quinta-feira, agosto 6, 2026

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Marina quer Autoridade Climática robusta que sobreviva a governos


A ministra do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva, disse, nesta quarta-feira (11) que o governo federal ainda está desenhando a estrutura da Autoridade Climática.

Em entrevista à imprensa no Rio de Janeiro, ela afirmou que a ideia é deixar uma instituição que seja capaz de “atravessar, o que é correto numa democracia, as alternâncias de poder”.

A intenção de criar a Autoridade Climática foi reafirmada nesta terça-feira (10) pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em visita a Manaus.

“O que queremos é uma instituição que seja suficientemente robusta, não em tamanho, mas em qualidade”, disse a ministra.

‘O que há de melhor na ciência brasileira’

As ações da futura autoridade contarão com o suporte e o lastro de um comitê técnico-científico, que, de acordo com a ministra, reunirá “o que há de melhor na ciência brasileira”.

“A Autoridade Climática é um desenho que vai trabalhar no sentido da articulação, da formulação dos regramentos voltados para fazer esse enfrentamento [às questões climáticas]”.

Segundo Marina Silva, os eventos climáticos extremos estão ocorrendo com mais frequência e que é preciso se preparar para situações ainda mais extremas.

“O mundo ainda não sabe lidar com esse novo normal. E os cientistas estão dizendo que o que era extremo pode se transformar no normal e o que vai ser extremo [no futuro], a gente nem sabe ainda o que é”, alertou a ministra.

Seca e incêndios no país

Incêndios PantanalIncêndios Pantanal
Christiano Antonucci/Secom-MT

Ela também falou que o governo está trabalhando para lidar com a situação de seca que atinge 25 unidades da Federação, das quais nove estão com estiagem em 100% de seu território, a baixa umidade relativa do ar e os incêndios que estão ocorrendo em vários pontos do território nacional.

“Tem uma química perversa que se complementa nesse momento, que é a alta temperatura, baixa umidade, ventos fortes e pessoas ateando fogo em várias regiões”, disse a ministra, que defendeu penas mais severas para aqueles que provocam incêndio criminoso.

“Já são 32 inquéritos investigando a origem criminosa para que o processo de dissuasão [aos criminosos] possa ficar claro, de que quem fez a queima criminosa haverá de pagar”.

Emergência climática

Ela também defendeu o fim da regularização fundiária para pessoas que ocuparam ilegalmente e degradaram áreas de vegetação nativa.

Segundo ela, o governo tem se preparado para essa situação de emergência climática desde a transição, no fim de 2022, mas o problema deveria ter começado a ser resolvido em 1992, quando houve um alerta dos cientistas sobre as mudanças climáticas.

“O fator basilar é não terem sido tomadas medidas [contra as situações] que levaram à mudança do clima. E ela [a mudança climática] já aconteceu, nós já estamos vivendo sob os efeitos dessa mudança. Nós alcançamos 1,5 grau Celsius (°C) [de elevação] de temperatura da Terra [em relação ao período pré-industrial] no ano passado, e agora os cientistas estão verificando se isso vai se estabilizar ou se ainda tem como retroagir”, disse Marina.

“E aí se você me diz, o que o governo tem que fazer para não secar os rios no ano que vem? Era o que todos os governos e todos os empresários deveriam ter feito desde 1992”, acrescentou.

Petróleo na foz do Amazonas

Em relação à exploração e produção de petróleo na Foz do Rio Amazonas, a ministra disse que essa é uma decisão que cabe ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e que os aspectos ambientais serão analisados pelo Ibama.

“A discussão sobre os aspectos de conveniência e oportunidade de exploração de petróleo é uma discussão do CNPE e que o Ibama se atenha à viabilidade ambiental dos empreendimentos. Nesse contexto, nem dificultamos nem facilitamos”, afirmou Marina.



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G20 Agro discute sustentabilidade e segurança alimentar em Chapada dos Guimarães



O Grupo de Trabalho da Agricultura do G20, realizado em Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, está reunindo o maior número de delegações da história do evento. Com a participação de 50 países, o encontro internacional debate temas cruciais como a segurança alimentar, a importância da agricultura familiar e a sustentabilidade na produção agrícola.

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O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anfitrião do evento, destacou a importância do combate à insegurança alimentar, afirmando que “a fome é a maior de todas as degradações do ser humano”. O evento reúne, além das 20 maiores economias do mundo, a União Africana, nações convidadas pelo Brasil e organismos internacionais.

Declaração ministerial e acordos comerciais

Pela primeira vez, o G20 Agro fará uma declaração ministerial ao invés de uma simples carta ao final do evento. Roberto Perosa, coordenador do grupo de trabalho, explicou que essa declaração terá a força de um acordo internacional, cuja implementação dependerá de cada país. Além das discussões sobre sustentabilidade, o evento prevê a realização de reuniões bilaterais que podem resultar em novos acordos comerciais.

Sustentabilidade no foco

O Brasil, como um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo, enfrenta pressão internacional para cumprir suas responsabilidades ambientais. Fávaro ressaltou a importância de diferenciar os produtores que seguem práticas sustentáveis da pequena minoria que ainda comete crimes ambientais. “Mais de 97% dos produtores têm boas práticas de sustentabilidade”, afirmou o ministro, destacando que políticas públicas estão sendo implementadas para premiar os produtores responsáveis e punir aqueles que desrespeitam o meio ambiente.

O encontro segue até o final da semana e promete consolidar novas parcerias e diretrizes para o futuro da agricultura global.



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Brasil apresenta recuperação de pastagens no G20 Agro como alternativa para aumentar a produção de alimento


Segurança alimentar e sustentabilidade são os motes do programa que visa transformar 40 milhões de hectares de pastagens degradadas em sistemas produtivos eficientes e de baixo carbono.

O projeto pode entrar nos debates do Grupo de Trabalho do G20 Agro, que ocorre em Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, até sexta-feira (13).

O programa é uma das estratégias do Brasil para intensificar a produção agropecuária de forma sustentável, sem avançar sobre áreas preservadas.

O tema, segundo o assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Ernesto Augustin, deve ser apresentado pelo ministro Carlos Fávaro aos integrantes do G20 e demais organismos internacionais convidados.

“Provavelmente o ministro Carlos Fávaro vai lançar esse programa como uma solução para a segurança alimentar com sustentabilidade, pedindo ou sugerindo apoio financeiro de outros países, como China, Japão e Oriente Médio, já que o foco deles é a segurança alimentar. Quando mostramos a possibilidade de produzir sem derrubar árvore nenhuma e com sequestro de carbono, é tudo o que o mundo quer”, disse Augustin, em entrevista ao Canal Rural e à CNN.

Recursos do programa

De acordo com o assessor especial do Mapa, o programa de recuperação de pastagens conta hoje com recursos entre US$ 1 bilhão e US$ 1,5 bilhão, sendo parte aporte brasileiro, incluindo da iniciativa privada, e da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

“Mas o importante para nós é começarmos esse primeiro ano para darmos credibilidade ao programa e, assim, captar mais recursos. Temos vários países interessados em investir”.

O programa se encontra em processo de criação das normativas e regramentos. Neste primeiro momento, considerando o volume de recurso já disponível, é possível trabalhar na recuperação de um milhão de hectares de pastagens degradadas, podendo estas voltarem a ser utilizadas como pasto ou transformadas em área agricultável, floresta e até mesmo frutíferas, salienta Augustin.

Segundo ele, tal extensão pode chegar a dois milhões de hectares no próximo ano.

“Dois milhões de hectares é um aumento de 4% na área plantada. Nós não estamos preocupados somente em aumentar a produção. Esse programa vai ser regado a requisitos fortes de sustentabilidade. Requisitos que vão compor a nova geração da agricultura, uma agricultura regenerativa, com sequestro de carbono. Tudo o que o mundo está precisando”, reforça o assessor especial do Mapa.

Mudanças climáticas desafiam agro brasileiro, dizem especialistas



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Brasil deve focar em recuperação de pastagens como motor à produção alimentar



Segurança alimentar e sustentabilidade são os motes do programa que visa transformar 40 milhões de hectares de pastagens degradadas em sistemas produtivos eficientes e de baixo carbono.

O projeto pode entrar nos debates do Grupo de Trabalho do G20 Agro, que ocorre em Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, até sexta-feira (13).

O programa é uma das estratégias do Brasil para intensificar a produção agropecuária de forma sustentável, sem avançar sobre áreas preservadas.

O tema, segundo o assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Ernesto Augustin, deve ser apresentado pelo ministro Carlos Fávaro aos integrantes do G20 e demais organismos internacionais convidados.

“Provavelmente o ministro Carlos Fávaro vai lançar esse programa como uma solução para a segurança alimentar com sustentabilidade, sugerindo apoio financeiro de outros países, como China, Japão e Oriente Médio, já que o foco deles é a segurança alimentar. Quando mostramos a possibilidade de produzir sem derrubar árvore nenhuma e com sequestro de carbono, é tudo o que o mundo quer”, disse Augustin, em entrevista ao Canal Rural e à CNN.

Recursos do programa

De acordo com o assessor especial do Mapa, o programa de recuperação de pastagens conta hoje com recursos entre US$ 1 bilhão e US$ 1,5 bilhão, sendo parte aporte brasileiro, incluindo da iniciativa privada, e da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).

“Mas o importante para nós é começarmos esse primeiro ano para darmos credibilidade ao programa e, assim, captar mais recursos. Temos vários países interessados em investir”.

Recuperação para segurança alimentar

O programa se encontra em processo de criação das normativas e regramentos. Neste primeiro momento, considerando o volume de recurso já disponível, é possível trabalhar na recuperação de um milhão de hectares de pastagens degradadas, podendo estas voltarem a ser utilizadas como pasto ou transformadas em área agricultável, floresta e até mesmo frutíferas, salienta Augustin.

Segundo ele, tal extensão pode chegar a dois milhões de hectares no próximo ano.

“Dois milhões de hectares é um aumento de 4% na área plantada. Nós não estamos preocupados somente em aumentar a produção. Esse programa vai ser regado a requisitos fortes de sustentabilidade. Requisitos que vão compor a nova geração da agricultura, uma agricultura regenerativa, com sequestro de carbono. Tudo o que o mundo está precisando”, reforça o assessor especial do Mapa.

A cobertura do G20 Agro é feita com parceria de conteúdo entre o Canal Rural e a CNN Brasil.



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Conflitos agrários no oeste do PR: insegurança jurídica e invasões de terras preocupam produtores



Os conflitos agrários no oeste do Paraná têm gerado grande preocupação entre os produtores rurais da região. Mesmo com respaldo judicial para a reintegração de posse, as ordens não estão sendo executadas, o que provoca insegurança jurídica e aumenta a tensão no campo. Produtores das cidades de Guaíra, Terra Roxa e Altônia sofrem com a falta de ação para resolver o impasse, que afeta diretamente suas atividades agropecuárias.

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Segundo a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), a passividade do governo federal diante da escalada de invasões de terras e o não cumprimento dos mandados judiciais agravam a situação. Diante disso, a Faep solicitou uma audiência com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, para discutir medidas que possam trazer mais segurança aos produtores.

Aumento das invasões e impacto econômico

Um levantamento do departamento técnico e econômico da Faep revela que as invasões de terras no oeste do Paraná já comprometem 17,9% das áreas agricultáveis em Terra Roxa, 14,4% em Guaíra e 1,9% em Altônia. No total, essas invasões representam 12,5% das terras destinadas às atividades agropecuárias nos três municípios.

Ágide Eduardo Meneguette, presidente interino do Sistema Faep, expressou preocupação com a situação, destacando que a falta de segurança jurídica afeta não apenas o setor produtivo, mas também a confiança dos proprietários em investir em suas terras.

Declaração do presidente interino da Faep

Meneguette ressaltou a gravidade da situação: “O direito de propriedade é instituído por lei, e deve ser cumprido. Se há discordâncias, que se mude a lei, mas enquanto ela estiver em vigor, precisa ser respeitada. O que vemos hoje é uma completa insegurança jurídica, econômica e patrimonial para os produtores, o que impede o desenvolvimento e compromete a produção agrícola“.

Ele ainda criticou a ausência de ações efetivas por parte do governo federal, pedindo uma solução urgente para os conflitos e para a aplicação das decisões judiciais de reintegração de posse: “Emitimos uma nota e estamos buscando uma agenda com o ministro da Justiça para entender quais medidas estão sendo tomadas para resolver a questão“.

Tensão e prejuízos no campo

Além da insegurança jurídica, os produtores têm enfrentado dificuldades para retomar suas propriedades. Meneguette destacou que a escalada de violência e o aumento do território invadido pelos grupos agravam a situação: “A Força Nacional está presente, mas, em muitos casos, não consegue conter as invasões, e os próprios agentes de segurança são agredidos. Isso é inadmissível“.

Os produtores da região esperam que as medidas propostas pelo governo federal sejam aplicadas rapidamente para evitar que a situação se agrave ainda mais.



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Consultoria divulga estimativas da safra 2024/25 de soja


A consultoria de agronegócio AgResource Brasil, filial da AgResource Company, divulgou suas estimativas para a safra da soja 2024/25. De acordo com Raphael Mandarino, diretor da AgResource Brasil, as previsões da consultoria são inferiores às do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), principalmente devido às queimadas devastadoras que atingiram o país recentemente.

O fenômeno climático La Niña na região sul do Brasil pode agravar ainda mais a produtividade. “Esses fatores nos levaram a ajustar nossas estimativas, prevendo um incremento na área plantada em algumas regiões, enquanto outros locais sofreram perda de potencial nutricional”, explica Mandarino.

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Produção e produtividade da soja

Para a produção da soja da safra 2024/25, a AgResource Brasil estima 164,05 milhões de toneladas (MMT), o que representa uma redução de 2,93% em relação à estimativa do USDA, que é de 169 MMT. Comparado à previsão do USDA para agosto do ano passado, a estimativa da AgResource para a safra 2023/24 é 7,2% superior, totalizando 153 MMT.

Considerando uma área estimada de 46,8 milhões de hectares e a produção em 164,05 MMT, a estimativa de produtividade da AgResource para a próxima safra de soja é de 3,5 toneladas por hectare (T/Ha), número 1,91% abaixo da estimativa do USDA para 2024/25, mas 4,92% maior do que o estimado pelo USDA em 2023/24. 



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Produção de safras de inverno na Austrália deve aumentar


As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista



As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista
As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista – Foto: Pixabay

A produção de safras de inverno na Austrália deve aumentar 17% no ano de comercialização de 2024-25, atingindo 55,2 milhões de toneladas, conforme relatório divulgado pelo Australian Bureau of Agricultural and Resource Economics and Sciences (ABARES). Se confirmada, essa será a quinta maior produção anual já registrada, segundo o ABARES. O relatório destaca uma revisão de 7% em relação à previsão feita em junho de 2024, impulsionada pelo crescimento na produção em Nova Gales do Sul, Queensland e Austrália Ocidental, que mais que compensam as quedas observadas em Austrália do Sul e Victoria.

As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista. A produção de trigo deve crescer 23%, alcançando 31,8 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 20% em relação à média dos últimos 10 anos. A cevada também segue em alta, com previsão de crescer 13%, chegando a 12,2 milhões de toneladas, 7% acima da média de uma década. Já a produção de canola deve cair 8%, totalizando 5,5 milhões de toneladas, reflexo da redução na área plantada. No entanto, essa área ainda está 22% acima da média de 10 anos, o que garante uma produção considerável.

O aumento da área plantada com culturas de inverno deve chegar a 5%, atingindo 24 milhões de hectares em 2024-25. Embora essa expansão esteja um pouco abaixo dos recordes observados entre 2020-21 e 2021-22, ela permanece 9% superior à média histórica de 10 anos. Esse crescimento é impulsionado por condições climáticas mais favoráveis em Nova Gales do Sul e Queensland, onde as áreas plantadas cresceram 17% e 34%, respectivamente, favorecendo o desempenho agrícola desses estados.
 





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governo recuperará empresas para país ser autossuficiente em fertilizantes



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que o governo tomou a decisão de recuperar algumas empresas para que o país se torne “autossuficiente na questão de fertilizantes”. “Com a guerra da Rússia e da Ucrânia, estamos convencidos de que o Brasil precisa ser autossuficiente em tudo que precisa para fazer a terra ser mais produtiva”, declarou.

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Em entrevista à Rádio Norte FM nesta quarta-feira (11), o presidente disse não conhecer a reserva de potássio no Amazonas, mas que, se for fácil de explorar e não tiver impactos ambientais negativos, será feito.

Não conheço a reserva de potássio no Amazonas, mas se tiver e for fácil de explorar sem causar impacto à sociedade, será explorada. Se demandar impacto na Amazônia, aí vai ser mais difícil, temos de analisar se não há possibilidade de encontrar em outros lugares sem impacto negativo na Amazônia”, declarou Lula.



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Falta 1 mês para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 24/25!


Está chegando! Faltam 30 dias para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 24/25, evento que será realizado pela primeira vez no estado do Maranhão, no dia 11/10, às 9h. O palco do encontro será a Fazenda Pau-Brasil, localizada no município de Açailândia. A entrada é gratuita e para se inscrever basta acessar o formulário.

Tópicos abordados

Além de marcar o início do plantio do grão, com o enfileiramento das plantadeiras no campo, o evento também aborda diferentes tópicos de discussão, como:

  • Gestão e diversificação
  • Rentabilidade nas propriedades
  • Consolidação e importância do MATOPIBA
  • Impactos do clima na lavoura
  • Sustentabilidade na produção



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possível aumento na tarifa de importação de pneus pode gerar nova greve



A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) manifestou preocupação com o possível aumento da tarifa de importação de pneus de 16% para 35%.

Durante uma audiência na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário da agência, José Aires Amaral Filho, alertou que a medida pode resultar no sucateamento do setor de transporte, especialmente entre os transportadores autônomos, que compõem 94% dos 747 mil registrados no país.

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Representantes do setor, como Everaldo Bastos da Fetrabens, reforçaram que o aumento poderia desencadear nova greve de caminhoneiros, citando a dificuldade dos profissionais em absorver o aumento nos custos dos pneus.

Por outro lado, a ANIP, associação que representa os produtores nacionais de pneus, defende o aumento como medida para combater prejuízos causados pela alta das importações. Estudos apontam que a elevação da tarifa pode acarretar aumento de até 25% no preço dos pneus e um impacto de 6% nos custos do setor de transporte rodoviário, além de prejudicar a segurança viária.

A Abidip, que representa os distribuidores e importadores de pneus, alertou sobre possíveis efeitos inflacionários e criticou a prática de superfaturamento da matéria-prima por multinacionais do setor para remessa de lucros ao exterior.



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