quinta-feira, março 12, 2026

Agro

News

Chuva forte, temporais e vento de até 70 km/h marcam o 1º dia de 2026


temporais na previsão do tempo
Foto: Pixabay

A quinta-feira (1º) segue marcada por chuva em grande parte do país, segundo a Climatempo. O transporte de calor e umidade mantém o risco de pancadas fortes, temporais e rajadas de vento em várias regiões.

Apesar da chuva, o calor ainda predomina em boa parte do Brasil neste primeiro dia do ano. Confira a previsão do tempo em cada região:

Sul

Nesta quinta-feira, o transporte de calor e umidade segue favorecendo as pancadas de chuva pela região. Durante as primeiras horas do dia, chove de maneira moderada a forte em áreas do norte gaúcho, boa parte de Santa Catarina, além do oeste e sudoeste paranaense.

A partir do início da manhã, as instabilidades se espalham mais pela metade norte gaúcha, Santa Catarina e pelo Paraná. A partir do início da tarde, as pancadas de chuva ganham força na região, chove de maneira mais forte e há chance de temporais pelo Paraná e pelo estado catarinense.

Já no restante do Rio Grande do Sul, o tempo segue mais firme ao longo do dia. Entre o fim da tarde e o início da noite, a aproximação de uma nova frente fria oceânica favorece pancadas de chuva moderadas a fortes, no sul e sudeste do estado gaúcho.

O calor segue predominando na maior parte da região, com temperaturas elevadas, enquanto no norte do Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e áreas da serra gaúcha e catarinense, o dia segue com tempo mais ameno.

As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em grande parte do Paraná e de Santa Catarina, além do norte e litoral sul gaúcho.

Sudeste

As instabilidades seguem ocorrendo em boa parte do Triângulo, oeste e norte de Minas Gerais, de maneira moderada e pontualmente mais forte, além de áreas do oeste, norte, noroeste e interior de São Paulo desde o começo do dia.

Ao longo da manhã, chove de maneira fraca a moderada e pontualmente mais forte em alguns pontos do litoral do estado paulista, além do noroeste de Minas Gerais e boa parte do Rio de Janeiro.

A presença de calor e umidade segue favorecendo as pancadas de chuva ao longo do dia, que ganham força. Chove de maneira moderada a forte intensidade neste primeiro dia do ano pelo estado de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro e metade sul do Espírito Santo, com chance de temporais e trovoadas.

Há risco de temporais na maior parte do estado paulista, centro-sul e Triângulo de Minas, além do sul, interior, serra e noroeste fluminense. Já no restante do Espírito Santo e nordeste de Minas, o tempo deve seguir mais firme, e em Vitória há chance de pancada isolada no fim do dia.

O mar deve seguir mais agitado no Espírito Santo e há aviso de ressaca entre o Rio de Janeiro e Arraial do Cabo, durante a madrugada e início da manhã. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em grande parte de São Paulo, sul de Minas, além do Espírito Santo e norte fluminense, podendo chegar a 70 km/h no litoral norte do Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

As pancadas de chuva seguem ocorrendo em pontos isolados do norte de Mato Grosso, além do sul e leste de Mato Grosso do Sul, desde as primeiras horas do dia, ganhando força ainda pela manhã nessas áreas, além do norte e sul de Goiás.

Entre o fim do período da manhã e o início da tarde, as instabilidades ganham mais força com a presença do fluxo de calor e umidade e de perturbações em níveis mais elevados da atmosfera.

As pancadas de chuva podem ocorrer de maneira mais forte nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, com chance de temporais no sul e faixa leste sul-mato-grossense, além do sul e sudeste de Goiás.

Até o fim da noite, o tempo melhora em boa parte dos estados, mas ainda chove de maneira isolada em áreas do noroeste, oeste, sul e interior de Mato Grosso, além do leste de Mato Grosso do Sul e do sul e leste de Goiás.

O calor segue predominando na região e as temperaturas permanecem elevadas. As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h na metade sul de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

Chove de maneira mais fraca em áreas do interior e sul do Piauí e do Maranhão, além do oeste e noroeste da Bahia, desde as primeiras horas do dia.

O tempo segue mais firme pela manhã em boa parte da região, até o fim do período, quando novas instabilidades voltam a ganhar força na metade oeste da Bahia, metade sul do Maranhão e do Piauí, devido à atuação de um VCAN (Vórtice Ciclônico de Altos Níveis).

Há risco de temporais entre o oeste do Piauí e o leste do Maranhão. No litoral baiano, norte do Ceará e do Rio Grande do Norte, as chuvas ocorrem de maneira mais fraca.

Nas demais áreas, o tempo segue mais firme ao longo do dia e as temperaturas permanecem elevadas. Ao longo da faixa litorânea e no leste da região, as rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h.

A umidade do ar segue mais baixa em áreas do interior, como norte da Bahia, oeste de Sergipe, Alagoas, interior de Pernambuco e do Ceará e norte do Piauí, podendo ficar abaixo dos 20% no oeste da Paraíba, sul e oeste do Rio Grande do Norte e leste do Ceará.

Norte

As instabilidades seguem ocorrendo de maneira moderada a forte no Amazonas, Rondônia, Acre e Tocantins, com risco de temporais no oeste do Amazonas.

No norte do Amapá e oeste de Roraima, também pode chover de maneira mais forte, enquanto nas demais áreas desses estados o tempo segue mais aberto, com chance de chuva fraca em alguns pontos.

No Pará, as instabilidades diminuem, mas ainda há chance de chuva moderada a forte no oeste e metade sul do estado. Nas demais áreas, o tempo segue mais firme e o calor continua predominando.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O post Chuva forte, temporais e vento de até 70 km/h marcam o 1º dia de 2026 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Você viu? Ibama resgata mais de 40 animais silvestres em churrascaria


animais silvestres Ibama
Foto: Ibama/PI

Uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resultou no resgate de 41 animais silvestres mantidos ilegalmente em cativeiro no município de São João da Fronteira, no norte do Piauí. O caso ganhou grande repercussão nacional e o conteúdo, publicado no site do Canal Rural em agosto deste ano, tornou-se um dos mais lidos de 2025.

A ação foi realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Batalhão Especial de Policiamento do Interior (Bepi), da Polícia Militar do Piauí. A fiscalização ocorreu no distrito de Alto Alegre, às margens da BR-222, após denúncia de que uma churrascaria operava ao lado de um criadouro ilegal de animais silvestres.

No local, os agentes encontraram 18 caititus (Pecari tajacu), popularmente conhecidos como porco-do-mato, e 23 cutias (Dasyprocta sp.). De acordo com o Ibama, os animais eram abatidos para a comercialização de carne de caça, prática considerada crime ambiental pela legislação brasileira.

Segundo o analista ambiental e médico veterinário do Ibama, Fabiano Pessoa, além da infração ambiental, a atividade representa um grave risco à saúde pública. “É importante destacar o risco de saúde para quem mantém esses animais silvestres em cativeiro ilegal e também para quem consome a carne. As condições de manutenção e manejo não passam por nenhum controle sanitário ou veterinário, o que favorece a transmissão de doenças, além de caracterizar crime ambiental”, afirmou.

Após o resgate, os animais passaram por avaliação clínica ainda no local da operação. Em seguida, foram encaminhados para a unidade do Ibama em Teresina, onde seguem sob acompanhamento técnico. As equipes ambientais avaliam agora a possibilidade de formação de grupos para futura soltura em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (Asas), respeitando critérios sanitários e ambientais.

A ampla repercussão do caso reforçou o debate sobre a captura ilegal, o tráfico de animais silvestres e os riscos associados ao consumo de carne de origem irregular.

O post Você viu? Ibama resgata mais de 40 animais silvestres em churrascaria apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho silagem se recupera após retorno das chuvas



Produtividade do milho silagem melhora no Estado



Foto: Agrolink

A cultura do milho destinado à silagem apresenta recuperação no Rio Grande do Sul após o retorno das chuvas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1). De acordo com a entidade, “as perdas de produtividade causadas no início do mês vão sendo atenuadas pela recuperação da umidade do solo em virtude das chuvas regulares”, cenário observado na maioria das regiões produtoras.

A exceção ocorre na Fronteira Noroeste, onde o corte do milho permanece paralisado em razão do elevado volume de precipitações e da alta umidade do solo. Nas demais áreas, a Emater/RS-Ascar informa que as condições das lavouras são consideradas adequadas, com expectativa positiva de produtividade. A estimativa da entidade aponta que a área destinada ao milho para silagem deve alcançar 366.067 hectares, com produtividade média prevista de 38.338 quilos por hectare.

Na região administrativa de Erechim, as lavouras destinadas à produção de silagem apresentam condições fitossanitárias e de crescimento consideradas satisfatórias. Conforme a Emater/RS-Ascar, a expectativa é de rendimentos em torno de 50 toneladas por hectare.

Em Ijuí, a boa umidade do solo favoreceu a aplicação de fertilizantes em cobertura, especialmente a ureia, utilizada como fonte de nitrogênio e aplicada de forma parcelada para melhor aproveitamento. O milho para silagem está em início de corte e, segundo o informativo, houve redução no volume de massa produzida, embora a quantidade de grãos seja considerada razoável.

Na região de Pelotas, as lavouras que haviam sido afetadas pelo déficit hídrico já se recuperaram e devem retomar o crescimento, enquanto os produtores seguem com a implantação de novas áreas. Já em Santa Rosa, a persistência de chuvas intensas interrompeu as operações de ensilagem. A Emater/RS-Ascar relata que “o excesso de umidade na massa vegetal compromete a obtenção do teor ideal de matéria seca para ensilagem”, o que afeta a compactação, o processo fermentativo e a qualidade final do produto. Diante desse cenário, os produtores aguardam períodos mais secos para retomar os trabalhos.





Source link

News

Novo modelo de nota fiscal já está em vigor; veja o que muda para o produtor rural


Nota Fiscal de Produtor, bloco do produtor
Foto: Prefeitura de Faxinal do Soturno/ RS

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) alerta os produtores rurais para mudanças no modelo de emissão de notas fiscais, que passam a valer em 1º de janeiro de 2026. A alteração faz parte da reforma tributária e exigirá adequações nos sistemas utilizados pelo setor.

Segundo a entidade, produtores que utilizam sistemas próprios para emitir notas fiscais eletrônicas precisam solicitar, até o fim de 2025, a atualização para o novo padrão definido pela Receita Federal. A medida é necessária para evitar problemas operacionais e fiscais no início do próximo ano.

Ainda de acordo com a CNA, a transição marca o início do novo modelo de tributação sobre o consumo no país, com impactos diretos na rotina administrativa das propriedades rurais.

Adequação dos sistemas e riscos operacionais

Renato Conchon, coordenador do Núcleo Econômico da CNA, explica que a falta de adaptação pode gerar entraves já nos primeiros dias de 2026. Ele destaca que o novo modelo será obrigatório para a emissão de documentos fiscais a partir dessa data.

Além disso, Conchon orienta que os produtores procurem seus fornecedores de sistemas de nota fiscal ainda em 2025. A atualização antecipada reduz riscos de falhas, atrasos e inconsistências na emissão dos documentos fiscais exigidos pelo Fisco.

A CNA reforça que a mudança afeta tanto produtores pessoas físicas quanto jurídicas que utilizam sistemas próprios, exigindo atenção redobrada na fase final de 2025.

Reforma tributária e período de transição

A reforma tributária prevê a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), modelo adotado em vários países. No Brasil, o sistema será implementado por meio do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

Esses tributos vão substituir, de forma gradual, os impostos atuais sobre o consumo. Durante o ano de 2026, o setor rural entrará em um período de transição. Nesse intervalo, as notas fiscais já seguirão o novo padrão, com destaque de uma alíquota de 1%.

Segundo Conchon, essa alíquota terá caráter de teste e não representará pagamento efetivo. O objetivo é permitir que os órgãos responsáveis ajustem as alíquotas definitivas ao longo do ano.

Planejamento e impactos para o agro

A CNA recomenda que a adaptação seja feita de forma planejada, envolvendo áreas como contabilidade, jurídico, financeiro, comercial, recursos humanos e tecnologia da informação. A integração entre essas áreas é considerada essencial para uma transição sem contratempos.

Além dos ajustes operacionais, a entidade aponta benefícios previstos para o agro, como redução de 60% nas alíquotas, regime opcional para produtores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, tratamento diferenciado para cooperativas e biocombustíveis e ausência do imposto seletivo sobre produtos agropecuários.

A CNA também destaca que o novo modelo tende a reduzir a cumulatividade de tributos, com reflexos no preço final dos alimentos ao consumidor. Para auxiliar os produtores, a entidade disponibiliza uma página especial com conteúdos explicativos sobre a reforma tributária.

O post Novo modelo de nota fiscal já está em vigor; veja o que muda para o produtor rural apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Goiás pode bater recorde histórico da soja em 2025


De acordo com a edição de dezembro do informativo Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Goiás encerrou o período de janeiro a outubro de 2025 com 14,3 milhões de toneladas exportadas do complexo soja. O volume é o segundo maior da série histórica, ficando atrás apenas das 14,4 milhões de toneladas embarcadas em 2023, diferença de 64,4 mil toneladas.

A Seapa informou que o resultado “sinaliza forte possibilidade de superação do recorde ainda em 2025, caso o ritmo de embarques seja mantido”. O estado mantém avanços na infraestrutura logística e na capacidade de armazenagem, reforçando sua posição como o segundo maior exportador nacional.

Conforme o Boletim da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura da soja atingiu 65% da área até 15 de novembro de 2025, abaixo dos 80% registrados no mesmo período da safra anterior. A diferença é atribuída à irregularidade das chuvas em outubro, que comprometeu a emergência e o desenvolvimento inicial das lavouras, resultando em baixa uniformidade e replantios pontuais.

Na região Sudoeste, os produtores intensificaram a semeadura apostando no retorno das precipitações e recorreram a profundidades maiores para aproveitar a umidade residual do solo, estratégia que, segundo o informativo, “evidencia o risco climático do início do ciclo”.

As cotações da soja seguem firmes, mas com margens de rentabilidade pressionadas. A Seapa destaca que, em novembro, a média de preço alcançou R$ 140,47 por saca, alta de 1,9% no mês, conforme dados do Cepea/Esalq. Ainda assim, o aumento dos custos de insumos e da logística tem reduzido a rentabilidade dos produtores.

O Boletim Logístico da Conab indica que Goiás registrou baixa demanda por fretes no período, reflexo da entressafra e da comercialização superior a 90% da safra 2024/25. Mesmo assim, houve ajustes de preços nas rotas para a Baixada Santista e Paranaguá, elevando o custo de escoamento.

Além disso, o informativo ressalta que “os insumos da cadeia da soja têm forte dependência de importações brasileiras de fertilizantes”, o que mantém os gastos de adubação elevados e impacta diretamente o custo de produção no estado.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas afetam vinhedos, mas produção de uva se mantém


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1º), a cultura da uva no Rio Grande do Sul apresenta avanço nas fases produtivas e estabilidade na oferta, apesar dos impactos causados por eventos climáticos recentes em algumas regiões produtoras.

Na região administrativa de Caxias do Sul, o forte temporal registrado em 8 de dezembro provocou a queda de diversos vinhedos. Segundo a Emater/RS-Ascar, a maior parte das áreas já foi reerguida, o que permite uma avaliação mais precisa dos prejuízos. Técnicos orientam a aplicação de defensivos agrícolas, adubação foliar e preparados orgânicos para auxiliar na cicatrização dos ferimentos e no controle de doenças fúngicas, especialmente míldio e podridões no cacho. Em função das festas de Natal e de final de ano, houve elevação nos preços da uva. Em Bento Gonçalves, a variedade Vênus destinada ao consumo in natura apresenta boa sanidade, com preços entre R$ 4,00 e R$ 9,00 o quilo. As variedades Niágara Rosada e Branca são comercializadas diretamente na propriedade por valores entre R$ 4,50 e R$ 8,00 o quilo. As chuvas intensas registradas na véspera de Natal também causaram a queda de vinhedos em municípios como Cotiporã, Nova Roma do Sul e Farroupilha, mas, conforme o informativo, “os danos não reduziram de forma significativa a produção regional”.

Na região de Frederico Westphalen, a variedade Vênus se encontra em fase final de colheita. A cultivar Bordô avança de forma uniforme na compactação do cacho e na maturação. As variedades Niágara Rosada e Niágara Branca evoluem do estágio de compactação para a maturação, indicando um ciclo mais acelerado em relação a outras cultivares. Seyve Villard e Carmem também apresentam compactação do cacho e maturação, com desenvolvimento vegetativo e formação de frutos adequados. O monitoramento fitossanitário segue contínuo, com controle de míldio, oídio e podridão-da-uva-madura nas variedades mais tardias. No mercado regional, a Niágara Rosada é comercializada a um preço médio de R$ 5,00 o quilo, enquanto a Vênus permanece estável em torno de R$ 2,00 o quilo.

Na região administrativa de Soledade, os parreirais estão em fase de formação de bagas. No Baixo Vale do Rio Pardo, a cultivar Niágara entrou em pré-maturação. O tempo chuvoso, úmido e abafado favoreceu o desenvolvimento de doenças fúngicas, como míldio e podridão-da-uva-madura, exigindo manejo preventivo e, em alguns casos, curativo. Ainda assim, segundo a Emater/RS-Ascar, a sanidade e o potencial produtivo da safra permanecem elevados.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Logística e clima pressionam colheita de pêssego no RS


A colheita de pêssego no Rio Grande do Sul enfrenta entraves logísticos e perdas produtivas neste início de verão. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1), a região administrativa de Pelotas vive o pico da colheita, mas produtores lidam com filas prolongadas para descarga nas indústrias, além da limitação no fornecimento de caixas. As condições climáticas, marcadas por altas temperaturas e elevada umidade relativa do ar, têm favorecido a ocorrência da podridão-parda, provocando perdas expressivas de frutos.

As indústrias informam dificuldades para ampliar o ritmo de processamento em razão da escassez de mão de obra. Em 22 de dezembro, uma reunião promovida pela Prefeitura de Pelotas, com participação da Conab, de entidades ligadas à cultura e de produtores, discutiu alternativas para o escoamento da produção. Na ocasião, foi sinalizada a disponibilização de R$ 4 milhões para a compra de sucos produzidos por cooperativas da região.

A estimativa é de que a safra apresente redução de cerca de 20% em relação à projeção inicial. Os preços pagos pela indústria, fixados em R$ 2,10/kg para pêssegos tipo I e R$ 1,85/kg para o tipo II, têm gerado insatisfação entre os produtores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, em Pinto Bandeira, a colheita das cultivares de ciclo médio, como Chimarrita, BRS Regalo e BRS Serenata, já foi encerrada. A principal variedade do município, PS 10711, encontra-se em fase final de colheita, com queda significativa nos volumes. As cultivares tardias, como Eragil e Barbosa, estão em pré-maturação e apresentam carga produtiva considerada satisfatória. Os preços pagos ao produtor variam entre R$ 2,80 e R$ 6,00/kg, conforme calibre, qualidade e mercado, com tendência de manutenção durante o período das festas.

A colheita de ameixa segue em andamento, com destaque para a cultivar Fortune, cuja comercialização se intensifica no final do ano. Os preços estão em torno de R$ 7,00/kg para frutos de maior calibre e entre R$ 4,00 e R$ 6,00/kg para os menores. O amadurecimento da cultura ocorreu com atraso, e a nectarina é comercializada pelos mesmos valores.

Na região de Soledade, as variedades de pêssego de ciclo intermediário e semi-tardio estão em fase final de colheita. A produção apresenta bom desempenho em áreas com manejo adequado, mas houve aumento da incidência de mosca-das-frutas e de podridão-parda, exigindo reforço nas práticas de controle. Apesar da elevada oferta, a demanda se concentra principalmente na Serra Gaúcha, com incremento típico do período de final de ano, tanto para pêssego quanto para ameixa.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

USDA informa mais uma venda de soja nesta 5ª (18), enquanto China segue…


Anúncio é o terceiro da semana e, nesta sexta-feira, nação asiática leiloa mais 550 mil t da oleaginosa importada; demanda segue alta nas operações

Logotipo Notícias Agrícolas

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou mais uma venda de 114 mil toneladas de soja para destinos não revelados nesta quinta-feira (18). O volume é todo da safra 2025/26 e o mercado segue especulando que a China seja o destino.

Durante a semana, o departamento trouxe diversos informes diários de venda de soja e de milho, mostrando que, de fato, a nação asiática está mais ativa no mercado norte-americano. No entanto, há ainda muitas incertezas sobre sua continuidade, sobretudo quando a nova safra do Brasil começar a chegar trazendo produto mais competitivo. 

E ao mesmo tempo em que a China vem fazendo compras de soja nos Estados Unidos, segue realizando leilões de soja importada e garantindo boa demanda. Na operação realizada nesta semana, foram arrematadas 63% do lote de 514 mil toneladas, com destaque para as compras das tradings em bons volumes.

“Isso não é bom para o Brasil, não agora, mas para frente, no ano que vem, porque a demanda do chinês pela nossa nova safra ainda está lenta. Se essa história se repetir – que é comprar soja americana que eles não precisam para gerar demanda nos leilões, esse rodízio de reserva, precisa gerar um certo sentimento de escassez, diminuindo a velocidade da liberação dos navios, as certificações”, explica Eduardo Vanin, Senior Agriculture Strategist da Marex  e diretor da Agrinvest Commodities. 

Atualmente, o tempo destas liberações passou de 10 para cerca de 20 dias, já gerando essa “escassez”, promovendo a demanda pela soja leiloada. O alerta de Vanin é para o impacto de movimentos como estes se repetindo em 2026, com os EUA podendo concorrer com o Brasil pelas janelas do programa de exportação, em especial do segundo semestre do próximo ano. 

Com as compras mais recentes da China nos EUA, a demanda pela soja do Brasil perdeu um pouco do seu fôlego neste mês de dezembro, com a média diária dos embarques brasileiros em cerca de 100 mil toneladas, a menor do ano. No acumulado deste mês, são 1,330 milhão de toneladas. Em todo 2025, todavia, os números das exportações de soja do Brasil seguem muito fortes. 

Nesta sexta-feira (19), a China realiza um novo leilão de 550 mil toneladas. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportações goianas de lácteos avançam em 2025


A dinâmica do mercado de lácteos tem sido marcada por aumento da oferta e pressão sobre os preços, segundo a edição de dezembro do informativo mensal Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). No mercado internacional, a elevação da produção nas principais regiões produtoras, associada a uma demanda menos consistente, limitou a sustentação das cotações. Esse cenário resultou em nova queda de 3,0% no Índice GDT no 392º leilão, realizado em 18 de novembro de 2025, que fixou o valor médio dos lácteos em US$ 3.678 por tonelada.

No Brasil, a oferta interna de leite e derivados também avançou, impulsionada pelo crescimento da produção e pelo aumento das importações. Em outubro, o preço do leite pago ao produtor recuou 5,7% em relação a setembro, com a Média Brasil alcançando R$ 2,30 por litro, conforme dados do Cepea. No mesmo período, as importações brasileiras de lácteos somaram 25,1 mil toneladas, alta de 8,0% na comparação mensal, enquanto as exportações totalizaram 3,0 mil toneladas, queda de 18,6% frente a setembro de 2025.

O informativo destaca ainda que a edição de agosto de 2025 do Observatório do Consumidor da Embrapa aponta o leite condensado como um produto de relevância cultural no Brasil, associado a tradições, celebrações e memória afetiva, fator que contribui para sua resiliência em períodos festivos, como o Natal.

No comércio exterior, Goiás registrou exportações de 129,8 toneladas de leite condensado entre janeiro e outubro de 2025, com receita de US$ 302,4 mil. Os embarques tiveram como destino os Estados Unidos, o Paraguai e a Argentina, sendo o mercado norte-americano responsável por 86,1% do volume total. Na comparação com o mesmo período de 2024, houve crescimento de 134,8% em volume e de 117,4% em valor exportado, indicando maior participação do estado nesse segmento.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Setor avícola registra crescimento no terceiro trimestre


De acordo com a edição de dezembro do informativo mensal Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o poder de compra do avicultor apresentou avanço em outubro, impulsionado pela valorização do frango vivo e pela redução no custo do farelo de soja. O animal vivo foi cotado a R$ 6,27 por quilo, alta de 8,0% na comparação mensal, enquanto o farelo de soja alcançou R$ 1.637,20 por tonelada, com recuo de 1,8%, segundo dados do Cepea.

O cenário contribuiu para o estímulo à produção de proteína animal no país. Resultados preliminares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, no terceiro trimestre de 2025, foram abatidos 1,6 bilhão de animais no Brasil, volume 4,0% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. O peso total das carcaças somou 3,5 milhões de toneladas, crescimento de 3,5% na mesma base de comparação. A produção de ovos também avançou, com alta de 4,1%, alcançando 1,2 bilhão de dúzias no período analisado.

No mercado internacional, a diversificação de destinos segue como estratégia para reduzir riscos no comércio exterior de commodities. Embora a China ainda não tenha retomado de forma significativa as compras de carne de frango, em decorrência do surto de Influenza Aviária registrado no Brasil, a Coreia do Sul ampliou sua participação como compradora da proteína brasileira. Em outubro, o país asiático foi o principal destino da carne de frango produzida em Goiás, com a importação de 3,2 mil toneladas, totalizando US$ 7,4 milhões. O desempenho representou crescimento em valor, volume e preço médio pago por tonelada em relação ao mesmo mês do ano anterior.

No acumulado de 2025, a Coreia do Sul atingiu marca histórica nas aquisições de carne de frango goiana, tanto em valor quanto em volume. A expectativa para o setor é de manutenção da demanda interna e das exportações em patamar elevado, favorecida pelas festividades de fim de ano e pela retomada do ritmo habitual das transações comerciais.





Source link