quinta-feira, agosto 6, 2026

Agro

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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que o índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos veio em linha com o consenso e subiu 0,2% em agosto. Por aqui, o setor de serviços surpreendeu com mais uma alta de 1,2% em julho. Para hoje, também serão divulgados os dados do varejo.



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balança comercial tem superávit de 29 mil toneladas


Setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora




Foto: Pixabay

A balança comercial do arroz no Brasil voltou a apresentar saldo positivo em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas, após três meses consecutivos de resultados negativos. Esse desempenho traz certo alívio para o setor, mas o acumulado dos últimos 12 meses ainda aponta um déficit expressivo de 185,4 mil toneladas, o maior registrado desde outubro de 2021.

Segundo dados informados pelo Cepea, mesmo com a queda nas exportações em agosto de 2024, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, superando as importações. Além disso, os preços tanto de exportação quanto de importação aumentaram. O custo de importação, em reais por saca, atingiu o maior valor nominal da série histórica da Secex. O custo FOB do arroz na origem foi de US$ 478,36 por tonelada, ou R$ 132,98 por saca de 50 kg. Quando ajustado pela inflação, é o valor mais alto desde agosto de 2015, quando chegou a R$ 134,03 por saca.

Com isso, o setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora, especialmente considerando a retomada do superávit na balança.





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Mapa aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024


Por Flávio Hirata, engenheiro agronomo pela ESALQ-USP, especialista em registro de agrotóxicos e sócio da AllierBrasil.

A partir de 2017, o número de registro de produtos aprovados ultrapassou a marca de 400, tendo atingido o recorde histórico em 2022, com 652 aprovações.

Faltando menos de 4 meses para o final do ano, o Ministério da Agricultura aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024, sendo, 38 produtos biológicos (12%), 182 produtos formulados químicos (55%) e 108 produtos técnicos (33%). 

Dentre os produtos formulados químicos aprovados, a grande maioria é de produtos baseados em produtos técnicos equivalentes, também denominados de “genéricos”. Os produtos genéricos são a força motriz das empresas, em número, que atuam ou que estão tentando o acesso ao mercado brasileiro de pesticidas. E aí se destacam os produtos de origem da China e da Índia, que são os principais fornecedores de produtos genéricos. 

Sete empresas foram responsáveis por 36% dos registros aprovados, com destaque para a AllierBrasil com 9% das aprovações (23), Sumitomo Chemical, 7% (19), Rainbow, 5% (13) e Adama, 5% (12). 

Em comparação aos dados de 2023, praticamente são as mesmas empresas que detêm o maior número de aprovações de registro de produtos formulados químicos, com exceção da Sumitomo Chemical e Bayer.

Em relação aos produtos biológicos, as aprovações de registros são bastante pulverizadas entre as empresas do setor. 

Mesmo com essa quantidade de registros aprovados, é importante salientar que muitos dos produtos aprovados já não têm a mesma demanda, quando comparado à época dos pleitos dos seus respectivos registros. Isto se deve ao fato que o tempo para aprovação de um registro de agrotóxico (químico) é extremamente longo. Diferente do que acontece com o registro de produtos biológicos, cujas avaliações são priorizadas e o tempo para aprovação geralmente não ultrapassa 12 meses.  

O registro de produto somente não garante o sucesso do negócio. Mas, certamente, é a chave mestre para o acesso ao maior mercado de agroquímicos do mundo.

 

 





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Cotação do algodão oscila em setembro com menor oferta e negociações limitadas


Mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações




Foto: Pixabay

O mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações nos preços, mostrando maior volatilidade. A dificuldade em acordar valores e qualidade dos lotes disponíveis no mercado spot tem limitado a liquidez das negociações, o que reflete diretamente na dinâmica do setor.

Segundo dados informados pelo Cepea, vendedores continuam priorizando a entrega de contratos a termo, tanto para o mercado interno quanto para o externo, o que reduz a oferta de novos lotes. Por outro lado, comerciantes estão em busca de mais lotes para atender às suas programações, recorrendo, em alguns casos, a negócios “casados”.

Já no segmento de fios, agentes consultados indicam uma melhora nas negociações, com uma demanda pontual para atender à reposição de estoques e às necessidades imediatas do setor.





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Lalguard Java agora é LALGUARD C99


Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro


Foto: Divulgação

Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro para manejo da cigarrinha-do-milho

O risco da seleção de pragas resistentes aos inseticidas químicos tem aumentado as chances da redução da eficiência desses produtos. Além disso, muitos desses produtos estão sendo banidos em várias partes do mundo, o que representa um grande desafio para a agricultura moderna. No Brasil, a mosca-branca causou grandes danos em várias culturas na safra passada, enquanto a cigarrinha-do-milho se tornou a praga mais relevante para a cultura do milho. Esses são exemplos claros de uma tendência preocupante e do que podemos esperar para a proteção das plantações no futuro.

Em 2022, a Lallemand Plant Care lançou no mercado brasileiro uma solução inovadora para o manejo de pragas: o LALGUARD JAVA. Este bioinseticida, desenvolvido após anos de pesquisa em colaboração com a EMBRAPA, é formulado a partir do isolado exclusivo BRM27666 do fungo entomopatogênico Cordyceps javanica. O LALGUARD JAVA demonstrou eficácia comprovada no controle da mosca-branca em campo, ganhando a confiança dos produtores em todo o país.

Em julho de 2024, a marca comercial LALGUARD JAVA WP foi alterada para LALGUARD C99 WP. Além disso, o LALGUARD C99 WP foi recentemente registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), ampliando seu espectro de ação em bula e alinhando-se ao posicionamento de marca global da Lallemand Plant Care. Essa mudança reflete o compromisso contínuo da empresa com a inovação e a excelência.

A expertise centenária da Lallemand, em parceria com a EMBRAPA, oferece ao produtor tecnologia de alta eficiência no manejo de pragas, garantindo rentabilidade. Para mais informações, entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail: [email protected].





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Feira global de máquinas quer superar sucesso de 2022


Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola



Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola
Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola – Foto: Canva

A 46ª edição da EIMA International, uma das maiores exposições globais de máquinas agrícolas e de jardinagem, será realizada em Bolonha, de 6 a 10 de novembro de 2024. Organizado pela FederUnacoma (Federação Italiana de Fabricantes de Máquinas Agrícolas), o evento promete superar o sucesso da edição de 2022, que contou com 327 mil participantes, sendo 57 mil visitantes internacionais. A feira contará com a presença de operadores de 150 países, incluindo nações como Estados Unidos, Tailândia, Austrália, Nigéria e Bahamas, consolidando-se como um dos eventos mais internacionalizados do setor.

Durante uma conferência de imprensa realizada na sede da Agência Italiana de Comércio (ICE) em Roma, a presidente da FederUnacoma, Mariateresa Maschio, destacou a relevância do mercado de máquinas agrícolas, que movimentou cerca de 164 bilhões de dólares em 2023. Desse total, 57 bilhões foram relacionados a tratores agrícolas, 73 bilhões a outros tipos de maquinário e equipamentos, e 34 bilhões destinados a componentes do setor. O crescimento anual de 4,7% no comércio de tratores nos últimos 15 anos indica que a demanda por tecnologia agrícola tende a aumentar.

Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola em diversos países, uma vez que a agricultura é essencial para a segurança alimentar global e o fornecimento de matérias-primas para a indústria e energia. Embora os maiores mercados atualmente sejam Índia, China, Estados Unidos e Europa, a demanda por máquinas agrícolas deverá crescer em países como Brasil, Argentina, Austrália, Indonésia e Turquia.

Além disso, a colaboração entre a ICE e a FederUnacoma possibilitará a realização de encontros comerciais durante a feira, com a participação de mais de 450 operadores financeiros de 80 nações. Esses operadores foram selecionados pelos escritórios estrangeiros da ICE e atuarão conforme seus interesses específicos, o que reforça a importância da EIMA como plataforma estratégica para o desenvolvimento do setor agrícola global.





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escalas de abate ainda elevam os preços da arroba


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos nesta quarta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, isso acontece em linha com a posição das escalas de abate, que permanecem encurtadas.

“Diante da maior necessidade de compra, as indústrias seguem reajustando os preços na compra de gado”, disse.

Assim, durante o dia, o movimento foi especialmente destacado em Goiás. Conforme Iglesias, a expectativa ainda aponta para continuidade das altas nos preços, em meio a boa condição de demanda, com exportações bastante representativas e com o mercado interno também contando com bom potencial de consumo.

Patamares médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 255,80

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Pixabay

O mercado atacadista volta a se deparar com preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta, com boa demanda no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo.

Por outro lado, a carne bovina pode perder competitividade em relação as proteínas concorrentes no decorrer do segundo semestre.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 19,50 por quilo, alta de R$ 0,75. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 14,75 por quilo, alta de R$ 0,35. A ponta de agulha foi precificada a R$ 15,00 por quilo, alta de R$ 0,70.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,6491 para venda e a R$ 5,6471 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6069 e a máxima de R$ 5,6742.



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Como a IA Generativa impulsiona o agro


Entre os principais usos da IA Generativa no campo, Orrigo destaca seis aplicações



A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado
A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado – Foto: Divulgação

Segundo Fabrício Orrigo, diretor de produtos Agro da TOTVS, desde o lançamento do ChatGPT, muito tem se discutido os impactos da Inteligência Artificial Generativa (IA) nos negócios, especialmente no agronegócio. A IA Generativa utiliza algoritmos de aprendizado para processar grandes volumes de dados e é capaz de identificar padrões complexos, especialmente no processamento da linguagem natural. No caso do agronegócio, essa tecnologia pode atuar como um acelerador nas decisões tomadas por gestores e produtores, aumentando a eficiência em várias etapas do processo produtivo.

Entre os principais usos da IA Generativa no campo, Orrigo destaca seis aplicações. A primeira delas é a assistência técnica: chatbots podem oferecer suporte aos agricultores, respondendo a questões sobre fertilizantes, pesticidas e técnicas de plantio. Além disso, a IA pode melhorar a comunicação com clientes, fornecendo informações sobre produtos e coletando feedbacks para aprimorar processos. Outro ponto é a análise de dados, onde a IA processa informações como previsões climáticas e dados de colheita para auxiliar na tomada de decisões.

A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado, analisando dados históricos e em tempo real para oferecer insights sobre tendências, e no monitoramento e controle de pragas, processando imagens e informações para diagnosticar doenças e sugerir medidas de controle. Por fim, a otimização do uso de recursos é outro destaque, com a IA ajudando a melhorar o uso de água e fertilizantes com base em dados ambientais e históricos.

“Como em qualquer nova tecnologia, é importante considerar algumas ressalvas antes de incorporar estas aplicações à gestão do agronegócio. O desempenho da IA Generativa depende diretamente da qualidade e da representatividade dos dados com os quais ela é alimentada. Por isso investir na atualização e na escolha dos dados mais relevantes para o negócio é vital para obter respostas corretas. Outro ponto de atenção está relacionado à segurança e privacidade de dados. É essencial garantir o uso responsável dos dados agrícolas para manter a integridade das aplicações e do serviço”, conclui.
 





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Veja os preços da soja na véspera do relatório de setembro do USDA


O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (11) lenta. À espera do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta quinta (12), os agentes se ausentaram dos negócios.

A Bolsa de Chicago e o dólar operaram em sentidos opostos no dia, contribuindo para que os preços ficassem estáveis no Brasil.

Preços médios da soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 135,50
  • Região das Missões: R$ 134,50
  • Porto de Rio Grande: estabilizou em R$ 141,50
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 141
  • Rondonópolis (MT): R$ 132

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em leve alta, recuperando parte das fortes perdas de ontem.

O dia foi de cobertura de posições vendidas, com os investidores buscando um melhor posicionamento frente ao relatório de setembro do USDA, que será divulgado amanhã.

O que esperar do USDA?

O Departamento deverá elevar as suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja dos Estados Unidos em 2024/25.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques norte-americanos de 578 milhões de bushels em 2024/25. Para 2023/24, o mercado aposta em número de 343 milhões de bushels. Em agosto, a previsão do USDA era de 560 milhões e 345 milhões, respectivamente.

Para a produção, o mercado espera um número de 4,609 bilhões de bushels para 2024/25 (125,44 milhões de toneladas). Em agosto, o Departamento apontou safra de 4,589 bilhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 134,2 milhões de toneladas. Em agosto, o número ficou em 134,3 milhões.

Para 2023/24, a expectativa do mercado é de número de 112,1 milhões, abaixo dos 112,4 milhões indicados no mês passado.

Contratos futuros da soja

soja preço cotação pib Chicago dólarsoja preço cotação pib Chicago dólar

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,25 centavos de dólar, ou 0,32%, a US$ 10,00 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,19 por bushel, com ganho de 3,75 centavos ou 0,36%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,50 ou 0,78% a US$ 320,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 39,30 centavos de dólar, com baixa de 0,33 centavo ou 0,83%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,6491 para venda e a R$ 5,6471 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6069 e a máxima de R$ 5,6742.



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Quer saber como será o clima nos próximos 3 meses? Inmet te conta tudo



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou nesta quarta-feira o Boletim Agroclimatológico com previsões para os meses de setembro, outubro e novembro deste ano.

O documento tem como objetivo levar até aos usuários informações climáticas direcionadas às atividades do campo, enfatizando os períodos de chuva e de seca. Confira a previsão para as cinco regiões brasileiras:

Sul

A previsão indica condições favoráveis para chuvas acima da média em grande parte da Região Sul. Em áreas do norte do Paraná, a previsão indica precipitações próximas à média.

A temperatura do ar deverá prevalecer acima da média histórica em grande parte da região, principalmente no Paraná, oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. Não se descartam eventuais incursões de massas de ar de origem polar, principalmente em setembro.

Esse fenômeno pode provocar declínio nas temperaturas em alguns dias, possibilitando a ocorrência de geadas em algumas localidades, especialmente naquelas regiões de maior altitude.

A previsão do balanço hídrico para os próximos meses indica níveis de umidade no solo elevados em grande parte da Região Sul, devido às chuvas ocorridas nos últimos meses. Já no noroeste do Paraná podem ocorrer níveis mais baixos de umidade no solo, principalmente em setembro.

Sudeste

A previsão para o trimestre indica predomínio de chuvas abaixo da média em grande parte da região, exceto no sudeste de São Paulo, onde a ocorrência de chuvas ligeiramente acima da média pode ocorrer devido a passagem de frentes frias.

As temperaturas tendem a permanecer acima da média histórica nos próximos meses em grande parte da região, principalmente no oeste de Minas Gerais e norte de São Paulo no mês de setembro.

Assim, a previsão indica tendência de redução do armazenamento hídrico do solo em grande parte da região nos próximos meses, exceto em novembro, quando a tendência é de elevação dos níveis de umidade do solo.

Centro-Oeste

A região Centro-Oeste do Brasil encontra-se período seco desde o mês de maio. Desta forma, a previsão indica a persistência de chuvas abaixo da média em toda área, com tendência de diminuição da umidade relativa do ar nos próximos meses, com valores diários que podem ficar abaixo de 30% e picos mínimos abaixo de 20%.

Entretanto, não se descarta o retorno gradual da chuva a partir de outubro e início de novembro.

As previsões indicam que as temperaturas devem ser acima da média climatológica nos próximos meses, com possibilidade de ocorrência de alguns dias de excesso de calor em algumas áreas devido a permanência de massas de ar seco e quente sobre a região, o que favorece a ocorrência de queimadas e incêndios florestais.

Desta forma, é comum o registro de temperaturas máximas elevadas nos meses de setembro e outubro.

Com a redução das chuvas e a elevação das temperaturas nos próximos meses, prevê-se uma redução dos níveis de água no solo em praticamente toda a região nos próximos três meses, exceto no mês de novembro, onde o retorno das chuvas pode elevar os níveis de água no solo.

Norte

A previsão climática indica predomínio de chuvas abaixo da média climatológica nos próximos meses. Porém, não se descartam chuvas pontuais na parte oeste da região, a partir de outubro e início de novembro.

A temperatura média do ar deverá prevalecer acima da média em toda a região. Com isso, há possibilidade de temperaturas mais elevadas no leste do Amazonas e centro-sul do Pará, devido a redução das chuvas, que aliada à baixa umidade relativa do ar, favorecem a incidência de queimadas e incêndios florestais.

A previsão indica baixos níveis de umidade no solo em grande parte da região nos meses de setembro e outubro. Para novembro, são previstos níveis mais elevados de água no solo, exceto no nordeste da região amazônica, onde os níveis ainda permanecerão mais baixos.

Nordeste

A previsão indica chuvas abaixo da média climatológica no Nordeste. Para a faixa leste da Região, a previsão é de volumes próximos à média, lembrando que a partir de agosto tem-se o fim do período chuvoso. Portanto, nos próximos meses os volumes previstos serão mais baixos nesta área.

Quanto à temperatura do ar, deve ser acima da média histórica em todo o seu território, mas principalmente no interior da região, por conta da redução das chuvas nos próximos meses.

A previsão para os próximos três meses indica baixos níveis de água no solo em grande parte da região. Já para a costa leste, os valores de umidade do solo ainda permanecerão satisfatórios nos meses de setembro e outubro, havendo redução em novembro, devido a redução das chuvas.



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