sexta-feira, agosto 7, 2026

Agro

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calor intenso e geada no Brasil



Saiba como o clima irá se comportar neste final de semana em todas as regiões do Brasil:

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Sábado (7)

Sul

Não há previsão de chuva em toda a região. Pela manhã, há chance de nevoeiro em Porto Alegre, o que pode atrapalhar a visibilidade, e há condições de geada na serra catarinense. No Paraná, a umidade estará baixa, principalmente no norte do estado.

Sudeste

O amanhecer terá um pouco mais de nuvens no leste e litoral de São Paulo e no sul do Rio de Janeiro. O interior da região continua com ar muito seco e calor intenso à tarde. Não há previsão de chuva.

Centro-Oeste

Dia de sol, quase sem nuvens no céu. A umidade continua em alerta na maior parte da região, e as temperaturas seguem acima da média, principalmente em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Nordeste

Sábado com pancadas isoladas na costa leste da região, intercaladas com aberturas de sol. Não chove nas demais áreas, mas pode haver ventos moderados durante o dia.

Norte

Sol e pancadas de chuva no norte e noroeste do Amazonas e no estado de Roraima. Tempo firme e ar seco na faixa sul da região, com calor intenso em Porto Velho e Palmas.

Domingo (8)

Sul

A frente fria se afasta, mas a circulação de ventos aumenta a condição de chuva novamente no centro-sul do Rio Grande do Sul, com temperaturas mais baixas na Campanha. Haverá variação de nuvens e tempo firme em Porto Alegre. O calor retorna à metade norte do Rio Grande do Sul e aos estados de Santa Catarina e Paraná, com ar seco no norte paranaense.

Sudeste

Dia de sol e calor à tarde em todo o Sudeste. Pode haver ventos moderados no litoral norte de São Paulo e no litoral do Rio de Janeiro. Não há previsão de chuva nas capitais da região, e o ar ficará bem seco, com umidade relativa em estado de emergência no norte de São Paulo e parte do Triângulo Mineiro.

Centro-Oeste

As condições de tempo não mudam. Dia de muito sol, calor e umidade do ar em alerta. As temperaturas máximas continuam acima de 35°C, especialmente no interior da região. Não há previsão de chuva, e o risco de queimadas permanece elevado.

Nordeste

O interior do Nordeste estará quente, muito seco e com rajadas de ventos moderadas a fortes. Calor intenso em Teresina e nas cidades do oeste e interior da Bahia. Haverá pancadas de chuva apenas na costa leste da região, com chuvas moderadas em Aracaju, Maceió e Recife.

Norte

Dia de sol e tempo firme desde o oeste do Acre até o estado do Tocantins, com ar seco no centro-sul de Rondônia e do Pará. Haverá pancadas de chuva à tarde no noroeste e norte do Amazonas e em Roraima.



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Evento em SP promove debate sobre lucros e sustentabilidade na agricultura regenerativa


Neste sábado (7), das 14h20 às 15h30, o Auditório Oscar Niemeyer, em São Paulo, será palco do painel “Agricultura regenerativa: onde lucros e sustentabilidade se encontram“. O evento Four Summit reunirá especialistas para discutir os desafios e as oportunidades que a agricultura regenerativa oferece ao Brasil, com foco em aumentar a rentabilidade agrícola sem comprometer o meio ambiente.

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Pontos principais do painel

O painel abordará quatro temas centrais:

  1. Benefícios econômicos e ambientais da agricultura regenerativa: como práticas regenerativas podem elevar a produtividade e gerar lucros sustentáveis.
  2. Mudança de mentalidade do produtor: estratégias para superar resistências e incentivar a adoção dessas práticas.
  3. Certificação e novos mercados: o impacto da certificação para produtos regenerativos e as oportunidades no mercado interno e externo.
  4. Financiamento da transição: discussão sobre linhas de crédito e incentivos financeiros para apoiar essa mudança no setor.

Especialistas presentes

Entre os painelistas estão:

  • Felipe Holzhacker Alves: Presidente da Morro Verde, empresa referência em fertilizantes de baixo carbono, com 20 anos de experiência em mineração e energia.
  • Evanete Peres Domingues: Proprietária das Fazendas Paraíso, em Minas Gerais, reconhecida pela produção de café regenerativo e premiada por qualidade e produtividade.
  • Nataly Barros: Gerente Sênior de Sustentabilidade da Mars, líder em iniciativas de práticas regenerativas em cadeias de abastecimento no Brasil, México e EUA.

Beatriz Gunther, editora-chefe do Mercado & Companhia no Canal Rural, será a mediadora do debate.



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Orplana estima prejuízo de R$ 800 mi para produtor com 100 mil hectares queimados



A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) estimou, em nota, prejuízo de R$ 800 milhões aos produtores provocados pelos cerca de 2,3 mil focos de incêndio que devastaram perto de 100 mil hectares de áreas com cana-de-açúcar entre o fim de semana dos dias 24 e 25 de agosto e a quarta-feira (4).

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Os números compõem um novo balanço da entidade sobre os impactos dos incêndios que atingiram as propriedades rurais em São Paulo e em outras regiões do Brasil. Segundo a organização, os danos incluem perdas na cana em pé, nas soqueiras e na qualidade da matéria-prima. A área afetada exclui as áreas de preservação permanente, reservas legais e pastagens.

O CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira, destacou a preocupação com a recuperação das áreas prejudicadas, mas avaliou ainda ser cedo para calcular efeitos sobre a atual e a próxima safra da cana, o que dependerão das condições climáticas ao longo das próximas semanas.

Esse cenário de clima seco e falta de chuvas pode causar impacto na safra futura, mas ainda é cedo para essas previsões. Esperamos que as chuvas deste final de ano venham de forma uniforme e volumosa e a rebrota da cana-de-açúcar aconteça de uma maneira mais tranquila“, afirmou, em nota.

A entidade também destacou o anúncio do Ministério da Agricultura sobre uma linha de crédito específica para o replantio da cana nas áreas afetadas. “O crédito será um bom alento para os produtores de cana, que gastam, em média, R$ 13,5 mil para a eliminação da soqueira, da rebrota ruim e para a realização do plantio“, disse. “E, muitas vezes, os produtores não conseguem pagar isso em um ano, mas sim em duas ou três safras. Por isso, a linha de crédito irá ajudar“, completou Nogueira, na nota.



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Canal Rural lança “Calçando a Botina” com foco em aproximar jovens do agronegócio



Nesta sexta-feira (6), o Canal Rural estreia o novo quadro “Calçando a Botina” no programa Rural Notícias, às 18h45, com uma proposta inovadora: conectar o público jovem, tanto do meio urbano quanto rural, ao universo do agronegócio. Criado e apresentado por Luíza Cardoso, jornalista e editora executiva do Canal Rural, o projeto visa desmistificar e simplificar temas ligados ao agro, oferecendo conteúdo de fácil compreensão e dinâmico.

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A ideia do quadro nasceu da experiência pessoal de Luíza, que, apesar de ter familiares no interior, não tinha contato direto com o agronegócio antes de ingressar no jornalismo especializado. “Eu demorei um tempo para entender a linguagem dos produtores e analistas de mercado. Foi um desafio, e sei que muitos jovens, assim como eu, não têm noção da importância do setor. O objetivo do ‘Calçando a Botina’ é justamente apresentar o agro de forma simples e acessível, sem fechar os olhos para os desafios que o setor enfrenta“, explica Luíza.

Formatos e conteúdos multiplataforma

O “Calçando a Botina” será veiculado em três formatos diferentes para alcançar um público amplo:

  1. Vídeos curtos e dinâmicos para Instagram e TikTok: voltados para engajar o público jovem nas redes sociais, com uma linguagem mais descontraída e moderna.
  2. Vídeos para o programa Rural Notícias: transmitidos na TV, os episódios terão uma abordagem mais formal, mas ainda acessível.
  3. Versão estendida para o YouTube: com conteúdo mais aprofundado e detalhado para aqueles que desejam aprender mais sobre o agronegócio.

A cada mês, um novo episódio será lançado, e o primeiro tema abordado será o cultivo do mirtilo. Além do conteúdo central, vídeos adicionais, como interações com o público nas ruas, serão postados nas redes sociais para estimular ainda mais o engajamento.

Futuro promissor e mais visibilidade para o agro

Com a crescente demanda por conteúdo informativo e de qualidade sobre o agronegócio, o “Calçando a Botina” surge como uma ferramenta de educação e conscientização. Além de atrair a atenção dos jovens urbanos, o quadro também pretende destacar práticas sustentáveis dentro do setor.

Para Luíza, o “Calçando a Botina” é uma oportunidade de mostrar que o agro não é apenas uma potência econômica, mas também um setor onde sustentabilidade e inovação caminham juntas. “Quero alcançar jovens que, como eu, nunca deram muita atenção ao agro, mas que agora podem entender o impacto positivo do setor na nossa economia e na sustentabilidade“, finaliza.



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AgroNewsPolítica & Agro

Goiânia deve bater recorde de seca


Última precipitação foi registrada no dia 19 de maio




Foto: Pixabay

Goiânia já registra mais de 120 dias sem chuva, entrando no quarto mês consecutivo de estiagem. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a última precipitação foi registrada no dia 19 de maio.

O cenário atual coloca a capital goiana próxima de um recorde histórico: o mais longo período sem chuvas registrado foi em 1961, com 156 dias consecutivos de seca, entre 11 de maio e 13 de outubro. Com a situação atual, Goiânia igualou o recorde de 2017, e caso não chova até o final de setembro, a cidade quebrará o recorde de seca dos últimos 50 anos.

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A falta de precipitação já impacta diretamente a agricultura e o abastecimento de água na região, agravando os desafios enfrentados por produtores e moradores. O alerta é para a necessidade de economizar água e adotar medidas preventivas até que o retorno das chuvas normalize a situação.





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confira as notícias que afetam o mercado hoje



DIÁRIO ECONÔMICO

Podcast: confira os fatos mais importantes do mercado hoje

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o PIB veio mais forte que o teto das estimativas do mercado e avançou 1,4% no segundo trimestre. Por um lado, essa atividade forte é positiva, por outro, coloca mais pressão no Banco Central, no sentido de mais inflação e juros. Para […]



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AgroNewsPolítica & Agro

Fogo na Floresta Nacional de Brasília foi criminoso?


Três homens foram avistados na área no momento em que os focos começaram




Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O incêndio que atingiu a Floresta Nacional de Brasília (Flona) desde a manhã de terça-feira (3) pode ter sido criminoso, segundo informações divulgadas pela Agência Brasil. As autoridades do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspeitam que o fogo tenha sido intencional. De acordo com Fábio Miranda, chefe da Flona, três homens foram avistados na área no momento em que os focos começaram.

“Tivemos três suspeitos avistados no exato momento em que os focos apareceram. Eles não eram visitantes comuns, não estavam com trajes esportivos, e os focos surgiram em locais distantes, o que afasta a possibilidade de um incêndio que se espalhou naturalmente”, explicou Miranda.

Ele também ressaltou que as características do incêndio não correspondem a ocorrências acidentais, como queimadas de manejo que fogem do controle. “Houve vários focos simultâneos, o que não é comum em incêndios acidentais. Isso reforça nossa suspeita de que o incêndio tenha sido criminoso”, afirmou. Até agora, cerca de um terço da unidade de conservação, equivalente a 1,2 mil hectares, já foi destruído.

Segundo Miranda, as evidências apontam para um ato intencional. “Nossa principal suspeita é de que o incêndio foi criminoso, pois teve início dentro da unidade de conservação. Acreditamos que foi provocado de forma deliberada.”





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AgroNewsPolítica & Agro

produção interna e importações elevadas afetam o mercado


Os preços do leite no Brasil registraram uma queda de 1,5% em termos reais em julho, interrompendo uma tendência de alta que se estendia desde novembro de 2023. De acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a média nacional caiu para R$ 2,7225 por litro. Apesar da redução, o valor ainda é 7,9% superior ao de julho de 2023, ajustado pelo IPCA de julho/24. Embora o preço pago aos produtores tenha subido 30,1% desde o início do ano, a média de R$ 2,50 por litro acumulada de janeiro a julho é 11,5% inferior à do mesmo período do ano passado.

A diminuição nos preços é atribuída ao aumento da oferta interna de leite. O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea subiu 4,6% em julho, com todas as regiões registrando incremento na produção. Os maiores aumentos ocorreram em Minas Gerais (8%), Rio Grande do Sul (4,7%) e Santa Catarina (4,1%). Essa recuperação na produção é resultado dos investimentos em nutrição dos rebanhos, que, apesar de elevar o Custo Operacional Efetivo (COE) em 0,62% no mês, contribuiu para uma elevação de 3,93% na margem bruta do produtor, que subiu para 85 centavos por litro na média nacional.

Além da produção interna crescente, as importações de lácteos continuam a pressionar o mercado. Em junho, as compras externas de leite aumentaram 37,4%, totalizando 251,1 milhões de litros em equivalente leite, superando em 35,3% as importações do mesmo mês do ano passado. As indústrias de laticínios enfrentam dificuldades em manter margens de lucro, com o leite UHT, a muçarela e o leite em pó fracionado apresentando desvalorizações de 5,68%, 2,03% e 0,25%, respectivamente, em julho. Esse cenário sugere uma possível continuação do recuo nos preços do leite cru no terceiro trimestre.





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Queda do dólar afeta preço da soja no Brasil; veja cotações


O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios. Os preços ficaram de estáveis a mais baixos. A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, fechando no positivo.

O dólar, por outro lado, recuou, pressionando a queda das cotações domésticas. Os produtores estiveram distantes, esperando por novas altas.

Preços da soja no país

  • Região das Missões: R$ 133
  • Porto de Rio Grande: R$ 141,00.
  • Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 135 para R$ 134
  • Porto de Paranaguá (PR): diminuiu de R$ 142 para R$ 141
  • Rondonópolis (MT): R$ 132
  • Dourados (MS): baixou de R$ 130 para R$ 128
  • Rio Verde (GO): recuou de R$ 131 para R$ 129

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em alta. O dia foi volátil. As preocupações com o clima nos Estados Unidos e sinais de boa demanda asseguraram os ganhos ao final da sessão.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou hoje que os exportadores privados norte-americanos venderam 126 mil toneladas para a China e outras 189.700 toneladas para destinos não revelados.

Contratos futuros

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Foto: Pixabay

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,00 centavos de dólar, ou 0,19%, a US$ 10,23 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,41 1/2 por bushel, com ganho de 2,25 centavos ou 0,21%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80 ou 0,85% a US$ 326,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 41,17 centavos de dólar, com alta de 1,01 centavo ou 2,51%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,18%, sendo negociado a R$ 5,5715 para venda e a R$ 5,5695 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5700 e a máxima de R$ 5,6483.



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‘Espero que o ministro Fávaro honre com a palavra’, diz secretário de Agricultura de SP



São Paulo é um dos estados mais atingidos pelos focos de incêndio que acometem o país. De acordo com o secretário da Secretaria de Agricultura do estado, Guilherme Piai, o prejuízo para o agronegócio já atinge a marca de R$ 2 bilhões.

Segundo ele, esse número se refere às lavouras que precisarão de replantio e também às perdas de casas, maquinários, equipamentos, rebanhos e de recomposição de solo. “É apenas um número prévio que ainda deve aumentar”.

O secretário reforça que já foram levantadas mais de oito mil propriedades atingidas pelo fogo em 317 municípios paulistas graças ao uso de imagens de satélite, sensores térmicos e cruzamento de dados com o sistema do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

“São 48 municípios em estado de emergência e 482 mil hectares de terra, sendo que somente no setor sucroenergético são 240 mil hectares [atingidos]”.

Secretário: ‘Mapa precisa cumprir promessa’

O secretário destacou que o ministro Carlos Fávaro, do Mapa, fez a promessa de lançar uma linha de crédito subsidiado ao estado de São Paulo, semelhante ao ofertado ao Rio Grande do Sul, mas ainda não concretizou.

“Já fiz o ofício, assinei e, até agora, não chegou nada. Espero muito que o ministro honre o compromisso, honre a palavra porque o agro de São Paulo é o mais exportador do Brasil, empatado com Mato Grosso. Então o agro brasileiro depende do agro de São Paulo”.

Produtor deve reportar o problema

Piai ressalta que todos os homens e todas as mulheres do campo de São Paulo que tiveram as suas propriedades afetadas devem procurar a Casa de Agricultura e entrar no site da Secretaria para comunicar o problema.

“Se comuniquem com a gente para preencher um termo circunstanciado emergencial, que é essencial para se conseguir crédito com juro zero e com carência para pagar. Assim, se consegue uma nova moradia e proprociona segurança jurídica para comprovar que o produtor foi vítima de incêndios criminosos […]. Porque o agronegócio de São Paulo foi vítima do que está acontecendo e é o setor mais afetado”.

Piai lembra que as chamas não discrimiram o porte do produtor rural, atingindo fazendas de pequenos, médios e grandes.



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