sábado, março 28, 2026

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Exportações de frango atingem o 2º maior volume da história em outubro



O volume de carne de frango exportado pelo Brasil em outubro foi o segundo maior da história, ficando atrás somente da quantidade escoada em março de 2023. Esse resultado já era previsto por pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Pesquisadores do instituto ressaltam que esse excelente desempenho das vendas externas ocorreu mesmo sem a participação do principal importador da carne brasileira, a China. O país anunciou a retomada das compras no Brasil no dia 7 de novembro, colocando um “ponto final” nas suspensões impostas por diferentes países após o caso de gripe aviária em maio deste ano.

Segundo pesquisadores do Cepea, à China, especificamente, foram seis meses de suspensão nos envios, e a retomada dos embarques ao país asiático tende a elevar o volume total das exportações neste último bimestre do ano. 

Para novembro, pesquisadores do Cepea indicam que o cenário é promissor, sobretudo por conta do retorno da China. Nesta parcial de novembro (primeiros cinco dias úteis do mês), a média diária de embarques atingiu o recorde da série da Secex (iniciada em 1997).

Já os preços dos ovos estão em movimento de queda nesta semana em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo pesquisadores, a pressão vem do enfraquecimento da demanda. 

Por outro lado, as vendas externas mostraram reação em outubro, após terem caído por três meses seguidos. Dados da Secex indicam que o Brasil exportou 2,37 mil toneladas de ovos in natura e processados em outubro, volume 14% acima do embarcado em setembro/24 e 13,6% superior ao de outubro/24. O volume escoado no mês foi o maior para o período em nove anos. 

Dessa forma, em termos de receita, o setor arrecadou US$ 6,05 milhões em outubro, aumentos de 9,3% na comparação mensal e 43% na anual.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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ONU pede reforço na segurança da COP30 após protesto na Blue Zone



A Organização das Nações Unidas (ONU) solicitou ao governo federal o reforço da segurança na COP30 após o protesto registrado na terça-feira (11), quando um grupo tentou avançar para a Blue Zone, área reservada às negociações oficiais da conferência em Belém.

A carta foi enviada à Casa Civil, responsável pela interlocução com a coordenação do evento. O conteúdo não foi divulgado, mas a pasta informou que atende integralmente às demandas da ONU.

Revisão dos protocolos e novas medidas de controle

A segurança interna da Blue Zone é conduzida pelo Departamento das Nações Unidas para Segurança e Proteção (UNDSS). O órgão determina os procedimentos adotados no interior da área e coordena ações com as forças brasileiras.

Após o protesto, representantes do governo federal, do governo do Pará e do UNDSS revisaram os controles existentes nas áreas classificadas como Laranja e Vermelha, que compõem o perímetro de proteção da conferência. Segundo a Casa Civil, houve reposicionamento das equipes policiais e ampliação das barreiras.

Entre as mudanças realizadas, está o aumento da área intermediária entre a Blue Zone e a Green Zone. A medida busca diminuir riscos de aglomeração e impedir tentativas de avanço não autorizado. A Força Nacional e a Polícia Federal passaram a atuar de forma conjunta na Green Zone, responsável por atividades abertas ao público credenciado.

Também foram instaladas novas estruturas de contenção, como gradis e barreiras metálicas, para reforçar pontos considerados vulneráveis pelas equipes de segurança.

Manutenção e ajustes na infraestrutura

A organização da COP30 também identificou falhas estruturais durante o evento. Para reduzir o desconforto térmico em tendas e salas, foram instalados novos aparelhos de ar-condicionado, incluindo unidades do modelo sprint. Equipes técnicas corrigiram goteiras após problemas nas calhas do Media Center e do posto médico.

Entenda o protesto

O ato que motivou o pedido da ONU ocorreu no início da noite de terça-feira, quando manifestantes e representantes de povos indígenas chegaram aos detectores de metal da entrada principal da Blue Zone. Eles carregavam faixas e bandeiras de coletivos estudantis, mensagens contra a exploração de petróleo e manifestações de apoio à Palestina.

A equipe de segurança formou cordões humanos para impedir o avanço. Dois agentes ficaram feridos. Como a Blue Zone é considerada território sob responsabilidade da ONU, a retirada dos manifestantes foi conduzida diretamente pela organização. Após o bloqueio inicial, pessoas com credenciais puderam deixar normalmente o pavilhão.



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Argentina e EUA assinam acordo que amplia parceria no agro



Os governos de Argentina e Estados Unidos fecharam, nesta quinta-feira (13), um acordo comercial que inclui a exportação de proteínas e insumos estratégicos. O pacto, que entra em vigor em 26 de novembro, amplia o acesso da carne bovina argentina ao mercado norte-americano.

Na prática, os EUA reduzem tarifas e destravam barreiras para a entrada da proteína argentina. A medida deve aumentar a competitividade dos frigoríficos locais em um dos mercados mais disputados do mundo. Já a Argentina concede preferências tarifárias para bens americanos, incluindo tecnologia e máquinas agrícolas, além de eliminar licenças de importação.

Lítio e minerais críticos entram na ‘jogada’

O acordo inclui ainda uma frente estratégica em lítio e minerais críticos, insumos importantes para a transição energética e para a indústria de máquinas e equipamentos utilizados no campo. O objetivo é facilitar investimentos e alinhar regras de segurança econômica e exportações.

A Argentina também adotará padrões técnicos dos Estados Unidos em setores industriais e reforçará a proteção à propriedade intelectual. Essas mudanças podem influenciar cadeias ligadas ao agronegócio, como a de defensivos e biotecnologia.

Governo Milei celebra e cita avanço para a pecuária

O governo argentino destacou o ganho para a pecuária. Em comunicado, afirmou que o acordo “ampliará significativamente” o acesso da carne bovina aos Estados Unidos. Javier Milei também reforçou o alinhamento com Donald Trump para aprofundar a cooperação econômica.

O chanceler Pablo Quirno afirmou que o pacto cria condições para aumentar investimentos americanos no país, inclusive em áreas ligadas ao agronegócio e à indústria de alimentos. O ministro do Interior, Diego Santilli, definiu o acordo como “histórico”, com “menos tarifas e mais mercados”.

Do lado americano, a Casa Branca disse que a Argentina abrirá preferências para diversos produtos dos EUA, incluindo químicos, medicamentos, maquinário agrícola e uma gama de insumos ligados ao setor produtivo. O embaixador Peter Lamelas afirmou que os Estados Unidos seguem como “o parceiro mais confiável” da Argentina em estabilidade econômica e energia.

(*) Com informações de Safra News e Estadão Conteúdo



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Sistema CNA/Senar promove debate sobre adaptação justa para o agro


 O Sistema CNA/Senar promoveu, na terça (12), em seu estande na Blue Zone, um debate sobre o tema “Transição Justa para o Agro”, durante a programação da COP 30, que acontece até o dia 21 de novembro, em Belém.

O debate, moderado pelo presidente eleito do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, reuniu o presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, André Dobashi, o diretor de Educação Formal e Infraestrutura do Senar, André Sanches, e a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano.

O painel abordou a importância do setor mostrar ao mundo que a agropecuária é parte da solução para os problemas climáticos, graças às tecnologias sustentáveis aplicadas nos últimos anos e que os produtores rurais já vêm fazendo em termos de produção sustentável.

Na abertura do encontro, Domingos Velho Lopes destacou que o país já cumpre sua pauta da transição energética por meio do agro e ocupa a primeira posição no G-20 em geração de energia limpa, contribuindo de forma expressiva para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

André Dobashi falou sobre técnicas sustentáveis na propriedade que já contribuem para a transição justa promovida pelo setor, como o Sistema de Plantio Direto, que ajudou o produtor rural a evoluir em termos de produtividade.

Segundo ele, o setor também pode agregar mais tecnologias à sua produção para promover soluções climáticas e difundir informações para um número cada vez maior de produtores. Um dos desafios, na sua avaliação, é promover o acesso de mais produtores a tecnologias como rastreabilidade de dados e agricultura digital.

Educação – O diretor de Educação Formal e Infraestrutura do Senar, André Sanches, deu um panorama sobre o trabalho da instituição voltado para profissionais que vão atuar no agro, com o intuito de prepará-los para o processo de transição justa para o agro. E reforçou o papel da produção sustentável do ponto de vista ambiental, econômico e social.

De acordo com o diretor, esses são conceitos transversais de todos os treinamentos que o Senar oferece, tanto nos cursos de formação quanto nos cursos de nível superior da Faculdade CNA. Ele ressaltou, ainda, a importância da transferência de tecnologia e conhecimento dentro do setor agropecuário.

Já Débora Ingrisano, da OCB, falou sobre o engajamento das cooperativas com a produção sustentável e da interação com os produtores neste processo.

Débora também defendeu o uso da educação como ferramenta para a sustentabilidade e transição justa.

 





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Governo dos EUA quer ‘virar a página’ sobre tarifaço, diz chanceler brasileiro


O governo dos Estados Unidos está interessado em resolver a relação comercial com o Brasil. Essa é a avaliação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após se reunir com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. O encontro, que ocorreu nesta quinta-feira (13), foi seguido de uma reunião ampliada de aproximadamente 1h junto a outros negociadores.

O principal assunto das negociações foi as tarifas de 50% impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos produtos brasileiros. O chamado “tarifaço” está em vigor desde agosto deste ano.

Em uma postagem na rede social X (antigo Twitter), Rubio postou uma foto com o ministro brasileiro e afirmou que ambos discutiram “assuntos de importância mútua”. O secretário norte-americano destacou também “um quadro de reciprocidade para a relação comercial entre os EUA e o Brasil”.

Vieira, por sua vez, disse que o encontro terminou de maneira positiva. “Houve demonstração do governo americano a resolver todas as questões pendentes e virar a página”, destacou. Além disso, o ministro afirmou que Brasil e EUA buscam concluir, até o fim deste mês, um acordo provisório que estabeleça o roteiro das negociações pelos próximos anos.



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Avanços, tensões e a nova doação da UE ao Fundo Amazônia


O terceiro dia da COP30 foi marcado por um equilíbrio delicado entre boas notícias e frustrações. Belém amanheceu com um anúncio relevante, a União Europeia confirmou uma nova doação ao Fundo Amazônia, reforçando a parceria com o Brasil e a prioridade internacional da floresta. O gesto tem forte peso simbólico e diplomático e dá ao país mais margem nas negociações, ao mesmo tempo em que aumenta a cobrança por resultados concretos.

A conferência também apresentou a Global Initiative on Jobs & Skills for the New Economy, que pretende formar profissionais para a economia verde e projeta até 375 milhões de novos empregos na próxima década. É a COP tentando deixar de ser um palco de metas abstratas para se tornar um espaço de construção de capacidades reais.

Mas a realidade rapidamente mostrou seus limites. Apesar da boa vontade política, o financiamento climático continua travado. Programas essenciais, como os ligados à saúde e adaptação climática, seguem sem os recursos necessários, revelando que o mundo ainda hesita em abrir o cofre na escala que o problema exige.

Ao mesmo tempo, um protesto de indígenas que romperam barreiras de segurança e entraram na zona azul expôs um ponto sensível, a sensação de exclusão das decisões que impactam seus territórios. O ato foi pacífico, mas simbólico, e deixou claro que inclusão não pode ser apenas retórica.

Para o Brasil, o dia reforçou duas mensagens centrais. A primeira é que a Amazônia se consolida como ativo geopolítico estratégico. A segunda é que a pressão internacional por resultados, transparência e governança será cada vez maior. Para o setor produtivo, o recado também é evidente: cadeias agropecuárias, industriais e de bioenergia terão de incorporar novas tecnologias, rastreabilidade e práticas de baixa emissão, porque a economia verde deixou de ser tendência e se tornou requisito de mercado.

Mesmo com sinais positivos, o saldo do dia mostra que a COP30 ainda vive entre o mundo das promessas, cheio de anúncios e metas, e o da prática, limitado por conflitos sociais, disputas territoriais e escassez de recursos. A transição climática está avançando, mas ainda não no ritmo que o planeta exige.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Milho deve manter estabilidade com demanda interna firme




Foto: Agrolink

Segundo análise divulgada pela Grão Direto na segunda-feira (10), o mercado interno de milho começa a reagir ao atraso no plantio da soja, considerado um fator de risco relevante para o setor. De acordo com o especialista da plataforma, “a irregularidade das chuvas até a primeira quinzena de novembro tem afetado o calendário da soja e pode reduzir parte da produção do milho safrinha na janela ideal de cultivo no Centro-Oeste”. A avaliação aponta que essa mudança já começa a influenciar as expectativas sobre a área plantada da segunda safra, com possíveis impactos na oferta futura.

O levantamento também destacou que as exportações brasileiras de milho continuam abaixo do esperado, uma vez que grande parte da produção tem sido destinada ao mercado interno. “A forte demanda das indústrias de etanol e de proteína animal tem sustentado os preços, garantindo estabilidade nas cotações”, informou o especialista. Ainda segundo ele, diante desse cenário, os produtores têm adotado uma postura cautelosa nas vendas, optando por comercializações graduais e aproveitando o consumo interno aquecido enquanto aguardam condições mais favoráveis no mercado externo.

No cenário internacional, o relatório observou que os Estados Unidos seguem ampliando suas exportações de milho, com embarques expressivos para países como México, Coreia do Sul e Japão. Essa movimentação, segundo a Grão Direto, “reforça a competitividade do milho norte-americano e mantém o mercado global bem abastecido”, o que limita avanços mais significativos nas cotações internacionais no curto prazo. Para o Brasil, isso representa um desafio adicional, considerando o câmbio pressionado e os custos internos ainda elevados.

A análise concluiu que o mercado de milho deve permanecer estável no curto prazo. “A demanda interna firme ajuda a sustentar os preços, mesmo com exportações fracas e pressão vinda dos embarques norte-americanos”, avaliou o especialista. Para a semana, a expectativa é de preços lateralizados, com possibilidade de leve alta em algumas regiões caso os produtores mantenham o ritmo lento de vendas.





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Fim do shutdown nos EUA aumenta risco global e reduz chances de cortes de juros


No morning call desta sexta-feira (14), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a aversão ao risco global aumentou após o shutdown nos EUA, reduzindo apostas em cortes de juros. Nasdaq caiu mais de 2%, com destaque para ações de tecnologia, enquanto o dólar subiu e o Ibovespa entrou em correção após 15 altas.

No Brasil, taxas de juros longas avançaram e incertezas sobre remessas pesaram no câmbio. Hoje, atenção à PNAD contínua, IGP-10 e dados externos dos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Grupo Bauer lança soluções para irrigação e efluentes na Agritechnica


O Grupo Bauer participa da Agritechnica 2025, que será realizada entre os dias 9 e 15 de novembro, na Alemanha, com uma série de lançamentos que reforçam sua visão de eficiência, acessibilidade e sustentabilidade no campo. As marcas Bauer, BSA, Eckart, FAN Separator e Irricontrol apresentarão soluções que combinam inovação, desempenho técnico e economia, com destaque para sistemas de irrigação mais acessíveis, novas gerações de tanques e separadores de efluentes, uma solução não invasiva para monitoramento da umidade do solo e uma plataforma digital para controle e monitoramento remoto de irrigação.

Presente em mais de 100 países e com quase um século de história, o Grupo Bauer mantém o compromisso de desenvolver tecnologias que unem produtividade, sustentabilidade e acessibilidade. A Agritechnica é palco tradicional para a apresentação de suas inovações, consolidando a sinergia entre suas marcas que atuam de forma integrada para oferecer soluções completas em irrigação, transporte e manejo de efluentes, automação e controle digital. O portfólio apresentado em 2025 reflete a estratégia global do grupo de democratizar o acesso a tecnologias avançadas, promovendo a eficiência hídrica e energética no campo e na indústria. “A Agritechnica é um espaço em que o Grupo Bauer reafirma sua vocação para inovar e antecipar tendências. Cada lançamento representa o nosso compromisso em levar para o agronegócio e para a indústria soluções que unem tecnologia, eficiência e respeito ao meio ambiente”, destaca Rodrigo Parada, Co-CEO da Bauer do Brasil e diretor global de vendas e marketing do Grupo Bauer.

Entre os principais lançamentos da Bauer está a nova Linha Eco, com versões de pivô e carretel, desenvolvida para produtores que buscam alto desempenho com menor investimento inicial. A linha combina estrutura robusta e a reconhecida qualidade da Bauer, garantindo eficiência hídrica, baixo custo operacional e longa durabilidade. Voltada especialmente a propriedades entre 15 e 20 hectares, o Eco Pivô democratiza o acesso à irrigação da Bauer, ampliando a produtividade e sustentabilidade no campo. Pequena no tamanho, gigante em resultados, a Bauer prova que eficiência também pode ser econômica.

Mais um lançamento da Linha Eco é o carretel Eco ProRain, que foi criado para se especializar em grandes áreas e culturas. Planejado para atender principalmente às usinas de cana-de-açúcar, o carretel vem com um preço mais acessível ao mercado, alinhado à qualidade Bauer e à história. A cor laranja do produto relembra os primeiros modelos de carretéis Bauer na história e revive grandes momentos de produtores que já foram além com a Bauer.

A BSA apresenta o EcolineAir, nova geração de tanques a vácuo modulares e leves, projetados para oferecer maior capacidade de carga, menor consumo energético e operação mais silenciosa. O design atualizado otimiza o fluxo interno e reduz a necessidade de manutenção, ampliando a eficiência no transporte de efluentes em propriedades rurais e plantas agroindustriais. Com essa inovação, a BSA reafirma seu papel como especialista em soluções confiáveis e sustentáveis para o manejo de dejetos líquidos.

A Eckart lança o LUPUS 155+, distribuidor de chorume com capacidade de 15,5 m³, sistema hidráulico otimizado e estrutura compacta que facilita o transporte e o acoplamento a tratores de diferentes potências. O equipamento traz melhor distribuição de peso, menor consumo de combustível e maior precisão na aplicação de fertilizantes orgânicos, contribuindo para práticas agrícolas mais sustentáveis. A Eckart reforça, assim, seu compromisso em combinar potência e eficiência em máquinas de alta performance.

Na área de separação de efluentes, a FAN Separator apresenta o PSS8 Green Bedding™, um sistema que transforma a biomassa residual em material de cama reutilizável para os animais, reduzindo custos e o impacto ambiental das operações. O novo modelo oferece maior capacidade de processamento, menor consumo de energia e controle automatizado da umidade, permitindo uma gestão mais eficiente dos recursos da fazenda. O equipamento consolida a FAN Separator como líder mundial em tecnologias de valorização de resíduos agropecuários. Agora presente no Brasil também, a linha FAN pretende revolucionar o mercado industrial no país. “As tecnologias da BSA, Eckart e FAN Separator mostram que sustentabilidade e eficiência podem caminhar juntas também na gestão de efluentes. São soluções que transformam resíduos em recursos, otimizam processos industriais e reduzem impactos ambientais, uma contribuição concreta da Bauer para uma agricultura mais limpa e responsável”, destaca Thomas Perlik, Product Manager na BSA, Eckart e FAN Separator na Alemanha.

Fechando o portfólio de lançamentos, a Irricontrol, marca do Grupo Bauer, apresenta o Cosmofield, uma tecnologia inovadora desenvolvida pela Finapp que mede a umidade do solo de forma não invasiva, em tempo real e com alta precisão. Capaz de cobrir áreas de 5 a 10 hectares, o sistema utiliza a tecnologia CRNS (Cosmic-Ray Neutron Sensing), reconhecida pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) como uma das práticas mais avançadas da chamada “agricultura inteligente”. O Cosmofield detecta variações nos nêutrons cósmicos próximos à superfície, que reagem ao hidrogênio presente na molécula de água (H2O), transformando esses dados em informações de umidade com precisão e alcance sem precedentes.

Os painéis Nexus e SmartConnect conectam os pivôs à Plataforma Irricontrol, que está de cara nova, criando uma interface ainda mais inteligente que permite monitorar, programar e ajustar sistemas de irrigação em tempo real. Com comunicação remota, operação intuitiva e integração via API com outros sistemas agrícolas, as soluções otimizam o uso da água, reduzem custos energéticos e aumentam a produtividade, reforçando o compromisso da Bauer com a digitalização e a eficiência da irrigação moderna. “O futuro da irrigação está na integração entre dados e operação em tempo real”, ressalta Wiliam Marreiro, supervisor global de vendas Irricontrol. “Soluções como o Cosmofield e a plataforma Irricontrol elevam a eficiência hídrica a um novo patamar, ajudando o produtor a decidir com base em informações precisas e confiáveis.”

Com esses lançamentos, o Grupo Bauer reafirma sua posição como referência mundial em tecnologias para irrigação e gestão de efluentes, oferecendo soluções que unem inovação, eficiência e sustentabilidade. A participação na Agritechnica 2025 representa mais um passo na missão de tornar a agricultura e a indústria global mais produtivas, conectadas e ambientalmente responsáveis, ao integrar ciência, engenharia e propósito em cada novo produto. 





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AgroNewsPolítica & Agro

Preço do boi sobe em Goiás e vaca valoriza em São Paulo



Vaca tem alta de R$ 4 em São Paulo



Foto: Sheila Flores

De acordo com análise divulgada nesta quarta-feira (12) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo registrou alta na cotação da vaca em São Paulo. Segundo o levantamento, “as escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estavam curtas e, mesmo com alongamento nos grandes frigoríficos nos últimos dias, também permaneciam reduzidas”.

A consultoria destacou ainda que a maior parte dos negócios com boi gordo e novilha ocorreu dentro das referências, mas foram observadas negociações acima desses valores. Para a vaca, a maioria das operações ficou acima da referência, com aumento de R$ 4,00 por arroba. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a oito dias.

Em Goiás, a Scot Consultoria apontou que as escalas de abate também estavam curtas, reflexo de uma oferta limitada. “Para garantir as boiadas, os compradores precisaram pagar mais pela arroba”, informou o boletim. Apesar disso, o ritmo de escoamento da carne diminuiu, o que impediu altas mais expressivas. Ainda assim, as cotações de todas as categorias tiveram elevação de R$ 5,00 por arroba. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a oito dias.

Na região Sul, os preços permaneceram estáveis em relação ao dia anterior, com as escalas de abate médias igualmente estimadas em oito dias.

No Maranhão, o informativo indicou cenário de baixa oferta de animais, mas sem alterações nas referências de preços. As escalas de abate no estado também estavam, em média, programadas para oito dias.





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