quinta-feira, agosto 6, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Com baixa no Mato Grosso, exportações de soja sofrem queda de 28%


Exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas




Foto: Leonardo Gottems

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas em agosto de 2024, representando uma queda de 28,51% em comparação ao mês anterior e de 4,11% em relação ao mesmo período de 2023. Apesar da redução, o volume exportado foi o segundo maior registrado para o mês de agosto, impulsionado principalmente pelos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.

Mato Grosso, tradicionalmente um dos maiores exportadores, participou com apenas 6,79% dos envios brasileiros em agosto, registrando sua menor participação histórica para o período. Essa retração se deve à menor disponibilidade de soja no estado e à queda dos preços. O valor médio da tonelada exportada fechou em US$ 436,12, uma queda de 13,19% em relação a agosto de 2023 e de 1,50% em comparação a julho de 2024.

Historicamente, há uma redução nas exportações de soja no segundo semestre. O Imea projeta que Mato Grosso encerrará 2024 com 25,87 milhões de toneladas exportadas, uma queda de 8,70% em relação à safra anterior (22/23).





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Parlamentares reagem ao veto à prorrogação de dívidas rurais


Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada”



Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa "equivocada"
Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” – Foto: Agencia Brasil

De acordo com informações da Frente Parlamentar da Agropecuária, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o Projeto de Lei 397/2024, que permitia a prorrogação do pagamento de financiamentos de crédito rural em municípios e no Distrito Federal afetados por calamidades climáticas, como secas ou enchentes. A proposta, de autoria do senador Mecias de Jesus, previa a extensão do prazo de pagamento em até quatro anos, sem perdão de dívidas, para produtores de regiões atingidas.

Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” sobre possíveis prejuízos à arrecadação pública. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apoiou a medida, buscando beneficiar produtores afetados por desastres naturais. A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), relatora do projeto na Câmara dos Deputados, criticou o veto ao socorro aos produtores afetados por eventos climáticos, considerando a decisão um “desserviço” do governo. Ela destacou a dedicação dos produtores, que trabalham sob condições adversas, e lamentou que, quando eles precisam de ajuda, suas contribuições diárias sejam ignoradas.

A medida vetada, que suspendia os pagamentos de financiamentos rurais por até 48 meses, abrangia programas como Pronaf, Pronamp, Moderinfra e Inovagro, além de financiamentos pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Um regulamento específico seria elaborado para definir as normas dessa suspensão. A proposta beneficiaria produtores afetados pela tragédia no Rio Grande do Sul, assim como em outros estados e municípios do país que enfrentassem desastres climáticos.
 





Source link

News

Fiscalização apreende mais de 640 mil litros de diesel e aplica multa de R$ 1,2 milhão



Fiscalização aquaviária realizada no município de Óbidos, no Baixo Amazonas, pela equipe de fiscais da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) nesta quinta-feira (12) apreendeu 641.645 litros de diesel.

O combustível estava em uma embarcação que ia do Amazonas à cidade de Santarém, no oeste paraense. A mercadoria foi avaliada em R$ 2.829.745,56.

Segundo o coordenador da autarquia, Maycon Freitas, a embarcação transportava quatro balsas com o produto e, durante a checagem dos documentos, foi verificado inconsistência nos dados.

“Uma delas, carregada com 641.645 mil litros de diesel, estava acompanhada com um documento fiscal informando operação de circulação interna no estado do Amazonas, ou seja, havia a tentativa de internalização da mercadoria no estado do Pará com documentação que não correspondia à efetiva operação”.

Após constatação da irregularidade, a Sefa lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no montante de R$ 1.228.301,03, referente ao imposto e multa devidos.



Source link

News

Cenário perfeito para a alta do boi gordo? Veja as cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos nesta quinta-feira (12). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com a situação das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país.

A demanda também está aquecida neste momento, com exportações bastante representativas na atual temporada.

“Soma-se a isso a alta taxa de ocupação na economia brasileira, motivando um melhor consumo de proteínas de origem animal. Com isso, a expectativa é alta para o último bimestre”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 257,27

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços acomodados no dia. O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta das cotações no curto prazo, em linha com o bom apelo ao consumo no decorrer da primeira quinzena do mês.

A carne bovina pode acabar perdendo competitividade em relação as proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, mais acessível.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo no interior paulista. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,75, por quilo no interior de São Paulo. A ponta de agulha permanece cotada a R$ 15,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,56%, sendo negociado a R$ 5,6171 para venda e a R$ 5,6151 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6147 e a máxima de R$ 5,6761.



Source link

News

Brasil tem dia atípico e preços mistos da soja; vendedores seguem afastados



Nesta quinta-feira (12), o mercado brasileiro da soja apresentou uma movimentação atípica. A Bolsa de Chicago subiu e dólar recuou, entretanto, os preços no país mostraram variações mistas. Apesar dos prêmios desfavoráveis, o mercado interno enxergou ofertas agressivas, porém, pontuais. Enquanto isso, os vendedores continuam longe dos negócios.

Regionalmente, na região de Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 135,50 para R$ 135,00. Em Missões, a cotação baixou de R$ 134,50 para R$ 134,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço recuou de R$ 141,50 para R$ 141,00.

Já em Cascavel (PR), a saca avançou de R$ 133,00 para R$ 139,00, enquanto no Porto de Paranaguá (PR) o preço estabilizou em R$ 141,00.

Em Rondonópolis (MT), a saca se manteve em R$ 132,00. Em Dourados (MS), o preço subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00. Em relação à cidade de Rio Verde (GO), a saca aumentou de R$ 128,00 para R$ 129,00.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Chicago

Os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fecharam em alta após o relatório do USDA indicar safra e estoques menores do que o esperado nos EUA, além de boas exportações semanais.

A safra norte-americana de 2024/25 foi estimada em 4,586 bilhões de bushels (124,8 milhões de toneladas), abaixo da previsão de 4,609 bilhões. Os estoques finais foram projetados em 550 milhões de bushels (14,97 milhões de toneladas), também inferiores ao esperado.

Já a safra mundial foi ajustada para 429,2 milhões de toneladas, com estoques finais globais estimados em 134,6 milhões de toneladas. No Brasil, a produção foi mantida em 153 milhões de toneladas para 2023/24 e 169 milhões para 2024/25. Para a Argentina, a previsão foi reduzida para 48,1 milhões de toneladas em 2023/24, com 51 milhões para 2024/25.

As importações chinesas foram mantidas em 111,5 milhões de toneladas para 2023/24, com previsão de 109 milhões para a próxima temporada. As exportações líquidas de soja dos EUA chegaram a 1.474.000 toneladas na semana encerrada em 5 de setembro, com a China liderando as compras.

Os contratos futuros de soja para novembro subiram 10,25 centavos, a US$ 10,10 3/4 por bushel. Em janeiro, a alta foi de 10,50 centavos, a US$ 10,29 1/2 por bushel. O farelo de dezembro avançou US$ 3,20, a US$ 323,20 por tonelada, e o óleo de dezembro subiu 0,49 centavo, fechando a 39,79 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial caiu 0,56%, negociado a R$ 5,6171 para venda e a R$ 5,6151 para compra, variando entre R$ 5,6147 e R$ 5,6761 durante o dia.



Source link

News

O fator clima e a análise no preço da soja



O fator clima, que antes sugeria uma leve tendência de queda nos preços da soja, agora está neutro. Isso ocorre devido ao equilíbrio entre os problemas climáticos no Brasil e as boas condições nos Estados Unidos. O Safras IA Score, ferramenta que analisa como o clima afeta os preços da soja, registrou uma mudança importante.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

A alteração afeta diretamente os preços da soja no curto prazo, tanto na Bolsa de Chicago quanto no mercado interno. De acordo com Luiz Fernando Gutierrez, consultor da Safras & Mercado, em breve, o clima norte-americano perderá relevância na formação dos preços. O clima sul-americano, especialmente no Brasil, passará a ter um papel central nos próximos meses.

Gutierrez explica que estamos em uma fase de transição entre o mercado climático dos EUA, que está no fim da colheita, e o mercado sul-americano, que está começando o plantio no Brasil. Isso deve aumentar a volatilidade nos preços, tanto em Chicago quanto no mercado interno. Embora os EUA ainda indiquem uma safra abundante, as incertezas sobre a nova safra no Brasil estão crescendo.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso exporta 4,1 milhões de toneladas de milho


No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas




Foto: Divulgação

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de milho do Brasil totalizaram 6,06 milhões de toneladas em agosto de 2024, um aumento de 70,67% em comparação ao mês anterior, conforme informações da Secex. No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas, uma queda de 28,85% em relação ao mesmo período de 2023.

Mato Grosso, o principal produtor de milho do país, foi responsável por 70,35% das exportações brasileiras entre janeiro e agosto de 2024. Somente em agosto, o estado enviou ao exterior 4,1 milhões de toneladas, uma alta de 42,98% em relação ao mês anterior. Embora o volume exportado seja significativo, ele representa uma queda de 24,93% em relação à última safra e 5,10% abaixo da média dos últimos cinco anos.

Apesar dessa retração, as exportações devem se aquecer ao longo do segundo semestre de 2024, impulsionadas pela maior oferta de milho no mercado interno com a chegada da nova safra.





Source link

News

produtores afetados por incêndios poderão captar recursos do Renovagro



Produtores rurais afetados pelos incêndios dos últimos dias poderão captar recursos para a recuperação de áreas degradadas de pastagens e lavouras, por meio do Renovagro. A informação é do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro.

Conforme Fávaro, com exclusividade ao Canal Rural, o presidente Luís Inácio Lula da Silva solicitou à pasta medidas que pudessem ajudar os produtores a reconstruírem suas áreas.

“[É] um acalento a esses produtores que estão sofrendo por todo o Brasil com esses incêndios, muitos deles criminosos, mas que estão destruindo solos, equipamentos”.

Os recursos para a recuperação do solo diante de incêndios serão oriundos do Renovagro, programa que faz parte do Plano Safra, e que já vem sendo utilizado para a recuperação de pastagens de áreas degradadas. A linha permite que o produtor capte até R$ 5 milhões por ano.

“Nós vamos autorizar a partir de agora o acesso desses produtores a essa linha de crédito com dois anos de carência, dez anos para pagar com taxa de juros de 7% ao ano, para que eles possam refazer esse solo e voltar a produzir”.

Como funcionará

O secretário de Políticas Agrícolas, Guilherme Campos, explica que os recursos serão destinados não somente para a recuperação de canaviais, mas também para áreas frutíferas, de pastagens, café e até mesmo seringueiras.

Para ter acesso aos recursos, os produtores afetados pelos incêndios precisarão apresentar imagens da área afetada pelo fogo, salienta Campos. Além disso, são necessárias imagens de satélite do antes e depois do local e um termo circunstanciado, ao qual o produtor tira de si a responsabilidade de ser incriminado por um crime ambiental.

O que o produtor poderá financiar

O secretário-adjunto de Políticas Agrícolas, Wilson Vaz, destaca que a rapidez na aprovação da linha de crédito para os produtores afetados pelos incêndios se deu por já haver dentro do Plano Safra uma linha com o foco na recuperação de áreas degradadas. Ele frisa que a linha não reembolsa máquinas.

“Com essa linha do Renovagro, o produtor pode financiar a recuperação de áreas degradadas, seja de pastagem ou lavoura. Lembrando que vem mais recursos para essa área de renovação e recuperação de áreas de pastagens degradadas. Nós não poderíamos deixar o produtor para trás e não garantir que a partir desse recurso ele possa voltar normalmente a produzir e que tenhamos impacto na produção nacional tanto de alimentos quanto de combustíveis”, reforça o secretário de Políticas Agrícolas.

De acordo com o secretário-adjunto de Políticas Agrícolas, Wilson Vaz, dos R$ 7,6 bilhões destinados para o Renovagro, no recém lançado Plano Safra, até o momento apenas R$ 1,2 bilhão foram demandados.



Source link

News

‘Não precisam apontar o dedo e nos mostrar as diretrizes’, diz Fávaro sobre a União Europeia



“Nós sabemos das nossas responsabilidades com o meio ambiente, com a produção sustentável. Não precisam apontar o dedo e nos mostrar as diretrizes”.

A declaração é do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, acerca das crescentes exigências da comunidade europeia quanto à produção de alimentos brasileiros adquiritos pelos países do continente.

Na quarta-feira (11), paralelamente aos debates do Grupo de Trabalho do G20 Agro, durante reunião bilateral com a União Europeia, o Brasil entregou uma carta solicitando a suspensão da Lei Antidesmatamento e a revisão da abordagem punitiva aos produtores que cumprem a legislação vigente.

A partir do final de 2024, de acordo com proposta da União Europeia, os produtores de soja, carne (e couro), madeira, borracha, café, cacau e óleo de palma precisarão comprovar que suas produções cumprem a legislação brasileira e que não são oriundas de áreas com desmatamento, seja ele legal ou ilegal, para continuarem exportando para os países do bloco.

Prazo para a Comunidade Europeia

Nesta quinta-feira, o ministro destacou que o governo brasileiro dará um prazo formal à comunidade europeia (até 1º de outubro) para que ela prorrogue a data aplicação da nova norma ao agro nacional.

“O melhor caminho para a mudança desse paradigma é o diálogo e não a imposição, sempre respeitando a soberania dos países. Caso não fizerem [a prorrogação], nós vamos buscar outros mecanismos para que essa implementação não ocorra de forma unilateral”, salientou Fávaro aos jornalistas na abertura oficial das reuniões ministeriais do G20 Agro, que ocorrem em Mato Grosso.



Source link

News

23 delegações e autoridades mundiais do agro se reúnem em MT para o G20 Agro



Após dois dias de reuniões técnicas e muito debate, ocorreu na manhã desta quinta-feira (12) o G20 Agro. Estão reunidos em Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, 23 ministros e autoridades ligadas ao agronegócio mundial.

Na pauta do encontro internacional, temas cruciais como a segurança alimentar, a importância da agricultura familiar e a sustentabilidade na produção agrícola.

Nos últimos dois dias foram realizadas discussões com as equipes técnicas e agora os ministros e organismos internacionais convidados vão afinar o documento com a declaração ministerial, que possui a força de um acordo internacional e que necessita da aprovação de todos os países que formam o G20.

Além do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anfitrião do G20 Agro, participaram da abertura das reuniões ministeriais o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil/MT), o secretário-executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura, Rivetla Edipo Araujo Cruz, e atual Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura (FAO) é Qu Dongyu, da China.

G20: retomada internacional

Durante a abertura, o ministro Carlos Fávaro destacou que o Brasil sediar o G20 é uma oportunidade e retomada do seu protagonismo nas relações internacionais.

“Um mundo melhor se dá com certeza também através do combate à fome. Este é um mundo melhor, dentre outras melhorias que devem ser proporcionadas. E um planeta mais sustentável tem tudo a ver com a agropecuária, que sofre com as mudanças climáticas, que sofre junto com toda a população”.

O ministro pontuou ainda que a realização do G20 Agro em Mato Grosso, centro da produção brasileira, “é uma oportunidade de apresentarmos ao mundo, aos líderes mundiais, um documento que já está estruturado e será fechado até amanhã com as declarações dos próximos passos da agropecuária mundial. Uma agropecuária inclusiva”.

O secretário-executivo do Ministério da Pesca e Aquicultura, Rivetla Edipo Araujo Cruz, ressaltou que “o mundo passa por um período de enfrentamento de ameaças cada vez mais crescentes desde a poluição por plásticos até os reflexos das mudanças climáticas” e que “estes desafios atuais emergentes impactam diretamente a pesca e a aquicultura”.

Mudanças climáticas ocorrem no mundo todo

A situação vivida por Mato Grosso, bem como todo o Brasil, quanto às queimadas, na avaliação do governador do estado, Mauro Mendes, não deve prejudicar os debates que ocorrem no G20 Agro, bem como as relações comerciais, uma vez que a situação também é observada em diversos países, como os Estados Unidos.

“É uma realidade em que todos nós estamos convivendo e vendo as consequências [das mudanças climáticas]. Temos que encontrar rapidamente alternativas, encontrar novas formas de nos relacionarmos com o meio ambiente, de produzir de forma mais sustentável e com isso garantir a tranquilidade mundial com a produção de alimentos”.

Ao final da programação da manhã, os países que compõem o G20 realizaram o plantio simbólico de árvores frutíferas brasileiras no resort em Chapada dos Guimarães onde o evento é realizado.



Source link