segunda-feira, março 30, 2026

Agro

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Fundo para florestas tropicais garante mais de US$ 5,5 bi em financiamento



Lançado oficialmente nesta quinta-feira (6), durante a Cúpula de Líderes que antecede a COP30, o Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF) já assegurou mais de US$ 5,5 bilhões em financiamento, o equivalente a metade da meta prevista para 2025. A iniciativa brasileira tem como objetivo financiar a proteção das florestas tropicais, conciliando preservação ambiental e retorno financeiro aos investidores.

O fundo atraiu grandes aportes internacionais logo em seu lançamento. A Noruega anunciou US$ 3 bilhões, seguida pela Indonésia, com US$ 1 bilhão. A França destinou € 500 milhões, enquanto Portugal confirmou € 1 milhão. A Alemanha deve ser o próximo país a anunciar participação financeira, representada pelo chanceler Friedrich Merz.

O governo brasileiro também espera novos aportes do Reino Unido e da China. O príncipe William e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer sinalizaram apoio à proposta e devem apresentá-la ao Parlamento britânico para aprovação. Já a China foi representada na cúpula pelo vice-primeiro-ministro Ding Xuen Xiang, na ausência do presidente Xi Jinping.

Entre as ausências mais notadas estão as dos presidentes Donald Trump (Estados Unidos) e Javier Milei (Argentina), cujos países permanecem fora do Acordo de Paris. A ausência reforçou o protagonismo europeu no evento, com destaque para as presenças de Emmanuel Macron (França), Pedro Sánchez (Espanha) e Keir Starmer (Reino Unido).

Durante a cerimônia, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, explicou que o fundo não se baseia em doações, mas em investimentos reembolsáveis voltados à preservação ambiental.

“É possível ter um instrumento que financia a proteção das florestas tropicais e que não é doação. Tanto recursos públicos quanto privados terão seu dinheiro de volta, e, o mais importante, também irão para a proteção das florestas”, afirmou a ministra.

Programação da Cúpula

Além do lançamento do fundo, a programação da cúpula incluiu duas sessões temáticas nesta sexta-feira (7). A primeira, sobre transição energética, foi aberta pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu o combate à pobreza energética e o intercâmbio tecnológico entre países em desenvolvimento e nações ricas.

A segunda sessão, liderada também por Lula, revisitou os dez anos do Acordo de Paris, com foco nos compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa.



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Ciclone coloca estados e capitais em alerta e mobiliza Defesas Civis; saiba onde o risco é maior



A formação de um ciclone extratropical entre o Sul e o Sudeste do país mantém o alerta para temporais, ventos fortes e chuva volumosa ao longo do fim de semana. De acordo com o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, o sistema está em processo de ciclogênese, quando uma área de baixa pressão se organiza até dar origem ao ciclone, e já provoca condições de tempo severo. 

Nesta sexta-feira (7), o alerta é maior para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, sobretudo no oeste de SC, sudoeste do PR e centro-norte do RS, onde há risco de queda de granizo e rajadas de vento que podem superar os 100 km/h. Nessas áreas, também não se descarta alagamentos e deslizamentos, já que os acumulados podem ultrapassar 100 mm em 24 horas.

Ao longo da noite de sexta e durante a madrugada, as tempestades se deslocam para o interior de São Paulo e o sul de Mato Grosso do Sul, onde a Defesa Civil já mobiliza estruturas de prevenção em função do potencial de estragos, como queda de árvores, interrupção no fornecimento de energia e danos em lavouras. Müller reforça que a condição é de tempo severo, o que exige atenção mesmo que os fenômenos não ocorram de forma homogênea em todas as cidades. “O ciclone produz ventos amplos, capazes de derrubar árvores. Não significa que todo bairro será atingido, mas o risco geral é alto”, explica.

No sábado (8), a instabilidade avança para Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. Nesses estados, também há chance de granizo e ventania intensa, inclusive na Grande São Paulo. Eventos de grande porte, shows ao ar livre e atividades expostas ao vento podem ser afetados. Já no Sul, a chuva se torna mais fraca e passageira ao longo do dia, permitindo gradualmente a melhora do tempo.

A partir de domingo (9), o ciclone se afasta e o tempo firma no Sul, em Mato Grosso do Sul e no estado de São Paulo. A frente fria associada ao sistema, no entanto, empurra a chuva para o interior do país, levando volumes entre 30 e 80 mm para áreas que vinham registrando estiagem, como norte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e sul da Bahia, condição considerada positiva para as lavouras de grãos e pastagens em desenvolvimento.

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Line-up prevê embarques de 4,1 milhões de t de soja no Brasil em novembro



O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 4,137 milhões de toneladas de soja em grão para novembro, conforme levantamento realizado pela consultoria Safras & Mercado.

No mesmo mês do ano passado, as exportações somaram 4,443 milhões de toneladas, segundo a estimativa.

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Números de setembro e outubro

A projeção de exportação para outubro é de 6,398 milhões de toneladas, enquanto em setembro foram embarcadas 6,964 milhões de toneladas.

Comparação anual de soja

De janeiro a novembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 105,707 milhões de toneladas.

Já em relação ao mesmo período do ano passado, foram 95,590 milhões de toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cafés robusta do Acre brilham em evento internacional


Os cafés robusta amazônicos do Acre voltaram a se destacar na Semana Internacional do Café (SIC), realizada em Belo Horizonte (MG), projetando mais uma vez o estado como uma das novas forças do setor cafeeiro nacional. Com um estande próprio e produtores presentes no primeiro dia de evento, nesta quarta-feira, 5, o estado apresentou ao público cafés de alta qualidade, resultado de investimentos contínuos.

Logo no primeiro dia, o espaço do Acre atraiu visitantes de diferentes regiões do Brasil e de outros países, interessados em conhecer o sabor e o potencial do café cultivado na Amazônia. A receptividade reforça o crescimento do estado no mercado, especialmente pelo reconhecimento do trabalho feito em pequenas propriedades familiares.

O estande, resultado da parceria entre a Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), marca uma oportunidade relevante para o setor cafeeiro do Acre. Sendo a segunda participação do estado na feira, o momento reforça o avanço e a visibilidade da produção local no cenário nacional.

A coordenadora do Núcleo de Cafeicultura da Seagri, Michelma Lima, comemorou o sucesso do estande de cafés robusta amazônicos do Acre já no primeiro dia de evento. E espera que, nos próximos dois dias, o público seja ainda maior e até supere a participação registrada em 2024.

“A nossa expectativa é que continue a presença e a vinda desse público até o nosso estande para provar nossos cafés. Os produtores também estão entregando suas amostras. Há muitas cafeterias e torrefadoras interessadas nas amostras, querendo conhecer um pouco mais sobre esse café para, futuramente, realizar negociações com os produtores”, afirma.

Além disso, a profissional destaca o impacto de levar pequenos produtores a eventos de grande porte como a Semana Internacional, proporcionando momentos de troca de experiências, aprendizado e fortalecimento da cadeia produtiva.

“A presença na SIC é importante para conectá-los diretamente aos elos da cadeia produtiva. Aqui, eles têm contato direto com compradores tanto do Brasil quanto do exterior. O produtor passa a ter outro olhar. Hoje, o consumidor não quer saber apenas se o café é bom ou não. Ele quer conhecer a história, o que está por trás desse café”, destaca Michelma.

Mileni Galuppo, nutricionista, visita todos os anos o espaço da Expominas para conhecer e apreciar a produção cafeeira do Brasil. Ao experimentar o café acreano em 2024, ficou surpresa com a qualidade e, por isso, fez questão de retornar ao estande neste ano.

“Eu já conheço os cafés robusta. No ano passado, me surpreendi quando experimentei, porque achei o sabor meio achocolatado, e, como eu gosto muito de chocolate, achei gostoso demais”, contou.

Mileni ressaltou ainda que enxerga um grande potencial no que é produzido no estado e que prefere consumir o café de produtores acreanos, especialmente pela forma sustentável como a produção é realizada.

“Com certeza, o Acre tem potencial. O café é muito bom, com um gosto maravilhoso e diferenciado. Possui uma sensação agradável para quem aprecia sabores como chocolate e caramelo, é realmente muito gostoso. E, por ser do Acre, é uma produção em prol da floresta”, observou.

José Sebastião Oliveira, de Xapuri, foi o grande vencedor da 3ª edição do concurso Qualicafé, alcançando 89,5 pontos e conquistando para sua produção o título de melhor café do Acre em 2024. Participante da Semana Internacional do Café, o produtor reforça a importância da constante capacitação.

“Trabalhamos com agricultura familiar e precisamos garantir qualidade no nosso produto. Para isso, precisamos de assistência técnica que nos oriente para produzir uma quantidade que conseguimos administrar, mas que também agregue valor. Por isso, considero essencial o incentivo do governo. Isso é muito importante, eu tiro o chapéu”, frisa.

Com notoriedade em expansão, o interesse do público de outras regiões do Brasil e até do exterior cresce ainda mais quando descobrem que seu café é produzido em Xapuri, cidade mundialmente conhecida por ser berço de um dos maiores defensores da Amazônia e da causa ambiental.

“As pessoas estão muito curiosas para conhecer o café, principalmente por ser de Xapuri. Já que é a terra de Chico Mendes, isso já traz um peso maior, pois é um nome que projeta ainda mais o Acre e desperta o interesse dos visitantes”, completa.





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Line-up prevê embarques de 4,1 milhões de t de soja pelo Brasil em novembro



O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 4,137 milhões de toneladas de soja em grão para novembro, conforme levantamento realizado pela consultoria Safras & Mercado.

No mesmo mês do ano passado, as exportações somaram 4,443 milhões de toneladas, segundo a estimativa.

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Números de setembro e outubro

A projeção de exportação para outubro é de 6,398 milhões de toneladas, enquanto em setembro foram embarcadas 6,964 milhões de toneladas.

Comparação anual de soja

De janeiro a novembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 105,707 milhões de toneladas.

Já em relação ao mesmo período do ano passado, foram 95,590 milhões de toneladas.



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China libera importações de frango brasileiro, mas Rio Grande do Sul segue com restrições



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) confirmaram nesta sexta-feira (data) a reabertura total das exportações de carne de frango brasileira para a China no que diz respeito às suspensões adotadas após o registro de um foco de gripe aviária de alta patogenicidade em uma granja comercial no Rio Grande do Sul, em maio deste ano.

Segundo as entidades, a medida é resultado do trabalho diplomático conduzido pelo governo brasileiro junto às autoridades sanitárias chinesas e reforça a confiabilidade do país no controle de doenças e na segurança da produção avícola.

Apesar do avanço, frigoríficos do Rio Grande do Sul ainda não estão autorizados a retomar os embarques para a China. O motivo é a ocorrência de Doença de Newcastle, registrada em agosto de 2024 e já considerada superada pelo setor.

A ABPA e a Asgav afirmam que todas as informações técnicas e sanitárias necessárias já foram apresentadas ao governo chinês e defendem que o estado está apto a retomar os embarques.

“As condições sanitárias foram restabelecidas e o Rio Grande do Sul segue como parceiro estratégico para a oferta de proteína de alta qualidade ao mercado chinês”, destacam as entidades, que esperam o restabelecimento do fluxo comercial após a conclusão das tratativas técnicas.

A China é o principal destino da carne de frango brasileira, respondendo por cerca de 14% das exportações do setor.



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Importação chinesa de soja em outubro aumenta 17,2% em comparação a ano passado



A China importou 9,48 milhões de toneladas de soja em outubro deste ano, alta de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2024, quando adquiriu 8,09 milhões de toneladas, segundo dados preliminares da Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc). Em valores, as compras da oleaginosa somaram US$ 4,36 bilhões, crescimento de 11,2% na comparação anual.

Acumulado do ano

De janeiro a outubro, as importações chinesas de soja totalizaram cerca de 95,68 milhões de toneladas, avanço de 6,4% frente ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de dez meses, o valor importado foi de US$ 42,68 bilhões, uma queda de 6,2% em relação a 2024.

Segundo a GACC, as importações de óleos vegetais somaram 540 mil toneladas em outubro, recuo de 5,6% ante o mesmo mês do ano passado. O valor gasto com essas compras foi de US$ 701,8 milhões, aumento de 16,4% na mesma comparação. No acumulado do ano, as importações de óleos vegetais chegaram a 5,55 milhões de toneladas, queda de 6,9%, mas com valor total de US$ 6,87 bilhões, alta de 13,5%.

Fertilizantes

Já as compras de fertilizantes somaram 1,36 milhão de toneladas em outubro, alta de 23,8% em relação ao mesmo mês de 2024. O valor gasto foi de US$ 509,2 milhões, um aumento de 49,5% na comparação anual.

No acumulado dos dez meses, as importações chinesas de fertilizantes atingiram 11 milhões de toneladas, queda de 3,7% frente ao mesmo período do ano anterior, com valor total de US$ 3,72 bilhões, recuo de 1,5%.

Outros produtos

As importações chinesas de carnes e miúdos totalizaram 492 mil toneladas em outubro, 8% menos que no mesmo mês de 2024. Apesar disso, o valor desembolsado aumentou 8,95%, para US$ 2,07 bilhões. De janeiro a outubro, o volume importado foi de 5,28 milhões de toneladas, recuo de 3,6% em relação ao ano anterior, enquanto o valor total subiu 4,8%, para US$ 19,99 bilhões.



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‘Agro tropical é solução mundial’, afirma Roberto Rodrigues na COP30


Roberto Rodrigues é o enviado especial do agro na COP30 e ele foi ex-ministro da Agricultura, presidente internacional do cooperativismo, embaixador do cooperativismo na FAO, é professor emérito da FGV e é um homem que tem uma visão planetária espetacular do que envolve o aspecto do agronegócio. E ele organizou com todas as entidades um documento singular muito importante para levar nessa COP30.

Observamos que tem como grande objetivo a COP 30 a busca de investimentos e muitas coisas que são prometidas que iremos fazer, porém no documento que Roberto Rodrigues organizou nós estamos levando ao mundo não apenas expectativas esperançosas, estamos levando coisas concretas, levando a experiência brasileira dos últimos 50 anos com relação à produção de alimentos, energia agrossustentável e de 1970 até hoje o agro brasileiro cresceu sete vezes, 229% de produtividade e fundamentada na ciência em uma experiência tropical que nenhum país desenvolveu e nós somos hoje a quarta maior agricultura do mundo, só perdendo, por enquanto, para duas milenares, de milênios, a China, a Índia e os Estados Unidos que tem um capital intensivo gigantesco e brevemente o Brasil se transforma também na primeira agricultura do planeta e é esse documento, essa visão, que Roberto Rodrigues está levando. Não é uma visão de estamos prometendo, é fazemos e o que nós fazemos é fundamental para o planeta terra.

Conversei com o Roberto Rodrigues e pedi a ele que falasse sobre suas considerações em relação à COP30. Ele me disse: “A agropecuária brasileira vai se pronunciar nesse evento tentando mostrar ao mundo que a agricultura tropical sustentável feita no Brasil pode ser copiada em outros países tropicais da América Latina, da África Subsaariana e da Ásia de maneira que haja um resultado muito positivo na produção de alimentos, cuidando, portanto, da segurança alimentar, da transição energética justa a partir da agroenergia, gerando riqueza, emprego e renda nos países tropicais e tudo isso com preocupação com a mudança de clima.

Esse documento tem duas partes. A primeira parte conta a história do Brasil sob a ótica da tecnologia, inovação criada no país que permite a agricultura crescer e trazendo uma agricultura sustentável e competitiva. E a segunda parte com propostas para que o mundo tropical, considerada as diferenças todas, de clima, de solo, de questões institucionais e legais de cada país, possa usar o nosso modelo para um crescimento semelhante ao que foi observado aqui no Brasil.

Então esse documento tem duas partes, primeira parte história mostrando o sucesso do agro brasileiro sustentável com base em tecnologia e a segunda parte como os países tropicais podem fazer a mesma coisa mesmo considerando as diferenças que existem de caráter climático, institucional, etc. Tudo isso é uma contribuição do Brasil para que o mundo todo tenha mais alimentos, mais energia renovável, mais riqueza para os mais pobres e, sobretudo, o clima bem tratado. Agropecuária tropical é uma solução, não é um problema”.
Essa é a visão que Roberto Rodrigues estará levando em um documento sensacional porque ele conseguiu reunir todas as vozes das entidades nessa proposta agrotropical. Então essa é a meta brasileira na COP30 com o Roberto Rodrigues.

José Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cedups abrem vagas para técnico em Agropecuária em SC


De 10 a 17 de novembro, estudantes interessados em cursar ensino médio integrado ao curso técnico em Agropecuária podem se inscrever para o processo seletivo de ingresso nos Centros de Educação Profissional Agrotécnicos (Cedups), para o ano letivo de 2026. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas online na página da Epagri, preenchendo o formulário eletrônico e anexando a documentação exigida no edital.

Candidatos que não possuem acesso à internet poderão buscar apoio nos Cedups ou nos escritórios municipais da Epagri, respeitando o período de inscrição. Podem se inscrever estudantes que tenham concluído ou estarem concluindo o Ensino Fundamental. O processo seletivo será classificatório, com base na análise de documentos e aplicação da pontuação definida no edital.

Ao todos estão sendo ofertadas 485 vagas. Veja os municípios onde se localizam as unidades de ensino e as respectivas vagas:

– Água Doce – Cedup Professor Jaldyr Bhering Faustino da Silva  (90)

– Campo Erê –  Cedup Campo Erê  (90)

– Canoinhas – Cedup Vidal Ramos  (90)

– São José do Cerrito  – Cedup Caetano Costa (90)

– São Miguel do Oeste – Cedup Getúlio Vargas (125)

Confira o cronograma do processo seletivo:

– 10 a 17/11/2025 – inscrições on-line

– 18 e 19/11/2025 – análise das inscrições e classificação

– 19/11/2025 – publicação da classificação prévia

– 20 e 21/11/2025 – período de recursos

– 24/11/2025 – publicação da classificação final

– 25 a 28/11/2025 – entrega de documentos pelos classificados

– 1º a 10/12/2025 – matrícula para vagas remanescentes

Os Cedups Agrotécnicos são instituições públicas de ensino médio e profissionalizante que estão em gestão compartilhada entre a Epagri e a Secretaria de Estado da Educação. A formação oferecida é de Técnico em Agropecuária. São instituições com características de escola-fazenda, que adotam a educação em tempo integral em regime de semi-internato, com possibilidade de internato, conforme a disponibilidade de infraestrutura de cada unidade escolar. Nos regimes de internato e semi-internato o estudante permanece na unidade escolar em tempo integral, com oferta de alimentação, alojamento, aulas práticas e atividades pedagógicas complementares, sem qualquer custo ao estudante ou sua família.

Com uma proposta pedagógica voltada à prática e à inovação, essas unidades de ensino contam com laboratórios, áreas produtivas e unidades experimentais que proporcionam aprendizado direto com a realidade do campo. O técnico em Agropecuária formado pelos Cedups é capacitado para atuar em diversas áreas, como manejo e produção vegetal e animal, administração rural, conservação ambiental e desenvolvimento de projetos agropecuários.

 





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