quinta-feira, agosto 6, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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Seguindo Chicago e dólar, preços da soja caem no Brasil



O mercado brasileiro da soja teve poucos negócios nesta sexta-feira (13). Com a Bolsa de Chicago no vermelho e o dólar em forte queda, os preços do grão baixaram no Brasil. Os vendedores seguram seu produto à espera de melhores oportunidades. A semana, no geral,
foi de poucos negócios.

Na região de Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 135,00. Na região das Missões, cotação subiu de R$ 134,00 para R$ 134,50 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço estabilizou em R$ 141,00.

Em Cascavel, no Paraná, a saca recuou de R$ 139,00 para R$ 135,00. No porto de Paranaguá (PR), o preço caiu de R$ 141,00 para R$ 140,00.

Já em Rondonópolis (MT), a saca desvalorizou de R$ 132,00 para R$ 130,00. Em Dourados (MS), o preço decresceu de R$ 131,00 para R$ 129,00. a saca. Já em Rio Verde (GO), a saca baixou de R$ 129,00 para R$ 127,00.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em baixa, zerando os ganhos acumulados ao longo da semana. O mercado como a sentir a pressão exercida pela proximidade da colheita e da entrada da maior safra da história dos Estados Unidos. Com isso, os ganhos iniciais não encontraram fatores para sustentar a recuperação. Os ganhos da semana foram praticamente zerados.

Ontem, os contratos tiveram um repique, acompanhando os números do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para a produção e os estoques americanos, que ficaram um pouco abaixo do esperado. Mesmo assim, é uma safra recorde que consolida um ambiente de ampla oferta mundial da soja.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 4,50 centavos de dólar, ou 0,44%, a US$ 10,06 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,24 3/4 por bushel, com perda de 4,75 centavos ou 0,46%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,30 ou 0,09% a US$ 322,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 38,93 centavos de dólar, com baixa de 0,86 centavo ou 2,16%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,90%, sendo negociado a R$ 5,5662 para venda e a R$ 5,5641 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5443 e a máxima de R$ 5,6190. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,45%.



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Frente fria e chuva de 100 mm devem chegar nos próximos dias; veja onde


As chuvas devem ficar mais intensas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná nos próximos dias. O cenário acende o alerta para temporais, de acordo com a Climatempo.

Isso ocorre porque a combinação de sistemas meteorológicos conhecidos, como a atuação de um cavado (área alongada de baixa pressão) e o suporte de ar quente e úmido da faixa norte do país, cria condições favoráveis para fortes tempestades no Sul do país.

Entre as áreas mais afetadas, devem estar o sudoeste do Paraná e o sul do Rio Grande do Sul. O avanço de uma significativa frente fria agrava ainda mais as condições na Região.

Meteorologistas preveem que a chuva ultrapasse os 100 mm em algumas localidades, como o norte do Rio Grande do Sul, o oeste e o nordeste de Santa Catarina, além de todo o estado do Paraná, conforme ilustrado pelo mapa abaixo.

Frente fria e instabilidade

Mapa chuvaMapa chuva
Foto: Climatempo

Quando uma frente fria se encontra com massa de ar quente, o frio empurra o quente para cima, provocando chuvas intensas e ventos fortes.

Essa condição tem sido observada nos últimos dias, impulsionada por uma forte massa de ar quente sobre a região central do Brasil e pela primeira grande frente fria de setembro. O cenário cria um ambiente propício para a formação de instabilidades severas.



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Declaração Ministerial do G20 Agro tem aprovação unânime


A Declaração Ministerial, que visa dar um novo rumo para a produção agropecuária e a pesca sustentável no mundo, foi aprovada por unanimidade entre os 23 países que compõem o G20 Agro.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (13) durante o G20 Agro, que se reuniu nesta semana na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso.

Vista como um desafio para a diplomacia brasileira — uma vez que requer consenso entre todos os países do G20 —, a Declaração Ministerial possui a força de um acordo internacional.

O documento conta com quatro prioridades fundamentais:

  • Promover múltiplas formas de produção sustentável na agropecuária;
  • Garantir um comércio internacional mais justo, livre de distorções, como subsídios que prejudicam o Brasil e outros países;
  • Oferecer apoio à agricultura familiar, quilombolas, populações indígenas e comunidades tradicionais; e
  • Regularizar e regulamentar o setor de pescados e aquicultura.

Conforme o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, as discussões do G20 Agro realizadas em Mato Grosso foram fundamentais, já que após cinco anos, onde todos os grupos se dedicaram, conseguiu-se fazer uma declaração e não “simplesmente cartas resumindo os trabalhos do G20”.

“Desta vez, superados os desafios de divergências, conseguimos uma declaração, que certamente dará um novo rumo para a agropecuária e pesca sustentável do mundo”, disse o ministro ao final das reuniões do G20 Agro.

Implementação das medidas

O ministro salientou ainda que a Declaração é uma condicionante em que todos os participantes se comprometem na implementação das medidas expostas no documento e que “será fundamental para a finalização do G20, em novembro, pelos líderes mundiais”.

Foram realizadas quatro rodadas de reuniões do Grupo de Trabalho Agricultura, nos meses de fevereiro, abril, maio e junho, finalizando agora em setembro com os encontros em Mato Grosso.

A etapa final, frisa o Ministério da Agricultura, registrou o maior número de adesões de ministros desde a criação do Grupo de Trabalho, em 2011.

Ao todo, 23 ministros e autoridades ministeriais e um total de 43 delegações participantes, incluindo os países membros e dos blocos integrantes do G20, convidados e organismos internacionais, participaram.



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AgroNewsPolítica & Agro

alta nos preços do trigo contraria expectativas


Seca e geadas elevam preço do trigo





Foto: Canva

De acordo com a análise do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 6 a 12 de setembro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o preço da saca de trigo registrou uma alta de 4% no último mês, passando de R$ 75,57 em 12 de agosto de 2023 para R$ 78,70 na cotação de 11 de setembro de 2024. Esse aumento ocorre em um período atípico, visto que coincide com a colheita, que já alcançou 18% da área plantada, um avanço considerável comparado ao 1% registrado em agosto. No mesmo período da safra anterior, os preços de setembro de 2023 caíram 19% em relação a agosto do mesmo ano.

Essa alta nos preços, no entanto, não beneficia os produtores de trigo de maneira integral, uma vez que resulta de perdas estimadas em 17%, causadas por secas e geadas. Essas perdas podem ser ainda maiores, já que, quando o levantamento foi realizado, 42% das lavouras estavam em boas condições. No entanto, com a estiagem persistente e os danos das geadas se tornando mais aparentes, apenas 32% da área total atualmente se encontra em condições favoráveis, conforme da dados do boletim.

A elevação nos preços, além de não compensar integralmente os prejuízos dos produtores, também dificulta a redução de preços no mercado varejista, afetando o valor de produtos como farinha e pães, que agora dependem mais do mercado internacional. Tradicionalmente, a entrada da nova safra no segundo semestre reduz os preços desses produtos. Em 2023, o pão francês teve uma queda média de 4% no segundo semestre em comparação ao primeiro, e o preço da farinha caiu 10% no mesmo período. Apesar da importância do Paraná como produtor de trigo, essa tendência de redução de preços em 2024 dependerá do desempenho das safras de trigo na Argentina e no Rio Grande do Sul.





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Declaração Ministerial do G20 Agro tem aprovação unânime



A Declaração Ministerial, que visa dar um novo rumo para a produção agropecuária e a pesca sustentável no mundo, foi aprovada por unanimidade entre os 23 países que compõem o G20.

O anuncio foi feito nesta sexta-feira (13) ao vivo das reuniões ministeriais do G20 Agro, que ocorreram nesta semana em Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso.

Vista como um desafio para a diplomacia brasileira – uma vez que requer consenso entre todos os países do G20 – a Declaração Ministerial possui a força de um acordo internacional.

O documento conta com quatro prioridades fundamentais:

  • Promover múltiplas formas de produção sustentável na agropecuária;
  • Garantir um comércio internacional mais justo, livre de distorções, como subsídios que prejudicam o Brasil e outros países;
  • Oferecer apoio à agricultura familiar, quilombolas, populações indígenas e comunidades tradicionais; e
  • Regularizar e regulamentar o setor de pescados e aquicultura.

Conforme o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, as discussões do G20 Agro realizadas em Mato Grosso foram fundamentais, uma vez que após cinco anos, onde todos os grupos se dedicaram, conseguiu-se fazer uma declaração e não “simplesmente cartas resumindo os trabalhos do G20”.

“Desta vez, superados os desafios de divergências, conseguimos uma declaração, que certamente dará um novo rumo para a agropecuária e pesca sustentável do mundo”, disse o ministro ao final das reuniões do G20 Agro.

Implementação das medidas

O ministro salientou ainda que a Declaração é uma condicionante em que todos os participantes se comprometem na implementação das medidas expostas no documento e que “será fundamental para a finalização do G20, em novembro, pelos líderes mundiais”.

Foram realizadas quatro rodadas de reuniões do Grupo de Trabalho Agricultura, nos meses de fevereiro, abril, maio e junho, finalizando agora em setembro com os encontros em Mato Grosso.

A etapa final, frisa o Ministério da Agricultura, registrou o maior número de adesões de ministros desde a criação do Grupo de Trabalho, em 2011. Ao todo, 23 ministros e autoridades ministeriais e um total de 43 delegações participantes, incluindo os países membros e dos blocos integrantes do G20, convidados e organismos internacionais, participaram.



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Na espera de chuvas, área da Coopavel (PR) ainda não iniciou o plantio da soja



O produtor da soja ainda não deu início ao plantio do grão na área da Cooperativa Coopavel, que atua no oeste e sudoeste do Paraná. Isso se deve ao tempo seco na região, que se estendeu de agosto a setembro.

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A expectativa é que a região tenha chuvas neste sábado (14) e domingo (15). O vazio sanitário no município se encerrou no dia 31 de agosto e, por isso, há expectativa de que a semeadura comece após a aparição da precipitação.

Em 2024, espera-se que o cultivo da soja atinja 411 mil hectares, em comparação com 405 mil hectares em 2023.



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boas práticas para o produtor com o fim do vazio sanitário



Em alguns estados do Brasil, o vazio sanitário chega ao fim no próximo dia 15 de setembro. Com o objetivo de compartilhar dicas e informações referentes às boas práticas de plantio com o produtor da soja, o último episódio do Soja Brasil convidou Tiago Maique, Gerente de Produtos Soja na Bayer Brasil, para um bate-papo sobre como o produtor pode alcançar o sucesso no início da semeadura.

Maique explica a importância do produtor se atentar às previsões climáticas. Também é fundamental seguir as recomendações da empresa fornecedora de sementes, considerando a melhor população e época para o plantio, realizando a semeadura em solo limpo.

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Ele detalha que todo o investimento inicial, incluindo a adubação adequada, sementes de qualidade, herbicidas, manejo apropriado, controle e dessecação, favorece o plantio em solo limpo, reduzindo a competição com plantas daninhas e garantindo um investimento de qualidade e maior segurança.

Durante a conversa, ele destaca a importância da plataforma Intacta 2X Tend, desenvolvida pela Bayer Brasil. Com experiência em inovação, a tecnologia combina três proteínas para proteger a soja contra as principais lagartas, oferecendo uma proteção eficaz para a semeadura.

Confira o bate-papo completo:

Assista aos episódios completos do Soja Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de carne bovina no Brasil deve crescer 10% em 2024


No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado




Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter
Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter – Foto: Pixabay

De acordo com o Global Beef Quarterly Q3 2024 divulgado pelo Rabobank, o mercado global de carne bovina apresentou resultados acima das expectativas no primeiro semestre deste ano. O Brasil teve um desempenho excepcional, registrando produção e exportações recordes no segundo trimestre. A China também se destacou com um volume recorde de importações, enquanto os Estados Unidos viram a produção de carne bovina crescer além do esperado. Na Europa, os preços permaneceram altos, refletindo a forte demanda pelo produto.

No Brasil, as exportações de carne bovina seguiram em ritmo acelerado, e em julho o país alcançou o maior volume da história, com 266.000 toneladas exportadas. Esse aumento foi impulsionado por dois fatores principais: a queda nos preços do gado vivo, que atingiram seu menor valor em junho, e a significativa desvalorização do real frente ao dólar entre junho e julho. Esses elementos ajudaram a tornar a carne bovina brasileira ainda mais competitiva no mercado internacional.

A China continua sendo o principal destino das exportações brasileiras, respondendo por 44% do total exportado nos primeiros sete meses de 2024. A forte demanda chinesa, somada à redução nos custos de bezerros e ração, deve garantir uma oferta elevada de carne bovina no segundo semestre. Esse cenário otimista deve manter o Brasil em destaque no mercado global.

Segundo o Rabobank, a tendência de preços mais altos, iniciada em julho de 2024, deve se manter até o fim do ano. Além disso, a produção brasileira de carne bovina deve alcançar um novo recorde em 2024, com um aumento de 10% em relação ao ano anterior, consolidando o Brasil como um dos maiores exportadores globais de carne bovina.





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