sexta-feira, agosto 7, 2026

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Mandioca registra aumento de 7,6% em agosto


Demanda das fecularias por raízes continua elevada




Foto: José Luis da Silva Nunes

Em agosto, o preço da mandioca apresentou uma expressiva valorização, com a média nominal a prazo da tonelada posta fecularia alcançando R$ 515,16, o equivalente a R$ 0,8959 por grama. Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), esse valor representa um aumento de 7,6% em relação ao mês anterior, sendo o maior registrado desde janeiro deste ano.

O movimento de alta, que já dura três meses consecutivos, é resultado da combinação entre uma oferta limitada e uma demanda aquecida. De acordo com os pesquisadores do Cepea, as chuvas que ocorreram no final de agosto não foram suficientes para permitir a retomada das atividades de campo na maioria das regiões monitoradas. Além disso, muitos produtores permanecem retraídos, seja devido à baixa rentabilidade das raízes de 1º ciclo, seja pela expectativa de preços ainda mais altos nos próximos períodos.

Paralelamente, a demanda das fecularias por raízes continua elevada, o que tem intensificado a competição pela matéria-prima.





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calor, seca e neblina marcam a terça-feira



Saiba como o clima irá se comportar nesta terça-feira (2) em todas as regiões do país:

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Sul

O amanhecer desta terça-feira será com neblina no Rio Grande do Sul e no interior de Santa Catarina, mas logo se dissipa e dá espaço ao sol. O dia será de tempo estável e sem nada de chuva na região.

Sudeste

O amanhecer terá chance de nevoeiro no leste de São Paulo e na Zona da Mata mineira. O padrão de tempo se mantém em toda a região ao longo do dia, com bastante sol, ar muito seco e níveis de umidade relativa do ar em alerta na maioria das áreas.

Centro-Oeste

O calor acima de 35 ºC ainda é destaque na maior parte do Centro-Oeste. Terça-feira de muito sol e umidade do ar muito baixa. O risco de novos focos de incêndio, principalmente no Pantanal, aumenta.

Nordeste

Dia de sol com pancadas rápidas e isoladas na costa leste do Nordeste. Chove fraco desde Salvador até Natal no Rio Grande do Norte. Nas demais áreas, há um pouco de vento, mas sem chuva. O tempo segue firme e seco no Piauí, Maranhão e Ceará.

Norte

Pancadas mais irregulares na faixa norte da região e ar seco com calor intenso entre o Acre, sul do Amazonas, Pará e Tocantins, com umidade do ar em alerta.



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Produtividade alta em meio ao clima desafiante


As mudanças climáticas têm levado os produtores a acompanhar de perto os mapas meteorológicos. Embora o clima possa ser um aliado ou um obstáculo, uma boa gestão das operações ajuda a minimizar seus impactos. Produtores como Cristian Marques Dalbenb e Adalberto Ceretta se destacam por alcançarem produtividades muito acima da média nacional de 95 sacas por hectare, com 247,88 e 237,6 sacas por hectare, respectivamente.

Em 2023 e 2024, produtores de diferentes regiões se destacaram pela alta produtividade. Tiago Libretollo Rubert, do Rio Grande do Sul, colheu 330,4 sacas por hectare de milho irrigado, enquanto Diego Fachini Mazzur, do Paraná, obteve 303,37 sacas por hectare de milho sequeiro. Em 2024, Ronei Gaviraghi, do Paraná, alcançou 270 sacas por hectare de milho sequeiro, e Cláudio Castro Cunha, de Minas Gerais, colheu 258,2 sacas por hectare de milho irrigado. A chave para esses resultados excepcionais é a eficiência na gestão da propriedade.

De acordo com o Coordenador Técnico do Getap, Gustavo Capanema, todos estes agricultores fazem bem a lição de casa. “Mesmo em anos desafiadores de condições de clima desfavoráveis, o bom manejo realizado gerou resultados positivos minimizando esses impactos climáticos. Vale a velha máxima que o produtor prevenido produz mais e perde menos”, destaca.

Embora o clima não esteja sob controle dos produtores, o uso de tecnologias e um bom manejo podem minimizar perdas em condições adversas. Segundo Capanema, o planejamento é crucial e deve começar antes da safra, incluindo a compra antecipada de insumos e a manutenção de máquinas. É essencial cuidar do solo, verificando suas condições químicas, físicas e biológicas para ajustar a adubação. A utilização de palhada e a rotação de culturas também são recomendadas para melhorar as condições do solo e o desenvolvimento das lavouras.

“Sempre reforçamos a importância do agricultor se atentar às suas margens e não somente se prender a questão de preço dos grãos. Isso porque os valores de comercialização estão atrelados a uma série de fatores, como oferta e demanda que pode muitas vezes travar os preços”, detalhou Capanema.
 





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Risco de incêndio fecha 80 Unidades de Conservação em São Paulo



O fechamento emergencial de 80 Unidades de Conservação da região metropolitana e do interior de São Paulo foi anunciada pela Fundação Florestal, órgão vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do estado lo (Semil). A medida foi tomada por conta do atual risco de incêndios florestais e vale até o dia 12 de setembro, podendo ser alterada, caso as condições mudem.

No período, as equipes da fundação terão como prioridade ações de prevenção e combate a incêndios e monitoramento territorial, informa a secretaria.

Outra responsabilidade atribuída aos funcionários é prestar apoio às comunidades vizinhas, caso seja necessário.

“Também estamos incrementando nossos contratos, especialmente o de bombeiros civis, além de direcionar equipes do litoral e do Vale do Ribeira para somar esforços durante esse período mais crítico”, disse o diretor executivo da fundação, Rodrigo Levkovicz.

Entre os fatores que contribuem para as ocorrências de incêndios figura a baixa umidade relativa do ar. Na última semana, o governo decretou situação de emergência – por 180 dias – nas áreas de 45 municípios paulistas que registraram queimadas entre os dias 4 e 24 de agosto.



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Queimadas persistem na Amazônia; cidades do PA superam mil focos



Levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aponta a persistência das queimadas em diversos biomas do país, a partir de dados coletados entre 25 e 31 de agosto.

Na Amazônia, a situação é considerada grave em 37 municípios, que tiveram mais de 100 focos em uma semana. A cidade de São Félix do Xingu (PA) registrou 1.443 focos. Em Altamira (PA), foram identificados 1.102 focos. As cidades lideram os focos de incêndio ativos no país.

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O governo do Pará decretou, na última terça-feira (27), estado de emergência em função dos focos de queimadas no estado. Com a medida, fica proibido o uso de fogo para limpeza e manejo de áreas em todo o território estadual.

Queimadas no Pantanal 

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso informou que o sábado foi marcado pelo combate a 36 queimadas. Um incêndio em Sinop, no Parque Florestal, foi extinto na manhã deste sábado após dois dias.

As demais queimadas ocorreram nas seguintes localidades: Mirantes Morro dos Ventos, Atmã, Penhasco e Geodésico, no Morro do Chapéu e na região do Bananal, no Manso, em Chapada dos Guimarães; na Área de Proteção Ambiental Municipal Aricá-açu e Distrito da Guia, em Cuiabá. As chamas foram controladas por 31 bombeiros, com apoio de avião. 

No Pantanal, são 56 bombeiros distribuídos pela Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Sesc Pantanal, em Barão de Melgaço; entre Cáceres e a Bolívia; e na região da Fazenda Cambarazinho, em Poconé. Nesses locais, os militares contam com dois aviões, 16 viaturas, 11 máquinas, quatro barcos e um caminhão-pipa, além do apoio de outros órgãos e das Forças Armadas.

São monitorados também incêndios florestais na Terra Indígena Capoto Jarinã, em Peixoto de Azevedo; e na Aldeia Utiariti, em Campo Novo do Parecis. Os bombeiros precisam de autorização da Funai para ingressar nessas áreas.

Cerrado

Os dados mostram que ao menos nove municípios localizados no Cerrado registraram mais de 100 focos de calor no período analisado. A cidade de Lagoa da Confusão, em Tocantins, por exemplo, chegou a ter 282 registros, 163 a mais na comparação com a semana anterior. 

São Paulo

Os registros de incêndios se estendem ao norte de São Paulo e ao oeste de Minas Gerais, com menor intensidade. Em São Paulo, a Defesa Civil relatou sete focos nesse sábado (31), sendo um deles em Pedregulho, que ainda permanecia ativo até o começo da tarde deste domingo (1º).

Na região metropolitana de São Paulo, em Osasco, foi registrada a ocorrência de incêndio em uma comunidade, que atingiu ao menos 20 barracos. Não há registro de vítimas.



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Carne: missão oficial ao México destaca potencial e oportunidades para exportação



Uma missão oficial do Brasil ao México, promovida pelo Ministério da Agricultura brasileiro, buscou reforçar o potencial de crescimento da exportação da carne bovina do país àquele mercado, destacou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) em nota. O mercado mexicano foi aberto à carne bovina do Brasil em março de 2023. Desde então, as exportações do produto têm registrado forte crescimento.

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Com as importações, eles suprem a demanda interna por determinado tipo de carne. Assim, ganham escala para exportar outros cortes, conforme a estratégia do momento”, disse, na nota, a diretora de Relações Internacionais da Abiec, Lhais Sparvoli. “Eventos como esse ajudam a estreitar as relações bilaterais e fazem parte de uma agenda estratégica constante”, acrescentou.

A missão oficial no México teve a participação de autoridades como os secretários de Comércio e Relações Internacionais, Roberto Perosa, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart. A agenda incluiu reuniões e rodadas de negócios para expandir e consolidar a presença da carne bovina brasileira no mercado mexicano. Também ocorreu um evento na embaixada do Brasil no país, promovido pela Abiec e Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).



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retração dos vendedores sustenta cotações



Os preços do milho no spot brasileiro seguiram firmes na última semana. Segundo pesquisadores do Cepea, o suporte veio da retração de parte dos vendedores, que, por sua vez, estão atentos às valorizações nos portos e aos possíveis repasses ao mercado interno.

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Muitos produtores de milho começam a elevar as cotações pedidas em novos negócios, enquanto outros comercializam apenas lotes para exportação. Do lado da demanda, parte dos consumidores já indica ter dificuldades em novas aquisições.

Conforme levantamentos do Cepea, a expectativa é que os embarques aumentem nas próximas semanas e que a disponibilidade interna diminuía – apesar da menor produção em 2023/24, o excedente interno ainda é considerado elevado. 



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demanda firme e recuo dos negócios mantêm preços em alta



Os preços da soja continuam em alta no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, além da maior demanda da China e da valorização externa, parte dos sojicultores domésticos segue resistente em negociar o remanescente da safra 2023/24, voltando as atenções ao clima para início da semeadura da nova temporada.

A umidade está baixa nas principais regiões brasileiras e não há previsão de chuva no curto prazo, cenário que pode retardar o início das atividades envolvendo a safra 2024/25, ainda conforme pesquisadores do Cepea.

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Na média de agosto (até o dia 29), por outro lado, a soja estava no menor patamar desde abril deste ano, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de julho/24).

A média atual do Indicador Esalq/BM&FBovespa – Paranaguá é de R$ 132,98/sc de 60 kg, 3,7% inferior à de julho e 14% abaixo da de agosto/23. O Indicador Cepa/Esalq– Paraná registra média de R$ 129/sc de 60 kg, quedas de 3,4% no comparativo mensal e de 11,4% no anual.



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edição de retomada mostra força do agro gaúcho e encerra com R$ 8,1 bilhões em negócios



A 47ª Expointer, considerada a Expointer da retomada, após a tragédia meteorológica, mostrou a resiliência e perseverança do Rio Grande do Sul ao bater recorde no volume de negócios. A feira movimentou R$ 8.100.265.792,24 em seus nove dias, número 1,41% superior ao registrado no ano de 2023.

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O número de visitantes foi de 662 mil até as 10h30 de domingo (1º/9). As vendas e leilões de animais tiveram um aumento de quase 50%, com R$ 18.985.280 comercializados. O Pavilhão da Agricultura Familiar registrou recorde de vendas, chegando a R$ 10.880.097, número superior em 25,44% ao do ano passado. O setor automobilístico também teve aumento de 25% no volume de vendas, ficando com R$ 592.045.000. Máquinas e Implementos Agrícolas registraram R$ 7,39 bilhões em intenções de negócios, 0,57% a mais que em 2023.

O governador Eduardo Leite destacou a recuperação do setor agropecuário, que contribui para a reconstrução do Estado. Os números por si só demonstram a importância da realização desta feira. Mas essa edição da Expointer tem um efeito moral no ânimo e na confiança da nossa população, que nos dá certeza de que estamos construindo um Estado ainda mais forte. Agradeço a todos os copromotores que se somaram na decisão do governo de realizar a feira, uma decisão tomada ainda no momento mais crítico da crise, e que mostra, diante desses resultados que alcançamos, a força e a fibra dos nossos produtores”, afirmou o governador Eduardo Leite.

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Clair Kuhn, apresentou os números da Expointer e destacou o movimento de superação que foi necessário para que ela se realizasse. O local onde estamos agora estava completamente inundado quando resolvemos continuar planejando a Expointer. A sociedade gaúcha mostrou que esta é a feira da superação, uma extraordinária demonstração da força do Rio Grande do Sul, disse. A próxima edição da Expointer já tem data definida: será de 30 de agosto a 7 de setembro de 2025.

O secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti, destacou o perfil diversificado dos expositores desta edição do Pavilhão da Agricultura Familiar, que contou com 217 mulheres, 126 jovens e 69 estreantes entre os expositores. Muitas das pessoas que estão aqui precisaram começar do zero, após grandes perdas causadas pelas enchentes. A inclusão, inovação e qualificação são os pilares que guiam a criação da agroindústria familiar gaúcha. Neste ano, celebramos 25 anos do pavilhão, um marco histórico, repleto de lançamentos que evidenciam a criatividade da nossa agroindústria familiar, destacou Covatti.

A subsecretária do Parque de Exposições Assis Brasil, Elisabeth Cirne-Lima, ressaltou que os números apresentados são um testemunho do trabalho dedicado à realização de uma feira do porte da Expointer, logo após a tragédia meteorológica experimentada pelo Estado. Os números falam por nós e mostram o que vemos, andando pelo Parque. Além do governo e dos copromotores, tivemos os parceiros de fora do Estado nos ajudando a fazer essa feira grande.



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São Paulo lidera casos de mpox no Brasil, segundo boletim do Ministério da Saúde



O estado de São Paulo concentra mais da metade dos casos de mpox registrados no Brasil em 2024, com um total de 427 registros confirmados ou prováveis, representando 51,5% do total de 836 casos no país. Este número é 112 casos a mais do que o contabilizado entre janeiro e julho deste ano, conforme o último boletim do Ministério da Saúde divulgado na última semana.

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Após São Paulo, os estados com o maior número de casos são Rio de Janeiro (194), Minas Gerais (50) e Bahia (35). Seis estados brasileiros (Roraima, Amapá, Tocantins, Maranhão, Piauí e Mato Grosso) não registraram nenhum caso confirmado ou provável de mpox. Em termos de cidades, São Paulo lidera com 322 registros, seguida por Rio de Janeiro (177), Belo Horizonte (43) e Salvador (30).

Até o momento, foram registradas 61 hospitalizações por mpox em todo o Brasil, com cinco casos necessitando de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Não houve registro de óbitos pela doença em 2024, nem casos relacionados ao novo subtipo do vírus que preocupa as autoridades internacionais.

Emergência global e medidas do governo

No dia 14 de agosto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reclassificou a mpox como uma emergência global de saúde devido à confirmação de casos entre crianças e adultos em mais de uma dúzia de países, além da disseminação de uma nova forma do vírus. O Ministério da Saúde do Brasil tem reportado regularmente à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e realizado treinamentos para agentes e parceiros do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil como parte das medidas de controle e prevenção da doença.

Histórico e perfil dos casos de mpox no Brasil

Em 2022, o Brasil registrou 10.648 casos confirmados de mpox e 14 mortes. Em 2023, foram contabilizados 853 casos e duas mortes. O perfil dos casos confirmados e prováveis em 2024 permanece majoritariamente masculino (95,2%) e na faixa etária de 18 a 39 anos (72,1%). Não foram registrados casos em gestantes, e houve apenas uma ocorrência entre um paciente de 0 a 4 anos.

Sobre a doença

A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é caracterizada por sintomas como lesões na pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor no corpo, dor de cabeça, calafrios e fraqueza. As lesões podem ser planas ou elevadas, com líquido claro ou amarelado, e geralmente surgem no rosto, nas mãos e nos pés. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, especialmente por vias sexuais, com um período de incubação de três a 16 dias.

A reclassificação da doença como emergência global ressalta a necessidade de vigilância contínua e medidas preventivas para conter a disseminação do vírus no Brasil e em outros países afetados.



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