sexta-feira, agosto 7, 2026

Agro

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Setor agrícola demitiu 365 mil pessoas em um ano, diz IBGE



Seis das dez atividades econômicas registraram contratações no trimestre encerrado em julho, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados nesta sexta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Contudo, na passagem do trimestre terminado em abril para o encerrado em julho, houve demissões na agricultura, pecuária e aquicultura, com 23 mil demissões. Já em relação ao patamar de um ano antes, o corte na agricultura é bem maior: dispensa de 365 mil pessoas.

Além disso, os setores de transporte e armazenagem, menos 48 mil vagas; serviços domésticos, menos 29 mil; indústria, menos 46 mil, também reduziram os seus quadros.

Postos de trabalho, conforme IBGE

Houve geração de postos de trabalho em informação, comunicação e atividades financeiras, profissionais e administrativas (199 mil), comércio (368 mil), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (584 mil), construção (90 mil), outros serviços (93 mil) e alojamento e alimentação (48 mil).

Em comparação a um ano antes, a Pnad do IBGE aponta que houve contratações nas seguintes atividades:

  • Comércio (482 mil);
  • Indústria (211 mil);
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (654 mil trabalhadores a mais);
  • Alojamento e alimentação (83 mil);
  • Construção (338 mil pessoas);
  • Outros serviços (284 mil);
  • Informação, comunicação e atividades financeiras (682 mil); e
  • Transporte (352 mil)
  • Serviços domésticos (27 mil).



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incêndio atinge canavial em Minas Gerais



Um incêndio atingiu um canavial e vegetação às margens da rodovia MG-226, próximo ao Km 27, em Ituiutaba, Minas Gerais. O Corpo de Bombeiros Militar do estado (CBMMG) foi acionado no início da tarde desta quarta (28) para combater o foco.

De acordo com os bombeiros, foram cerca de seis horas de combate intenso para extinguir as chamas. Nas imagens abaixo, é possível ver que o fogo se concentrou em uma ‘esquina’ do local, consumindo árvores baixas e vegetações próximas.

Confira o momento em que o incêndio atinge a vegetação:

No mesmo dia, o CBMMG combateu outro incêndio no município de Formiga (MG), a cerca de 550 km do ocorrido no canavial. Neste caso, as chamas consumiram 1.600 m² de capim em um lote vago no bairro Maringá. Segundo os agentes, foram necessários 100 litros de água para controlar o fogo.

Apesar dos ocorridos, não houve vítimas tanto no incêndio em Ituiutaba quanto em Formiga. Também não foi esclarecido se há suspeitas sobre um possível incêndio criminoso, ou se foram apenas casos relacionados às altas temperaturas.

Em uma publicação recente nas redes sociais, a corporação relatou que devido ao tempo seco, o números de incêndios florestais estão aumentando. O cenário acabou mobilizando equipes nas principais unidades de conservação do estado.

Entramos em contato com o Corpo de Bombeiros para informações adicionais sobre os casos. Contudo, não obtivemos retorno até a publicação desta reportagem.



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AgroNewsPolítica & Agro

Sumitomo Chemical busca protagonismo na cotonicultura reforçando plataforma de soluções para o algodão


O Brasil alcançou um marco histórico ao se tornar o maior exportador mundial de algodão na safra 2023/2024, superando os Estados Unidos pela primeira vez. A safra, encerrada em junho, consolidou colheita de cerca de 3,7 milhões de toneladas de algodão beneficiado, com cerca de 2,6 milhões de toneladas destinadas à exportação. 

Essa conquista inédita reflete a magnitude da dedicação dos produtores de algodão ao negócio, extremamente técnico e que não permite falhas, do planejamento à colheita. Para conquistar esse resultado, a grande maioria investe muito do seu tempo e recursos em tecnologias para alavancar a produtividade e qualidade da fibra de forma sustentável. Por ser uma “fábrica à céu aberto”, a cultura exige o desenvolvimento de novas moléculas, ferramentas para a digitalização de processos, otimização de custos, mais segurança para as operações e cada vez mais certificações que promovam a sustentabilidade e rastreabilidade da pluma.

Tradicionalmente, a Sumitomo Chemical sempre colaborou com o sucesso do produtor de algodão, desenvolvendo ativos inovadores para o manejo das lavouras desde quando atuava no mercado nacional por meio do modelo de negócio business-to-business (B2B), fornecendo suas inovações (moléculas) para outras indústrias. 

Entretanto, esse cenário mudou nos últimos quatro anos a partir da mudança de atuação e estratégia da companhia. Desde 2020 a Sumitomo Chemical vem expandindo as suas operações no Brasil e impulsionando o seu modelo de negócio business-to-consumer (B2C) intensamente. Os investimentos em inovação, tanto no algodão quanto em outras culturas, mais a entrega de resultados de alta performance das soluções em campo, refletem a nova fase da companhia, pautada pela filosofia de negócios que é a de beneficiar a sociedade em geral, e não apenas seus próprios interesses, por meio de produtos e serviços sustentáveis diretamente para os produtores rurais.

“As marcas proprietárias da Sumitomo Chemical para o algodão estão ganhando cada vez mais reconhecimento e adoção no Brasil, com vendas impulsionadas por um plano de negócios centrado na satisfação dos clientes. Nós nos consideramos uma parceira estratégica do produtor que deseja inovar e produzir algodão de qualidade superior”, diz Suellen Drummond (foto), que é gerente de inseticidas e líder da cultura do algodão da Sumitomo Chemical.

Plataforma de proteção de cultivos e BioRacionais para o algodão

A Sumitomo Chemical reconhece os desafios da cotonicultura e implementa projetos para estimular o avanço da produção de qualidade, reforçando a sua parceria estratégica com os produtores. Entre soluções químicas e BioRacionais, o portfólio conta atualmente com 38 produtos para a cotonicultura, além de oferecer programas de serviços especiais, consultorias e mentorias para clientes.

“A Sumitomo Chemical é uma companhia japonesa que sempre foi uma parceira fundamental para o manejo do algodão. Alguns ativos da empresa demonstram os nossos investimentos e inovação na cotonicultura, como a molécula acaricida Etoxazole da marca Smite e soluções como os herbicidas Punto e Resource, dentre outros”, afirma Suellen.

Lançamento no 14º Congresso Brasileiro do Algodão

A empresa participa de feiras e eventos importantes como o Congresso Brasileiro do Algodão (CBA) e apoia o movimento Sou de Algodão. Neste ano, além de patrocinar o congresso, a empresa terá presença marcante no 14º CBA, que será realizado entre os dias 3 e 5 de setembro em Fortaleza (CE). “Temos um projeto macro para o algodão. Vamos para o Congresso do Algodão de forma diferenciada, mostrando a robustez da Sumitomo Chemical na cultura”, diz Suellen.

No CBA, a empresa vai apresentar os diferenciais do portfólio e destacar o lançamento do fungicida Pladius, uma solução de ação sistêmica formulada com ativos de três diferentes grupos químicos: Pirazol-4-carboxamida (Impirfluxam), Triazol (Difenoconazol) e Estrobilurina (Picoxistrobina).

Pladius oferece uma mistura tripla exclusiva da Sumitomo Chemical, sendo recomendado para controlar a ramulária (Ramulariopsis pseudoglycines), doença grave que causa lesões na planta de algodão e desfolhamento, comprometendo o florescimento e a qualidade da fibra. 

De acordo com estudos realizados pelo Instituto Goiano de Agricultura (IGA), nas safras 2019/20 e 2020/21, foram registradas até 15% de perdas em cultivares suscetíveis com redução média de 50@/ha de algodão em caroço. Em condições mais severas, esses estudos mostram perdas de até 70% da capacidade produtiva da cultura.

Pladius reforça o robusto portfólio da companhia para o algodão, já consagrado pela oferta de produtos como o Acaricida Smite®, o herbicida Resource®, indicado para eliminar o algodão voluntário (planta tiguera) em lavouras de soja que sucedem a cultura do algodão, e Legion®, um inseticida que confere alta performance no controle do bicudo-do-algodoeiro. Destaca-se ainda o herbicida e regulador de crescimento Punto, sendo considerado o principal desfolhante, recomendado para aplicação em pré-colheita do algodão.

Durante o CBA, além da apresentação das principais soluções da Sumitomo Chemical para o algodão, participação estratégica em debates e ações especiais de relacionamento com os clientes, a Sumitomo Chemical vai chancelar o lançamento do livro “Reguladores de Crescimento”, de autoria do pesquisador Ricardo de Andrade, cuja publicação foi viabilizada pela empresa. Será lançado ainda o “Projeto Pioneiros do Algodão”, uma websérie de que mostra o crescimento do algodão no Brasil sob o olhar dos protagonistas dessa história. 

Soluções hormonais: Cotton+

A empresa também é reconhecida por seu exclusivo programa Cotton+, que recomenda a adoção de três reguladores de crescimento para promover o melhor manejo fisiológico do algodoeiro, resultando em aumento de produtividade e melhor qualidade da fibra. “A Sumitomo Chemical é uma companhia que fornece soluções químicas e BioRacionais, que se complementam. A plataforma oferece sustentabilidade, proteção do cultivo e ainda possibilita o incremento da qualidade da fibra ao cotonicultor”, acrescentou Suellen.

Barter e operações financeiras estruturadas 

Para contribuir com o aumento de renda dos cotonicultores, a Sumitomo Chemical oferece o SumiBarter, a ferramenta de barter da companhia que traz melhorias de gestão e flexibilidade para o negócio. “O SumiBarter assegura as melhores condições de comercialização do algodão e proteção contra oscilações de preços”, diz Suellen.

Programa de incentivo e relacionamento 

O robusto programa de incentivos e relacionamento da Sumitomo Chemical para seus clientes e parceiros comerciais permite o acúmulo de pontos que podem ser utilizados para resgatar serviços e experiências, como viagens técnicas e interações em grupo. A companhia realiza uma curadoria detalhada e cuidadosa para oferecer opções de melhorias em gestão de custos, mediante resgate de consultorias e cursos conduzidos pelas melhores empresas do ramo. Além disso, em breve será lançada uma iniciativa de mentoria para mulheres envolvidas na cadeia da cotonicultura.

Para conseguir ofertar soluções e serviços assertivos, a Sumitomo Chemical reconhece as particularidades da cotonicultura. O setor exige altos investimentos em tecnologia e criteriosa gestão de custos e de pessoas. Trata-se de uma cadeia complexa e altamente especializada, que merece um atendimento de excelência.

Dessa forma, a Sumitomo Chemical vem desenvolvendo pesquisas e parcerias para entender as necessidades dos cotonicultores e ampliar o portfólio de produtos e serviços ao segmento. Clientes da Sumitomo Chemical podem fazer parte do epicentro da inovação, participando de projetos que estimulam o co-desenvolvimento de soluções para a fibra.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Mercado da soja tem semana marcada pela demanda, com China ativa nos EUA e…


Estoques brasileiros deverão ser os menores desde a safra 2004/05, segundo estima a Pátria Agronegócios

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Nesta sexta-feira (23), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou uma nova venda de soja de 120 mil toneladas para destinos não revelados. Com este informe, o país fechou a semana reportando vendas todos os dias seguidos, com um volume comprometido da oleaginosa 2024/25 com as exportações chegando a 1,394,492 milhão de toneladas. E foram essas as notícias as determinantes para garantir equilíbrio ao mercado diante de novas perspectivas de uma safra recorde se garantindo nos Estados Unidos. 

A China se apresentou, durante toda a semana, como o principal comprador da oleaginosa norte-americana, confirmando não só uma presença mais forte no mercado dos EUA, como a competitividade maior deste produto em detrimento do brasileiro, ao menos por hora. 

“Não só a demanda se tornou um suporte, mas o mercado criou um consenso. E quando há este consenso mercadológico há um mercado que já se precifica diante de uma safra cheia nos EUA”, explica o diretor da Pátria Agronegócios, Matheus Pereira. 

Ainda nesta semana, a Administração Geral das Alfândegas da China informou os dados das importações de soja do país, com números que triplicaram no mês passado de grãos dos Estados Unidos. As compras chinesas, em julho, foram de 475.392 toneladas dos Estados Unidos no mês passado, em comparação com 142.129 toneladas no ano anterior, de acordo com os números reportados em 20 de agosto. 

Apesar disso, a principal origem fornecedora para o maior comprador global de soja continua sendo o Brasil, de onde foram importadas 9,12 milhões de toneladas, do total importado de 9,85 milhões. 

Assim, com a oferta já esperada para ser bastante robusta – com uma safra global 2024/25 sendo esperada em 428,7 milhões de toneladas – as atenções se voltam não só para o tamanho da demanda, mas para o comportamento do demandador. 

“Ainda tem muita soja na China, na mão das processadoras, soja do Brasil que foi carregada nestes últimos quatro meses e que está chegando lá. Em algum momento, isso vai começar a cair, mas ainda está confortável. E com os compradores de farelo “não convencidos” de que vai faltar produto, não adianta as processadoras comprarem soja se não consegue vender farelo no mesmo ritmo. Este é o ponto. A demanda, pensando em vendas de ração, é 4% menor em relação ao ano passado. Mas, (de soja), não é falta de demanda, mas sim uma percepção de que o consumidor de rações não precisa se adiantar nas compras pensando lá na China”, explica o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest. 

O intervalo monitorado agora se dará entre a conclusão da safra 2023/24 do Brasil e a chegada efetiva da soja 2024/25, primeiramente, dos EUA e, na sequência, do Brasil. Agora, chama a atenção, ainda como explica a Agrinvest, que a soja dos EUA mantém um desconto em relação à brasileira para exportação para a China na janela de setembro a novembro. 

“Mas, essa diferença diminuiu em relação à semana passada. O mercado segue acompanhando de perto o ritmo das vendas para exportação americano, que ainda está abaixo do necessário para atingir a meta do USDA de 50,3 milhões de toneladas até agosto de 2025. Aqui no Brasil, os prêmios da soja estão em alta, assim como os prêmos do farelo e do óleo”, traz a consultoria. 

E os prêmios sustentados por aqui, ainda de acordo com os analistas, é por conta de uma falta de soja que já se registra em alguns estados como Mato Gorsso e Goiás. “Para comprar soja, as processadoras estão tendo que pagar basis cada vez mais altos, o que tem se transmitido aos basis dos derivados”. 

Esse quadro tem, inclusive, promovido uma necessidade maior de importação de soja pelo Brasil, já que os estoques nacionais deverão ser alguns dos mais baixos da história. “Falta produto. Temos estoques estimados pela Pátria em 2,26 milhões de toneladas, os menores desde a safra 2004/05”, explica Matheus Pereira, que traz ainda a estimativa de importação pelo Brasil nesta temporada em 1,650 milhão de toneladas. 

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“Grande parte dos importadores, dos compradores de soja que compram dos nossos vizinhos, são exportadores. Estamos com um volume elevado de washouts, navios que vinham ao Brasil carregar com a nossa soja, mas não tem produto. E pagando washout ou demurrage, temos que originar nos nossos vizinhos, como o caso do Paraguai”, relata o diretor da Pátria. “Estive recentemente no Paraguai e eles me disseram que nunca houve tanta demanda de compradores do Paraná, do Mato Grosso do Sul, tradings buscando soja dentro do Paraguai para levar ao Brasil e honrar os compromissos de exportação, principalmente”. 

E neste segundo semestre,a tendência é de que as indústrias paguem um pouco mais pela soja para retê-la no país, como já se observa em regiões como Sul do Mato Grosso, Sudoeste e Sul do Goiás, Triângulo Mineiro, praças que estão pagando prêmios e garantindo a soja em seu poder. 





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Novo ciclone se forma no Sul e traz riscos de tempestades; veja a previsão completa



Veja como o clima irá se comportar neste final de semana em todo o Brasil:

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Sábado (31)

Sul

A atuação de um ciclone em alto-mar na altura do Rio Grande do Sul vai dar origem a uma nova frente fria que reforçará a condição de tempo mais instável sobre o centro-sul e oeste do estado, com risco de chuva forte, especialmente na Campanha gaúcha. Porto Alegre terá sol com pancadas de chuva mais rápidas. Curitiba e o litoral do Paraná podem começar o dia com nevoeiro, e haverá muitas nuvens no leste de Santa Catarina, mas sem chuva. O norte do Paraná seguirá com tempo bem seco. O mar já pode ficar agitado na costa da região.

Sudeste

Pouca chuva, devido à umidade que vem do mar no litoral e no norte do Espírito Santo. Alta pressão impedirá a formação de instabilidades nas demais áreas da região. Dia de sol, quase sem nuvens no céu no interior de Minas Gerais e São Paulo. A umidade fica baixa, e o potencial de queimadas volta a preocupar o extremo norte e oeste paulista. Sem chuva em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

Ar extremamente seco novamente sobre a região, com valores de umidade relativa do ar em alerta; as temperaturas máximas sobem à tarde, fazendo calor. Não há previsão de chuva.

Nordeste

O tempo segue instável, com sol entre nuvens e chuva a qualquer hora no leste e sul da Bahia; pode chover a qualquer momento no litoral de Alagoas. O sol aparece nas demais áreas da costa leste nordestina, e pode chover de maneira mais rápida em Maceió, Natal, Recife e São Luís. O tempo segue firme e seco no interior do Nordeste, sem chuva em Teresina e Fortaleza.

Norte

Dia de sol e pancadas de chuva associadas ao calor e à umidade entre o norte do Amazonas, o estado de Roraima, o noroeste do Pará e o Amapá. Chove fraco apenas no litoral do Pará, mas Belém segue com tempo firme. A faixa sul da região segue sem chuva, com muito calor e baixa umidade do ar.

Domingo (1º)

Sul

A frente fria se desloca e aumenta as condições de chuva forte no norte, na Serra do Rio Grande do Sul, no oeste e sul de Santa Catarina, e no sudoeste do Paraná; o dia já fica mais encoberto e chuvoso. Céu nublado e condições de garoa no centro-sul, litoral gaúcho e na grande Porto Alegre. O tempo fica firme apenas no litoral, leste e norte do Paraná, com um pouco de vento. Pode chover a qualquer hora em Florianópolis.

Sudeste

Domingo de sol, tempo firme e seco na maior parte da região, com temperatura subindo bem devido à condição de pré-frontal. A umidade do ar pode ficar em atenção em Belo Horizonte, na cidade do Rio de Janeiro e em São Paulo, com valores abaixo de 30%; alerta para o interior paulista, onde os valores de umidade relativa podem ficar abaixo de 20%.

Centro-Oeste

O deslocamento de uma frente fria no sul aumenta a quantidade de nuvens no oeste e sul de Mato Grosso do Sul, mas não chove. O predomínio ainda é de ar seco e tempo firme nos três estados e no Distrito Federal. Valores de umidade relativa do ar podem ficar em alerta em Brasília, Goiânia e Cuiabá.

Nordeste

Sol entre nuvens e chuva a qualquer momento em Alagoas e Sergipe. Salvador pode amanhecer com chuva fraca, que perde força já no início da tarde. O tempo firme e o calorão ainda são destaques no interior do Nordeste, com um pouco de vento e umidade em alerta.

Norte

Tempo firme na capital Belém, em Macapá, Porto Velho e Palmas, com destaque para as máximas bem altas durante a tarde. Chuva concentrada no Acre, Amazonas e em Roraima, podendo ocorrer durante o fim do dia em forma de pancadas mais irregulares.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fiagro divulga seus resultados positivos


Os dividendos do XPCA11 atingiram R$ 5,007 milhões em julho



A gestão do XPCA11 destacou que a carteira do fundo permaneceu totalmente adimplente em julho
A gestão do XPCA11 destacou que a carteira do fundo permaneceu totalmente adimplente em julho – Foto: Divulgação

O Fiagro XPCA11 divulgou seu relatório gerencial de julho, apresentando resultados positivos. O fundo obteve R$ 3,037 milhões em regime de caixa e quase R$ 5,11 milhões em regime de competência. Em julho, o fundo vendeu R$ 660 mil do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) de risco UISA, sem realizar novas aquisições. No início de agosto, o fundo liquidou um novo CRA com a Usina Coruripe, uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Brasil, no valor de R$ 11,88 milhões, com uma taxa de CDI + 4,75% ao ano.

A gestão do XPCA11 destacou que a carteira do fundo permaneceu totalmente adimplente em julho, sem atrasos em amortizações ou juros. O grande destaque foi a liquidação total da dívida com a Usina Ester, após um acordo que preservou os direitos e patrimônio dos titulares do CRA, mantendo a remuneração e o principal inalterados. O sucesso na recuperação do crédito foi atribuído à sólida estrutura de garantias, agilidade na negociação e à expertise da gestão.

Os dividendos do XPCA11 atingiram R$ 5,007 milhões em julho, equivalendo a R$ 0,11 por cota, o maior valor registrado nos últimos sete meses. Com a cotação de fechamento de julho fixada em R$ 8,12, o dividend yield mensal alcançou 1,35%, refletindo um retorno anualizado de 17,52%. 

Esse retorno é notável, considerando a valorização das cotas e a performance do fundo. Após a aplicação do imposto de renda de 15%, que impacta o rendimento bruto, o retorno anualizado ajustado totaliza impressionantes 20,62%. Esses resultados destacam a eficiência da gestão do fundo em oferecer rendimentos sólidos aos investidores, mesmo em um ambiente econômico desafiador.
 





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Sobe para dez número de presos por incêndios em São Paulo


A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que prendeu, nessa quinta-feira (29), o décimo suspeito de envolvimento em incêndio no estado desde o último dia 21.

O homem, de 39 anos, ateou fogo em diversos pontos de uma plantação de cana na cidade de Pindorama, próxima de São José do Rio Preto. O fogo se alastrou por área extensa da lavoura, cenário que tem sido comum devido ao tempo excepcionalmente seco das últimas semanas. A prisão foi em flagrante após os vigilantes de uma empresa perto do local chamarem a polícia.

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Com o homem, foram apreendidos uma bicicleta, um isqueiro, uma caixa de fósforos e R$ 158. Em depoimento à polícia, ele disse ter usado drogas antes do crime. O homem foi encaminhado à Cadeia Pública de Catanduva.

Esse caso e os outros nove que resultaram em prisões recentes por incêndio não possuem relação entre si, segundo a SSP-SP.

A onda de incêndios no estado já tem prejuízo estimado de mais de R$ 1 bilhão, segundo o governo estadual. Mais de 7 mil agentes públicos trabalharam no combate às chamas na última semana. Duas pessoas morreram no combate às chamas.



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“Estarei presente na abertura da Expointer”, afirma Fávaro após cogitar ausência



Na última quinta-feira (29), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, confirmou que estará presente na abertura oficial da 47ª Expointer, em Esteio, Rio Grande do Sul, nesta sexta-feira (30). Inicialmente, Fávaro teria dito que não conseguiria comparecer ao evento devido à indisponibilidade de um voo da Força Aérea Brasileira (FAB). No entanto, posteriormente, o ministro garantiu sua participação.

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Fávaro deve se juntar ao ministro extraordinário da Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, para anunciar medidas de apoio aos produtores gaúchos afetados pelas enchentes de maio. A expectativa é que as ações incluam adequações na Medida Provisória 1247, permitindo aos produtores repactuar dívidas e acessar novos financiamentos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Pesquisa mapeia desenvolvimento de possíveis novas pragas agrícolas no Brasil


A maioria dos produtores de frutas no Brasil não sabe de nomes como Anastrepha curvicauda, Bactrocera dorsalis e Lobesia botrana, mas esses nomes já causam prejuízos em outros países. O comércio internacional pode ser prejudicado se essas pragas, que ainda não existem no Brasil e não são quarentenárias, entrarem no país, afetando vários cultivos. Em resposta a essa ameaça potencial, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem adotado estratégias de pesquisa para antecipar e prever onde esses insetos podem se desenvolver no Brasil, conforme as informações divugadas pela Embrapa.

Segundo o informado pela empresa, a Embrapa fez um mapeamento de locais e períodos do ano em que as condições climáticas e a presença de cultivos hospedeiros seriam favoráveis ao desenvolvimento dessas pragas no Brasil. Além disso, a organização identificou possíveis inseticidas e métodos de controle biológico que podem ser usados se esses “insetos-praga” forem detectados. Também mapeou as áreas onde esses métodos de controle seriam mais eficazes, levando em consideração as peculiaridades ambientais das diferentes regiões do Brasil.

Rafael Mingoti, analista da Embrapa Territorial (SP), explica que o zoneamento é feito utilizando dois métodos principais. Quando há informações sobre as condições climáticas ideais para o crescimento das pragas, esses dados são cruzados com registros históricos de clima e mapeamento das plantas hospedeiras no Brasil. Já na ausência de dados laboratoriais, algoritmos que comparam dados ambientais de regiões afetadas no exterior com condições similares no Brasil são utilizados.

Maria Conceição Young Pessoa, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente (SP), destaca que um levantamento internacional sobre agrotóxicos e agentes de controle biológico utilizados no exterior foi realizado, resultando na identificação de 41 princípios ativos para Lobesia botrana, 8 para Anastrepha curvicauda e 23 para Bactrocera dorsalis. Esse levantamento visa preparar o Brasil para uma resposta rápida em caso de invasão dessas pragas, evitando danos significativos.

Os resultados foram compilados em relatórios para a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com o objetivo de subsidiar políticas públicas e regulamentações para o controle fitossanitário das pragas. José Victor Alves Costa, coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins (CGAA/SDA) do Mapa, ressalta que a identificação prévia de produtos de controle é essencial para uma rápida liberação em caso de emergência, protegendo áreas vulneráveis. A iniciativa contou com a participação de diversas unidades da Embrapa e fiscais federais do Mapa.

Conheça as pragas-quarentenárias estudadas:

A Embrapa identificou que a Bactrocera dorsalis, conhecida internacionalmente como mosca-das-frutas-oriental, apresenta condições ideais de desenvolvimento entre julho e outubro. Esta praga é uma ameaça para uma ampla gama de culturas, incluindo abacate, banana, cacau, café, caju, caqui, citros, feijão, goiaba, maçã, mamão, manga, maracujá, melão, melancia e tomate. O zoneamento da Embrapa mostrou que as microrregiões produtoras de frutas no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste são particularmente vulneráveis. A preocupação sobre como a praga pode afetar a produção no Nordeste pode aumentar durante todo o ano.

A Anastrepha curvicauda, também conhecida como mosca-das-frutas-do-mamão, é outra praga que preocupa. O Brasil, o segundo maior produtor mundial de mamão, pode ser ameaçado por esta praga, que é um grande problema para o cultivo de mamoeiro em outros países. A manga, um produto importante para exportação, também é afetado pela Anastrepha curvicauda. O zoneamento da Embrapa encontrou áreas vulneráveis em 721 municípios em todo o país. Os estados produtores de mamão e manga nas regiões sudeste, sul e nordeste foram os mais vulneráveis. Além disso, locais próximos a países sul-americanos onde a praga já está presente foram considerados suscetíveis.

A Lobesia botrana, também conhecida como traça europeia dos cachos da videira, é outra praga que deve ser considerada. Esta espécie ataca uma variedade de plantas, incluindo ameixa, amora, caqui, kiwi, oliveira, pêssego, maçã, nectarina, pera e uva. A Lobesia botrana, reconhecida como uma das principais pragas da uva em todo o mundo, está sendo monitorada com cuidado. A Embrapa fez dois zoneamentos diferentes para determinar as regiões mais favoráveis ao seu desenvolvimento no Brasil. Um deles se concentrou nas videiras, enquanto o outro se concentrou nas culturas hospedeiras adicionais.

As informações foram divulgadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)*

 





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Termina prazo para Musk indicar representante do X no Brasil


O prazo dado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para o bilionário Elon Musk indicar novo um representante legal da rede social X (antigo Twitter) no Brasil terminou às 20h07. Musk é dono da rede social

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Com o fim do prazo, será certificado no processo o descumprimento da decisão. A próxima medida a ser tomada será a suspensão da rede social no país. Ainda não há prazo para decisão.

Ontem (28), o ministro intimou Musk a realizar a indicação no prazo de 24 horas. A intimação foi feita no perfil do STF na rede social. No dia 17 de agosto, Musk anunciou o fechamento da sede da empresa no Brasil e acusou Moraes de ameaça.

O anúncio foi feito após sucessivos descumprimentos de determinações de ministro. Entre elas, a que determinou o bloqueio do perfil do senador Marcos do Val (Podemos-ES) e de outros investigados.

Mais cedo, Musk usou sua conta no X para debochar da decisão de Moraes que o intimou pela plataforma e publicou uma imagem gerada por inteligência artificial para comparar o ministro com vilões das séries Harry Potter e Star Wars.

Outro lado

Em nota, o X declarou que não vai cumprir as “decisões ilegais” do ministro. De acordo com a plataforma, as decisões têm objetivo de “censurar seus opositores políticos [de Alexandre de Moraes]“.

Quando tentamos nos defender no tribunal, o ministro ameaçou prender nossa representante legal no Brasil. Mesmo após sua renúncia, ele congelou todas as suas contas bancárias. Nossas contestações contra suas ações manifestamente ilegais foram rejeitadas ou ignoradas. Os colegas do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal estão ou impossibilitados de ou não querem enfrentá-lo“, disse o X.

A rede social também afirmou que vai divulgar decisões sigilosas do ministro contra a empresa. A plataforma disse que “não cumpre ordens ilegais em segredo“.

Não estamos absolutamente insistindo que outros países tenham as mesmas leis de liberdade de expressão dos Estados Unidos. A questão fundamental em jogo aqui é que o ministro Alexandre de Moraes exige que violemos as próprias leis do Brasil. Simplesmente não faremos isso“, completou a empresa.



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