quinta-feira, agosto 6, 2026

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Custo para recuperar área de pastagem degradada ultrapassa R$ 115 bilhões


Com o objetivo de discutir a importância e a disseminação das sementes forrageiras em terras brasileiras, já que elas estão diretamente ligadas à sustentabilidade ambiental, aconteceu o V Simpósio Brasileiro de Sementes de Espécies Forrageiras paralelo ao XXII Congresso Brasileiro de Sementes. Estiveram no simpósio representantes do governo, da iniciativa privada, da pesquisa e produtores para debater o assunto.

O engenheiro agrônomo, diretor da Infrapar Capital Partners, Marco Antônio Fujihara, trouxe alguns dados obtidos em 2022, pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da PR, bem significativos em relação à degradação do solo brasileiro. No Brasil, existem 159 milhões de hectares de pastagens, sendo que 63%, ou seja, 99 milhões de hectares estão degradados. Desses 99 milhões de ha, 41% (65 milhões de ha) tem degradação intermediária e 22% (34 milhões de ha) com degradação severa. De acordo com ele, levantamento do Banco do Brasil aponta custo na ordem de R$ 116,1 bilhões para recuperação das pastagens degradadas.

Quando falamos em efeito estufa, sabe-se que o Brasil é o quinto maior emissor de gases do mundo. Segundo dados do SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa), 49% das emissões totais são por mudanças de uso da terra e queima de resíduos florestais. Porém, desses 49%, as alterações de uso do solo representam 92,2% e os resíduos florestais têm responsabilidade de 7,8%.

Dentro desse cenário, Fujihara mostrou que a revitalização das áreas degradadas visa, por exemplo, o aumento da produtividade dos solos, a recuperação da biodiversidade e a redução da pressão sobre novas áreas.

Existem algumas decisões práticas a serem tomadas e uma delas é a utilização das sementes forrageiras, para fazer a retenção do carbono. “A forrageira é a base da recuperação da área degradada. Se você plantar a forrageira, você consegue recuperar essa área degradada muito mais depressa, em vez de 5 anos, leva 2 anos”, comparou Fujihara.

Ele apresentou no Simpósio uma área recuperada no Mato Grosso por meio da utilização das forrageiras. “Era uma fazenda de 5 mil hectares que estava semidesértica. Fizemos todo o processo de recuperação com forrageiras. As forrageiras é que fizeram a recuperação daquela área”, destacou.

Porém, esse tempo de recuperação tem um custo alto, e muitas vezes o produtor não consegue fazer o processo, que dura em média, 2 anos. Segundo Fujihara, esse é o maior desafio.

Mercado de Forrageiras

De acordo com o Coordenador do Comitê de Forrageiras da ABRASEM (Associação Brasileira de Sementes e Mudas), Marcos Roveri José, estima-se que o mercado de forrageiras fechou o ano de 2023 na média de R$ 5 bilhões. Na visão dele, esse número expressivo deu-se devido à integração lavoura-pecuária. “Hoje já temos uma agricultura muito forte trabalhando dentro desses sistemas integrados de produção”, disse.

De acordo com Roveri, a braquiária e a russians são as espécies de maior produção. “Tem a questão da retenção do carbono, que é o que mais prega hoje, então a inserção da forrageira dentro do sistema é fundamental, você não tem um outro sistema tão capaz, tão pujante, igual a inserção de forrageiras”.

Durante o debate, Roveri ainda disse que o setor ainda precisa de mais dados oficiais e políticas públicas.

Evolução tecnológica

A pesquisadora da Embrapa Gado de Corte e organizadora do V Simpósio Brasileiro de Sementes de Espécies Forrageiras, Jaqueline Verzignassi, ressaltou que o setor tem ligação com a economia, a sustentabilidade ambiental e a sustentabilidade econômica. Reforçou também que o uso da semente forrageira não é exclusivamente mais uma pastagem, mas é um grande negócio.

O setor também tem uma evolução na tecnologia. “Tem tecnologia industrial, tecnologia de preparo de sementes, de superação de dormência, tem tecnologia de colheita”, explica Jaqueline..

 Segundo ela, o simpósio abordou inovações na produção de sementes forrageiras e na indústria, além de oportunidades de negócios que visam garantir a sustentabilidade. “O simpósio teve a participação de produtores, pesquisadores, representantes de grandes associações de produtores e fomentadores de pesquisa, que debateram estratégias mais efetivas e abrangentes de implementação de normativas para a produção e mercado de sementes”, disse Jaqueline.

Normativas precisam de atualização

Izabela Mendes Carvalho, coordenadora geral de sementes e mudas do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) disse que tem uma lista de normativas que precisa ser atualizada. Segundo ela, o trabalho iniciou, mas ainda não tem previsão de conclusão. Em relação especificamente às sementes forrageiras, Izabela observa que essas espécies apresentam muitas peculiaridades e particularidades. “A gente tem a questão com relação à importação, ao desenvolvimento de materiais, de cultivares registradas, a questão do processo produtivo, precisamos ter algumas especificações”. A coordenadora do MAPA lembra que a pasta publicou a Lei 14.515, no final de 2023, instituindo o Programa de Autocontrole que ainda precisa ser regulamentado. “Estamos trabalhando com a regulamentação dessa lei para, depois disso, começar a rever as normas específicas”.





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‘O Brasil lidera o uso de bioinsumos em grandes áreas agrícolas’



Na última terça-feira (10), o Canal Rural Entrevista apresentou Amália Borsari, diretora de bioinsumos da CropLife Brasil, discutindo o crescimento dos bioinsumos no Brasil e sua relevância no agronegócio sustentável. Durante o programa, Borsari destacou que o Brasil se tornou referência global no uso de bioinsumos em grandes áreas, como cana-de-açúcar, soja e milho. Ela ressaltou a importância de investimentos tecnológicos que permitiram maior estabilidade e eficiência desses produtos.

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Segundo Borsari, o Brasil lidera o desenvolvimento de bioinsumos aplicáveis em campos abertos, enquanto mercados como Europa e EUA focam em estufas e áreas menores. Ela explicou que o país enfrentou dificuldades no início, quando as formulações dos bioinsumos não eram tão eficazes, o que gerava insegurança para os produtores. “Há 10 anos, os bioinsumos ainda eram vistos com desconfiança, mas, nos últimos cinco anos, esse cenário mudou completamente”, afirmou Borsari, mencionando o papel essencial da Embrapa na pesquisa e desenvolvimento desses produtos.

Borsari reforçou a importância de eventos como o fórum para comunicar o sucesso do Brasil no uso de bioinsumos e promover a sustentabilidade no agronegócio. Ela destacou que a adoção crescente de bioinsumos no Brasil reflete a busca por uma produção mais sustentável e menos dependente de insumos químicos tradicionais, gerando maior competitividade no mercado global.

Borsari também ressaltou que, além da sustentabilidade, os bioinsumos trazem resultados financeiros, ajudando a aumentar a produtividade sem impactar o meio ambiente. “A sustentabilidade hoje caminha lado a lado com a rentabilidade”, concluiu.

Assista ao programa completo aqui.



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como o agronegócio impulsiona a economia brasileira



Conforme indicam os dados recentes da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o setor do agronegócio continua como um pilar fundamental para a economia brasileira. Em julho de 2024, dos 119 milhões de toneladas de cargas movimentadas pelos portos do país, 23,6 milhões foram de produtos agrícolas como soja, milho, trigo e adubos fertilizantes, o que representa cerca de 20% do total transportado.

A movimentação desses produtos mostra crescimento, com adubos e soja aumentando 18,6% e 6,4%, respectivamente, em relação ao ano passado. O trigo teve um aumento impressionante de 60% comparado a 2023. No geral, o volume de cargas nos portos cresceu 1,38% em julho, e nos primeiros sete meses de 2024, a movimentação teve um aumento de aproximadamente 4%.

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Investimento e comércio exterior

O Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), está investindo quase R$ 15 bilhões na modernização e expansão dos portos brasileiros, o que deve melhorar a capacidade de escoamento da safra.

Além disso, o agronegócio brasileiro tem mostrado força no comércio exterior. No primeiro semestre de 2024, as exportações do setor alcançaram US$ 82,39 bilhões, o segundo maior valor da série histórica. O complexo soja liderou as exportações com US$ 33,53 bilhões, seguido pelas carnes, com US$ 11,81 bilhões, e o setor sucroalcooleiro com US$ 9,22 bilhões.



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Brasil e Azerbaijão firmam acordo para cooperação em pecuária e saúde animal



Na última sexta-feira (13), os ministros da Agricultura do Brasil e do Azerbaijão, Carlos Fávaro e Magnum Mammadov, assinaram um Memorando de Entendimento a fim de promover a cooperação na área da pecuária e saúde animal. O acordo foi firmado durante uma reunião bilateral no G20 Agro.

O memorando prevê a colaboração nas áreas do desenvolvimento pecuário, saúde animal, gestão sustentável do agronegócio e aprimoramento de tecnologias agrícolas, além de horticultura, genética, biotecnologias e controle de pragas e doenças.

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Durante a reunião, o ministro Carlos Fávaro afirmou a importância do acordo para o avanço científico e comercial entre os países, destacando que a cooperação permitirá novas oportunidades benéficas para ambos. De acordo com o ministro, o momento é oportuno para fortalecer as relações comerciais e tecnológicas.

Por sua vez, o ministro Magnum Mammadov ressaltou a importância da parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e mencionou também uma reunião com a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, para discutir pesquisas sobre mudanças climáticas.

O evento ocorre em um contexto relevante, com a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29) marcada para novembro em Baku, Azerbaijão, antecedendo a COP30, que será realizada em Belém (PA) em 2025.



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‘Animais com bem-estar produzem mais e melhor’, explica veterinária



Durante a semana, o Brasil celebrou o Dia do Médico Veterinário, ressaltando a relevância desses profissionais no agronegócio, na pesquisa científica e na segurança alimentar. A data, comemorada em 9 de setembro, reforçou o papel vital que os veterinários desempenham na saúde animal, bem-estar e inspeção de alimentos, além de suas contribuições em áreas como a perícia e o ensino.

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Com quase 200 mil profissionais no país, sendo a maioria mulheres, a medicina veterinária está cada vez mais em evidência. Rebeca Ribeiro, presidente da Comissão Nacional de Defesa Sanitária Animal do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), destacou, em entrevista ao Canal Rural, a importância da profissão na garantia da sustentabilidade no campo. “O bem-estar animal anda de mãos dadas com o bem-estar humano e com a sustentabilidade dos processos produtivos”, afirmou Rebeca.

A veterinária também comentou sobre o crescimento da presença feminina na profissão. “Na década de 1970, a medicina veterinária era predominantemente masculina, mas hoje, mais de 54% dos profissionais são mulheres. Isso reflete o protagonismo feminino em diversas áreas da sociedade“, disse ela.

As ações do CFMV para promover o conceito de “bem-estar único“, que integra a saúde animal, humana e ambiental, também foram destaque nas celebrações. Campanhas educativas e projetos de capacitação estão entre as iniciativas para apoiar os profissionais que atuam no campo, assegurando práticas sustentáveis e de qualidade na produção agropecuária.



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Comissões de Sementes e Mudas debatem implementação de normativas e ajustes legais no XXII CBSementes


As alterações e a implementação de instruções normativas, bem como ajustes legais e administrativos no setor de produção de sementes estão entre as principais demandas das Comissões de Sementes e Mudas (CSMs). Representantes das comissões de diversos estados realizaram a primeira reunião nacional durante todo o dia de ontem no XXII Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes), que começou na última terça e se encerra amanhã (13/09) em Foz do Iguaçu (PR).

O encontro foi organizado pela Comissão de Sementes e Mudas do Paraná (CSM-Paraná) em parceria com a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (ABRATES), promotora do CBSementes.

Para o presidente da ABRATES, Fernando Henning, a reunião nacional das CSMs é relevante para criar harmonia entre as diferentes comissões, uniformizar os regimentos internos e articular mudanças estratégicas junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária. “A uniformização é importante para garantir sinergia entre as estruturas burocráticas das CSMs, o que facilita a implementação de demandas. Outro ponto importante foi a possibilidade de cada CSM apresentar suas necessidades locais, permitindo trocas entre diferentes estados”, explica Henning.

Isabela Mendes Carvalho, Coordenadora Geral de Sementes e Mudas do MAPA, destacou que as comissões têm um papel fundamental no assessoramento ao MAPA. Ela ressaltou a necessidade de atualização de normas, uma demanda central das comissões, já que várias instruções normativas e portarias precisam ser revisadas para se adequarem às mudanças recentes no decreto regulador do setor.

“Foi um encontro com relatos importantes sobre as dificuldades e demandas do setor, além dos avanços junto ao Ministério da Agricultura”, afirmou Jhony Möller, diretor-executivo da CSM-Paraná. Participaram dos debates representantes das comissões do Paraná,  Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pará e Tocantins.

O mix de sementes foi outro assunto discutido pelas CSMs. A palestrante Maria Selma Carvalho, da Associação dos Produtores de Sementes de Minas Gerais, falou sobre a importância das misturas de sementes (mix) para cobertura de solos, que oferecem vantagens em relação às espécies individuais, melhorando a retenção de água e a reciclagem de nutrientes. Ela destacou que o novo decreto 10.586 facilitou a comercialização de misturas de sementes, o que impulsionou o crescimento do setor, com empresas surgindo e expandindo significativamente.

Suemar Alexandre Gonçalves Avelar, da AgCroppers, apresentou um estudo de caso sobre o controle de qualidade na produção de mix de sementes. Ele detalhou as etapas do processo, desde a produção e beneficiamento até a análise e validação das amostras, garantindo que o produto final atenda às especificações antes de ser enviado ao cliente. Também participou das discussões sobre regulamentações a secretária Executiva da Associação Nacional dos Produtores de Sementes de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras

No debate das CSMs, o pesquisador José de Barros França Neto e a consultora Maria de Fátima Zoratto discutiram a trajetória da Embrapa Soja e da Associação de Produtores de Sementes de Mato Grosso (APROSMAT)e sua colaboração com a CSM. Eles relataram contribuições em diagnósticos e práticas de tratamento de sementes, além de mudanças importantes nas normas de embalagens e padrões de qualidade, sempre com base em estudos da Embrapa.

O presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Ronaldo Troncha, anunciou ontem durante a primeira reunião nacional das Comissões de Sementes e Mudas, a realização do Congresso de Sementes das Américas (SAA), que  está pré-agendado para acontecer em 2025, em Foz do Iguaçu (PR).

“Estou preparando um ‘save the date’ para o Congresso. Inicialmente estava previsto para o Rio de Janeiro, mas, devido a questões logísticas, foi transferido para o Paraná. O último congresso aconteceu em Montevidéu e, recentemente, houve um seminário no Peru, onde se decidiu que o próximo evento seria no Brasil”, explicou Troncha.

O evento terá a promoção da Associação de Sementes da América (SAA), que reúne representantes de vários países da América, incluindo a Abrasem. Segundo ele, o evento em Foz do Iguaçu contará com uma ampla representatividade. Antes disso, haverá outro congresso da SAA em Buenos Aires, começando em 30 de outubro deste ano.

 

 





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O fogo é inimigo mortal do agricultor, diz ex-ministro da Agricultura à CNN


Em entrevista à CNN, o ex-ministro da Agricultura e Pecuária, Blairo Maggi, afirmou que o fogo é um “inimigo mortal” do agricultor, contestando a percepção de que o agronegócio seja o principal responsável pelos incêndios que afetam o país.

Maggi argumentou que o setor agrícola é tão vítima quanto o resto da sociedade quando se trata dos impactos negativos das queimadas.

“A reclamação que existe da sociedade brasileira pela qualidade do ar, pela perda da biodiversidade e da fauna, é a mesma reclamação que nós agricultores fazemos”, declarou.

Impactos devastadores nas propriedades rurais

O ex-ministro enfatizou os prejuízos incalculáveis que os incêndios trazem para a agropecuária.

Segundo ele, o fogo destrói anos de investimento na qualidade do solo: “Quando entra um incêndio desse, simplesmente acaba com tudo isso”.

Maggi explicou que os solos brasileiros não são naturalmente ricos, mas sim construídos ao longo de décadas com o uso de fertilizantes e técnicas de manejo.

Um incêndio, portanto, pode deixar “qualquer propriedade na lona”.

Combate às queimadas: um desafio complexo

O ex-ministro reconheceu a dificuldade de combater os incêndios, especialmente após longos períodos de seca.

“Lutar contra os incêndios que vêm ocorrendo depois de um período tão seco que nós temos é praticamente impossível”, afirmou.

Apesar de admitir que ainda existem práticas isoladas de uso do fogo na agricultura, Maggi insistiu que isso não representa a realidade do setor como um todo.

“O fogo não é um amigo do agricultor, ele é um inimigo”, concluiu, reforçando o compromisso do agronegócio com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.



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Prosa Agro Itaú BBA | Agro Semanal | Boi e frango de lado contrastam com o…


Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe do Itaú BBA e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas

Apesar da forte demanda externa, os preços do boi gordo seguem sem muita força para subir dada a elevada disponibilidade de gado terminado. Já nos mercados de aves e suínos, as exportações parciais apontam números mais fracos em agosto, mas isso não tem impedido a escalada do suíno.

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AgroNewsPolítica & Agro

“Estamos em um ambiente de grandes oportunidades para o agro mundial”, destaca o ministro


Importância do diálogo para o comércio internacional





Foto: Mapa

Durante a reunião com o ministro da Agricultura, Pesca e Alimentação da Espanha, Luis Planas Puchades, o ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, Carlos Fávaro, ressaltou a importância do diálogo para o comércio internacional, especialmente nas negociações sobre questões sanitárias e fitossanitárias.

“Essas reuniões bilaterais são fundamentais para sincronizarmos os assuntos e, juntos, superarmos desafios comuns a todos. Estamos acompanhando o cenário e as lutas dos produtores europeus e espanhóis para se manterem competitivos diante das restrições impostas pelas mudanças climáticas”, disse Fávaro, destacando que produtores de ambos os países enfrentam desafios semelhantes em relação às mudanças climáticas.

As novas formas de produção, com investimentos em tecnologias avançadas e sustentáveis, também foram discutidas na reunião. Fávaro mencionou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuária e Florestais Sustentáveis (PNCPD), que visa a recuperação e conversão de até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis nos próximos 10 anos.

“O Brasil tem hoje 90 milhões de hectares de pastagens em estado de degradação, e esses 40 milhões, tecnicamente comprovados pela Embrapa, são altamente viáveis para a produção de alimentos. Portanto, não é necessário avançar sobre florestas para intensificar a produção. Ao contrário, devemos reflorestar”, afirmou o ministro.

O ministro Fávaro também abordou na reunião a carta entregue ao comissário europeu para Agricultura e Desenvolvimento Rural, Januz Wojciechowski. Na ocasião, solicitou apoio ao ministro espanhol.

“Estamos em um ambiente de grandes oportunidades para o agronegócio mundial”, concluiu Fávaro.





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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da laranja pera sobe com oferta limitada e previsão de safra menor


Demanda aquecida foi impulsionada pelas altas temperaturas





Foto: Canva

Os preços da laranja pera continuam em alta, refletindo o cenário de baixa oferta. Na parcial desta semana, o valor médio da fruta na árvore atingiu R$ 113,89 por caixa de 40,8 kg, um aumento de 4,3% em relação ao período anterior.

A demanda aquecida, impulsionada pelas altas temperaturas em São Paulo, também contribuiu para esse avanço. Segundo dados informados pelo Cepea, a escassez de oferta se intensificou com a nova estimativa do Fundecitrus, que prevê uma safra ainda menor que o previsto inicialmente.

O cinturão citrícola, que engloba o estado de São Paulo e o Triângulo Mineiro, deve colher 215,78 milhões de caixas na safra 2024/25, 30% a menos que na temporada anterior. A falta de chuvas também está afetando a qualidade das frutas, reduzindo o número de lotes disponíveis.

 

 





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