quinta-feira, agosto 6, 2026

Agro

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Falta 1 mês para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 24/25!


Está chegando! Faltam 30 dias para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 24/25, evento que será realizado pela primeira vez no estado do Maranhão, no dia 11/10, às 9h. O palco do encontro será a Fazenda Pau-Brasil, localizada no município de Açailândia. A entrada é gratuita e para se inscrever basta acessar o formulário.

Tópicos abordados

Além de marcar o início do plantio do grão, com o enfileiramento das plantadeiras no campo, o evento também aborda diferentes tópicos de discussão, como:

  • Gestão e diversificação
  • Rentabilidade nas propriedades
  • Consolidação e importância do MATOPIBA
  • Impactos do clima na lavoura
  • Sustentabilidade na produção



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possível aumento na tarifa de importação de pneus pode gerar nova greve



A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) manifestou preocupação com o possível aumento da tarifa de importação de pneus de 16% para 35%.

Durante uma audiência na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário da agência, José Aires Amaral Filho, alertou que a medida pode resultar no sucateamento do setor de transporte, especialmente entre os transportadores autônomos, que compõem 94% dos 747 mil registrados no país.

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Representantes do setor, como Everaldo Bastos da Fetrabens, reforçaram que o aumento poderia desencadear nova greve de caminhoneiros, citando a dificuldade dos profissionais em absorver o aumento nos custos dos pneus.

Por outro lado, a ANIP, associação que representa os produtores nacionais de pneus, defende o aumento como medida para combater prejuízos causados pela alta das importações. Estudos apontam que a elevação da tarifa pode acarretar aumento de até 25% no preço dos pneus e um impacto de 6% nos custos do setor de transporte rodoviário, além de prejudicar a segurança viária.

A Abidip, que representa os distribuidores e importadores de pneus, alertou sobre possíveis efeitos inflacionários e criticou a prática de superfaturamento da matéria-prima por multinacionais do setor para remessa de lucros ao exterior.



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Exportação de mel cresce 376% nos portos paranaenses



Os portos paranaenses exportaram 3.847 toneladas de mel entre os meses de janeiro a julho de 2024, representando um crescimento de 376% em comparação ao mesmo período do ano passado (808 toneladas). O aumento está muito acima da média nacional. Dados do governo federal disponibilizados no Comex/Stat mostraram um crescimento brasileiro de 26%, passando de 16.823 toneladas, em 2023, para 21.144 toneladas este ano.

“A apicultura é uma atividade extrativista sustentável, que beneficia a fauna e a flora, e pode gerar diversos produtos, entre eles o mel, que é o mais rentável, comentou o diretor-presidente, Luiz Fernando Garcia.

Após a pandemia, o consumo de mel nos Estados Unidos, principal destino do mel brasileiro e paranaense, junto com o Canadá, vem sendo retomado aos poucos. Por outro lado, o grande fornecedor da commodity no mundo, a China, está enfrentando problemas de adulteração, o que impacta na qualidade da carga. Por ser um produto nutricional e medicinal, o mel adulterado não serve para consumo.

“Agora outros países estão suprindo a demanda norte-americana, mas Ucrânia e Argentina estão enfrentando problemas de protocolos comerciais e sanitários do mel para exportação. Abriu-se uma janela para o Brasil exportar o produto e agora o País está se tornando referência como movimentador de mel natural e de qualidade”, explicou Giovani Ferreira, membro do Conselho de Administração da Portos do Paraná.

O Porto de Paranaguá é o segundo maior porto a movimentar mel para exportação no Brasil, perdendo apenas para o Porto do Rio de Janeiro. A commodity é exportada em tambores, que são despachados em contêineres dry.

Segundo a Secretaria estadual da Agricultura, no Paraná, assim como em todo território brasileiro, desenvolve-se a exploração econômica e racional da abelha do gênero Apis e espécie Apis mellifera.

PRODUÇÃO NO PARANÁ – A exportação de mel natural produzido no Paraná cresceu 113% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2023. Foram 2.191 toneladas em 2024, contra 1.026 toneladas de janeiro a junho do ano passado. O crescimento do volume também foi acompanhado pelo aumento na receita, com US$ 5,5 milhões nos primeiros seis meses deste ano, 77% a mais que os US$ 3,1 milhões de 2023.

O levantamento é do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O Paraná foi o quarto maior exportador de mel do País no período de janeiro a junho. O Piauí aparece em primeiro lugar, com US$ 14,4 milhões e 5.920 toneladas; Minas Gerais em segundo, com US$ 7,7 milhões e 2.918 toneladas vendidas ao Exterior; e Santa Catarina, na terceira posição, vendeu US$ 6,3 milhões e 2.522 toneladas. (Com informações de Portos do Paraná)

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balança comercial volta a ser positiva em agosto



Após três meses consecutivos de saldo negativo, a balança comercial do arroz voltou a ser positiva em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas.

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No acumulado de 12 meses, porém, o déficit é de 185,4 mil toneladas, o maior desde out/21. De acordo com dados da Secex, compilados e analisados pelo Cepea, apesar da queda nas exportações em agosto/24, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, voltando a superar as importações.

Os preços de exportação e importação, por sua vez, subiram, mas o custo de importação (em R$/saca) atingiu a máxima nominal de toda série Secex.

O custo FOB (Free on Board) na origem do produto foi de US$ 478,36/t em agosto/24, ou de R$ 132,98/saca de 50 kg. Se deflacionado pelo IGP-DI, trata-se da média mais alta desde ago/15, quando atingiu R$ 134,03/sc de 50 kg.



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exportações registram queda em agosto



As exportações brasileiras de tilápia (filés e produtos secundários) caíram em agosto, de acordo com levantamento do Cepea. O cenário interrompe o ritmo crescente que vinha sendo observado desde março.

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Conforme dados da Secex analisados pelo Cepea, as vendas externas totalizaram 1,3 mil toneladas, quantidade 29,1% inferior à de julho e apenas 2% acima da do mesmo período do ano passado.

Quanto aos preços da tilápia, as cotações continuaram caindo em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, embora em menor intensidade frente aos dois meses anteriores. Segundo pesquisadores, a pressão vem da oferta elevada de peixe, somada à demanda enfraquecida, diferentemente do cenário observado em 2023.



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Brasil deve embarcar até 5,514 milhões de toneladas da soja em setembro


Conforme o levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras da soja em grão deverão ficar em 5,514 milhões de toneladas em setembro. No mesmo mês do último ano, as exportações ficaram em 5,546 milhões de toneladas. Em agosto, o país embarcou 7,994 milhões de toneladas.

Na semana encerrada no dia 7 de setembro de 2024, o Brasil embarcou 1,678 milhão de toneladas. Para o período entre 8 e 14 de setembro, a ANEC aponta a exportação de 1,561 milhão de toneladas.

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Farelo da soja

embarque de soja para mercado externoembarque de soja para mercado externo
Foto: Fabio Scremin/APPA

Para o farelo da soja, a previsão de embarques é de 2,015 milhões de toneladas em setembro. Em 2023, o total exportado foi de 1,906 milhão de toneladas no mesmo período. Já em agosto, ficou em 1,986 milhão de toneladas. Na semana passada, as exportações ficaram em 293,778 mil toneladas e a previsão para esta semana é de 619,152 mil toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Desempenho superior no cultivo de arroz


No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos



No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos
No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos – Foto: Pixabay

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de arroz 2023/24 no Brasil totalizou 10,75 milhões de toneladas, das quais 9,98 milhões foram cultivadas em áreas alagadas (irrigadas). O estado do Rio Grande do Sul destacou-se como o maior produtor, responsável por 7.162.674,9 toneladas, correspondendo a 70% da produção nacional. Santa Catarina e Tocantins vêm logo em seguida, com participações de 10% e 7%, respectivamente.

No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos que demandam um manejo especializado por parte dos produtores. Para ajudar a superar essas dificuldades, a Titan Pneus lançou no mercado o Super Arrozeiro 3, um pneu desenvolvido para otimizar o desempenho dos tratores em solos alagados. José Luiz Coelho, gerente de engenharia de campo da Titan, explica que o grande diferencial desse novo modelo está na banda de rodagem com centro aberto, barras extra profundas e linhas com alavanca, proporcionando excelente tração e penetração em terrenos instáveis, típicos do cultivo inundado.

Coelho também destacou que as novas linhas com alavanca impedem o acúmulo de resíduos nos pneus, reduzindo a patinação do trator, o que melhora significativamente a performance durante o manejo. Outro ponto de destaque é a tecnologia Orbitech, aplicada na construção dos pneus, que elimina emendas nos componentes, minimizando o risco de deslocamento, um problema recorrente no arroz irrigado. Segundo ele, a empresa investiu em pesquisas para aprimorar o composto dos pneus, garantindo maior durabilidade e resistência contra o desgaste precoce e rachaduras.

Os pneus da linha Super Arrozeiro 3, além de maior capacidade de carga e vida útil prolongada, são homologados como Equipamento Original (E.O.) nas principais montadoras de máquinas agrícolas do Brasil e da América Latina, o que os torna uma escolha segura e eficiente para os produtores de arroz.
 





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exportações podem chegar a cerca de 6,5 milhões de t em setembro



Dados divulgados nesta semana pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projetam que o Brasil deverá exportar 6,469 milhões de toneladas de milho em setembro.

Em setembro do ano passado, o Brasil embarcou 9,425 milhões de toneladas de milho. Em agosto, os embarques do cereal somaram 6,429 milhões de toneladas. No acumulado de 2024, os embarques de milho atingem 23,531 milhões de toneladas.

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De acordo com a Anec, na semana entre 1 e 7 de setembro, foram registrados embarques do cereal de 1,322 milhão de toneladas. Entre 8 e 14 de setembro, os embarques estão projetados em 2,007 milhões de toneladas de milho.

Preços do milho seguem em alta, diz Cepea

Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os preços do milho seguem em alta no mercado doméstico. De acordo com pesquisadores do centro, essa valorização está relacionada ao aumento da demanda internacional e às preocupações com o clima nas principais regiões produtoras da safra de verão no Brasil.

Vendedores, atentos às recentes altas tanto no mercado externo quanto interno, estão limitando o volume ofertado, o que colabora para a sustentação dos preços.

A procura internacional pelo milho brasileiro tem crescido, impulsionada pela maior paridade de exportação, aponta o levantamento. Além disso, compradores internos estão retomando negociações, buscando recompor estoques e/ou se antecipar a possíveis novas valorizações nos próximos dias.



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Fundecitrus reduz estimativa de produção no cinturão de SP e MG



O Fundecitrus revisou para baixo a estimativa para a safra de laranja 2024/25 no cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais. O volume esperado é de 215,78 milhões de caixas de 40,8 quilos, redução de 16,6 milhões de caixas, 7% a menos do esperado em maio.

“A redução se deve ao menor tamanho dos frutos, por causa do clima quente e seco. As condições climáticas previstas em maio para os primeiros quatro meses da safra foram ainda piores, com volume de chuvas 31% inferior ao esperado”, justificou o Fundecitrus, em nota.

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“Além disso, as temperaturas elevadas durante o outono e o inverno intensificaram a evapotranspiração, agravando a severidade da seca. As temperaturas mais altas também aceleraram a maturação dos frutos, levando a um ritmo de colheita mais rápido”, acrescentou.

Conforme o Fundecitrus, em meados de agosto, cerca de 45% da safra estava colhida, ante aproximadamente 30% na média histórica. Na nota, o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres, disse que a próxima atualização de safra vai trazer dados mais precisos sobre a quarta florada.

“O volume da quarta florada é muito mais expressivo nesta safra do que nas anteriores. Nas próximas semanas, vamos fazer um levantamento de campo para apurar o índice de pegamento e tamanho desses frutos”, contou.

Ainda conforme o Fundecitrus, como o tamanho médio dos frutos diminuiu de 169 gramas para 155 gramas, agora são necessários 264 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, 23 laranjas a mais do que o projetado em maio. A taxa de queda de frutos está reestimada em 17,10%, índice inferior ao projetado em maio, que era de 18,50%.



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temperaturas passam dos 40 °C com fumaça e baixa umidade



Saiba como o clima irá se comportar em todas as regiões nesta quinta-feira (12):

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Sul

A frente fria continua se deslocando sobre o estado do Rio Grande do Sul, provocando chuvas em todo o território. As pancadas podem ocorrer com forte intensidade e há risco de temporais. As demais áreas do estado, assim como Santa Catarina e Paraná, apresentam predomínio de sol. As temperaturas permanecem elevadas, especialmente entre os estados catarinense e paranaense.

Sudeste

A massa de ar seco continua favorecendo temperaturas altas e baixa umidade relativa do ar durante a tarde. O sol aparece entre poucas nuvens, mas o céu pode ficar encoberto pela fumaça das queimadas, principalmente em São Paulo. O risco de incêndios permanece elevado, principalmente no interior da região. No extremo nordeste de Minas Gerais, pode chover de forma fraca e isolada.

Centro-Oeste

A massa de ar seco e quente segue atuando sobre o Brasil central. O sol predomina, mas, em alguns momentos, o céu pode ficar encoberto pela grande quantidade de fumaça das queimadas. As temperaturas continuam elevadas nos três estados da região. Em algumas cidades de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, os termômetros ultrapassam os 40 °C. Atenção para a baixa umidade do ar durante as horas de maior aquecimento.

Nordeste

O tempo firme predomina, com sol e baixa umidade do ar no interior da região. Na costa leste, podem ocorrer algumas pancadas de chuva isoladas. As temperaturas se mantêm elevadas, especialmente no interior nordestino. No litoral do Maranhão, há possibilidade de chuva isolada no período da tarde.

Norte

Pancadas de chuva intercaladas com períodos de melhora no oeste, noroeste e norte do Amazonas, assim como no oeste de Roraima. No Amapá e litoral do Pará, as pancadas de chuva são mais isoladas. Nas demais áreas da região, o sol aparece entre poucas nuvens.



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