sexta-feira, agosto 7, 2026

Agro

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Lula diz que o agronegócio e o MST têm a mesma importância



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (6) que o agronegócio brasileiro enfrenta uma divergência com o governo do PT por razões ideológicas e não por falta de recursos e apoio.

O chefe do Executivo também mencionou o papel do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesse cenário, afirmando que as críticas dirigidas são injustas.

“Há décadas os sem-terra não invadem terras produtivas, mas o agronegócio mantém uma postura de rejeição. Tanto o MST quanto o agronegócio são fundamentais para o Brasil”, destacou.

Ao ser questionado sobre as dificuldades de sua gestão com o agronegócio, o presidente ressaltou que defende o MST e valoriza tanto os grandes exportadores quanto os pequenos produtores.

“Os grandes exportadores garantem qualidade e abrem mercados internacionais. Já os pequenos produtores, que representam quase 5 milhões de propriedades de até 100 hectares, são os que colocam comida na mesa dos brasileiros. Eles criam frangos, suínos e outros alimentos essenciais. Ambos são igualmente importantes”, explicou Lula.

Daoud rebateu o presidente

O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, rebateu o presidente, dizendo que Lula está enganado, visto as invasões de terras no chamado Abril Vermelho, onde unidades de pesquisa e propriedades foram ocupadas.

Daoud também refutou o dado trazido pelo presidente, a respeito das 5 milhões de pequenas propriedades. “Dessas, apenas 2,1 milhões estão no Proagro, na agricultura familiar. Os demais estão abandonas, na rede de assistência social […].

Para o comentarista, as faíscas entre o agronegócio e o governo petista não são ideológicas. “Os produtores rurais têm grande preocupação sobre a instabilidade que o senhor [president] traz para o campo. A leniência do governo em não questionar as invasões é preocupante”.

Veja o comentário de Miguel Daoud na íntegra no vídeo acima.



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Mais de 230 mil hectares de cana-de-açúcar foram atingidos pelos incêndios



Ao menos 231,83 mil hectares de lavouras de cana-de-açúcar foram atingidos pelos recentes incêndios registrados no interior de São Paulo.

O dado é fruto de levantamento parcial realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar
e Bioenergia (Unica) junto às usinas do estado e refere-se às ocorrências de agosto.

As empresas com os números já contabilizados representam mais de 75% da produção paulista de cana-de-açúcar.

De acordo com o levantamento, 132,04 mil hectares são de áreas que ainda seriam colhidas. O restante, ou seja, 99,79 mil hectares, é referente a locais em que a cana-de-açúcar já havia
sido colhida ou a lavouras de cana-planta (plantadas nesse ano para colheita no próximo ciclo agrícola).

As regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São Carlos foram as mais atingidas pelos incêndios, respondendo por cerca de 90% da área queimada apurada até o momento. Nas regiões de Piracicaba, Araçatuba e Assis o impacto dos incêndios foi menor.

Combate aos incêndios na cana-de-açúcar

A Unica e suas associadas colocaram à disposição do estado de São Paulo toda a estrutura de combate ao fogo já disponível nas usinas.

De acordo com a entidade, mais de 1,5 mil caminhões-pipa e cerca de 10 mil colaboradores do setor sucroenergético treinados para combater incêndios continuam atuando sob coordenação do governo estadual.

“Nesse momento, os esforços do setor seguem dedicados à prevenção e combate dos focos de incêndio, com segurança aos colaboradores e colaboração com o governo do estado”, destaca o diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues.



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Queimadas colocam Tocantins em estado de emergência


O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, decretou situação de emergência por 180 dias, por causa das queimadas, permitindo a mobilização de todos os órgãos estaduais sob a coordenação da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros no combate ao fogo.

Devido às altas temperaturas e à seca natural do Cerrado, o Tocantins costuma registrar aumento nas queimadas no segundo semestre.

Ainda por conta do fogo, alguns pontos turísticos do Parque Estadual do Jalapão foram fechados por tempo indeterminado.

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Região das Dunas do Jalapão com focos de incêndio | Foto: Ana Paula Rehbein/TV Anhanguera

De acordo com o governo, em agosto, foram contabilizados 9.901 focos de incêndio no Tocantins.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Tocantins ocupa a 7ª posição no ranking nacional de queimadas.

Os municípios que mais registraram focos no último mês foram Lagoa da Confusão (444), Pium (182), Formoso do Araguaia (167), Rio Sono (142) e Lizarda (129).

Em âmbito nacional, o cenário também é preocupante. O Brasil registrou 68.635 focos de queimadas em agosto de 2024, com as regiões Norte e Centro-Oeste liderando. No Norte, foram 33.639 focos, enquanto o Centro-Oeste contabilizou 20.441.

O presidente do Naturatins, coronel Edivan de Jesus Silva, destacou que a instituição vem realizando trabalhos contínuos, independentemente da época de estiagem.

Ele pontuou ainda que as ações emergenciais vão ajudar também a evitar o mesmo problema nos próximos anos.

“O Governo do Tocantins está envidando esforços enormes para que possamos atender emergencialmente e tudo isso serve também para que possamos nos preparar para o próximo ano, porque sabemos que esse é um problema recorrente e é importante um planejamento prévio”, comentou.

Situação de emergência

Nesta quinta-feira (5), o governador, Wanderlei Barbosa, entregou 25 novos veículos ao Naturatins, reforçando a infraestrutura de combate aos incêndios.

Também foram assinados dois decretos: um autorizando a contratação de 60 brigadistas; e outro declarando a situação de emergência no Estado por 180 dias, permitindo a mobilização de todos os órgãos estaduais sob a coordenação da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

A normativa também permite que as forças de segurança entrem em propriedades públicas ou privadas para prestar socorro, determinar evacuações em casos de risco iminente e utilizar propriedades em situações de emergência.

Atualmente, mais de 600 bombeiros estão à disposição para ações de combate, caso haja necessidade.

Como parte das ações, o governador anunciou nesta sexta-feira (6), o investimento de R$ 6 milhões.

Além disso, a contratação de brigadistas, podem chegar até 500 pessoas para o combate aos incêndios florestais.


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Chuva deve aliviar o calor em algumas regiões produtoras de soja



Os próximos cinco dias prometem manter o tempo quente e seco na maior parte das áreas produtoras de soja no Brasil. No entanto, entre os dias 12 e 16 de setembro, espera-se uma mudança no padrão climático, com a chuva retornando à região Sul, embora de forma mal distribuída.

Entre 17 e 21 de setembro, são esperadas chuvas de 10 a 15 mm nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, e possivelmente no norte de Minas Gerais. Embora isso ajude a aumentar a umidade do ar e reduza o risco de incêndios, a chuva ainda não garantirá condições ideais para a semeadura da soja.

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Situação crítica em Nova Mutum (MT)

Em Nova Mutum, uma das principais regiões produtoras de soja no Mato Grosso, o calor extremo continuará até 22 de setembro, com temperaturas máximas de 41ºC. Sem chuvas significativas previstas até lá, setembro deverá ser praticamente seco. A chuva esperada só deve chegar a partir de 20 de outubro, com volumes de 40 mm, aliviando o calor, mas ainda atrasando o início da semeadura.

Impactos no plantio da soja

Apesar das chuvas esperadas para as próximas semanas, o cenário não é favorável para o início da semeadura da soja. A falta de regularidade nas precipitações, aliada às altas temperaturas, pode continuar trazendo desafios para os produtores. É importante que os agricultores fiquem atentos às previsões para os próximos dias e busquem orientação técnica para planejar suas operações de plantio.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de uva concluem poda e intensificam tratamentos fitossanitários


Na região de Erechim, as videiras estão na fase inicial de brotação




Foto: Pixabay

Na quinta-feira (05), o Informativo Conjuntural divulgado pela Gerência de Planejamento trouxe atualizações sobre o estado das videiras nas regiões vitícolas do Rio Grande do Sul. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Soledade, a poda seca está em fase de conclusão. Nos municípios do Alto da Serra do Botucaraí, a poda continua devido ao risco de geadas tardias. Na região Centro-Serra, alguns viticultores ainda realizam a poda com receio de novas geadas. Já em Encruzilhada do Sul e na região baixa do Vale do Rio Pardo, tanto a poda quanto o amarrio das videiras foram finalizados. Os tratos culturais e a adubação estão previstos para setembro e outubro, respectivamente.

Na região de Erechim, as videiras estão na fase inicial de brotação, favorecida pelas condições ambientais recentes. Os produtores estão focados em tratamentos fitossanitários para prevenir doenças.

Em Frederico Westphalen, o acúmulo de horas de frio necessárias para um desenvolvimento adequado e produção de qualidade atingiu 174 horas em Caibi, SC. A poda de produção continua, e para a cultivar Vênus, que já começou a brotar, os produtores iniciaram tratamentos para prevenção e controle de escoriose (Phomopsis viticola) e antracnose (Elsinoe ampelina). As videiras estão em diferentes estágios fisiológicos conforme a altitude: nas regiões com altitudes de até 350 metros, a cultivar Vênus está entre os estádios 12 (5 a 6 folhas separadas) e 17 (inflorescência desenvolvida); Bordô varia de estágios 1, 2, 3, 5 e 7 (de gemas dormentes a primeira folha separada); e as Uvas Niágaras Rosada e Branca, além de outras cultivares, estão entre os estádios 1 (gemas dormentes) e 12 (5 a 6 folhas separadas e inflorescência visível). Em altitudes superiores a 350 metros, os estádios fisiológicos são ajustados, com Bordô entre 1, 2, 3, 5 e 9 (de gemas dormentes a 2 a 3 folhas separadas), Niágara Rosada e Branca de 1 (gemas dormentes) a 9 (2 a 3 folhas separadas), e Seyve Villard de 1, 2, 3 (gemas dormentes a algodão).





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Exportações brasileiras de soja retomam bom desempenho em 2024


As exportações brasileiras da soja recuperaram o fôlego em 2024 e já superaram os volumes registrados no mesmo período do ano passado. No entanto, o cenário para o óleo de soja segue negativo, mantendo a tendência de baixa verificada no primeiro semestre deste ano.

Com uma safra menor, o Brasil ainda projeta alcançar, ou até superar, o recorde de exportações de soja em grão registrado em 2023, mas a receita cambial deve ser impactada pela queda no preço internacional da commodity.

Exportação da soja

Nos primeiros oito meses de 2024, o Brasil exportou 83,4 milhões de toneladas de soja em grão, contra 81 milhões no mesmo período de 2023, um crescimento de pouco mais de 2%. Apesar do volume positivo, especialistas apontam que a receita cambial será menor, reflexo da redução dos preços internacionais e da variação cambial.

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Um ponto de destaque no desempenho das exportações de soja é o Porto de Paranaguá, que registrou um aumento de 11% nos volumes exportados, bem acima da média nacional. Além da eficiência do porto, o crescimento foi impulsionado pela atratividade do prêmio oferecido e pela interligação com regiões como Mato Grosso do Sul, sul de São Paulo, parte de Santa Catarina e áreas do Rio Grande do Sul.

Farelo da soja

O farelo de soja manteve a estabilidade, com um leve crescimento nas exportações, atingindo 15,5 milhões de toneladas até agosto de 2024, comparado a 15,2 milhões no mesmo período de 2023. Esse desempenho é visto como positivo, especialmente porque a Argentina, maior exportadora global de farelo, voltou a competir com o Brasil após ter sofrido quebras de safra nos últimos anos.

Óleo de soja

Por outro lado, as exportações de óleo de soja caíram drasticamente. De janeiro a agosto de 2024, o Brasil exportou apenas 960 mil toneladas, bem abaixo dos 2,35 milhões de toneladas embarcadas em 2023. A expectativa é que o país feche o ano com cerca de 1,3 a 1,4 milhão de toneladas exportadas.

A redução nas exportações de óleo de soja é explicada por dois fatores principais: a menor produção nacional e o aumento da demanda interna, impulsionada pela política de biocombustíveis.



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Brasil registrou 2,7 mil focos de incêndio nas últimas 24 horas


Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 2.758 focos de incêndios, de acordo com o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Todos os biomas apresentam focos, que podem representar uma ou várias frentes de fogo ativas:

O estado de Mato Grosso é o que mantém o maior número de focos, com 933, seguido do estado do Pará, onde há 415 focos ativos.

Ao lembrar do Dia da Amazônia, celebrado neste 5 de setembro, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, declarou que o governo federal está unido em esforços para combater as principais ameaças que atingem a região neste momento: a seca e os incêndios.

“Mas esse esforço não pode ser só de um ente da federação ou de governos. Precisamos colaborar juntos, com estados, municípios, academia, iniciativa privada e toda a sociedade”, reforçou.

Área consumida pelo fogo

MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndiosMPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios
Foto: Valter Campanato

O Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ) informa que mais de 7 milhões de hectares da Amazônia já foram consumidos pelo fogo.

No Pantanal, os incêndios já atingiram 2,6 milhões de hectares, o que corresponde a 17,76% do bioma, e o Cerrado teve mais de 142 mil hectares alcançados, correspondentes a 15,8% do bioma.

Na terça-feira (3), a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República anunciou o frete de mais cinco helicópteros para o combate aos incêndios. As aeronaves já atuam no Pantanal equipadas com um dispositivo capaz de lançar cerca de 2,5 mil litros de água.

Segundo o governo, atuam ainda no Pantanal 907 profissionais do governo federal, com outros quatro helicópteros e oito aviões, além de 44 embarcações. Na Amazônia, atuam 1.468 brigadistas.



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Incidência de greening desacelera em 54% no cinturão citrícola de SP


A pressão do greening no cinturão citrícola do estado de São Paulo em 2023 foi 54% menor neste ano em comparação a 2023, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

O documento destaca como motivos as medidas de controle mais eficazes, a melhoria das práticas agrícolas e as temperaturas mais altas para a desaceleração da doença.

A redução da inciêndia contraria as expectativas, visto o recorde de população de psilídeo registrado em 2023.

Clima e manejo

O estudo revelou que a ocorrência de temperaturas mais altas que o normal em todo o cinturão citrícola no segundo semestre de 2023 e início de 2024 pode ter acelerado o crescimento dos brotos e interferido na multiplicação da bactéria causadora do greening.

Além disso, foi verificada melhoria nas medidas de controle, como, por exemplo, uso de inseticidas mais eficazes e redução do intervalo de aplicação.

Menor incidência de greening nos talhões

O levantamento da Fundecitrus também destaca que para a desaceleração do greening foi observada a eliminação de plantas doentes, principalmente de talhões inteiros severamente afetados e nas regiões com baixa incidência.

De acordo com o relatório, a melhoria no manejo do greening dentro das propriedades foi evidenciada pelo menor aumento da incidência nos talhões internos (de 32,71% para 36,43%) que nos talhões de borda (de 40,06% para 47,25%).

“Esse é o resultado do trabalho de toda a cadeia produtiva de citros, que não está medindo esforços para combater o greening nas propriedades rurais do estado de São Paulo. Ainda há muito a fazer, mas estamos no caminho certo de eliminar essa doença, que afeta um dos setores mais importantes para o agro paulista”, ressalta o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai.

Produção de laranja em São Paulo

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Foto: Marcos Santos

A produção de laranja em São Paulo foi superior a 10,6 milhões de toneladas em 2023, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

O volume garante a São Paulo o status de maior produtor de laranja do país, com cerca de 78% do total nacional.

O protagonismo da citricultura paulista também aparece no valor de produção. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse número ficou em R$ 10,7 bilhões em 2022, enquanto o segundo estado com maior valor de produção de laranja foi Minas Gerais, com R$ 1 bilhão.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores de pêssego intensificam cuidados contra pragas


Projeto visa monitorar a presença da praga nas lavouras de pêssego da região




Foto: Pixabay

Nesta quinta-feira (05), o Informativo Conjuntural da Gerência de Planejamento revelou que, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas, a cultura do pêssego está atualmente na fase de frutificação. Os produtores estão concentrados em realizar adubações e aplicar fungicidas para prevenir doenças fúngicas que podem afetar a colheita.

Em Cerrito, alguns produtores relataram perdas devido a condições climáticas desfavoráveis, como alta umidade relativa do ar durante a floração e geadas recentes. No entanto, a extensão real dos danos só será determinada após o processo de raleio das frutas.

Além disso, a equipe do projeto Sistema de Alerta para a Mosca-das-Frutas, desenvolvido pela Embrapa Clima Temperado, está se preparando para iniciar reuniões e organizar boletins. O projeto visa monitorar a presença da praga nas lavouras de pêssego da região, com a coleta de dados prevista para começar em breve.

 





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Foi dada a largada na temporada de plantio da soja!


A temporada de plantio da soja já começou em algumas regiões do país, enquanto em outras os produtores aguardam o momento ideal para iniciar a plantação. No Mato Grosso, por exemplo, o plantio está previsto para começar neste sábado (7). Diante desse cenário, para garantir uma lavoura saudável e produtiva, é necessário seguir boas práticas agrícolas.

De acordo com Tiago Maique, gerente de produtos da Bayer Brasil, um dos primeiros pontos a considerar é o investimento adequado na adubação e manejo, além de prestar atenção nas previsões climáticas para dar início ao plantio no momento certo, conforme as recomendações das empresas fornecedoras de sementes.

https://www.youtube.com/watch?v=STmSjR_7jyE

Um dos cuidados mais importantes nessa etapa é realizar o plantio da soja em um solo limpo, garantindo que a cultura seja estabelecida com o mínimo de competição de ervas daninhas. “O plantio no limpo é uma das melhores práticas, pois reduz os riscos de competição com as plantas invasoras, favorecendo o desenvolvimento saudável da soja”, afirma Maique.

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Tratamento das sementes

sementes - o brasil da semente de soja
Foto: Freepik

Outro ponto importante é o tratamento de sementes. Protegê-las durante a fase de germinação e emergência da cultura é essencial, e o tratamento industrial de sementes se apresenta como uma das melhores opções.

“O tratamento de sementes industriais garante que cada semente receba a dose correta de produto, eliminando erros que podem ocorrer em tratamentos feitos na fazenda. Além disso, otimiza as operações, reduzindo a necessidade de mão de obra e garantindo uma distribuição uniforme dos produtos em todas as sementes”, explica o gerente.

Quanto à escolha da variedade de soja, é fundamental que o produtor siga as recomendações das empresas de genética, levando em conta a população ideal e a janela de plantio para cada região. “Há uma ampla variedade de grãos disponíveis no mercado, e escolher a melhor para as condições específicas da fazenda pode fazer toda a diferença no resultado da colheita”, conclui Tiago.



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