sexta-feira, agosto 7, 2026

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Colheita de milho do Brasil entra na reta final, diz Pátria AgroNegócios


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SÃO PAULO (Reuters) – A colheita da segunda safra brasileira atingiu 94,2% da área total cultivada na safra 2023/24, entrando na reta final à frente dos índices registrados nos últimos anos, em meio ao tempo seco e um plantio precoce, de acordo com levantamento da consultoria Pátria AgroNegócios.

Em 2023, nesta época, o total colhido chegava a 82,76%, em 2022 era de 89,22%, e na média dos últimos cinco anos foi de 86,81% para este período do ano, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira.

“A colheita já em reta final, praticamente encerrada nos principais Estados produtores. Restam ainda áreas a serem colhidas principalmente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo”, disse o diretor da consultoria Matheus Pereira, em nota.

(Por Roberto Samora)

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Calculadora auxilia na diminuição de emissão de GEE na pecuária de corte



A Embrapa Pecuária Sul (RS) apresenta, na 47ª edição da Expointer, a CarbonGado, uma calculadora inovadora que auxilia na estimativa e mitigação da emissão de gases de efeito estufa do rebanho bovino de corte, com base nos índices zootécnicos da propriedade pecuária.

O desenvolvimento do app web foi realizado pela Embrapa, a partir de um algoritmo elaborado em parceria com a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) para sistemas pecuários de ciclo completo. Esse modelo estabelece a conexão entre os indicadores das fazendas e as emissões de gases. A iniciativa visa qualificar o potencial de sustentabilidade da pecuária brasileira, oferecendo ao setor produtivo mecanismos de controle, avaliação e aprimoramento da atividade.

Segundo o pesquisador Vinicius Lampert, responsável pelo trabalho, o objetivo da CarbonGado é estimar a pegada de carbono dos bovinos, em sistemas de ciclo completo para a pecuária de corte, a partir de informações disponíveis dentro das fazendas. “Uma das vantagens do uso da nova calculadora é a capacidade de identificar quais indicadores zootécnicos possuem maior potencial para mitigar a emissão de gases em cada fazenda de ciclo completo avaliada, como, por exemplo, o impacto do aumento da taxa de desmame na redução da intensidade da emissão de gases”, destaca Lampert.

Entram no cálculo fatores como a taxa de desmame, idade de abate, idade de acasalamento, mortalidade, peso, categorias de animais das diferentes épocas do ano, suplementação usada, tipos e qualidade das pastagens usadas na propriedade e uso ou não de adubação nitrogenada, entre outros.

“Assim, a partir da combinação dessas informações, a calculadora CarbonGado consegue estimar, primeiramente, a produtividade da propriedade, e, a partir desse indicador, calcula a emissão de CO2 equivalente por quilo de peso bovino produzido, oferecendo ao produtor uma referência para avaliação dos pontos que podem ser melhorados”, explica Lampert.

A ferramenta é mais uma estratégia disponibilizada ao setor produtivo para aferir índices de sustentabilidade da atividade. Estudos prévios da Embrapa já demonstram que a pecuária tem grande potencial para mitigar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a melhoria do desempenho de sua produção e, assim, apresentar um balanço favorável de carbono, a partir do bom manejo dos rebanhos e da função que as pastagens cumprem na geração de matéria orgânica e fixação de carbono.

A Embrapa Pecuária Sul, em parceria com as associações das raças Angus, Charolês
e Hereford e Braford, também realiza provas de desempenho, visando selecionar animais mais eficientes na conversão alimentar e que emitam menos metano por quilo de carne produzida.


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Volume de fretes no país sobe 14% no 1º semestre, aponta plataforma


O volume de fretes rodoviários realizados no Brasil cresceu 13,9% no primeiro semestre de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior, apontam dados da plataforma Frete.com.

A plataforma online de transporte de cargas da América do Sul aponta que foram registrados 4,8 milhões de fretes entre janeiro e junho deste ano.

Todos os setores analisados pela plataforma registraram alta, com a mais expressiva vindo da construção civil (19,3%). O agronegócio registrou aumento de 13,7%, enquanto o transporte de produtos industrializados teve alta de 7,2%.

chart visualization

“O período de 2020 a 2022 apresentou uma distorção no volume de frete transportado por causa do efeito Covid. Por um lado, 2020 e 2021 foram anos de menor atividade no transporte de cargas rodoviário, e em contraste, 2022 foi um ano atípico como resultado de volume represado de cargas durante o período do Covid”, aponta Federico Vega, CEO da Frete.com.

“Em 2023, o volume de carga volta à normalidade e é mais comparável com o nível pré-Covid. Já em 2024, o incremento no volume de cargas transportadas se explica principalmente pelo bom desempenho do agro e pela oferta e demanda”, explica.

A alta vista no semestre deixa para trás um momento de estabilidade visto nos três primeiros meses do ano, quando os fretes tiveram alta de 0,5%.

“Percebemos que o agronegócio teve bastante dificuldade no início de 2024, por conta de chuvas torrenciais que afetaram diversos estados do Sul e Sudeste, além de ondas de calor que atingiram diversas regiões do país, fazendo com que houvesse uma quebra na produção”, afirma Vega.

“Porém, de outro lado, os fretes da construção civil e produtos industrializados ajudaram a manter a estabilidade no trimestre”, conclui o CEO da plataforma.

Cimento e construção civil

A pesquisa destaca a alta observada nos fretes de cimento, que subiram 34,1% no período. O produto representa 62% dos fretes do setor de construção civil registrados na Frete.com.

“O Sindicato Nacional da Indústria do Cimento [SNIC] divulgou que o setor produziu 30,6 milhões de toneladas de cimento no primeiro semestre de 2024, um crescimento de 1,2% em relação ao mesmo período de 2023. Isso demonstra que, mesmo com um cenário econômico incerto, com juros altos e endividamento de famílias, o setor de construção civil não parou de crescer e deve continuar desta forma nos próximos meses”, comenta Vega.

América do Sul lidera com rotas aéreas mais turbulentas no mundo



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Geada abaixa as temperaturas no Sul; confira a previsão do tempo de hoje


frio
Foto: Mycchel Legnaghi

Veja como fica o clima nesta terça-feira (27) em todas as regiões:

Sul

  • Geada prevista no sul do Paraná, meio-oeste, norte e sul de Santa Catarina, Serra e Vales do Rio Grande do Sul, e na Campanha gaúcha.
  • Dia de sol em toda a região, mas com temperaturas baixas à tarde.
  • Possibilidade de garoa pela manhã no leste do Rio Grande do Sul.
  • Capitais com tempo firme e ar voltando a ficar mais seco no norte do Paraná.

Sudeste

  • Amanhecer frio, com risco de geada pontual no sul de Minas Gerais e no Vale do Paraíba, em São Paulo.
  • Possibilidade de geada pontual em Campos do Jordão.
  • Chuva fraca pela manhã no litoral paulista, Rio de Janeiro e Zona da Mata devido à umidade transportada pela circulação atmosférica.
  • Dia de sol, temperaturas mais amenas em São Paulo e Rio de Janeiro, sem previsão de chuva.
  • Tempo firme nas demais áreas.

Centro-Oeste

  • Amanhecer um pouco mais frio no sul de Mato Grosso do Sul e em cidades do sul de Mato Grosso.
  • Com a presença do sol, as temperaturas máximas devem subir ao longo do dia.
  • Dia de sol, céu praticamente sem nuvens e umidade do ar voltando a níveis baixos.
  • Sem previsão de chuva em toda a região.

Nordeste

  • Frente fria alcança o litoral sul da Bahia, aumentando a quantidade de nuvens em Porto Seguro e no extremo sul baiano, com chance de pancadas de chuva a qualquer momento.
  • Sol com chuva passageira em Salvador, Recife e Maceió.
  • Chuva em forma de pancadas à tarde no norte e litoral do Maranhão.
  • Tempo firme, seco e calor nas demais áreas.

Norte

  • Muitas nuvens e possibilidade de chuva a qualquer momento no noroeste do Amazonas e no oeste de Roraima.
  • Dia abafado com sol, calor e pancadas de chuva à tarde em Manaus, Macapá e Belém.
  • Tempo firme no Tocantins, Rondônia e no Acre.

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Exportações de DDGS dos EUA crescem 15%


No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%



No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%
No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% – Foto: José Fernando Ogura/AEN

As exportações de grãos secos de destilaria dos EUA com solúveis (DDGS) cresceram 15% no acumulado do ano, alcançando o nível mais alto desde 2018, conforme o Relatório de Transporte de Grãos do USDA, divulgado em 22 de agosto. Esse aumento foi impulsionado pela forte produção de etanol e pela alta demanda dos seis maiores compradores. As exportações em contêineres se destacaram, subindo 34% em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto as remessas a granel enfrentaram dificuldades logísticas.

No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% em relação ao ano anterior, totalizando 10 milhões de toneladas. As exportações alcançaram pouco menos de 6 milhões de toneladas, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior e 9% acima da média dos últimos três anos. México, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã, Canadá e Turquia, os seis maiores compradores, responderam por 65% do total exportado. Exceto pela Turquia, que registrou uma queda de 10%, as exportações aumentaram para todos esses países, com destaque para a Indonésia (37%) e México (26%), seguidos por Coreia (18%), Vietnã (15%) e Canadá (6%).

Embora as compras da China de DDGS dos EUA não tenham sido suficientes para colocá-la entre os principais compradores, o país também aumentou substancialmente suas aquisições. No ano passado, a China renovou por mais cinco anos os direitos antidumping e compensatórios sobre DDGS dos EUA. Apesar dessa medida, as compras chinesas cresceram 33% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o maior nível desde 2021, e representaram 3% das exportações totais de DDGS dos EUA no acumulado do ano. Fontes da indústria de ração na China afirmaram preferir o DDGS dos EUA pela qualidade superior, alto teor de proteína e preços competitivos, segundo o USDA.
 





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Semeato apresenta novas máquinas para potencializar a agricultura de precisão na Expointer 2024


Na Expointer 2024, que ocorre entre 24 de agosto e 01 de setembro em Esteio, Rio Grande do Sul, a Semeato, uma das empresas pioneiras no desenvolvimento de equipamentos para o Sistema de Plantio Direto (SPD) no Brasil, lançará uma série de novidades em sua linha de produtos.

Destaques para plantadeira articulada Sol Quarantatre, com rodado de transporte e reservatórios com grande capacidade em carga de semente e fertilizante, aumentando a autonomia no plantio. Disponível em nove modelos, a máquina é capaz de semear grãos com precisão mesmo em terrenos com desníveis, trabalhando com 10 a 21 linhas e espaçamento de 45 cm. O design inovador do chassi, com uma articulação que pode chegar a 30°, permite que a plantadeira mantenha pressão e profundidade durante a semeadura. Esta plantadeira articulada também disponível nos espaçamentos de 50 cm.

Outro grande e esperado lançamento é o rodado de transporte com acionamento hidráulico para o modelo SSM 41, se somará com a máquina já reconhecida por sua qualidade, durabilidade e tecnologia a comodidade de através de um controle no trator em poucos segundos, a máquina passa da posição de trabalho para a posição de transporte com a largura de 3,75 metros facilitando o deslocamento do produto.

Seguindo os lançamentos a empresa trará para pequenos e médios produtores na Expointer a inovação da SHM, a máquina líder de vendas na linha Mais Alimentos surpreendendo a todos com toda tecnologia embarcada de uma gigante, entre elas o SMARTFLOW, SEMEDRIVE, INTELLICONTROL, ISOBUS, VACUUM SYSTEM e limitadores e compactadores com fácil regulagem.

A Semeato também exibirá outras tecnologias inovadoras, como o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho que mantém a continuidade do fluxo de fertilizante com fácil e simples manutenção dispensando lubrificação no sistema mesmo em terrenos com relevo irregular. Além disso, o Semedrive®?, um sistema de transmissão autocompensador que proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, garantindo consistência no plantio. Esse sistema utiliza eixos de transmissão rígidos que se articulam entre si por meio de caixas de transmissão, garantindo segurança e durabilidade, ao mesmo tempo em que dispensa lubrificações periódicas.

Para a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato, a Expointer 2024 é uma excelente oportunidade para o produtor conhecer essas inovações do setor e entender como a tecnologia das máquinas agrícolas está transformando a agricultura brasileira, tornando-a mais produtiva e sustentável.

“A Expointer é a tradição gaúcha para apresentarmos todas as inovações das indústrias aos agricultores de todo o país, a última grande feira do ano no calendário nacional, proporciona a proximidade com nossos clientes. Este ano será uma feira diferente onde todos estamos nos unindo para mostrar a força do nosso estado, nossa indústria e da nossa agricultura” ressalta a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato.





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Queimadas foram causadas por condições climáticas raras e despreparo, diz especialista à CNN


As recentes queimadas que assolaram o Brasil foram resultado de uma combinação incomum de condições climáticas extremas e falta de preparo dos agricultores, segundo Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio.

Em entrevista ao WW, o especialista detalhou os fatores que contribuíram para a propagação dos incêndios em larga escala.

De acordo com Carvalho, o cenário propício para as queimadas foi criado por uma seca prolongada, aliada a temperaturas excepcionalmente elevadas.

“Havia, digamos, condições para, obviamente, aquilo poder ser um barril de pólvora”, explicou o presidente da associação.

Setor canavieiro: o mais afetado

O setor canavieiro, que foi o mais atingido pelas queimadas, normalmente está mais preparado para o controle de incêndios, uma vez que situações similares já ocorreram em anos anteriores.

No entanto, a magnitude dos eventos recentes superou a capacidade de resposta.

Carvalho destacou um momento crítico: “Às 13h30, na sexta-feira, começam a estourar focos, mais de 20 focos de cara e que vão se alastrando”.

A rápida propagação, impulsionada por ventos fortíssimos, dificultou significativamente os esforços de controle.

Despreparo frente a condições extremas

O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio enfatizou que a conjugação de fatores climáticos extremos com uma estrutura despreparada para lidar com problemas dessa magnitude resultou na situação calamitosa observada.

“É uma conjugação, digamos assim, de uma situação climática extrema, vamos dizer assim, juntamente com uma estrutura que não estava preparada para esse tamanho de problema”, concluiu Carvalho.

A análise do especialista sugere a necessidade de uma revisão nas estratégias de prevenção e combate a incêndios no setor agrícola, especialmente diante das mudanças climáticas que podem tornar eventos extremos mais frequentes no futuro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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semana inicia com nova alta nos preços em meio a encurtamento nas escalas de abate



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando preços mais altos. A alta foi sentida em vários estaques, mas Rondônia e São Paulo tiveram destaque. O mercado rondoniense finalmente rompeu a barreira dos R$ 200 por arroba a prazo de forma consistente, enquanto o físico paulista passa a conviver com negociações mais rotineiras acima dos R$ 240 reais. Os frigoríficos, em especial os de menor porte, ainda encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate, o que justifica o recente comportamento. Já as indústrias que contam com animais de parceria (contratos a termo), ainda se deparam com uma posição mais confortável em suas escalas, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

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Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 240,83, na modalidade à prazo. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 232,68 para a arroba do boi gordo. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 231,76. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 240,55. No Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 216,01.

Atacado

O mercado atacadista apresentou alta em seus preços. Segundo Iglesias, há ótimo potencial para reajustes durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo

O quarto traseiro foi precificado a R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,50 por quilo.

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 730,315 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 42,959 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 164,042 mil toneladas, com média diária de 9,649 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.452,0.

Em relação a agosto de 2023, há alta de 18,2% no valor médio diário da exportação, ganho de 19,8% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 1,3% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4891 para venda e a R$ 5,4871 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4730 e a máxima de R$ 5,5126.



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Especialista sobre queimadas à CNN: Não para por aqui, tempo seco deve durar até novembro


As queimadas que assolaram o interior do Brasil na última semana, consumindo milhares de hectares, devem persistir até novembro, segundo alerta de especialistas.

O cenário preocupante foi destacado por Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, em entrevista ao WW.

De acordo com Carvalho, a combinação de tempo seco e ventos fortes tem sido o principal fator para a rápida disseminação do fogo.

“O problema é quando se faz isso, num ambiente de clima de ventos muito fortes, de uma situação que veio de seca mais geada, portanto tudo muito seco, tudo com palha”, explicou o especialista.

Prejuízos bilionários e suspeitas de incêndios criminosos

Os dados oficiais já apontam prejuízos na casa de um bilhão de reais devido às queimadas. Enquanto isso, as autoridades investigam a possibilidade de incêndios criminosos.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, já se pronunciou sobre o assunto, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou não haver relação direta entre os casos.

Carvalho ressaltou que, historicamente, há casos de pessoas que, por inconformidade ou irresponsabilidade, ateiam fogo em áreas verdes.

“Há muitos exemplos de outros anos, já se prendeu muita gente inconformada com alguma coisa que acaba numa irresponsabilidade total, ateando fogo”, afirmou.

Medidas preventivas e monitoramento constante

Diante da previsão de que as condições climáticas adversas persistam até novembro, o especialista enfatizou a importância de manter vigilância constante.

“O governador e toda a estrutura que foi montada no chamado gabinete de crise devem estar absolutamente ligados para os próximos dias ou próximas semanas”, alertou Carvalho.

A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população, especialmente considerando que o período de seca deve se estender pelos próximos meses, aumentando o risco de novos incêndios e agravando os danos ambientais e econômicos já registrados.

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movimento é moderado no Brasil na segunda-feira; preços ficam de estáveis a mais altos



O mercado brasileiro de soja teve movimento moderado nesta segunda-feira (26). Os preços ficaram de estáveis a mais altos nas principais praças de comercialização. O mercado se descolou da paridade de exportação. A necessidade de compras da soja disponível melhorou os preços ofertados. A Bolsa de Chicago subiu e o dólar teve efeito praticamente neutro.

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Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 126,00. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 125,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço se manteve em R$ 131,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, a saca subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00. No porto de Paranaguá (PR), o preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00. Em Dourados (MS), o preço estabilizou em R$ 120,00. a saca. Já em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 125,00 para R$ 125,50.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em alta. Com o mercado sobrevendido, os agentes aproveitaram a forte alta do petróleo – em meio a tensões renovadas no Oriente Médio – e a projeção de clima seco para o final do desenvolvimento das lavouras no Meio Oeste para esboçar uma recuperação técnica.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 411.165 toneladas na semana encerrada no dia 22 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 405.628 toneladas.

A safra norte-americana de soja deverá totalizar 4,74 bilhões de bushels em 2024, com produtividade média de 54,9 bushels por acre. A previsão foi divulgada na sexta pela Pro Farmer, após a realização da sua tradicional crop tour.

A estimativa de produção indicada ficou acima do projetado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 4,589 bilhões de bushels. O USDA trabalha com rendimento de 53,2 bushels por acre.

Hoje, o USDA divulgará os dados de condições das lavouras e o mercado projeta uma queda de 68% para 67% no número de lavouras entre boas e excelentes condições.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 7,75 centavos de dólar, ou 0,79%, a US$ 9,80 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,98 1/4 por bushel, com ganho de 7,50 centavos ou 0,75%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 3,70 ou 1,21% a US$ 308,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,75 centavos de dólar, com alta de 0,37 centavo ou 0,91%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4891 para venda e a R$ 5,4871 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4730 e a máxima de R$ 5,5126.



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