quinta-feira, agosto 6, 2026

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Moldando o futuro dos produtos químicos verdes com ambição para mercados globais de agroquímicos


O Hubei Xingfa Chemicals Group Co., Ltd. (“Xingfa Group” ou o “Grupo”) tem uma das histórias de sucesso mais destacadas na história da indústria química da China.

Começando como uma pequena fábrica de fósforo amarelo em 1984, a empresa evoluiu ao longo das últimas décadas para se tornar um dos principais atores no setor de produtos químicos à base de fósforo, classificando-se por anos entre as 500 maiores empresas da China. Essa trajetória de crescimento exemplifica a transformação da indústria química chinesa.

Com coragem para inovar e uma abordagem de cooperação aberta, o Xingfa Group conseguiu se estabelecer nos mercados internacionais, conectando mercados locais a oportunidades globais. A empresa foi pioneira no modelo “Hidrelétrica + Mineração + Fabricação Química”, atendendo clientes em 116 países e regiões ao redor do mundo, e possui a segunda maior capacidade de produção de glifosato do mundo, liderando a indústria em tecnologia ambiental. Hoje, em meio a incertezas econômicas globais e desafios cíclicos da indústria, o Xingfa Group está implementando ativamente estratégias impulsionadas pela inovação, com o objetivo de abrir um novo capítulo no desenvolvimento de seus produtos químicos finos e na indústria agroquímica global, com competitividade e sustentabilidade excepcionais.

Este artigo explora as inovações tecnológicas, desenvolvimentos de produtos, expansão internacional e estratégias de sustentabilidade do Xingfa Group, analisando como a empresa navega por desafios como flutuações de mercado, pressões ambientais e avanços tecnológicos. Essa narrativa não apenas destaca a trajetória de desenvolvimento de uma única empresa, mas também reflete a crescente importância da indústria agroquímica da China no mercado global.

Xingfa Group: Um líder no setor de produtos químicos finos à base de fósforo

Vista aérea do Parque Industrial de Novos Materiais do Grupo Xingfa em Yichang

Vista aérea do Parque Industrial de Novos Materiais do Grupo Xingfa em Yichang

Como líder no setor de produtos químicos finos à base de fósforo na China, o Grupo Xingfa demonstra capacidades excepcionais de inovação e uma influência significativa no mercado. O Grupo é composto por uma empresa listada, 65 subsidiárias e 39 empresas associadas, empregando mais de 15.000 pessoas. Devido ao seu impressionante desempenho operacional, o Grupo Xingfa foi reconhecido entre as 500 maiores empresas chinesas por nove anos consecutivos, ocupando a 410ª posição. Sua entidade listada ocupa a 427ª posição na Fortune China 500 de 2023.

A trajetória do Grupo Xingfa exemplifica a transformação e modernização da indústria química da China. Desde o seu início como uma pequena fábrica de fósforo amarelo na década de 1980, a empresa alcançou um crescimento significativo por meio da diversificação concêntrica e foco em indústrias relacionadas. Em 1999, o Grupo Xingfa abriu seu capital na Bolsa de Valores de Xangai. A empresa integrou de forma inovadora a energia hidrelétrica e os recursos minerais, sendo pioneira no modelo de desenvolvimento “hidrelétrica + mineração + manufatura química” na China.

Desde 2001, o Grupo Xingfa tem perseguido ativamente uma estratégia de expansão global, estabelecendo várias bases de produção domésticas e internacionais. O Grupo desenvolveu sete indústrias centrais, incluindo químicos de fósforo-enxofre, organossilício, produtos químicos eletrônicos, nova energia, pesticidas, fertilizantes e turismo, com linhas de produtos que abrangem oito categorias para atender às diversas necessidades do mercado.

Linha de produtos do Grupo Xingfa

Panorama internacional de negócios do Grupo Xingfa

Em 2023, a receita de vendas do Grupo Xingfa superou RMB 60 bilhões, com desempenho notável nos mercados internacionais. As exportações da empresa experimentaram um crescimento significativo no primeiro semestre de 2024, refletindo o potencial contínuo de expansão do mercado internacional.

Aproveitando suas vantagens em toda a cadeia industrial, o Grupo Xingfa está remodelando o cenário agroquímico global

Com o aumento contínuo da população global e os frequentes surtos de pragas e doenças, os pesticidas estão se tornando cada vez mais cruciais para garantir a segurança alimentar mundial. Reconhecendo isso, o Grupo Xingfa investiu fortemente no setor de pesticidas, buscando se tornar um fornecedor líder mundial de herbicidas. Ao aproveitar suas vantagens de recursos em toda a cadeia industrial e aderir aos princípios de eficiência, segurança e responsabilidade ambiental, a empresa está comprometida em desenvolver produtos agroquímicos econômicos, seguros e de alta qualidade, que aumentem a qualidade e a produtividade agrícola global.

Atualmente, o Grupo Xingfa opera quatro bases de produção agroquímica e seis fábricas em todo o mundo. As bases estão localizadas no Parque Industrial Xiaoting e no Parque Industrial Yidu, na cidade de Yichang, Hubei; no Parque Industrial Wuda, em Wuhai, Mongólia Interior; e em Jacarta, Indonésia. As unidades de produção incluem Hubei Trisun Chemicals, Hubei Xingchen Technology, Inner Mongolia Xingfa Technology, Inner Mongolia Xinnongji Technology, Hubei Jiaxing Chemical e Xingfa AMCO na Indonésia. Além disso, a empresa mantém plantas de fabricação terceirizadas em mercados internacionais de forma cooperativa a longo prazo.

Os principais produtos do Grupo Xingfa incluem herbicidas como glifosato (séries), 2,4-D, MCPA, paraquat (séries), nicosulfuron, imazetapir e imazamox. A empresa ocupa a primeira posição no mercado doméstico e a segunda globalmente em herbicidas à base de fósforo orgânico. Notavelmente, sua capacidade de produção de glifosato atinge 230.000 toneladas anuais, garantindo sua liderança na China e no mercado global. Os processos de síntese verdes e eficientes empregados pelo Grupo Xingfa não só resolvem desafios ambientais significativos, mas também levam ao controle de custos e à produção limpa a nível nacional, tornando-o uma das primeiras empresas a passar por revisões ambientais para o glifosato. A introdução planejada de novas linhas de produtos, como glufosinato-P e piroxassulfona, deve expandir ainda mais seu portfólio agroquímico e aumentar sua influência na indústria.

No cenário internacional, o Grupo Xingfa estabeleceu plataformas no exterior para armazenamento, distribuição e processamento de produção. As principais plataformas no exterior incluem Xingfa USA, Xingfa Wenda Brasil, Xingfa Europa, AMCO Indonésia, Xingfa Argentina e Xingfa Hong Kong. Essas plataformas estão envolvidas em vendas de produtos, processamento de produção e expansão de mercado adaptados às suas respectivas regiões, fornecendo um suporte sólido para a estratégia de globalização do Grupo.

Enfrentando adversidades, o Grupo Xingfa demonstra uma resiliência de desenvolvimento excepcional

Diante de um ambiente econômico internacional complexo e volátil, a indústria global de pesticidas enfrenta um período de declínio cíclico, lidando com desafios como condições climáticas extremas, tensões geopolíticas, ameaças de recessão econômica e crises, que aumentam significativamente a incerteza sobre o futuro da indústria. Apesar dessas dificuldades, o Grupo Xingfa tem demonstrado uma notável resiliência ao implementar medidas estratégicas para garantir a estabilidade e segurança de sua cadeia industrial.

Em primeiro lugar, o Grupo Xingfa prioriza a consolidação de sua base de desenvolvimento, fortalecendo sua capacidade de resistir às flutuações do mercado. A empresa continua a aprofundar seu negócio principal, aproveitando suas vantagens de recursos e capacidades de produção integrada para melhorar a eficiência operacional e as práticas de gestão, reduzindo custos de maneira eficaz e aumentando a competitividade. Paralelamente, tem feito investimentos contínuos para garantir a qualidade de seus produtos pesticidas e em pesquisa e desenvolvimento de aplicações, mantendo sua liderança de marca e reputação no mercado.

Em segundo lugar, a abordagem proativa de expansão de negócios do Grupo Xingfa enfatiza uma gestão de riscos precisa e o aprofundamento da cooperação internacional. Em resposta às tendências de desglobalização, a empresa acelerou sua expansão no exterior. Dado o caráter exportador da indústria de pesticidas da China, uma estratégia de vendas no mercado global é crucial. O Grupo Xingfa tem focado estrategicamente nos EUA e no Brasil, os maiores mercados agroquímicos.

Nos EUA, o Grupo Xingfa começou a planejar cuidadosamente seu negócio de processamento e distribuição local de formulações em 2017. Após a guerra comercial entre os EUA e a China em 2018, a empresa rapidamente ajustou sua estratégia para avançar em projetos de processamento e distribuição locais. A pandemia da COVID-19 e o fechamento de fábricas da Bayer resultaram em escassez de oferta no mercado norte-americano, proporcionando ao Xingfa USA oportunidades de rápido crescimento de negócios e mercado. Atualmente, o Xingfa USA está ampliando seu portfólio de produtos e adicionando o fornecimento de herbicidas essenciais, como paraquat e 2,4-D, oferecendo diversas opções para os clientes.

No Brasil, a Xingfa Wenda, uma subsidiária do Grupo Xingfa, obteve o registro técnico de glifosato em 2018, tornando-se o primeiro fabricante chinês de glifosato a alcançar essa marca de forma independente. O desenvolvimento de negócios da empresa no Brasil segue três princípios principais: estrita conformidade com as regulamentações locais, manutenção da imagem da marca com integridade e promoção de cooperação ganha-ganha por meio de parcerias. Atualmente, a empresa conduz principalmente negócios B2B no Brasil, estabelecendo parcerias de longo prazo com corporações multinacionais e empresas locais líderes.

Globalmente, o Grupo Xingfa não está apenas focado nos mercados dos EUA e Brasil, mas também continua a expandir sua presença internacional. O Grupo adquiriu uma participação majoritária em uma instalação de produção de formulações de paraquat e glifosato na Indonésia, estabeleceu uma subsidiária na Argentina e está se preparando para criar a Xingfa Austrália e a Xingfa Banagro Gana.

Produtos aquosos na linha de produção do Grupo Xingfa

Produtos aquosos na linha de produção do Grupo Xingfa

Olhando para o futuro, o Grupo Xingfa pretende intensificar vigorosamente sua estrutura industrial no exterior. As principais iniciativas incluem a expansão de projetos na Indonésia para estabelecer uma base de manufatura no Sudeste Asiático, acelerando a construção de instalações de armazenamento e distribuição no exterior para modelos de negócios mais convenientes e controlados por riscos para distribuidores e clientes locais, continuando a desenvolver subsidiárias no exterior e colaborações de processamento terceirizado, e diversificando as categorias de pesticidas em torno de produtos herbicidas principais para fortalecer sua oferta de produtos. Por meio desses esforços, o Grupo Xingfa está comprometido em fornecer produtos e serviços mais eficazes, diversificados e de alta qualidade para parceiros e clientes globais, demonstrando sua visão estratégica e capacidade de execução como líder da indústria.

Compromisso com a transformação inovadora: Desenvolvendo novas forças produtivas de qualidade e praticando conceitos de desenvolvimento sustentável

Em resposta a desafios globais como poluição ambiental, consumo de recursos e atualizações industriais, o Grupo Xingfa demonstra uma firme determinação em promover uma transformação impulsionada pela inovação. O Grupo foca em cultivar novas forças produtivas de qualidade, enquanto enfatiza o cumprimento de normas e o desenvolvimento sustentável, promovendo vigorosamente a redução de carbono e emissões e aderindo a metas de longo prazo para enfrentar proativamente as mudanças da indústria.

A inovação serve como força motriz por trás do desenvolvimento da empresa. O estabelecimento do Laboratório das Três Gargantas de Hubei reuniu uma equipe de pesquisa com 417 membros dedicados a avanços tecnológicos, dominando tecnologias-chave para produtos químicos de grau eletrônico. A tecnologia de produção limpa para fósforo amarelo foi reconhecida como líder nacional em eficiência energética em indústrias críticas por 11 anos consecutivos.

Laboratório das Três Gargantas de Hubei liderado pelo Grupo Xingfa

Laboratório das Três Gargantas de Hubei liderado pelo Grupo Xingfa

Pesquisadores conduzindo experimentos

Pesquisadores conduzindo experimentos

O Grupo Xingfa otimiza continuamente sua estrutura de produtos e indústrias, desenvolvendo produtos de grau alimentício e farmacêutico de alta qualidade. Está se tornando uma das empresas com a mais ampla gama de produtos finos de fósforo na China. Seus fosfatos de alta qualidade são líderes mundiais, com o hipofosfito de sódio entrando com sucesso no setor de semicondutores de alta tecnologia do Japão, e o dimetilsulfóxido alcançando o maior volume de produção e vendas no setor global de fibras de carbono.

Sob uma estratégia que prioriza o desenvolvimento ecologicamente correto, o Grupo Xingfa modernizou e expandiu suas instalações de proteção ambiental, resultando em uma redução de 30% nas emissões gerais e alcançando mais de 95% de utilização de resíduos sólidos, águas residuais, calor e gases. Seu modelo pioneiro de “hidrelétrica + mineração + manufatura química” alcançou um desenvolvimento integrado nos setores de fósforo, silício, sal e enxofre, criando um padrão diversificado de desenvolvimento que integra processos a montante e a jusante e indústrias associadas. O acoplamento e integração de vários processos permitem que subprodutos sejam convertidos em matérias-primas para outros processos, estabelecendo um parque nacional de demonstração para transformação da economia circular.

A transformação digital é crucial para o Grupo Xingfa melhorar a eficiência. O Grupo adota um modelo de “dados + plataforma + aplicação” para impulsionar sua transformação digital. Estabeleceu sistemas de automação DCS e linhas de produção automatizadas e alcançou coleta de dados em tempo real e monitoramento remoto de equipamentos por meio da integração de tecnologia IoT, permitindo a gestão abrangente de “pessoas, máquinas, materiais, métodos e ambiente”. O Grupo também está promovendo vigorosamente a integração de novas tecnologias da informação, como IA, 5G e big data, com o desenvolvimento industrial.

Oficina do Grupo Xingfa

Oficina do Grupo Xingfa

Os esforços em ESG (Ambiental, Social e Governança) são essenciais para o desenvolvimento sustentável social e ambiental, bem como para o crescimento de longo prazo das empresas. O Grupo Xingfa reconhece plenamente essa importância e integrou o conceito de ESG em sua estratégia corporativa. A empresa está alinhada com os objetivos nacionais de “pico de carbono e neutralidade de carbono”, estabelecendo uma equipe de liderança dedicada à gestão de emissões de carbono e incorporando os princípios de desenvolvimento sustentável em suas operações. Desde 2021, o Grupo Xingfa publicou voluntariamente relatórios ESG por três anos consecutivos e lançou de forma independente relatórios de verificação de gases de efeito estufa, avaliações de pegada de carbono e relatórios de avaliação de ciclo de vida de produtos para várias subsidiárias. Em seus esforços de redução de emissões, a empresa prioriza a energia limpa e aumentou os investimentos em energia eólica e solar, projetando reduzir as emissões de CO2 em mais de 400.000 toneladas. Nos últimos anos, o Grupo Xingfa fez investimentos substanciais em tecnologia de proteção ambiental, impulsionando a inovação verde para garantir que sustentabilidade e proteção ecológica se desenvolvam em conjunto.

O Grupo Xingfa não apenas alcançou sucessos notáveis em proteção ambiental e inovação tecnológica, mas também demonstrou um sólido compromisso com a responsabilidade social. Em 2023, a empresa doou RMB 22,07 milhões para iniciativas de caridade, elevando suas doações totais nos últimos três anos a mais de RMB 210 milhões. A empresa apoiou vários projetos, incluindo a construção de uma usina fotovoltaica para fortalecer a economia coletiva da Vila Zhaojun e o apoio à indústria de ervas medicinais na Vila Shukongping, promovendo assim o crescimento das indústrias verdes tradicionais locais.

Olhando para o futuro, o Grupo Xingfa continuará a implementar o conceito ESG, adotando uma abordagem mais aberta para coletar tópicos de interesse dos stakeholders e praticando ativamente esses conceitos, esforçando-se para alcançar as melhores práticas da indústria e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da indústria agroquímica. Através dessas iniciativas, o Grupo Xingfa não só cumprirá suas responsabilidades sociais, mas também impulsionará toda a cadeia industrial em uma direção mais sustentável, promovendo coletivamente uma sociedade harmoniosa.

Conclusão

A trajetória do Grupo Xingfa representa não apenas sua jornada de desenvolvimento, mas também reflete a transformação e modernização da indústria química chinesa, à medida que se integra ao mercado global. Em meio a um cenário internacional complexo e volátil, e diversos desafios setoriais, a resiliência e o discernimento demonstrados pelo Grupo Xingfa oferecem valiosas referências e inspiração para empresas do setor e além.

Olhando para o futuro, a direção do desenvolvimento da indústria agroquímica é clara: mais eficiente, mais ecológica e mais sustentável. Essa evolução exige que as empresas agroquímicas inovem e desenvolvam produtos mais inteligentes e direcionados. A integração da tecnologia digital está prestes a trazer mudanças revolucionárias para o setor agroquímico. Nesse contexto, empresas como o Grupo Xingfa não apenas definirão seus futuros, mas também influenciarão o caminho mais amplo de toda a indústria.

Finalmente, é crucial reconhecer que o desenvolvimento da indústria agroquímica transcende considerações meramente tecnológicas e econômicas; está fundamentalmente ligado ao bem-estar humano. Cada avanço abre caminho para um futuro mais promissor para o nosso planeta e para as futuras gerações. Aguardamos com expectativa que o Grupo Xingfa continue a criar mais histórias de sucesso no cenário químico global, oferecendo produtos e serviços químicos mais verdes, eficientes e sustentáveis para o mundo, abraçando juntos um futuro mais próspero e harmonioso.

Esta matéria foi publicada originalmente na revista 2024 Latin America Focus. Confira mais artigos aqui.





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Fogo faz parte do bioma cerrado, diz ex-ministro da Agricultura à CNN


Em entrevista ao WW da CNN, o ex-ministro da Agricultura e Pecuária Blairo Maggi explicou os altos índices de queimadas no estado do Mato Grosso, destacando a natureza intrínseca do fogo no bioma cerrado.

Segundo dados do MapBiomas, o estado foi responsável por 1,7 milhão de hectares queimados em agosto.

Maggi ressaltou a diversidade geográfica do Mato Grosso, que abriga os biomas amazônico, cerrado e Pantanal.

“O fogo no bioma amazônico não é natural, ele não pertence àquele ambiente, mas o fogo no cerrado e no Pantanal, sim”, explicou o ex-ministro.

Características do Cerrado e sua relação com o fogo

O cerrado, que ocupa aproximadamente dois terços do território mato-grossense, é naturalmente propenso a incêndios.

Maggi descreveu a vegetação típica: “Se você olhar o cerrado, você vai ver que ele é uma vegetação de árvores tortas e muito rala, porque há milhões de anos passa fogo nesse local”.

O ex-ministro também destacou a vastidão do estado, com seus 906 mil km², comparando-o a “três estados de São Paulo” ou “cinco Rios de Janeiro”.

Esta extensão territorial, aliada às características do bioma, contribui significativamente para o alto número de queimadas registradas.

Condições climáticas e desafios

As condições climáticas extremas da região também foram apontadas como fatores agravantes.

O ex-ministro enfatizou a necessidade de conviver com essa realidade natural, ao mesmo tempo em que se busca minimizar os impactos sobre o meio ambiente e as atividades agrícolas.

“Nós estamos lá e temos que conviver com ela e tentar cuidar e minimizar todos esses efeitos que tem sobre o meio ambiente e sobre as nossas atividades agrícolas”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Blairo Maggi: Agricultura precisa ser bem equilibrada com o meio ambiente senão não tem futuro


Em entrevista ao WW da CNN, o ex-ministro da Agricultura e Pecuária Blairo Maggi defendeu a necessidade de equilíbrio entre a agricultura e o meio ambiente, destacando que, sem essa harmonia, não há futuro para o setor.

Maggi enfatizou: “Eu ainda sou da época em que desmatar era necessário, era incentivado pelo governo. Com o passar do tempo e com as mudanças climáticas, todos nós demos uma meia volta, fizemos uma inversão”.

Mudança de paradigma na agricultura

O ex-ministro ressaltou a evolução do pensamento no setor agrícola: “Hoje eu tenho certeza absoluta, e não só pela pressão do mercado, mas pela minha experiência, nós precisamos ter um meio ambiente equilibrado”.

Ele alertou sobre as evidentes mudanças climáticas, observando que a quantidade de chuvas em Mato Grosso diminuiu significativamente desde as décadas de 70, 80 e 90.

Maggi expressou preocupação com o futuro: “Eu tenho medo que daqui para frente as chuvas fiquem mais escassas”.

 

Preservação como responsabilidade do setor

Contrariando a ideia de que o setor agrícola seria contra a preservação, Maggi afirmou: “Todo agricultor sabe da sua responsabilidade com o cuidado”.

Ele destacou que Mato Grosso tem cerca de 60% de seu território preservado na forma natural, com apenas 10% ocupado pela agricultura.

O ex-ministro concluiu enfatizando a necessidade de um equilíbrio entre produção, desenvolvimento e conservação, considerando não apenas as florestas, mas também a fauna e a flora.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Análise: País em chamas acirra divisão entre agro e ambiente | Blogs


O recorde de incêndios no país acirrou um antigo embate entre o agronegócio e ambientalistas.

Um dos lados aponta que a crise climática tem um responsável: o agro.

O outro lado afirma que parte significativa do setor, ou como gostam de chamar, o agro moderno, já se dedica às boas práticas ambientais.

Além disso, argumenta que a culpa dos incêndios é da inação de um governo eleito que prometeu uma agenda verde, mas que, literalmente, espalha cinzas pelo país.

Qualquer solução para a crise climática no país passa por uma conciliação entre esses dois grupos, seja na estruturação da recém-anunciada Autoridade Climática, seja na definição de metas de corte de emissões de gases, seja na forma de compensação para conter o desmatamento.

Até agora, não há sinal algum de conciliação.

É mais um incêndio para o país apagar.



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AgroNewsPolítica & Agro

Carne de frango ganha competitividade com alta nos preços


Valorização mais suave torna a proteína avícola uma opção mais acessível





Foto: Divulgação

A carne de frango tem se destacado no mercado, ampliando sua competitividade em relação às carnes bovina e suína, que apresentam altas mais acentuadas. Essa valorização mais suave torna a proteína avícola uma opção mais acessível para os consumidores no início de setembro.

Segundo dados informados pelo Cepea, a menor valorização da carne de frango, em comparação com as concorrentes, está relacionada ao aumento do poder de compra da população e à maior demanda. Enquanto a oferta restrita impulsiona os preços das carnes suína e bovina, o setor avícola responde ao incremento da procura, com o atacado reforçando estoques para atender à demanda aquecida.

 

 





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Autoridades lançam 11ª edição da Operação Safra no Oeste da Bahia


Foi lançada na manhã desta sexta-feira (13), a 11ª edição da Operação Safra foi, uma do iniciativa do governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), na Base Avançada do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer), em Barreiras, no Oeste da Bahia.

Autoridades estaduais e produtores rurais marcaram presença na solenidade de lançamento da Operação Safra 2024/25.

Durante a cerimônia, foi firmado um convênio entre a Polícia Militar da Bahia, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

A operação, que terá duração de seis meses, visa aumentar a segurança nas áreas rurais e urbanas dos dez principais municípios do oeste baiano que se destacam pela produção de grãos e fibras: Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Formosa do Rio Preto, Cocos, Correntina, Baianópolis, Jaborandi, Riachão das Neves e Santa Maria da Vitória.

“A Aiba e os produtores rurais contribuem com essa iniciativa e por mais um ano cede oito caminhonetes que são plotadas e ficam à disposição para auxiliar os trabalhos de deslocamento dos efetivos policiais, nessa grande operação, visto que trará mais segurança para a população em geral e às propriedades rurais da região, que já se preparam para o início da safra 2024/25″, destacou o presidente da Aiba, Odacil Ranzi.

Números da Operação Safra

Nos últimos dez anos, mais de 94 mil pessoas foram abordadas e mais de 37 mil veículos fiscalizados, entre carros e motos.

Além disso, foram efetuadas 198 prisões em flagrante, apreensão de 317 armas e 51 mil visitas a propriedades rurais.

De acordo com a Aiba, os resultados não só diminuíram os mega assaltos, como também impactaram positivamente a segurança geral da região, influenciando na queda de crimes como assaltos a bancos.

“Muito feliz por estar aqui celebrando 11 anos de Operação Safra, e de muito sucesso em uma região tão complexa. Nessa edição o efetivo policial será reforçado com 44 homens por semana e auxílio de oito viaturas e um investimento de mais de 2 milhões de reais, para levar mais segurança à zona rural das comunidades produtivas, inibir a ação de bandidos. Parabenizo a todas as forças de segurança envolvidas para que essa operação se realize e seja de sucesso”, afirmou o secretário de Segurança Pública do Estado da Bahia, Marcelo Werner.

Operação Safra 2024 lançada em Barreiras, na base da polícia militar (Graer) em Barreiras,Operação Safra 2024 lançada em Barreiras, na base da polícia militar (Graer) em Barreiras,
Foto: Divulgação/Aiba

Além do policiamento ostensivo, a Operação Safra também atuará com o apoio da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), auxiliando no controle fitossanitário e na fiscalização do trânsito de produtos agrícolas e defensivos.

Sob a coordenação da Polícia Militar da Bahia, o Comando de Policiamento da Região Oeste (CPRO), a ação contará com a participação de diversas unidades especializadas, como o Comando de Policiamento em Missões Especiais, Comando de Operações de Policiais Militares e o Comando Especializado de Policiamento Rodoviário.

“Essa operação também dará suporte ao trabalho da Adab nos serviços de controle fitossanitário e no trânsito de fertilizantes e defensivos agrícolas, toda a equipe estará empenhada a fazer o melhor e em parceria com a Aiba e a PM”, concluiu o diretor geral da Adab, Paulo Menezes.

Também prestigiaram o evento, o vice-presidente da Aiba, Moisés Schmidt, a Secretária Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira, o Comandante Geral da Polícia Militar, Cel. PM Coutinho, o diretor executivo da Associação dos Produtores de Algodão da Bahia (Abapa), Gustavo Prado, a presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães, Gleice Kleine, a presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras, Rose Cerrato, e outros representantes de associações locais.


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Prazo para renegociação de operações de crédito rural em municípios do RS é estendido



O Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu novos prazos para que instituições financeiras possam prorrogar as parcelas de operações de crédito rural de custeio, investimento e industrialização, contratadas até 15 de abril de 2024, com vencimento entre 01/5/2024 e 31/12/2024.

A medida beneficia os mutuários do Rio Grande do Sul, onde foi decretada situação de emergência ou estado de calamidade pública devido a eventos climáticos como enchentes, alagamentos, chuvas intensas, enxurradas, vendavais, deslizamentos ou inundações.

Os novos prazos foram definidos com base no Decreto nº 12.170, de 9 de setembro de 2024, que alterou o Decreto nº 12.138, de 2024. Este último autorizou a concessão de descontos para a liquidação e renegociação de dívidas dos produtores rurais do estado.

As normas estão descritas na Seção 7 (Normas Transitórias) do Capítulo 3 (Operações) do Manual de Crédito Rural (MCR), e as principais alterações são:

  • Item 12: o prazo para vencimento das operações de crédito rural foi prorrogado de 16 de setembro para 15 de outubro de 2024.
  • Item 13, alínea “g”: o prazo para solicitação de prorrogação de dívidas por mutuários que tiveram perda de renda igual ou superior a 30%, mas que não se qualificam para o desconto previsto no Decreto nº 12.138, foi alterado de 16 de setembro para 15 de outubro de 2024.
  • Item 14: as instituições financeiras foram autorizadas a prorrogar, de 15 de outubro para 30 de outubro de 2024, as operações com recursos controlados, cujos mutuários formalizaram pedido de desconto conforme os artigos 2º, 3º e 4º do Decreto nº 12.138, de 2024.

Esses novos prazos garantem que os produtores rurais que sofreram perdas não entrem em situação de inadimplência, além de lhes proporcionar mais tempo para solicitar os descontos previstos no Decreto nº 12.138 e para renegociar suas dívidas, conforme item 13 do MCR, introduzido pela Resolução CMN nº 5.164, de 2024.

Também terão mais tranquilidade para tratar das operações de crédito com recursos do Fundo Social, de acordo com a Resolução CMN nº 5.172, de 2024.



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Veja como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana


O mercado físico do boi gordo encerrou a semana apresentando preços em alta. A expectativa ainda é de continuidade deste movimento no curto prazo.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, isso acontece por conta da atual posição das escalas de abate e do momento de maior dificuldade de aquisição de animais da atual temporada.

Segundo ele, mesmo indústrias que contam com grande quantidade de animais de parceria (contratos a termo) acabam pagando mais pela arroba do boi gordo neste momento.

A demanda também se mantém aquecida na atual temporada, com exportações recorde e um mercado interno que conta com ótimas expectativas para o último bimestre.

Preços da arroba do boi no Brasil

  • Mato Grosso do Sul: R$ 258,64

Mercado atacadista

carne bovina - autoembargocarne bovina - autoembargo
Foto: Abiec

Já o mercado atacadista apresentou preços acomodados no decorrer da sexta-feira. O ambiente de negócios ainda oferece alguma perspectiva de alta das cotações no curto prazo, em linha com o bom apelo ao consumo no decorrer da primeira quinzena do mês.

Por outro lado, a carne bovina pode acabar perdendo competitividade em relação as proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, mais acessível.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo no interior paulista. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,75 por quilo no interior de São Paulo. A ponta de agulha permanece cotada a R$ 15,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,90%, sendo negociado a R$ 5,5662 para venda e a R$ 5,5641 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5443 e a máxima de R$ 5,6190. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,45%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Drones terão alíquota zero na importação


Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones




“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório"
“O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório” – Foto: Arquivo Agrolink

Uma decisão inédita no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) reconheceu a função essencial dos Drones como veículos aéreos não tripulados, alterando sua classificação fiscal na importação. O caso, conduzido pelo Martinelli Advogados, resultou na aplicação de uma alíquota zero para o Imposto de Importação e 10% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), diferentemente da classificação anterior, que os tratava como câmeras fotográficas digitais, resultando em uma carga tributária maior.

A advogada Fernanda Bandinelli Baccim, sócia do Martinelli, argumentou que o Fisco não poderia ignorar as características técnicas dos drones, estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que os reconhecem como veículos aéreos remotamente pilotados (VARP) ou veículos aéreos não tripulados (VANT). “O drone é uma aeronave e a câmera fotográfica é um acessório, de modo que temos que considerar a característica essencial do equipamento que é a de voar”, afirma a advogada

Essa decisão vem em um contexto de crescente importação de drones, especialmente para o agronegócio. A Receita Federal, por sua vez, defendia que a classificação correta seria como câmera fotográfica digital, o que resultaria em maior tributação. No entanto, essa vitória no Carf alinha a classificação fiscal com regulamentações internacionais, como as da Anac.

Além dessa decisão, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo já havia anulado uma instrução normativa da Receita Federal, que também classificava drones como câmeras fotográficas, reforçando que o entendimento do Carf segue uma tendência de reconhecimento jurídico da função essencial dos drones como aeronaves.
 





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