhados de ministros do governo, inauguraram a Feira Brasil na Mesa em Planaltina. O evento, promovido pela Embrapa Serrados, tem como objetivo apresentar a diversidade de alimentos produzidos no Brasil.

Importância da feira

O Brasil é reconhecido por sua vasta diversidade alimentar, e a feira busca dar visibilidade aos produtos da agricultura familiar e do cerrado. Segundo os organizadores, a iniciativa é crucial para:

  • Apresentar a sociodiversidade alimentar do país.
  • Promover o conhecimento sobre frutas e alimentos nativos.
  • Fomentar o encontro entre produtores rurais e consumidores.

Atividades e atrações

Um dos espaços mais populares da feira foi a Estação Delícias Brasileiras, onde os visitantes puderam degustar alimentos típicos da região do cerrado. Além disso, a Cozinha Show apresentou receitas locais, como um arroz de cordeiro preparado com produtos regionais.

Declarações do presidente

Durante a abertura, Lula destacou a importância de ampliar as áreas de cultivo de frutas e produtos típicos, visando a nacionalização da comercialização e o consumo pelos brasileiros. Ele enfatizou:

  • A necessidade de diversificar a alimentação brasileira.
  • A importância de valorizar a biodiversidade do país.
  • O potencial de geração de empregos e oportunidades na agricultura.

A feira Brasil na Mesa apresenta mais de 150 alimentos, incluindo 50 nativos dos seis biomas brasileiros, como açaí, bacuri, pequi e umbu, com o intuito de mostrar a riqueza da biodiversidade alimentar do Brasil.

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ABCS lança campanha para incentivar o consumo de carne suína no Brasil


A Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) lançou a campanha “Bom de Preço e Bom de Prato” com o objetivo de incentivar o consumo de carne suína no Brasil. A iniciativa é uma resposta ao momento delicado enfrentado pelo setor, com preços pagos aos produtores abaixo dos custos de produção.

Estratégias da campanha

A campanha está estruturada em três frentes principais:

  • Varejo: Ações de comunicação em loja e materiais de pontos de venda que destacam o custo-benefício e a versatilidade da carne suína.
  • Ambiente digital: Produção de conteúdos e vídeos em parceria com influenciadores para ampliar o alcance da mensagem.
  • Estímulo ao consumo: A campanha visa aumentar o giro da proteína e apoiar os produtores na sustentação dos preços.

Contexto do setor

A ação surge em um momento de grandes exportações e ofertas no mercado interno, onde a ABCS busca aumentar o consumo da carne suína para que os preços se tornem justos para os produtores. A Semana Nacional da Carne Suína também será uma oportunidade para reforçar essa mensagem e estimular o consumo interno.

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Qualidade do agro é essencial para ampliar exportações, diz Lula


lula feira embrapa
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (23), a sofisticação dos produtos da agricultura brasileira para conquistar mais mercados internacionais.

Lula destacou a diversidade e a produção em larga escala no país, mas disse que também é preciso prezar pela qualidade.

“Nós sabemos que não basta produzir. Para a gente ganhar mercado é preciso produzir com excelência de qualidade. Não adianta produzir uma coisa rústica, porque aquilo é muito bom pra mim, mas quando você quer fazer disputa internacional, não é uma coisa fácil”, disse, em evento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

“Quanto mais sofisticado a gente for, mais mercado a gente ganha e a gente vai disputar com os mercados mais sofisticados. Nós temos tecnologia, temos mão de obra e temos expertise”, acrescentou o presidente.

Lula participou da abertura da Feira Brasil na Mesa na unidade Embrapa Cerrados, em Planaltina, no Distrito Federal. Até o próximo sábado (25), o evento apresenta tecnologias, produtos e experiências desenvolvidas a partir da pesquisa agropecuária no país.

Também foram celebrados os 53 anos da Embrapa, empresa pública que tem o objetivo de transformar conhecimento em soluções para diferentes cadeias produtivas do campo.

A presidente da empresa, Silvia Massruhá, destacou que a cada R$ 1 investido na Embrapa, R$ 27 são devolvidos à sociedade. A empresa tem 43 unidades e um portfólio de 2 mil tecnologias.

Para definir esse lucro, foram avaliados os impactos econômico, ambiental e social de 200 dessas tecnologias.

“O PIB [Produto Interno Bruto – somas das riquezas produzidas] agrícola de 2025 foi R$ 725 bilhões e a Embrapa contribuiu com R$ 125 bilhões. Então, é importante reconhecer esse papel da ciência e tecnologia hoje no PIB agrícola”, acrescentou.

A Feira Brasil na Mesa é aberta ao público, com entrada gratuita. Os visitantes podem se inscrever no site do evento.

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Emater: colheita avança no RS, mas clima irregular afeta produtividade da soja


soja
Foto: Pixabay

A colheita das principais culturas de verão no Rio Grande do Sul avançou até esta quinta-feira (23), segundo dados da Emater/RS-Ascar. O milho já alcança 90% da área colhida, a soja 68% e o arroz 88%, indicando estágio avançado dos trabalhos no campo, apesar de entraves climáticos recentes.

No milho, a área cultivada na safra 2025/26 soma 803 mil hectares, com 90% já colhidos. O ritmo da operação, no entanto, perdeu força na última semana em razão das chuvas, que dificultaram o avanço das máquinas em algumas regiões, embora o órgão não tenha detalhado os volumes registrados.

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Para a soja, a colheita atinge 68% dos 6,624 milhões de hectares semeados no Estado. A Emater/RS-Ascar destaca uma “elevada variabilidade produtiva” entre as regiões, reflexo da distribuição irregular das chuvas ao longo do ciclo da cultura. Durante a fase de enchimento de grãos, períodos de déficit hídrico combinados com temperaturas elevadas reduziram o potencial produtivo em diversas áreas.

A produtividade média estimada para a soja é de 2.871 quilos por hectare. O levantamento divulgado não traz comparações com a safra anterior nem revisões em relação às estimativas anteriores.

No arroz, a colheita alcança 88% da área cultivada. De acordo com o Irga, a área nesta safra é de 891.908 hectares. A produtividade projetada pela Emater/RS-Ascar é de 8.744 kg/ha, com qualidade considerada adequada e bom rendimento industrial dos grãos.

Com a colheita em fase final nas três culturas, o resultado consolidado da safra no Estado ainda dependerá da conclusão dos trabalhos de campo e da confirmação dos índices de produtividade, especialmente na soja, mais impactada pelas oscilações climáticas ao longo do ciclo.

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