quinta-feira, agosto 6, 2026

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Brasil consegue apoio do G20 para reforma de fundos climáticos


O Grupo de Trabalho de Finanças Sustentáveis do G20 (SFWG, na sigla em inglês) terminou ontem (10) a última reunião sob presidência brasileira, em evento sediado no Rio de Janeiro. Segundo os coordenadores do grupo, a principal entrega é um relatório com recomendações para reformar os fundos ambientais e climáticos. O documento foi encomendado pelo GT a especialistas no tema.

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Desburocratizar o acesso do chamado Sul Global aos fundos sempre foi uma das prioridades do país.  Atualmente, quatro dispositivos multilaterais financiam a maioria dos projetos que tentam frear a crise climática: o Fundo Verde para o Clima (Green Climate Fund); Fundo de Investimento Climático (Climate Investment Funds); Fundo de Adaptação (Adaptation Fund) e o Fundo Global para o Meio Ambiente (Global Environment Facility).

Os critérios para conseguir recursos desses fundos são considerados burocráticos e difíceis pela maioria dos países do Sul Global. O que o Brasil espera que mude a partir das reuniões no âmbito do G20.

Nós priorizamos usar o capital político do G20 para impulsionar uma transformação dos principais fundos climáticos e ambientais do mundo. Não é algo trivial o que a gente conseguiu aqui. Temos uma agenda de implementação pela frente, mas a gente conseguiu que todos os membros do G20 apoiassem uma agenda de reforma da arquitetura financeira climática”, disse Ivan Oliveira, coordenador do grupo e subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda. “Isso se conecta fortemente com uma agenda de solidariedade da política externa do presidente Lula. Essa é uma entrega substantiva e que tem um potencial de destravar o sistema, para que de fato os bilhões de dólares que a gente tem alocado nesses fundos cheguem aos países que precisam, de forma mais rápida e efetiva”.

O Grupo de Trabalho Finanças Sustentáveis foi criado para mobilizar finanças sustentáveis como meio de garantir o crescimento e a estabilidade globais. A ideia é promover transições para sociedades e economias mais verdes, resilientes e inclusivas. O grupo tem a missão de identificar barreiras institucionais e de mercado a estas finanças.

Segundo os coordenadores, ao fim dos trabalhos, o GT conseguiu avançar nas quatro áreas prioritárias propostas pela presidência brasileira: facilitação de acesso aos fundos verdes; princípios para uma transição justa; reportes de sustentabilidade; e instrumentos financeiros para as chamadas soluções baseadas em natureza.

Cyntia Azevedo, chefe adjunta do Departamento de Relações Internacionais do Banco Central do Brasil, participou do GT e destacou a importância de que as instituições assumam um compromisso real com a agenda e evitem o chamado greenwashing, termo em inglês que significa criar uma falsa aparência de sustentabilidade para o público.

Várias das recomendações do GT vão na direção justamente de melhorar a qualidade dos dados que são produzidos, a confiabilidade e a comparabilidade. É importante para quem está investindo saber como são as atividades de cada empresa, ter confiança de que aquilo que está sendo vendido como sustentável de fato é. Não basta dizer que é sustentável, você tem que provar que é sustentável”, disse Cyntia Azevedo.

A próxima reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Bancos Centrais do G20 vai acontecer em Washington DC, Estados Unidos, como parte dos Encontros Anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em outubro.



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Brasil pode quintuplicar produção pecuária com recuperação de pastagens degradadas



No painel “O desafio de recuperar pastagens degradadas“, realizado no FIAP 2024, em Cuiabá (MT), Carlos Ernesto Augustin, assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), destacou as estratégias do Brasil para intensificar a produção agropecuária de forma sustentável, sem avançar sobre áreas preservadas. Ele anunciou o financiamento com juros de 6,5% por meio do programa Eco Invest Brasil, que visa transformar 40 milhões de hectares de pastagens degradadas em sistemas produtivos eficientes e de baixo carbono.

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Segundo Augustin, essa iniciativa faz parte do Decreto Presidencial instituído no final de 2023, que busca aumentar a produção de alimentos e, ao mesmo tempo, cumprir as exigências globais de sustentabilidade. “O grande desafio é financiar uma agricultura de alto rendimento que, além de produtiva, seja sustentável e certificada. Nossa meta é não apenas aumentar a produção, mas também reduzir emissões de carbono e melhorar a gestão do solo”, afirmou.

Durante sua fala, ele destacou a importância da parceria público-privada para viabilizar o programa e atrair investimentos internacionais, com o Japão sendo o primeiro país a aportar recursos financeiros. “Estamos captando investimentos internacionais para garantir que o Brasil possa ser um exemplo de produção sustentável, com um sistema de certificação robusto e globalmente competitivo”, ressaltou.

Augustin também reforçou que o Brasil tem o potencial de multiplicar por cinco sua produção pecuária ao recuperar essas áreas degradadas, com tecnologias que intensificam a produção sem causar danos ambientais. “Com essa recuperação, podemos aumentar significativamente a produtividade, tornando o Brasil um líder global na produção de alimentos de baixo carbono”, concluiu.



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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o IPCA divulgado ontem veio melhor do que o esperado, com uma deflação de 0,02%. Sobre os mercados, o petróleo fechou em forte queda e puxou para baixo o Ibovespa e pressionou ainda mais o câmbio. Para hoje, olho nas reações do mercado ao primeiro debate presidencial televisivo dos EUA.



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Estiagem impulsiona preços da mandioca para o maior patamar do ano


Combinação de menor oferta e demanda aquecida tem provocado uma escalada nos preços




Foto: Canva

A seca prolongada nas principais regiões produtoras de mandioca tem afetado o ritmo dos trabalhos no campo, além de manter o interesse dos vendedores baixo, seja pela expectativa de preços mais altos ou pela rentabilidade limitada. Essa combinação de menor oferta e demanda aquecida tem provocado uma escalada nos preços da raiz.

Segundo dados informados pelo Cepea, os preços superaram R$ 1,00 por grama de amido em muitas negociações, o maior valor registrado desde janeiro. Entre os dias 2 e 6 de setembro, o preço nominal médio a prazo da tonelada de mandioca entregue às fecularias foi de R$ 557,70 (equivalente a R$ 0,9699 por grama de amido), um aumento de 3,9% em relação à semana anterior.

Desde o valor mínimo observado em maio, os preços já subiram 37,3%, embora ainda estejam 10,4% abaixo do mesmo período de 2023.





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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores gaúchos apostam em fertilizantes organominerais para restaurar o solo após as enchentes


As enchentes que atingiram vários municípios no Rio Grande do Sul entre abril e maio, considerada a maior catástrofe climática da história do estado, deixaram um verdadeiro rastro de destruição. De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), 2,7 milhões de hectares de terra no Rio Grande do Sul tiveram problemas de erosão e perda da camada superficial do solo, principalmente da fertilidade. 

Entre os inúmeros municípios atingidos estão propriedades localizadas no Vale do Taquari, no Vale do Caí, onde pomares de citros foram bastante afetados pela enxurrada, levando boa parte da fertilidade do solo e deixando áreas com deposição de areia, outro problema criado pelas enchentes. Segundo os especialistas, sem um trabalho de reposição de nutrientes aprofundado, essas áreas devem levar anos para recuperar a fertilidade do solo.

“Conforme os dias de chuva se passaram fomos recebendo relatos de produtores de que suas áreas, tinham sido ‘lavadas’ pelas fortes águas que desciam nos morros e até alguns que relataram perda total das áreas, às quais desceram com os desmoronamentos ocorridos”, relata a engenheira agrônoma e Assistente Técnica Comercial da Terraplant Fertilizantes, Alana Cirino. A empresa se dedica há mais de duas décadas no desenvolvimento de soluções para potencializar a fertilidade do solo em diversos estados brasileiros, através da aplicação de fertilizantes organominerais.

Com a experiência de quem trabalha na correção de diferentes tipos de solo no Rio Grande do Sul, ressalta o tamanho do desafio. “O que podemos verificar destas áreas que sofreram as consequências destas intempéries é que todo o perfil de solo que já estava corrigido e pronto para as produções já não estão mais presentes. Sobraram solos compactados, pobres em matéria orgânica e ácidos, o que faz com que a necessidade de uma recuperação total de área seja feita”, afirma Alana Cirino.

Esse foi o caminho encontrado pelo produtor de uvas, Enerio Rigon, que tem sua propriedade no município de Pinto Bandeira, na Serra gaúcha. “No começo de maio tive uma área devastada pelo deslizamento de terra devido ao alto índice de chuva, uma boa parte foi atingida e praticamente não sobrou nada, tudo foi arrastado pelas forças da água inclusive a parte boa do solo, sobrando rocha e terra lavada. Então decidimos recompor o solo e replantar a área utilizando o fertilizante MinerOxi+, um fertilizante organomiral e mais completo. Por indicação de um amigo recebi a visita da engenheira agrônoma Alana e optei pelo produto da Terraplant achei muito interessante para recompor a matéria orgânica do solo e reconstruir a fertilidade da área”, destacou o produtor.

Segundo o Doutor em Solos e Coordenador de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Terraplant, Alex Becker, o índice ideal de matéria orgânica do solo é no mínimo de 5%, porém, 96% das análises de solo que ele recebe do Sul estão abaixo dos 3%. Becker lembra que o primeiro passo é entender que tipo de solo que ficou, porque em muitas áreas que foram alagadas, próximas a rios e riachos, foram ‘lavadas’ e muitas outras não foram lavadas, mas houve uma grande deposição de areia.

“Essas áreas vão ter que ser trabalhadas novamente para formar e entender esse novo perfil de solo, essa nova fertilidade. E isso passa muito por uma questão de correção, essas áreas vão ter que ser corrigidas do ponto de vista químico, físico, e biológico. Nós da Terraplant podemos contribuir com essa orientação e oferecendo um portfólio robusto e versátil, como o MinerOxi+, o único organomineral 3 em 1 (orgânico+mineral+óxido), que vai corrigir e melhorar essa questão de fertilidade do solo”, explica Becker. Mas o especialista faz uma ressalva. “O produtor precisa estar consciente que a correção não acontece de uma hora para a outra, vai levar um tempo, estimo que de três a quatro anos para ir melhorando essas áreas que foram gravemente afetadas, então vai levar algumas safras para melhorar as condições físicas e químicas do solo, utilizando adubação com presença de matéria orgânica a fim de recuperar a fertilidade dos solos e, consequentemente, dar melhores condições para as produções”, aponta.

Por fim o especialista destaca que além de utilizar ferramentas para melhorar o perfil do solo, os produtores terão que pensar em práticas conservacionistas em algumas áreas para mitigar e diminuir a velocidade da água, seja adicionando palhada no sistema, curvas de nível e, em muitas áreas até terraços dependendo da declividade.

“Nesse sentido, o MinerOxi+ disponibiliza uma gama de nutrientes que vai melhorar essa fertilidade, além de corrigir o pH dessas áreas que possivelmente estão mais ácidas do que antes das enchentes, pois a chuva acidifica o solo”, afirma Becker. Para finalizar, o especialista ressalta que além de casos extremos, como o ocorrido no RS, as soluções da empresa vêm contribuindo com uma melhor fertilidade dos solos e no auxílio aos produtores para obter o melhor resultado em suas lavouras. “Além de agregar produtividade, os fertilizantes organominerais como, por exemplo, o MinerOxi+, da Terraplant, vêm agregando em qualidade de produto, como as uvas produzidas na Serra Gaúcha”.





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Fungicidas multissítios: Solução essencial


Na cultura da soja, o Fezan Gold tem se destacado no controle da ferrugem asiática



“Contribuem na manutenção do desempenho de outros produtos"
“Contribuem na manutenção do desempenho de outros produtos” – Foto: USDA

O mercado de defensivos agrícolas enfrenta escassez de Fungicidas protetores devido a problemas logísticos e de fornecimento. Para atender à demanda crescente, a Sipcam Nichino formou uma força-tarefa voltada à safra 2024-25. Esses produtos são essenciais para o controle de doenças em várias culturas, como soja, algodão e milho. José de Freitas, agrônomo da empresa, recomenda o uso de produtos com multissítio na fórmula, como o fungicida Fezan Gold, que tem ganhado popularidade e é registrado para 11 cultivos além da soja.

“Contribuem na manutenção do desempenho de outros produtos. Proporcionam índices mais altos de controle de diversas doenças em várias culturas, entre as quais a ferrugem asiática, a mancha alvo e as de final de ciclo na soja. Na falta de protetores, indicamos produtos já com multissítio na composição. Fezan Gold é um fungicida sistêmico e protetor com multissítio, com formulação líquida SC à base de água, que traz praticidade e facilidade de manuseio e aplicação. Não necessita de óleo, apresenta baixíssimo risco de fitotoxicidade, comparado a outros do mercado e proporciona relação custo-benefício favorável”, comenta.

Na cultura da soja, o Fezan Gold tem se destacado no controle da ferrugem asiática, com 94% de eficácia contra o fungo Phakopsora pachyrhizi, conforme estudo da pesquisadora Caroline Wesp em Jaboticaba (RS). No algodão, o produto tem crescido em adesão, especialmente no controle da mancha de ramulária, com bons resultados no cerrado, principal região produtora do Brasil. Além disso, produtores de feijão, milho, amendoim, trigo e outras culturas também relatam sucesso com o fungicida. A Sipcam Nichino, fundada em 1979, é fruto da parceria entre a italiana Sipcam e a japonesa Nichino, ambas focadas na inovação em proteção de cultivos.
 





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Autorizações de queima no estado de São Paulo são suspensas


A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) suspendeu, temporariamente, as autorizações de queima no estado.

Somente poderão ser emitidas permissões para a prática que tenha por objetivo prevenir incêndios – criação de aceiros negros – ou mediante solicitação direta da Secretaria da Agricultura e Abastecimento com finalidade fitossanitária.

A medida é resultado do cenário de tempo seco, alta ocorrência de incêndios e baixa qualidade do ar que favorecem o aumento de doenças respiratórias e cardiovasculares.

De acordo com a Defesa Civil, a baixa qualidade do ar ocasionada pelas queimadas se agrava pela atuação de uma massa de ar quente, seco e estável, aliada à ausência de chuvas, o que dificulta a dispersão dos poluentes.

O Mapa de Risco de Incêndio do órgão indica nível de emergência para queimadas em quase todo o território paulista até o próximo sábado (14).

Qualidade do ar em São Paulo

Mudança nos ventos traz fumaça de queimadas para o Rio Grande do SulMudança nos ventos traz fumaça de queimadas para o Rio Grande do Sul
Foto: Rosinara Ferreira

Segundo as informações do governo estadual, 41 das 57 estações medidoras do estado apontam nesta terça-feira (10) a qualidade do ar como ruim ou muito ruim, que pode provocar na população sintomas como tosse seca, cansaço, ardor nos olhos, nariz e garganta, com falta de ar e respiração ofegante em casos mais graves.

Os efeitos mais sérios podem aparecer em crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas.

Na capital paulista, o céu tem poucas nuvens, calor e névoa seca. De acordo com as estações meteorológicas automáticas do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura da cidade, os termômetros apontam 33°C em Itaquera, na zona leste, e 31°C em Parelheiros, no extremo da zona sul.

A umidade relativa do ar nesses locais é de 20% e 28%, respectivamente. A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) decretou, às 11h45, estado de atenção devido à baixa umidade do ar em toda cidade.

Tendência para o clima

Os meteorologistas do CGE apontam que a massa de ar seco vai persistir até o próximo sábado (14) no estado de São Paulo, provocando dias com temperaturas acima da média e baixa umidade do ar em grande parte do dia, o que aumenta o risco de queimadas e incêndios nas áreas vegetadas, e não favorece a dispersão dos poluentes, o que contribui para a péssima qualidade do ar.

A quarta-feira (11) será mais um dia com predomínio de sol e tempo seco. Os termômetros oscilam entre 18°C ao amanhecer e 34°C no meio da tarde. Na quinta-feira (12), o cenário atmosférico não muda, mantendo o sol forte, névoa seca e baixa umidade do ar, com temperatura mínima de 19°C e máxima de 34°C.



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Importações de trigo atingem maior volume em dois anos, mesmo com preços elevados


Aumento reflete a baixa disponibilidade interna




Foto: Divulgação

Apesar dos altos custos de importação, o Brasil tem aumentado significativamente suas compras externas de trigo ao longo de 2024, atingindo volumes não vistos nos últimos dois anos. Esse aumento reflete a baixa disponibilidade interna, especialmente de trigo de alta qualidade, o que tem pressionado o mercado a buscar alternativas no exterior.

Segundo dados informados pelo Cepea, com base em levantamentos da Secex, o Brasil importou 4,556 milhões de toneladas de trigo entre janeiro e agosto de 2024, o maior volume para esse período desde 2020, representando um aumento de 9% em relação ao total importado em 2023.

Em agosto, as importações somaram 545,46 mil toneladas, quase o dobro do registrado em agosto de 2023. No mercado interno, os preços do trigo continuam enfraquecidos, variando conforme a oferta e demanda em diferentes regiões.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Campo Futuro 2024: decida com dados e planeje seu negócio rural | Ouça o…


Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe da CNA/Senar e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas

Gestão e Mercado: Episódio #136

“Campo Futuro 2024: decida com dados e planeje seu negócio rural”, com Natália Fernandes, coordenadora do Núcleo de Inteligência de Mercado da CNA, e Larissa Mouro, assessora técnica da CNA.

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Oferta restrita eleva preços da arroba do boi; confira


O mercado físico do boi gordo segue apresentando alta generalizada nos preços, com muitos negócios saindo acima das referências médias em alguns estados.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate estão na posição menos confortável do ano, entre cinco e seis dias úteis a depender da praça.

“O fato é que a oferta se tornou mais restrita ao longo do mês, o que tem resultado na elevação dos preços do boi gordo”, disse.

Em função do forte ritmo de embarques de carne bovina e da melhora dos indicadores domésticos, as indústrias mantêm os abates em patamares elevados, não considerando a elevação da ociosidade média, mesmo diante da alta dos preços da arroba do boi gordo.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 255,23

Mercado atacadista

carne bovina - autoembargo
Foto: Abiec

O mercado atacadista volta a se deparar com preços mais altos. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, em linha com a boa demanda durante a primeira quinzena do mês.

“O encurtamento das escalas de abate muda a dinâmica do mercado, com preços mais altos do boi gordo. As indústrias começam a repassar esse aumento ao longo da cadeia produtiva”,
assinalou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 18,75 por quilo, alta de R$ 0,25. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 14,40 por quilo, alta de R$ 0,40. A ponta de agulha foi precificada a R$ 14,30 por quilo, alta de R$ 0,30.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,32%, sendo negociado a R$ 5,6536 para venda e a R$ 5,6516 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5690 e a máxima de R$ 5,6715.



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