segunda-feira, março 30, 2026

Agro

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Polícia Civil prende dois homens envolvidos em esquema de abate clandestino


Na manhã desta sexta-feira (7), a Polícia Civil da Bahia (PCBA) prendeu em flagrante dois homens suspeitos pelo transporte e comercialização ilegal de carne oriunda de abate clandestino em um açougue localizado no bairro Brasília, em São Sebastião do Passé (BA).

A diligência, decorrente da Operação Agro, teve início após denúncia que indicava o abate irregular de gado em uma fazenda da região.

De acordo com a Polícia Civil, ao chegar ao local indicado, a equipe constatou que o abate já havia ocorrido e, com base em novas informações, seguiu até outra propriedade rural, onde identificou um caminhão transportando carnes cobertas por uma lona.

O veículo foi acompanhado até o estabelecimento comercial, onde ocorreu a abordagem. A ação foi realizada por meio da 37ª Delegacia Territorial (DT) de São Sebastião do Passé, com apoio da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

No local, os dois homens, de 56 e 63 anos, foram presos em flagrante: o primeiro, responsável pelo abate e transporte da carne, e o segundo, proprietário do açougue, identificado como receptador do material.

Operação Agro da Polícia Civil da Bahia, carne imprópria
Foto: Divulgação/Ascom-PCBA

Um terceiro homem, de 65 anos, também foi conduzido, mas responderá ao inquérito em liberdade, por ter sido contratado para conduzir o veículo.

Ainda de acordo com a PCBA, os envolvidos confessaram que o animal havia sido abatido sem autorização e que a carne seria comercializada no estabelecimento.

Carne apreendida

A Adab apreendeu aproximadamente 400 quilos de carne, que foram encaminhados para destruição, enquanto a Vigilância Sanitária Municipal interditou o açougue por falta de alvará e por condições sanitárias inadequadas para funcionamento.

Por fim, a ação resultou na formalização do flagrante pelos crimes de receptação qualificada e comercialização de produto impróprio para o consumo humano.


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Chuvas retornam em parte do Brasil, mas Matopiba sofre com seca persistente



Nos últimos dez dias, as chuvas foram expressivas em grande parte da região Sul e em áreas do Sudeste e Centro-Oeste, com volumes acima da média histórica no período. Segundo a empresa de monitoramento climático, EarthDaily, em contraste, o cenário permanece desfavorável no Matopiba, com seca persistente e chuvas entre 30% e mais de 80% abaixo da média, reforçando o déficit hídrico e atrasos no plantio de soja em algumas áreas.

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Umidade do solo reduzida

Em 5 de outubro, os níveis de umidade do solo estavam reduzidos desde o norte do Paraná até o Matopiba, reflexo da estiagem do início da primavera. Trinta dias depois, em 5 de novembro, observa-se melhora significativa no Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Mato Grosso e em algumas regiões do Sudeste e Centro-Oeste, impulsionada pelo retorno das chuvas.

Apesar da recuperação parcial, a umidade do solo permanece crítica em amplas áreas do Matopiba e em regiões de Minas Gerais e do Centro-Oeste, onde a ausência de precipitações mantém o solo em condição de estresse hídrico, podendo atrasar o plantio da soja e postergar a semeadura do milho segunda safra, com impactos sobre a produtividade.

Chuvas no Matopiba em outubro

No Matopiba, a precipitação acumulada em outubro foi 62% inferior à média histórica. Mesmo com previsão de chuvas no curto prazo, os volumes seguem abaixo da normalidade, limitando a recuperação das condições ideais para o desenvolvimento das lavouras.

Situação em Minas Gerais

Minas Gerais apresenta situação semelhante, com umidade do solo entre os menores dos últimos dez anos. A expectativa é de melhora gradual, mas a umidade deve permanecer abaixo da média, mantendo alerta sobre atrasos no plantio e no estabelecimento inicial das lavouras.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o norte do Mato Grosso do Sul mantém baixa umidade, explicando os baixos valores de NDVI e o atraso no plantio. No Centro-Sul, as condições já são mais favoráveis. Em Mato Grosso, o NDVI indica início de safra mais lento que 2023, mas ligeiramente adiantado em relação a 2024, com um padrão de umidade alinhado a 2024, reforçando a expectativa otimista para a nova safra.

Goiás

Em Goiás, a umidade do solo, antes abaixo da média, melhorou significativamente nos últimos dias. A previsão indica continuidade do aumento da umidade nas próximas semanas, favorecendo o plantio e o estabelecimento inicial da soja, atualmente atrasado em relação ao calendário ideal.

Projeção

Entre 5 e 12 de novembro, a projeção indica aumento da umidade em boa parte da zona da soja, com exceção do Matopiba, onde o estresse hídrico deve permanecer severo, especialmente no oeste da Bahia.



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Cúpula de Líderes da COP30: Lula defende etanol como solução para transição energética



Durante a Sessão Temática sobre Transição Energética, realizada nesta sexta-feira (7), na Cúpula de Líderes da COP30, em Belém (PA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as decisões tomadas pelos países nos próximos anos serão determinantes para o sucesso global na contenção das mudanças climáticas. Segundo ele, o modelo de desenvolvimento baseado em combustíveis fósseis “chegou ao limite” e precisa ser substituído de forma planejada e inclusiva.

Lula destacou que 75% das emissões globais de gases de efeito estufa vêm da produção e do consumo de energia, reforçando que o desafio exige coordenação entre governos, empresas e instituições internacionais. “Não podemos nos omitir ou intimidar diante da magnitude desse dado”, afirmou.

Brasil como exemplo e defesa dos biocombustíveis

O presidente posicionou o Brasil como referência histórica no uso de energia renovável. Ele lembrou que 90% da matriz elétrica brasileira é limpa e citou o pioneirismo no etanol e na adição de biodiesel ao diesel tradicional.

Também defendeu o papel dos biocombustíveis na descarbonização de setores difíceis de eletrificar, como transporte pesado e indústria. Segundo ele, o etanol é uma solução “imediatamente disponível”. Lula criticou ainda pressões internacionais que atrasaram discussões sobre a adoção de combustíveis renováveis no transporte marítimo.

Oportunidade econômica global

Lula afirmou que a transição energética pode gerar emprego, renda e reindustrialização. Ele citou que, em 2023, o setor representou 10% do crescimento do PIB global e empregou 35 milhões de pessoas.

O presidente também chamou atenção para a importância dos minerais críticos,como lítio, níquel e cobre, usados em baterias e sistemas de energia limpa. Para ele, países em desenvolvimento precisam participar de todas as etapas da cadeia de valor, e não apenas da exportação de matéria-prima.

Críticas ao financiamento de combustíveis fósseis

Apesar dos avanços recentes na expansão de renováveis, Lula alertou que 2024 registrou o maior nível de emissões de carbono do setor energético desde 1957. Ele criticou bancos internacionais e governos que continuam incentivando a produção de petróleo, gás e carvão.

Segundo o presidente, gastos globais com armamentos superam o dobro do que é destinado à ação climática, o que, segundo ele, “pavimenta o caminho para o apocalipse climático”.

Combate à pobreza energética

Lula ressaltou que a transição energética precisa considerar desigualdades socioeconômicas. Ele destacou que:

  • 2 bilhões de pessoas não têm acesso a combustíveis adequados para cozinhar;
  • 660 milhões dependem de lamparinas ou geradores a diesel;
  • 200 milhões de crianças estudam em escolas sem eletricidade.

“Sem energia, não há agricultura moderna, hospitais funcionando ou inclusão digital”, afirmou.

Fundo brasileiro para transição energética

O presidente anunciou que o Brasil criará um fundo financiado pela receita do petróleo para apoiar iniciativas de enfrentamento à mudança do clima e promover justiça climática.

Ele defendeu também trocas de dívida por investimentos ambientais e maior acesso dos países do Sul Global a tecnologias limpas e crédito climático.

Três compromissos defendidos pelo Brasil

Ao final do discurso, Lula listou três objetivos que propõe que os países assumam conjuntamente:

  • Triplicar a energia renovável e dobrar a eficiência energética até 2030, conforme o acordo firmado na COP28.
  • Colocar o combate à pobreza energética no centro das metas climáticas, incluindo acesso à eletricidade e cocção limpa.
  • Quadruplicar o uso de combustíveis sustentáveis até 2035, conforme o Compromisso de Belém.

“Cabe aos líderes decidir se o século XXI será lembrado como o século da reconstrução inteligente ou da catástrofe climática”, afirmou Lula.



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Conab libera R$ 67 milhões para apoiar comercialização de trigo no RS e no PR



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou nesta sexta-feira (7) a liberação de R$ 67 milhões para incentivar o escoamento de até 250 mil toneladas de trigo da safra 2024/25 nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná. O objetivo é reduzir a pressão sobre os preços e garantir renda aos produtores, diante da cotação atual do cereal abaixo do valor mínimo estabelecido pelo governo federal.

O presidente da Conab, Edegar Pretto, fez o anúncio em Porto Alegre. Segundo ele, o suporte será aplicado por meio da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). O plano prevê o escoamento de até 148 mil toneladas no Rio Grande do Sul e 102 mil toneladas no Paraná – principais estados produtores do cereal no país.

“Diante da queda nos preços de mercado, a medida assegura renda ao agricultor e contribui para manter a produção nacional. Queremos que o produtor siga plantando trigo, e essa ação ajuda a sustentar o abastecimento interno”, afirmou Pretto.

Como funcionará o apoio

A subvenção será operacionalizada por meio de leilões públicos, preferencialmente utilizando o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), que cobre a diferença entre o preço mínimo e o valor de mercado. O Prêmio de Escoamento do Produto (PEP) também poderá ser utilizado, caso necessário. Em ambos os casos, o trigo deverá ser destinado para fora dos estados produtores, com o objetivo de aliviar a oferta regional.

Hoje, no Rio Grande do Sul, a saca de 60 kg do trigo fechou a R$ 58,11, abaixo do preço mínimo de R$ 78,51, diferença que projeta prêmio de aproximadamente R$ 20,40 por saca. No Paraná, o preço ficou em R$ 64,00, ante mínimo de R$ 78,51, indicando prêmio de cerca de R$ 14,51. Os valores podem variar conforme a data dos leilões e o comportamento do mercado.

Os leilões ocorrerão via Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab (Siscoe). Para participar, produtores, cooperativas e empresas precisam estar cadastrados nas Bolsas de Mercadorias credenciadas e regularizados nos cadastros federais exigidos.

Situação da safra

A Conab estima que o Brasil colha 7,7 milhões de toneladas de trigo em 2025, queda de 2,4% em relação ao ano anterior. A retração ocorre, principalmente, pela redução de 19,9% na área plantada.

O Rio Grande do Sul segue como maior produtor do país, com área estimada em 1,16 milhão de hectares e produção projetada em 3,7 milhões de toneladas. A colheita chegou a 40% da área.

No Paraná, a área cultivada caiu 28,1%, para 824 mil hectares. A produção esperada é de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 5,9%, com cerca de 90% da área já colhida.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores pedem crédito por falha no seguro rural


O projeto de lei que concede crédito emergencial a produtores rurais que tiveram negada a indenização do seguro rural por eventos climáticos adversos foi debatido na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) nesta quarta-feira (5). A audiência pública foi marcada pelas críticas dos produtores rurais aos critérios das seguradoras. Eles também apontaram apoio insuficiente do governo e apoiaram o crédito emergencial proposto.

Autora do pedido da audiência (REQ 41/2025 – CRA), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) defendeu a aprovação do PL 1.217/2025 e classificou o seguro rural como imprescindível para a estabilidade da cadeia produtiva agrícola.

— No seguro rural, ainda estamos engatinhando no Brasil. Na verdade, nós temos um seguro de crédito, não um seguro de renda, que é o próximo passo que o produtor precisa.

No mesmo sentido, o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) cobrou a modernização do seguro rural, enquanto o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) lamentou que os produtores atingidos estejam “de joelhos”. Mourão avaliou que o aumento dos eventos climáticos extremos tem deixado muitos agricultores desassistidos. 

— Muitos produtores, mesmo cumprindo todas as exigências técnicas e contratuais, foram surpreendidos pela negativa da cobertura do seguro rural, ficando à margem da política de proteção ao setor.

Autor do PL 1.217/2025, o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) definiu que o Congresso tem obrigação de apoiar os produtores rurais em dificuldade. 

O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Luís Bortolozzo, afirmou que o projeto trata o setor agrícola como merecidamente prioritário. Ele criticou a escassez de crédito e o alto custo do financiamento para o setor, situações que considera agravadas pela falta de seguro.

— Para este ano, a safra de verão está praticamente descoberta de seguro agrícola. Estamos plantando a maior safra da história brasileira sem seguro agrícola, e isso é inadmissível.

Assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Augusto Costa Rios também manifestou preocupação com a escassez de gestão de risco da safra e o aumento da restrição de crédito. Rios citou ainda o risco climático.

— Se o La Niña (…) de fato se confirmar, com certeza, em 2026, aqueles índices de inadimplência que vimos vão aumentar consideravelmente, pois o produtor está desprotegido.

O diretor executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Fabrício Morais Rosa, afirmou que há abusos por parte das seguradoras e disse que o PL 1.217/2025 evita um colapso financeiro dos produtores.

O secretário-adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz de Araújo, destacou a limitação de recursos para renegociação de dívidas rurais e pediu uma análise dos motivos pelos quais os produtores atingidos por eventos climáticos não foram indenizados.

— Teríamos que ter uma caracterização melhor da motivação e por que esse seguro não aconteceu, e continuar discutindo se é preciso algo adicional para atender essas categorias de produtores.

Assessor da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Sérgio Ferrão também entende que negativas das seguradoras precisam ser analisadas caso a caso, pois há situações de produtores rurais que não adotaram as melhores práticas para evitar danos decorrentes de eventos climáticos.

O presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Glaucio Nogueira Toyama, afirmou que os produtores que se considerem prejudicados por indenizações negadas podem recorrer à Justiça e à Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele defendeu, porém, os requisitos técnicos envolvidos na contratação de seguros.

— [Os requisitos] foram estabelecidos para que a gente caminhasse com produtos melhores e que gerasse, para o produtor, uma cobertura adequada.

 





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Preços da laranja caem no Brasil



Os preços da laranja pagos pelas indústrias no mercado interno caíram, de acordo com os levantamentos do Centro de estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o insituto, a pressão vem da demanda externa mais lenta, associada à maior oferta de fruta para processamento. Assim, a caixa de 40,8 kg, que vinha sendo negociada em torno R$ 50, passou a patamares próximos de R$ 45, na árvore, nesta semana.

Dados do Comex Stat/Mdic divulgados nessa quinta-feira, 6, mostram que, entre julho/25 e outubro/25, as exportações brasileiras de suco de laranja totalizaram 283,2 mil toneladas em equivalente concentrado (66° Brix), redução de 7,1% sobre o mesmo intervalo da temporada anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Brasil propõe ação global para ampliar prevenção a incêndios florestais



O governo brasileiro lançou, nesta quinta-feira (6), um chamado global para fortalecer a prevenção e o combate aos incêndios florestais. O Chamado à Ação pelo Manejo Integrado do Fogo e Resiliência a Incêndios Florestais foi anunciado durante a Cúpula do Clima de Belém, evento preparatório para a COP30, e já conta com a adesão de 50 países e três organizações internacionais.

A proposta reafirma o manejo integrado do fogo como uma prioridade mundial e busca ampliar a cooperação entre nações e instituições, com troca de tecnologias, conhecimento e recursos. A medida é liderada pelos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e das Relações Exteriores (MRE), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de outros chefes de Estado.

Prevenção no centro das estratégias

O chamado propõe uma mudança de enfoque nas políticas de manejo do fogo, passando da reação aos incêndios para a prevenção estruturada. A abordagem valoriza o uso tradicional e sustentável do fogo por povos indígenas e comunidades locais, reconhecendo seus conhecimentos como parte das soluções para reduzir riscos e impactos ambientais.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou que o manejo integrado combina fatores ecológicos, sociais e técnicos. Segundo ela, essa prática é essencial para “preservar a biodiversidade e evitar a perda de áreas produtivas”.

Compromissos internacionais

A iniciativa também reforça o compromisso assumido por quase 200 países na COP28, em Dubai, de conter e reverter o desmatamento até 2030. No Brasil, o governo afirma que os resultados já são visíveis. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que, entre agosto de 2024 e julho de 2025, o desmatamento caiu 11% na Amazônia e no Cerrado.

O Chamado à Ação ainda fortalece a rede Global Fire Management Hub, vinculada à FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), que funcionará como plataforma de apoio à implementação das medidas de prevenção em escala global.



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Poder de compra do avicultor é o menor em 9 meses



Em outubro, o poder de compra do avicultor paulista frente aos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) foi o menor desde janeiro deste ano, em termos reais (IGP-DI de setembro/25), indicam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o Centro de Pesquisas, entre setembro e outubro, enquanto o cereal apresentou leve valorização, os preços do derivado de soja caíram. No entanto, a queda mais acentuada nas cotações dos ovos pressionou a relação de troca entre a proteína e os insumos.

Os preços dos ovos a retirar (FOB) em Bastos, principal polo produtor do estado de São Paulo, recuaram pelo segundo mês consecutivo, registrando, em outubro, o patamar mais baixo desde novembro/24 (IGP-DI set/25). 

A média do produto branco foi de R$ 139,92/caixa com 30 dúzias no último mês, queda de 3,6% frente a setembro. A média mensal do produto vermelho, por sua vez, caiu 3,9%, a R$ 154,15/cx na mesma região.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Carne de frango interrompe 5 meses de maior competitividade frente à suína



A carne de frango perdeu competitividade frente à suína em outubro, interrompendo cinco meses seguidos de vantagem. Isso de acordo com os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Pesquisadores explicam que o resultado se deve à forte valorização da proteína avícola e à queda nos preços da suinícola. Assim, a diferença entre as cotações dessas carnes diminuiu.

Segundo o instituto, em outubro, o frango inteiro resfriado atingiu 4,55 Real/kg abaixo da carcaça especial suína, no atacado da Grande São Paulo. A diferença foi 1,5% menor que a verificada em setembro.

No mercado de frango, pesquisadores do Cepea destacam que a retomada das exportações a patamares próximos aos observados antes da ocorrência da gripe aviária tem sido determinante para o enxugamento da oferta interna e para um maior equilíbrio entre disponibilidade e demanda doméstica.

Esse cenário sustentou o avanço do preço médio mensal da carne em outubro, mesmo diante das retrações no encerramento do mês. Assim, em relação a setembro, o frango inteiro resfriado valorizou 6%, com a média passando para R$ 7,99/kg.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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China suspende controles de exportação sobre terras raras e minerais críticos



O Ministério do Comércio da China e a Administração-Geral das Alfândegas informaram nesta sexta-feira (7) que suspenderam, até 10 de novembro de 2026, a aplicação de uma série de medidas de controle de exportação anunciadas em 9 de outubro e que atingiam sobretudo a cadeia de terras raras e de minerais e insumos críticos.

As regras agora congeladas previam licença obrigatória para exportar equipamentos de separação, refino e sinterização usados na produção e no processamento de terras raras, bem como minérios, reagentes de flotação e extratantes específicos. Os insumos são essenciais para a indústria magnética, semicondutores, veículos elétricos e tecnologias de energia limpa. Também seriam controlados fornos de alta temperatura, ligas metálicas e tecnologias de deposição e difusão empregadas na fabricação de ímãs permanentes de alto desempenho.

O anúncio nº 57 ampliava o alcance do controle a produtos contendo terras raras médias e pesadas, como hólmio, érbio, túlio, európio e itérbio. Os elementos são fundamentais em lasers, fibras ópticas, telecomunicações e dispositivos de armazenamento de energia. Já os anúncios nº 61 e 62 introduziam restrições com efeito extraterritorial, determinando que empresas estrangeiras solicitassem autorização a Pequim para reexportar, de países terceiros, produtos fabricados com insumos de origem chinesa. A medida também impunha licença para a transferência de tecnologias ligadas à mineração e à metalurgia de terras raras.

As medidas são anunciadas uma semana após a reunião entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping, no fim de outubro. Nesta quinta-feira (6), os Estados Unidos formalizaram a suspensão da elevação de tarifas à China por um ano.



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