domingo, abril 26, 2026

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Ciclone e frente fria colocam região em alerta e provocam virada do tempo no fim de semana


Imagens geradas por IA para o Canal Rural

A formação de um ciclone extratropical no oceano, associada ao avanço de uma frente fria, deve provocar mudanças no tempo no Brasil ao longo deste fim de semana.

Os maiores impactos serão sentidos na região Sul, com previsão de chuva forte, temporais e rajadas de vento. Ao mesmo tempo, o Sudeste e o Centro-Oeste seguem sob bloqueio atmosférico, com calor e baixa umidade.

Sul

Sexta-feira:
O tempo já começa instável no Rio Grande do Sul. A chuva ocorre desde cedo, com intensidade moderada a forte e risco de temporais.

As áreas mais afetadas incluem o oeste, região central, Vales, Região Metropolitana de Porto Alegre e Costa Doce, com possibilidade de acumulados elevados ao longo do dia.

Em Santa Catarina e no Paraná, o tempo firme predomina, com temperaturas mais altas, principalmente no norte paranaense.

Sábado:
A instabilidade continua no Rio Grande do Sul, com pancadas moderadas a fortes e risco de temporais, especialmente na metade norte e região metropolitana.

A chuva avança para Santa Catarina e chega ao sul do Paraná ao longo do dia.

Domingo:
A frente fria avança com mais força, acompanhada pelo ciclone extratropical no oceano.

O sistema reforça as instabilidades, com chuva moderada a forte nos três estados da região, além de trovoadas e rajadas de vento, principalmente no sul e leste do Rio Grande do Sul. As temperaturas diminuem na região.

Sudeste

Sexta-feira:
O bloqueio atmosférico mantém o tempo firme. O sol predomina e não há previsão de chuva na maior parte da região.

Em São Paulo, faz calor e a umidade do ar fica baixa, com índices abaixo de 30%.

Sábado:
O tempo segue estável, com predomínio de sol e temperaturas elevadas. A umidade continua baixa, principalmente no interior paulista e no Triângulo Mineiro.

Domingo:
A aproximação da frente fria muda o tempo em São Paulo.

A chuva retorna entre a tarde e a noite em áreas do sul, interior e litoral paulista, com possibilidade de pancadas moderadas a fortes e trovoadas.

Centro-Oeste

Sexta-feira:
O tempo permanece firme na maior parte da região, com calor e baixa umidade. Há pancadas isoladas apenas no norte de Mato Grosso.

Sábado:
O calor predomina e o tempo segue estável. A instabilidade aumenta no norte de Mato Grosso, com pancadas moderadas.

Domingo:
A chuva ganha força no sul de Mato Grosso do Sul e se espalha ao longo do dia. Em outras áreas, o tempo segue firme e quente.

Nordeste

Sexta-feira:
A chuva ganha intensidade no litoral, especialmente na Bahia, com risco de acumulados elevados.

Também há pancadas mais fortes entre o Rio Grande do Norte e Alagoas.

Sábado:
A instabilidade continua no litoral da Bahia e entre o Rio Grande do Norte e Sergipe. A chuva também se intensifica no Maranhão, Piauí e Ceará.

Domingo:
As pancadas seguem no litoral e no norte da região, com risco de chuva moderada a forte em parte do Maranhão, Piauí e Ceará.

Norte

Sexta-feira:
A chuva segue frequente e volumosa, com risco de temporais em estados como Amazonas, Pará e Amapá.

Sábado:
A alta umidade mantém pancadas ao longo do dia, com risco de temporais.

Domingo:
A instabilidade continua em praticamente toda a região, com chuva frequente e sensação de abafamento.

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El Niño pode ser intenso no segundo semestre, alertam previsões


Apesar de informações divulgadas por alguns portais indicarem que o Oceano Pacífico teria atingido o limiar de El Niño, dados analisados pela Meteored com base no boletim semanal da NOAA apontam que as condições permanecem dentro da neutralidade. Ainda assim, novas projeções climáticas reforçam a possibilidade de um evento mais intenso no segundo semestre.

Segundo as publicações recentes, o Boletim Semanal da NOAA indicaria anomalias de temperatura da superfície do mar de +0,5°C na região Niño 3.4, patamar associado ao início do fenômeno. No entanto, essa informação não é confirmada pelos dados oficiais mais recentes.

De acordo com a NOAA, a anomalia semanal registrada na última semana foi de +0,1°C na região Niño 3.4, valor que se mantém dentro do intervalo considerado neutro. Os dados constam no boletim mais recente analisado pela Meteored.

O boletim também apresenta a atualização das projeções dos modelos climáticos, que indicam maior intensidade do fenômeno nos próximos meses. As informações divulgadas se baseiam em dados observados no Oceano Pacífico e em simulações atualizadas.

A NOAA divulga semanalmente as condições do oceano, e os dados mais recentes, compilados pela Meteored a partir do boletim de 20 de abril, mostram anomalias de +0,1°C na região Niño 3.4, +0,6°C na Niño 4, +0,3°C na Niño 3 e +1,2°C na região Niño 1+2, próxima à costa do Peru.

A divergência nas informações pode estar relacionada ao uso de dados diários de temperatura da superfície do mar, que apresentam maior variação. Nessas medições, é possível observar valores entre 0,5°C e 1°C, o que pode ter contribuído para a interpretação de que o limiar de El Niño teria sido alcançado.

Especialistas ressaltam que anomalias diárias ou semanais dentro do limiar não são suficientes para caracterizar o fenômeno, uma vez que há variações significativas em curtos períodos.

Pelo critério tradicional, um evento El Niño exige cinco trimestres móveis consecutivos com anomalias iguais ou superiores a +0,5°C na região Niño 3.4. Para a declaração operacional, a NOAA considera também se a anomalia mensal atingiu esse patamar e se há indicação de persistência nos meses seguintes.

As projeções mais recentes dos modelos climáticos indicam avanço do aquecimento no Pacífico equatorial ao longo de 2026, conforme atualização divulgada na segunda-feira (20).

Segundo os dados analisados, a média das previsões aponta que o limiar de El Niño deve ser atingido no trimestre de abril a junho. Além disso, as anomalias projetadas superam +2°C no período de outubro a dezembro.

Na comparação com as previsões divulgadas em março, houve aumento nas estimativas de intensidade do fenômeno, que antes indicavam anomalias superiores a +1,5°C para o mesmo período.

Apesar disso, os modelos climáticos apresentam limitações e enfrentam o período conhecido como “barreira da primavera/outono”, quando a previsibilidade é reduzida.

Mesmo com essas incertezas, o histórico recente das projeções indica que o fenômeno El Niño 2026/2027 tende a se intensificar, segundo a análise da Meteored.

Especialistas também destacam que a intensidade do fenômeno não implica, necessariamente, impactos proporcionais, já que os efeitos regionais dependem de diversos fatores e não evoluem de forma linear com o aumento da temperatura da superfície do mar.





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Choque do petróleo reduz espaço para cortes na Selic: ouça a análise


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o petróleo Brent acima de US$ 105 e o travamento das negociações no Oriente Médio reforçam um choque energético mais persistente. Bolsas de NY caíram e dólar ganhou força global.

No Brasil, Ibovespa recuou 0,78% a 191 mil pontos, juros futuros avançaram com leilão robusto do Tesouro e piora no Focus. Dólar voltou a R$ 5,00 após perder suporte abaixo de R$ 4,95.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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Itália intensifica sua aposta no mercado brasileiro de vinhos


Dados do Ministério do Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços revelam que, no ano passado, o Brasil importou mais de 165 milhões de litros de vinho, alta de 3,5% em relação a 2024, tendo investido, para isso, US$ 558,7 milhões contra os US$ 523,4 milhões do ano anterior. 

A Itália, maior produtora mundial de vinhos, é hoje o quinto maior exportador em valor da bebida para o Brasil, atrás do Chile, Argentina, Portugal e França. Em 2025, as vendas somaram US$ 49,2 milhões, contra os US$ 43,2 milhões de 2024, com alta de 13,9%. O total de litros exportado manteve-se estável – cerca de 9,8 milhões. 

Mas, mais importante que o tamanho do mercado é a mudança de perfil do consumo: o Brasil avança na premiumização, processo pelo qual os consumidores trocam produtos de entrada por opções de maior qualidade e preço -, que é hoje o principal motor do mercado de vinhos no País. Esse movimento implica crescimento do valor médio das importações, expansão do e-commerce, maior abertura a brancos, rosés e espumantes, e busca crescente por rótulos de origem, diversidade regional e valor agregado. 

De acordo com Milena Del Grosso, diretora da ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas no Brasil | Departamento para a Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália, “o país europeu é o exemplo mais nítido desse movimento de premiumização”. Ela destaca que “o volume de vinhos italianos exportado para o Brasil manteve-se estável, enquanto o faturamento cresceu”. Prova disso é o aumento no preço dos vinhos italianos, que passou de US$ 3,98 em 2024 para US$ 4,56 no ano passado – alta de 14,6%. 

Para reforçar sua aposta no mercado nacional e incrementar as vendas, a Agência ICE organiza o Pavilhão Italiano na Wine South America 2026, uma das principais feiras vitivinícolas da América Latina, que será realizada entre os dias 12 e 14 de maio em Bento Gonçalves (RS). Participarão mais de 30 empresas, com um amplo portfólio composto por cerca de 300 rótulos provenientes de todas as principais regiões vitivinícolas italianas, com destaque para vinhos de terroirs ainda pouco explorados no Brasil, denominações de origem, espumantes, brancos de altitude, vinhos vulcânicos e novos produtores em busca de importadores e canais de distribuição qualificados. 





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IAC apresenta novas variedades de cana e de amendoim


O Programa Cana IAC apresentará suas duas mais novas variedades de cana-de-açúcar —IAC07-2361 e IACCTC09-6166 — na Agrishow 2026. Outras dez cultivares de destaque nacional estarão plantadas no plot do Instituto, de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, interior paulista, no mesmo espaço onde funciona a Divisão Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento de Cana do Instituto Agronômico (IAC), da APTA (Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Durante o evento, o público também poderá saber mais sobre o Sistema de Mudas Pré-Brotadas (MPB), que tem produção estimada anual de 200 milhões de mudas de MPB, e a Tecnologia do Terceiro Eixo, adotada em 30% do setor e estratégica para reduzir a exposição da cana ao déficit hídrico.

“Será uma oportunidade para os visitantes interagirem com os nossos pesquisadores e técnicos e conhecerem os materiais mais recentes liberados pelo Programa Cana IAC e por vários outros programas de melhoramento genético do Instituto, a exemplo de grãos, café e horticultura, além de tecnologias de irrigação e de segurança na aplicação de agrotóxicos”, afirma Marcos Guimarães de Andrade Landell, líder do Programa Cana e coordenador do IAC. 

As variedades IAC07-2361 e IACCTC09-6166 são indicadas para a região Centro-Sul do Brasil e ampliam as opções de diversificação dos produtores, contribuem para a competitividade e a resiliência da canavicultura e se destacam pela alta produtividade agroindustrial e características que facilitam os manejos ao longo dos ciclos produtivos.

A IAC07-2361 tem alta produtividade e rusticidade e raro florescimento. A variedades é uma excelente opção por sua adaptação na mecanização no plantio e na colheita, ótima população de colmos ao longo dos cortes e porte semiereto e boa resistência ao acamamento. Todas essas características garantem a qualidade da matéria-prima entregue à indústria.

A IACCTC09-6166 se destaca pela elevada produtividade e manutenção de população uniforme de colmos ao longo dos cortes, alta adaptabilidade a diferentes ambientes e Longo Período de Utilização Industrial (PUI), favorecendo a qualidade da matéria-prima. Tem ainda excelente adaptação às condições de cultivo mecanizado, porte semiereto e boa resistência ao acamamento.

Cultivares IAC de amendoim ocupam cerca de 70% dos campos paulistas desta oleaginosa

O público poderá conhecer a IAC OL7, a nova cultivar de amendoim que amplia as opções ao setor e se destaca pelo ciclo mais curto, com cerca de 130 dias, e maior potencial produtivo, alcançando 7 mil quilos por hectare de amendoim em casca. Seus grãos são considerados “alto oleicos” por terem de 70% a 80% de ácido oleico, além do padrão de grãos tipo exportação. Tem menor suscetibilidade às manchas foliares.

Também estarão expostas a mais plantada: a IAC OL3, que tem características semelhantes à IAC OL7. A IAC OL5 se destaca pela tolerância ao estresse hídrico, além de reunir essas desejáveis características agronômicas e industriais. Os visitantes poderão ver ainda a IAC 503, a segunda cultivar do IAC mais plantada, que alia resistência e rusticidade, tem ciclo longo e o mesmo teor de 70% a 80% de ácido oleico.

Feijão IAC Nelore pode ser armazenado por um ano

Com grão tolerante ao escurecimento, característica que agrada ao consumidor, que rejeita feijão escuro, e favorece a cadeia produtiva, que pode armazená-lo por cerca de 12 meses, sem perder venda. Assim é a cultivar IAC Nelore estará exposta na Agrishow. Seu caldo é espesso e tem alta qualidade, com excelente aceitação no mercado e aprovação pela indústria. Ela também tem potencial produtivo de 70 sacas por hectare e alta tolerância à antracnose por ser resistente a várias raças fisiológicas do patógeno que acometem o feijoeiro no Brasil.

“Nós o desenvolvemos em função da cultivar IAC 2051, que apesar de todas as qualidades, como produtividade, grão claro, escurecimento muito lento, ele apresenta suscetibilidade para a antracnose, doença fúngica que pode causar perdas de até 100% do feijoeiro. Por isso o Nelore foi desenvolvido para suprir essa suscetibilidade que o IAC 2051 tem para a antracnose”, explica Alisson Chiorato, pesquisador do IAC.

Raízes do agro: o público verá de perto as cultivares de mandioca IAC de mesa e para a indústria, que ocupam cerca de 80% do mercado nacional. As novas opções de batata-doce coloridas e com maior teor de betacaroteno também poderão ser vistas.

As equipes de pesquisadores e técnicos do IAC estarão à disposição do público.

Gestão da irrigação: técnicas para obter resultados com segurança hídrica e sustentabilidade

O uso eficiente da água na agricultura será apresentado ao público da Feira com conceitos de monitoramento, gestão e eficiência do uso desse recurso natural escasso. As estratégias de manejo da irrigação, considerando a dinâmica da integração entre planta, cultivares, ambiente onde está instalada a lavoura e sua disponibilidade hídrica são essenciais para a garantia de eficiência dessa técnica com vistas para a produtividade e o consumo hídrico pela planta.

Segundo a pesquisadora e vice-coodenadora do IAC, Regina Célia de Matos Pires, Pires, o monitoramento do clima é fundamental na tomada de decisão ao longo do ciclo da cultura e no entendimento dos resultados, assim como o monitoramento da água disponível no solo e a profundidade do sistema radicular das plantas.

“Isso é muito importante sobretudo quando se realiza a irrigação de salvamento – ao conhecer essa disponibilidade consigo fazer o balanço hídrico e adotar estratégias mais assertivas na irrigação e em especial na modalidade de salvamento da cana, por exemplo”, completa.

Além de medições clássicas, ao monitorar é possível recorrer às tecnologias atuais, como o uso de imagens obtidas por meio de câmeras, que podem facilitar muito o manejo e a tomada de decisão, em especial em grandes culturas. “Cada parâmetro monitorado aumenta a confiabilidade na tomada de decisão”, afirma.

QUEPIA completa 20 anos e tem parceria com dez fabricantes de vestimentas de proteção para aplicadores de agrotóxicos

“Atualmente, EPI que não passa pelos ensaios de qualidade não chega mais ao mercado. Isso significa que todos os trabalhadores hoje em dia estão mais seguros.”

A frase é do pesquisador do IAC, responsável pelo Programa IAC de Qualidade em Equipamento de Proteção Individual na Agricultura (QUEPIA), Hamilton Humberto Ramos. O Programa é uma iniciativa do Instituto Agronômico (IAC), implementada em 2006, para certificar a qualidade e eficácia de EPI na agricultura, especialmente vestimentas contra agrotóxicos. No QUEPIA são desenvolvidos novos materiais e testados os existentes a fim de garantir a segurança do trabalhador rural. Em parceria com a ABNT, também estabelece normas nacionais e internacionais relacionadas a EPI agrícola. 

Os estudos são direcionados ao desenvolvimento de vestimenta de EPI com proteção e conforto térmico adequados a trabalhadores em pequenas propriedades e em situação de alta exposição.

“A qualidade não é restrita apenas para trabalhadores em pequenas propriedades, mas em geral para os diferentes cenários existentes na tecnologia de aplicação”, completa.

Segundo o pesquisador, os critérios de segurança e conforto são os estabelecidos na norma ISO 27065 e abrangem ensaios de resistência química e mecânica do EPI. “Além disso, avaliamos a qualidade da modelagem da vestimenta para que não haja impedimento de qualquer movimento, não se rasgue com movimentos comuns à operação ou mesmo permita a passagem de produto por possíveis aberturas ocasionadas pela forma como foi construída”, explica Ramos.

Os estudos asseguram que os materiais e vestimentas atendam plenamente aos critérios de segurança, mantendo sua eficácia mesmo após o número de lavagens indicado pelo fabricante e considerando os diferentes tipos de higienização aplicados.

“Além de ter qualidade, o EPI deve estar adequado ao nível de exposição que a aplicação proporciona — um costal e um tratorizado, por exemplo, possuem exposições diferentes —. Também devem ter tamanho adequado ao usuário e passar por manutenção para garantia da vida útil. Só utilizar EPI não garante a segurança”, comenta.

O projeto ainda busca por novos tecidos passíveis de serem usados na confecção de vestimentas de proteção em parceria com fabricantes de tecidos.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi segue sem mudanças



Escalas de abate chegam a oito dias



Foto: Canva

O mercado do boi gordo manteve cotações estáveis em São Paulo, segundo análise divulgada na quarta-feira (22) pelo informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinalizou aumento pontual da oferta e já conseguiu alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes. Com isso, já houve tentativas de compra da arroba do boi gordo a preços menores. Ainda assim, a oferta seguiu restrita, sobretudo para frigoríficos menores, que não tinham contratos de compra e atuavam no mercado spot, o que contribuiu para a sustentação dos preços. Parte dos compradores ainda se organizava para definir os preços de compra da semana e não havia retomado as negociações.

As escalas de abate estavam, em média, para oito dias.

Em Mato Grosso, o mercado abriu a quarta-feira estável, sem alteração nas cotações de nenhuma categoria nas praças pecuárias do estado, conforme a Scot Consultoria. Muitos frigoríficos ainda trabalhavam com escalas curtas, em meio à escassez de bovinos terminados para abate, e tinham pagado mais pela arroba. Já havia maior pressão baixista, especialmente por parte dos frigoríficos maiores, para pagar menos pela arroba bovina, mas o movimento ainda não era suficiente para a queda das referências. A cotação da arroba do “boi China” não mudou.

Em Alagoas, a cotação também permaneceu estável na comparação diária, de acordo com a Scot Consultoria.





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AgroNewsPolítica & Agro

Clima deve ditar preços do milho no curto prazo



Milho tem cenário atrelado ao clima e dólar



Foto: Pixabay

O mercado de milho deve ser influenciado principalmente pelas condições climáticas nos próximos dias, segundo a análise “Direto do Campo”, da Grão Direto. De acordo com o relatório, “o fator mais decisivo para as cotações do milho nos próximos dias será o monitoramento rigoroso do clima”. O Instituto Nacional de Meteorologia prevê a continuidade de uma distribuição irregular de chuvas, com escassez e temperaturas acima da média no Centro-Sul do Brasil. “Se o estresse hídrico se intensificar, as perdas recentes na B3 podem ser rapidamente revertidas por altas especulativas”, aponta a análise.

No cenário internacional, o avanço do plantio da safra norte-americana também deve concentrar a atenção do mercado. Segundo o relatório da Grão Direto, “com a redução drástica na área de milho dos EUA, o mercado internacional está extremamente sensível”. O documento destaca que “qualquer boletim de progresso de safra indicando que as chuvas de primavera estão atrasando o plantio no Corn Belt americano fornecerá suporte imediato aos preços em Chicago”. Ainda de acordo com a análise, “a demanda externa e interna será um ponto chave para a formação de preços físicos”, acrescentando que “o alerta de quebra na safrinha pode levar o setor de proteína animal e indústrias a anteciparem compras”, enquanto “a guerra no Oriente Médio continuará afetando as rotas de comércio, colocando em risco grandes vendas do cereal brasileiro”.

No ambiente macroeconômico, a análise da Grão Direto aponta que “a volatilidade macroeconômica e as oscilações do câmbio seguem como principais vetores das negociações no curto prazo”, com investidores reagindo a dados de inflação nos Estados Unidos e à perspectiva de juros elevados por mais tempo. O relatório informa que, na última sexta-feira (17/04), o dólar encerrou próximo de R$ 5,00, refletindo cautela global, e destaca que “as incertezas envolvendo o conflito no Irã adicionam pressão e podem gerar picos de valorização da moeda, criando oportunidades para o produtor travar margens no mercado físico”. A análise conclui que “o cenário macro continuará determinante para o ritmo das comercializações” e recomenda o uso de plataformas digitais para aproveitar momentos de câmbio mais favoráveis.





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Canola de 2ª safra pode reduzir emissões da aviação em até 55%, revela Embrapa


canola
Foto: Embrapa

O uso de canola de segunda safra para produção de combustível sustentável de aviação (SAF) pode reduzir em até 55% as emissões da aviação de gases ligados ao efeito estufa (GEE), revela estudo da Embrapa.

A pesquisa avalia o ciclo de vida completo do SAF nacional a partir do cereal de inverno, desde o cultivo da matéria-prima até a queima do combustível no avião, e o potencial de redução de emissões comparado ao uso de querosene fóssil (QAV Jet-A1).

O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Embrapa Agroenergia e Meio Ambiente e publicado nesta quarta-feira (22) pela instituição.

Limitações técnicas e regulatórias

O alcance do porcentual de redução em cenário otimista depende ainda, entretanto, de condições ideais de adoção e de mudanças na regulamentação do setor, observa a analista da Embrapa Meio Ambiente Priscila Sabaini.

De acordo com a pesquisadora, há limitações técnicas e regulatórias que restringem a substituição do combustível fóssil tradicional pelo combustível sustentável de aviação, como o limite de 50% de mistura do SAF a partir de óleos e gorduras ao querosene de aviação.

Outra barreira regulatória citada no estudo é o fato de a canola não estar contemplada na rota Hefa (Hydroprocessed Esters and Fatty Acids — Ésteres e ácidos graxos hidroprocessados) do RenovaBio para certificação da intensidade de carbono e emissão de Créditos de Descarbonização (CBIOs).

Alternativas ao setor aéreo

Avião
Foto: Pixabay

A pesquisa mostra ainda que o avanço do uso da canola de segunda safra na produção de SAF exige evolução tecnológica, melhoria de práticas agronômicas, ampliação da produção de SAF, além da superação de entraves regulatórios.

“O setor aéreo precisa de alternativas tecnicamente viáveis para cumprir metas climáticas globais, e o SAF é hoje a principal estratégia de curto e médio prazo. Nosso diferencial foi analisar a canola cultivada como segunda safra no Brasil, em rotação com a soja, sob condições tropicais ainda pouco representadas na literatura internacional”, afirma Giulia Lamas, colaboradora da Embrapa Meio Ambiente e doutoranda da Universidade de Brasília, que participou do estudo.

A análise do estudo considerou dados de produtores brasileiros baseados nas condições tropicais de cultivo em sistema de segunda safra e a rota Hefa de transformação de óleos vegetais em combustível de aviação por processos de hidrotratamento.

Os resultados do estudo apontam que a fase agrícola responde pela maior parcela das emissões no ciclo de vida do SAF de canola. O cultivo contribui com aproximadamente 34,2 g CO2 equivalente por megajoule (MJ, unidade de medida de energia), impulsionada pelo uso de fertilizantes e emissões de óxido nitroso (N2O) do solo.

Sem abertura de novas áreas

O estudo destaca ainda que o cultivo da canola em segunda safra, em rotação com soja, diminui a pressão por abertura de novas áreas, com mitigação dos impactos associados ao uso da terra.

Segundo o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agroenergia e pesquisador responsável pela tropicalização da canola, Bruno Laviola, o Brasil tem uma vantagem comparativa relevante. “Aqui a canola não entra como cultura principal que ‘disputa’ área, mas como opção de segunda safra no inverno e na safrinha, em sistemas integrados de rotação. Isso melhora o desempenho de sustentabilidade da canola brasileira em relação a regiões onde é cultivada como safra única”, destaca.

Entretanto, a produção e o uso de fertilizantes, especialmente nitrogenados, representam o principal ponto crítico do sistema, tanto pelas emissões associadas quanto pelos impactos sobre água e ecossistemas. Conforme o pesquisador da Embrapa Agroenergia Alexandre Cardoso, o uso de bioinsumos na produção da planta ajuda a reduzir as emissões.

A etapa de conversão industrial via Hefa contribui com cerca de 12,8 g CO2 eq./MJ com base no uso de hidrogênio fóssil. A pesquisa considera ainda a substituição do hidrogênio fóssil pelo hidrogênio renovável, de baixo carbono, o que possibilita a redução entre 86% e 94% das emissões de gases ligados ao efeito estufa na etapa industrial.

“A integração entre bioenergia e hidrogênio renovável pode reduzir de forma importante a intensidade de carbono dos combustíveis de aviação”, destacou Silveira.

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Chuvas intensas e temporais afetam Norte e Nordeste do Brasil


Uma frente fria avança sobre o Brasil, trazendo chuvas intensas e temporais isolados, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. As previsões indicam que os próximos dias serão marcados por condições climáticas adversas, com riscos de deslizamentos e danos materiais.

Impactos das chuvas no Norte e Nordeste

As chuvas já causaram estragos significativos em várias localidades, com relatos de árvores caídas e caminhões tombados devido à força dos ventos. A Defesa Civil alerta para a possibilidade de novos temporais, que podem ocorrer de forma isolada, mas com ventos que podem atingir até 100 km/h.

Previsões para os próximos dias

  • Expectativa de chuvas volumosas, com acumulados de até 150 mm em algumas áreas.
  • Possibilidade de novos ciclones tropicais entre Argentina e Uruguai, que podem intensificar as chuvas no Sul do Brasil.
  • Risco de deslizamentos de terra, especialmente em regiões já afetadas por chuvas intensas.

Atenção às recomendações da Defesa Civil

É fundamental que a população acompanhe os avisos da Defesa Civil e se mantenha atenta às condições climáticas, especialmente em áreas propensas a deslizamentos e inundações. A previsão é de que as chuvas continuem a afetar o Norte e Nordeste, com impactos significativos na rotina das comunidades.

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