sexta-feira, agosto 7, 2026

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Ginetes e cavalos demonstram habilidades em provas de equinos na Expointer


O Freio de Ouro é a competição equina mais conhecida quando se fala em Expointer, mas não é a única: a feira também sedia uma série de provas e competições de diversas raças, que demonstram os atributos dos animais e as habilidades dos ginetes. Confira algumas das provas, seus horários e locais.

Árabe

Os cavalos Árabes competem em provas em todos os nove dias da feira, nas pistas 14 e 15. “Hoje teremos a prova de Morfologia Funcional, criada aqui no Rio Grande do Sul. Nela, ocorre a seleção dos melhores exemplares funcionais, entre os cavalos que estão realizando as provas montadas”, explica o presidente da Associação Gaúcha de Cavalo Árabe, Luís Fernando Tarragô.

A programação da raça segue na quarta-feira (28/8), às 15h, com a prova feminina dos cinco tambores. “As amazonas darão um espetáculo de destreza e coragem com seus cavalos árabes”, destaca Luís Fernando.

Na quinta-feira (29/8), às 17h, será a vez da prova de rédea campeira; na sexta-feira (30/8), às 15h, a prova de seis balizas; e no sábado (31/8), às 10h30, a tradicional prova do Carro X Cavalo. Nesta prova, duplas de cavaleiro e motorista, masculino com feminino, correm em uma pista a cavalo; na sequência, o cavaleiro ou amazona embarca na caminhonete e faz outro percurso no carro. A dupla que fizer em menor tempo é a campeã. “É uma prova muito divertida e que agrada ao público, lotando as arquibancadas”, garante Tarragô.

Cavalo Campeiro

Assim como o cavalo Crioulo, o Campeiro também é uma raça que surgiu na região Sul do Brasil. Seus atributos são testados em provas funcionais, que ocorrem na Expointer na quinta-feira (29/8), a partir das 8h, nas pistas 14 e 15. São 45 animais inscritos para a edição deste ano, com promoção do Núcleo Gaúcho de Cavalo Campeiro.

Quarto de Milha

Os cavalos Quarto de Milha competem a 6ª etapa e a final do Campeonato Gaúcho durante a Expointer, na sexta (30/8) e sábado (31/8), a partir das 8 horas, na pista de provas 1. São 57 conjuntos inscritos, para as categorias aberto, amador, amador light, jovem e feminino.

Na sexta, às 13h, o Quarto de Milha participa de provas de laço comprido, junto com a raça Paint Horse, na pista de prova de equinos. “A avaliação é feita por pegada de armada, aquela laçada que é feita nas aspas do boi. Cada núcleo pontua os cavalos de sua raça”, explica Darlene Marques, do Núcleo Sul dos Criadores de Cavalo Quarto de Milha.

Entre os cavalos Paint Horse, são 15 inscritos para a prova de laço comprido. “Tem que laçar o boi. Se errar, está fora”, resume Antonio Marcelo Caleffi, do Núcleo Regional Sul da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo da Raça Paint Horse (ABCPaint). Mas a eliminação não é irremediável: quem perder a laçada pode se reinscrever e tentar novamente.





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Rondônia declara situação de emergência por incêndios florestais



O governo de Rondônia declarou situação de emergência em razão de incêndios florestais. O decreto foi publicado no Diário Oficial do estado. O texto cita “situação crítica de estiagem” que atinge a região desde o segundo semestre de 2023, por conta da redução significativa das chuvas.

Este ano, Rondônia registrou 4.197 focos de incêndios nas cidades e 690 em áreas de conservação, totalizando 4.887 focos, o dobro do anotado em 2023. Fogo destruiu 107.216 hectares de floresta.

Segundo a publicação, a escassez de chuvas tende a persistir por pelo menos mais três meses, “provocando uma severa redução no nível dos rios e na umidade relativa do ar, aumentando significativamente o número e os riscos de incêndios florestais e queimadas urbanas, além de agravar os danos à saúde pública e ao meio ambiente”.

Focos de calor

Dados de 2024 apontam para um aumento de 43,2% nos focos de calor na Amazônia em comparação ao mesmo período de 2023, sendo Rondônia uma das áreas mais afetadas da região, com aumento de 23,7% dos focos de incêndio apenas em agosto. O governo do estado levou em consideração ainda:

  • prejuízos econômicos e sociais à população afetada e a imperiosidade de se resguardar a dignidade da pessoa humana com o atendimento de suas necessidades básicas;
  • que equipes de combate a incêndios florestais enfrentam consideráveis desafios de acesso às regiões afetadas, especialmente em áreas isoladas, na qual a infraestrutura de transporte terrestre e fluvial é inexistente ou severamente limitada, impedindo a chegada rápida e eficiente de recursos necessários para controlar as chamas;
  • que o panorama das queimadas em Rondônia tornou-se extremamente preocupante, com números que superam significativamente os registrados em anos anteriores, contabilizando, no período de 1º de janeiro a 19 de agosto de 2024, 4.197 focos de incêndios nos municípios e 690 em áreas de conservação estadual, totalizando 4.887 focos, o dobro do registrado em 2023. Aproximadamente 107.216 hectares de floresta foram destruídos pelo fogo;
  • que a seca hidrológica excepcional impactou dramaticamente o Rio Madeira, que registrou níveis excessivamente baixos, cenário que representa um dos anos mais desafiadores para a Amazônia, sendo Rondônia um dos estados mais afetados. A escassez de chuvas, associada ao fenômeno El Niño e às mudanças climáticas, criou condições propícias para a expansão descontrolada das queimadas;
  • a intensidade dos desastres demandará uma resposta não prevista nos planejamentos anuais e plurianuais, impactando substancialmente os orçamentos das secretarias estaduais e comprometendo as ações de resposta aos desastres previstos para esse período;
  • que populações vulneráveis – crianças, idosos, gestantes, indivíduos com doenças cardiorrespiratórias preexistentes, pessoas de baixo nível socioeconômico e trabalhadores expostos ao ar livre – estão sob maior risco de sofrerem efeitos adversos relacionados à poluição do ar.

“A declaração de emergência é motivada pelos intensos incêndios florestais e pela baixa umidade relativa do ar que afetam Rondônia, prejudicando tanto as populações urbanas e rurais, quanto as áreas de proteção ambiental, causando impactos significativos nas atividades agrícolas, pecuárias, na navegabilidade dos rios e em outras atividades econômicas e essenciais para a população.”

O decreto entra em vigor na data da publicação e tem validade de 180 dias.



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Casa Canal Rural terá apresentação do Plano Safra da Agricultura familiar



A Casa Canal Rural na Expointer recebe nesta quinta-feira (29), às 14h, o evento de apresentação do Plano Safra 24/25 para a Agricultura Familiar. O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube do Canal Rural.

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Os ministros do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira; de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta e o presidente da Conab, Edegar Pretto vão detalhar o plano que terá nesta temporada agrícola R$ 76 bilhões em crédito e mais R$ 9,7 bilhões para compras públicas, assistência técnica e extensão rural, Garantia-Safra e PGPM-bio.

Entre as ações a serem divulgadas estão as taxas de juros para as 10 linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e as novidades do plano como uma linha para aquisição de máquinas de pequeno porte.

Saiba mais

Apresentação Plano Safra 24/25 para Agricultura Familiar

Data: 29/8

Hora: 14h

Local: Casa Canal Rural na Expointer

Transmissão ao vivo no youtube do Canal Rural



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Queimada em SP faz o açúcar subir na bolsa; veja como consumidor pode ser afetado


Os incêndios que atingiram os canaviais do estado de São Paulo nos últimos dias possivelmente não irão afetar o preço para o consumidor final de açúcar e etanol, dizem analistas ouvidos pela CNN. Para os analistas, o aumento será sentido principalmente por importadores.

O açúcar bruto fechou, nesta segunda-feira (26), em alta de 3,5%, a US$ 0,19 por libra-peso, um pico para o mês. As queimadas levaram investidores a cobrir parte de sua grande posição vendida em futuros da commodity em Nova York. Nesta terça (27), por volta das 14h20, o preço dos contratos futuros do açúcar bruto estavam com alta de 2,36%.

Os prejuízos dos incêndios somente no estado de São Paulo foi estimado em R$ 350 milhões, de acordo com avaliação da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana).

Arnaldo Archer, diretor executivo da Archer Consulting, afirma que as queimadas não afetaram a demanda para o consumidor final devido ao tamanho da produção em contraponto ao consumo brasileiro de açúcar.

“Quando se compara o que se consome comparativamente ao que é produzido, não se trata de algo significativo para afetar o preço. O consumo interno representa em torno de 25%”, explica.

“Só 7,5% dessa fração é comercializada no dia-a-dia, o que representa muito pouco para impactar o preço”.

Segundo o especialista, as queimadas afetaram cerca de 0,7% da produção do centro-sul, da qual o estado de São Paulo faz parte, que comparado à produção estimada de 605 milhões de toneladas ao ano, não cria um problema de disponibilidade do produto.

Possível medidas para compensar os prejuízos dos canaviais atingidos podem causar aumentos marginais e pontuais no preço do açúcar. De acordo com André Braz, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), esse é o motivo mais provável que levaria ao aumento do preço do açúcar.

“Pode se ver um aumento não perceptível no custo final, caso haja medidas para mitigar a falta da produção das áreas afetadas. Custos de logísticas ou aumento em regiões que tiveram a oferta desviada para conter a produção queimada podem afetar o preço”, afirma Braz.

A seca severa que afeta 16 estados brasileiros, considerada a pior nos últimos 44 anos, pode afetar mais o preço dos derivados da cana-de-açúcar que as queimadas.

“A seca tem um impacto que pode ser 10 vezes maior que as queimadas. Uma redução de disponibilidade de açúcar na ordem de 7%, contra 0,7% dos focos de incêndio. Isso pode, no médio e longo prazo, afetar o preço tanto para o consumidor quanto ao importador”, afirma Archer.

Os cinco maiores produtores de cana-de-açúcar do país estão entre os estados em período de seca severa: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Estados do Sul e Sudeste lideram ranking de competitividade

*Com Reuters



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Condição das safras de milho e soja nos EUA piora, revela USDA



A qualidade das lavouras de milho nos Estados Unidos piorou na última semana, disse nesta segunda-feira (26), o Departamento de Agricultura do país (USDA), em seu relatório semanal de acompanhamento de safra.

A agência informou que 65% da safra apresentava condição boa ou excelente no último domingo, queda de 2 pontos porcentuais ante a semana anterior.

O relatório mostrou também que 84% da safra de milho tinha formado grãos, em comparação a 85% na data correspondente do ano passado e 83% na média de cinco anos. O USDA disse ainda que 46% da safra tinha formado dentes, ante 46% há um ano e 42% na média. Além disso,  11% da safra estava madura, ante 8% há um ano e 6% na média.

Condições da soja

No caso da soja, o USDA disse que 67% da safra tinha condição boa ou excelente no último domingo, piora de 1 ponto porcentual ante a semana anterior. Um ano antes, essa parcela era de 58%.

De acordo com o relatório, 89% da safra estava formando vagens, ante 90% na data correspondente do ano passado e 88% na média de cinco anos. O órgão disse também que 6% da safra tinha queda de folhas, ante 4% um ano antes e na média de cinco anos.

Trigo e algodão

Quanto ao trigo de primavera, o USDA disse que 69% da safra tinha condição boa ou excelente, queda de 4 pontos porcentuais ante a semana anterior. Segundo o relatório, 51% da safra tinha sido colhida, ante 50% um ano antes e 53% na média de cinco anos.

O relatório mostrou também que 40% da safra de algodão apresentava condição boa ou excelente, queda de 2 pontos porcentuais ante a semana anterior. A agência informou ainda que 89% da safra estava formando maçãs, ante 87% um ano antes e 88% na média de cinco anos. O USDA disse que 25% da safra tinha abertura de maçãs, em comparação a 23% na data correspondente do ano passado e na média.



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Fumaça pode voltar a São Paulo após alívio temporário com frente fria



Após a passagem de uma frente fria que trouxe chuvas e ventos fortes, a cidade de São Paulo amanheceu nesta terça-feira (27) com uma atmosfera mais limpa e ar de qualidade melhor, de acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

No entanto, a possibilidade de a fumaça voltar a cobrir a cidade nas próximas semanas permanece alta.

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Impacto da frente fria

As imagens capturadas pela Nasa mostram a diferença no horizonte paulistano antes e depois da frente fria: o céu, anteriormente encoberto por fumaça, agora apresenta maior clareza. O ar polar ainda predomina no estado, mantendo as temperaturas baixas nesta terça-feira. São Paulo pode registrar um recorde de frio, mas as condições devem mudar rapidamente. O calor de até 30 °C está previsto para retornar no fim de semana, o que pode trazer de volta a secura no ar.

Risco de retorno da fumaça

A chuva recente não é suficiente para eliminar completamente o risco de novos focos de incêndio. Segundo especialistas, a fumaça pode voltar a cobrir São Paulo se os ventos a direcionarem para a região. Com a continuidade da temporada de queimadas e a previsão de pouca chuva nas próximas semanas, novos episódios de poluição atmosférica causada por fumaça podem ocorrer.

Alerta para os próximos dias

Os paulistanos devem se preparar para a possibilidade de novos períodos de má qualidade do ar devido à fumaça das queimadas. A Cetesb e outras autoridades ambientais recomendam que a população esteja atenta às condições climáticas e às atualizações sobre a qualidade do ar. Manter janelas fechadas e evitar atividades ao ar livre em dias de muita fumaça são precauções recomendadas para minimizar os riscos à saúde.



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações brasileiras alcançam US$ 97,8 bilhões até julho


Complexo soja e carnes impulsionam exportações




Foto: Pixabay

As exportações brasileiras registraram um total de US$ 97,8 bilhões nos primeiros sete meses de 2024, de acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, referente à semana de 16 a 22 de agosto, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O valor representa um aumento de 0,95% em comparação ao mesmo período de 2023.

De acordo com o boletim, o complexo soja, que inclui grão, óleo, farelo e subprodutos, liderou as exportações brasileiras, correspondendo a 40,4% do total em valor. Em seguida, o grupo de carnes, incluindo frango, suíno e bovino, representou 14,5% das exportações. Mato Grosso foi o estado que mais contribuiu para o total das exportações, com 18,5%, seguido por São Paulo (17,2%) e Paraná (11,1%).

Especificamente, o Paraná registrou um montante de US$ 10,8 bilhões em exportações entre janeiro e julho de 2024, valor ligeiramente inferior ao mesmo período de 2023, quando o estado exportou US$ 11,1 bilhões. O principal item exportado pelo Paraná foi o complexo soja, que representou 42% do total. Em segundo lugar, ficou o grupo de carnes, que teve uma participação de 23,9%, seguido pelos produtos florestais. O Paraná, que é o maior exportador de carnes do Brasil, contribuiu com US$ 2,6 bilhões para a balança comercial nacional neste período.





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SP produz mais da metade do açúcar nacional; veja o que mais é cultivado no estado


Os incêndios que queimaram milhares de hectares de canaviais nos últimos dias, afetaram 1% das lavouras paulistas, cerca de 3,83 milhões de toneladas, estimativa da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana).

O estado deve seguir, no entanto, como maior produtor nacional de cana-de-açúcar, principal matéria-prima do açúcar e do etanol, segundo especialistas ouvidos pela CNN.

“As queimadas em si, pelo que se pôde apurar até agora, pegaram algo em torno de 0,7% em São Paulo. Nós estamos falando de uma produção estimada de 605 milhões de toneladas ao ano, o que não é um grande problema do ponto de vista de disponibilidade de produto”, afirma Arnaldo Archer, Diretor Executivo da Archer Consulting.

São Paulo é o maior produtor da cana-de-açúcar do país, com 383,4 milhões de toneladas na safra 2023/2024. O estado tem folga na liderança do segundo maior produtor nacional, Minas Gerais, com 81,3 milhões de toneladas.

Dentro do estado, a safra da cana-de-açúcar também é líder, com 44% da produção estadual, que movimentou R$ 59,21 bilhões em 2023.

São Paulo é o estado responsável por 61,8% da produção de açúcar no Brasil, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Apesar de ser o maior produto da agricultura de São Paulo, o estado possui uma produção diversa na área.

 

Levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a criação de carne bovina ocupa o segundo lugar na produção paulista.

No total, o abate bovino de São Paulo foi responsável por 66,6 milhões de toneladas de carne da produção nacional, movimentando cerca de R$ 16,86 bilhões.

Já a carne de frango ocupa o terceiro lugar no ranking de São Paulo. Em 2023, o estado produziu 1,76 milhões de toneladas do produto, cerca 8,65% da produção nacional, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)..

Somente em quarto lugar outra plantação aparece no ranking, com a soja. A safra paulista equivale a 78 milhões de sacas de 60 kg do grão, equivalente a R$ 11 bilhões e 8,90% da produção de São Paulo.

Veja o ranking da produção agropecuária de São Paulo

  1. Cana-de-açúcar (R$ 59,21 bi / 431,1 milhões de toneladas)
  2. Carne Bovina (R$ 16,86 bi / 66,6 milhões de toneladas)
  3. Frango (12,28 bi / 1.76 milhões de toneladas)
  4. Soja (11,01bi / 78 milhões de sacas de 60kg)
  5. Laranja (9,47bi / 213.5 milhões de caixas de 40kg)
  6. Ovos (6,96 bi / 15 bilhões de unidades)
  7. Café Beneficiado (5,22 bi / 5.338 milhões sacas de 60kg)
  8. Milho (4,42bi / 72.451 milhões sacas de 60kg)
  9. Leite (4,02bi / 42.67 milhões de caixas com 30 unidades)
  10. Amendoim em casca (3,2bi / 29.45 milhões de sacas de 25kg)
  • Fonte: Instituto de Economia Agrícola (IEA)



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fraca demanda mantém pressão sobre cotações



Os preços dos etanóis anidro e hidratado tiveram novas quedas no mercado paulista na última semana.

Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão continua vindo da demanda enfraquecida num cenário de expectativa de baixa nas cotações do biocombustível, tendo em vista o bom desempenho da produção de etanol na região centro-sul no acumulado da safra 2024/25.

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Entre 19 e 23 de agosto, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado foi de R$ 2,5438/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), recuo de 2,07% frente ao intervalo anterior. Para o anidro, a desvalorização foi de 0,44% em igual comparativo, com o Indicador Cepea/Esalq a R$ 2,9342/litro (líquido de PIS/Cofins).

Pesquisadores explicam ainda que, tradicionalmente, o mês de agosto costuma ser de preços mais baixos por ser considerado período de pico de colheita da cana-de-açúcar no centro-sul.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da mandioca sobe pelo quarto mês consecutivo


Valor ainda está abaixo do registrado em 2023




Foto: Agrolink

Os preços da tonelada de mandioca no Paraná registraram aumento nas últimas semanas e devem encerrar agosto com ganhos em relação a julho, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 16 a 22 de agosto, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Este será o quarto mês consecutivo de alta nos preços pagos aos produtores.

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, a seca que atinge a região tem afetado a produtividade e dificultado o arranquio das raízes, fatores que explicam a recente valorização da mandioca. Apesar disso, os preços atuais, de R$ 534,31 por tonelada, ainda são 28% inferiores aos praticados em agosto de 2023, quando o valor alcançou R$ 745,44 por tonelada.

As oscilações nos preços têm gerado incertezas no setor, especialmente em relação à projeção de área plantada para 2025, que será divulgada pelo Deral na próxima quinta-feira (29/08). A soja, que tradicionalmente vinha ocupando áreas de outras culturas no estado, enfrenta um período de menor demanda, o que pode favorecer a manutenção das áreas dedicadas à mandioca. Para o ciclo atual, a expectativa é que sejam colhidos 139,7 mil hectares, com uma produção projetada de 3,7 milhões de toneladas, caso a cultura continue resiliente frente às adversidades climáticas.





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