quarta-feira, agosto 5, 2026

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Conab e BB assinam acordo para desenvolvimento e divulgação de informações



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco do Brasil (BB) anunciaram nesta terça-feira (17), em, nota a assinatura de um acordo de cooperação técnica para desenvolvimento de informações entre as instituições.

De acordo com o comunicado, o objetivo é desenvolver atividades de colaboração técnico-científica para elaboração e divulgação de informações agropecuárias e participação conjunta em feiras e eventos do agronegócio.

“A partir desta parceria, nós vamos, além de dar uma robustez para os nossos dados, ser mais assertivos. Isso é bom para o nosso produtor, é bom para o governo e também para outros países que dependem do que a gente produz aqui”, afirmou o presidente da Conab, Edegar Pretto, em nota.

O acordo vai abranger as atividades de pesquisa, desenvolvimento, treinamento, transferência de tecnologia para elaboração e divulgação de informações agropecuárias.

Ainda segundo o documento assinado, estão previstas ações promocionais conjuntas em feiras e eventos que as instituições definirem como estratégicas. O acordo tem validade de 36 meses, podendo ser prorrogado mediante a celebração de Termo Aditivo.

“Esta parceria inédita entre Conab e Banco do Brasil vai possibilitar, dentre outras iniciativas, a melhoria de processos e a geração e divulgação de informações com subsídios mais qualificados e enriquecidos, contribuindo para o aprimoramento da previsibilidade e da administração no campo, para o planejamento financeiro, para os controles e a gestão de riscos, para as tomadas de decisão e a atuação em geral nas diversas atividades do dia a dia no campo”, analisou o vice-presidente de agronegócio e agricultura familiar do Banco do Brasil, Luiz Gustavo Braz Lage.

“Acho importante a união de forças e expertise dessas duas grandes instituições, importantes e estratégicas para o país. Temos várias outras oportunidades e vamos avançando nessa parceria.”



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Fed e Copom em direções opostas



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise do time de economistas do PicPay.

No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca a chegada da Super Quarta, com decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos, que devem vir em direções opostas.

Enquanto o Fed deve começar o ciclo de cortes, o mercado espera que o Banco Central opte por voltar a subir a Selic.

Nesse cenário, o câmbio teve um alívio mais uma vez.



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Embargo da UE: Impactos no comércio agro


Com essa moratória, o setor agropecuário brasileiro enfrenta um desafio significativo




A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários
A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários – Foto: Pixabay

Isan Rezende, Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (FEAGRO MT) e do Instituto do Agronegócio, alertou sobre uma possível ameaça ao comércio agropecuário brasileiro em uma postagem no LinkedIn. No Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP), evento paralelo ao G20, um representante da União Europeia anunciou que a moratória, ou embargo comercial unilateral, que proíbe a compra de produtos agropecuários de áreas desmatadas após 2018, entrará em vigor no final de dezembro deste ano. Esta decisão foi reafirmada após o G20 recusar o pedido de reconsideração da medida.

A União Europeia, que é um mercado importante para o Brasil, importa uma variedade de produtos agropecuários, incluindo soja, óleo de palma, carne bovina, café, chocolate, borracha e madeira. De janeiro a agosto de 2024, as importações europeias dessas matérias-primas totalizaram 31,9 bilhões de dólares, o que representa 14,1% das exportações brasileiras.

Com essa moratória, o setor agropecuário brasileiro enfrenta um desafio significativo. A decisão de não revisar a imposição pode levar a uma redução nas exportações para a União Europeia, impactando severamente a economia agrícola do país. Se as negociações e ajustes não forem realizados com urgência, o Brasil pode enfrentar uma “curva perigosa” nos anos de 2025 e 2026, com possíveis consequências graves para o setor agropecuário. A situação demanda atenção imediata e estratégias eficazes para mitigar os impactos e assegurar a continuidade das exportações para um mercado tão relevante para o Brasil.
 





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Mudanças climáticas podem aumentar preços de alimentos ainda em 2024



A resiliência dos produtores de alimentos vai ter um grande desafio, caso as variações súbitas de clima, com sequência de períodos de calor e frio intensos e o impacto da seca, que facilita disseminação de fogo, continuem a afetar o país.

É o que adianta o economista Thiago de Oliveira, da Companhia de Entrepostos e Armazéns e São Paulo (Ceagesp), ao alertar que os eventos climáticos podem afetar os preços do varejo ainda em 2024.

De acordo com Oliveira, a pressão sobre os preços aos consumidores afeta mais os cítricos, como laranjas e limões, que têm clima seco e instável como condições que podem impactar a produtividade e afetar o tempo de colheita.

Essas condições podem favorecer o avanço do Cancro Cítrico ou Greening, doença bacteriana transmitida pelo inseto Psilídeo. A doença tem presença em todas as regiões produtoras do estado de São Paulo e causou a erradicação de mais de 2 milhões de pés este ano.

“Se não houver uma melhora considerável na umidade, haverá um aumento de custo considerável. Estamos falando do meio de outubro, com impacto primeiro nos preços do atacado e pouco depois nas redes de varejo, já chegando ao consumidor”, explica o economista.

Aumento também nos legumes

No estado, as hortaliças, tanto folhas como legumes, podem ter impacto em dezembro. Esses produtos tiveram boa oferta nas últimas semanas, pois o clima seco favorece a maturação e colheita, mas é ruim para os ciclos de plantio e crescimento das plantas. Esses produtos, assim como os cítricos, têm uma tendência de aumento de consumo nos meses de calor.

Oliveira destacou que o último ano foi marcado pela inconstância, com o que chamou de flutuação de sazonalidade. Em resumo, tanto o frio quanto o calor não vieram quando eram esperados ou com as frequências esperadas, dificultando o planejamento do produtor rural.

“O pequeno produtor perde mais, pois diferente do grande, não tem mais de uma cultura na propriedade. Quando o módulo de produção é pequeno, não há capital de giro nem condições de investimento. Isso ainda não se reflete em endividamento, isso porque os produtores estão arriscando menos e deixam de buscar capital para plantar áreas maiores”, diz Oliveira.

Preços dos alimentos estavam caindo

Os valores de comercialização de frutas e verduras têm vindo de um histórico de queda recente, tanto de acordo com o controle da Ceagesp quanto o do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que registrou recuo nos últimos dois meses nos custos de produtos da cesta básica, com destaque para tomate e batata.

Os dados com os quais o Ceagesp trabalha apontam tendência positiva, com chuvas suficientes para garantir boa produção. Oliveira ressalta que isso pode mudar e depende, também, se serão distribuídas em todas as áreas de produção de alimentos e ao longo do período, o que não ocorreu nas últimas semanas.



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Chuvas retornam ao Centro-Oeste em setembro


Esse retorno das chuvas é um alívio para os produtores da região




O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo
O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo – Foto: Pixabay

De acordo com informações compartilhadas por Fabio Meneghin, fundador da Veeries, os modelos climáticos indicam a volta das chuvas ao Centro-Oeste do Brasil na última semana de setembro. Regiões do Oeste e Central de Mato Grosso devem receber alguns volumes de precipitação, enquanto o Mato Grosso do Sul pode contar com chuvas mais intensas. Goiás, no entanto, terá que aguardar até outubro para ver a chegada das chuvas.

Esse retorno das chuvas é um alívio para os produtores da região, que esperam por melhores condições de umidade para o plantio da soja. A cautela é evidente este ano devido à recente quebra da soja precoce na safra passada, o que tem gerado preocupação entre os agricultores. No Paraná, as chuvas já começaram e devem se consolidar nos próximos dias, o que ajudará a impulsionar o início do plantio, especialmente no Oeste do estado.

O retorno das chuvas permitirá que os produtores ajustem suas estratégias de plantio e melhorem as condições do solo, o que é essencial para garantir uma boa produtividade na nova safra. As condições de umidade adequadas são fundamentais para minimizar os riscos associados a eventos climáticos adversos e assegurar o sucesso das culturas.

Em conclusão com a iminente chegada das chuvas, espera-se que o cenário agrícola no Centro-Oeste e no Paraná se estabilize, oferecendo uma chance para que os produtores iniciem o plantio com melhores perspectivas de sucesso. A recuperação das condições de umidade não só proporcionará alívio imediato, mas também poderá impactar positivamente a produtividade das próximas safras. 
 





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Preços do feijão-carioca mantêm-se firmes


Os produtores estão enfrentando uma série de desafios




A expectativa é de que o plantio avance no Paraná
A expectativa é de que o plantio avance no Paraná – Foto: Divulgação

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o mercado de feijão-carioca está enfrentando um período de baixa atividade comercial, mas os preços permanecem estáveis. Embora o varejo esteja mais tranquilo do que o habitual para esta época do mês, o que tem levado a uma redução no volume de negócios, os preços não têm cedido. A razão principal para essa estabilidade é a resistência dos produtores em vender, mesmo com a demanda limitada.

Os produtores estão enfrentando uma série de desafios, como condições climáticas adversas e uma redução na área cultivada, além de problemas com pragas como a mosca branca. Esses fatores têm contribuído para uma menor oferta no mercado. Adicionalmente, muitos produtores estão armazenando suas safras em câmaras frias. Esse armazenamento mantém a qualidade do feijão superior, mesmo quando o produto escurece lentamente, o que leva muitos a preferirem esperar por condições de mercado mais favoráveis antes de vender.

A expectativa é de que o plantio avance no Paraná, dependendo da quantidade de chuvas que a região receber. Essa previsão de um aumento na oferta no futuro próximo pode influenciar as decisões de venda dos produtores. A qualidade superior do feijão armazenado nas câmaras frias também desempenha um papel importante, já que os produtores estão optando por manter seus estoques até que o mercado ofereça melhores oportunidades para negociações mais vantajosas.

Em resumo, apesar da atual calmaria no mercado de feijão-carioca e da redução nas transações comerciais, os preços permanecem firmes. A combinação de desafios climáticos, menor área cultivada e problemas com pragas, aliada à qualidade superior do feijão armazenado, está mantendo o equilíbrio dos preços.
 





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Produtores de cana rebatem acusações sobre queimadas


“Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios”




"Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios"
“Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios” – Foto: Arquivo Agrolink

A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (ORPLANA) divulgou uma nota oficial repudiando veementemente a declaração da coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE ), Luciana Gatti, durante o programa Especial de Domingo exibido pela Globo News no dia 15 de setembro. Na reportagem sobre a ‘Crise Climática: Fogo, seca e calor atingem o Brasil’, as informações apresentadas por Gatti foram consideradas falsas e infundadas pela ORPLANA, que aponta um profundo desconhecimento sobre o tema.

Com a máxima ênfase, a ORPLANA afirmou que reitera seu comprometimento com a sustentabilidade e a preservação ambiental, sublinhando que a cadeia produtiva da cana-de-açúcar segue rigorosamente as diretrizes do Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde. Desde 2017, o uso do fogo na colheita de cana foi proibido no Estado de São Paulo, evidenciando o compromisso do setor com práticas ambientais responsáveis.

Representando atualmente 35 associações de fornecedores de cana e mais de 12 mil produtores, a nota da entidade ressalta seu compromisso com práticas agrícolas sustentáveis e responsáveis. A nota critica a acusação feita por Gatti, considerando-a irresponsável e prejudicial, pois contribui para a desinformação em um momento crítico, quando o foco deveria estar na resolução dos problemas climáticos.

O CEO da ORPLANA, José Guilherme Nogueira, destacou que “as queimadas prejudicam o meio ambiente, a segurança das pessoas e também a rentabilidade dos produtores rurais. Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios e comprometida com a preservação do meio ambiente.” Ele conclui afirmando que a ORPLANA continuará a trabalhar pela transparência e pela sustentabilidade do setor.
 





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‘Nefasta e criminosa’, diz Secretário de Agricultura de SP sobre fala de pesquisadora do Inpe



A coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), Luciana Gatti, concedeu entrevista à Globonews no último domingo (15) e responsabilizou produtores rurais pelos incêndios que afetam grande parte do país.

“É uma ação coordenada para desgastá-lo [o presidente Lula]. […] pessoal taca fogo na cana para colher, então, para eles, não é prejuízo. Eles fazem isso para ficar mais barata a colheita, para não fazer a colheita mecanizada”, disse ela, na ocasião.

Desafio à pesquisadora

A declaração da profissional motivou notas de repúdio de entidades ligadas ao agronegócio e indignação do secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai. Em suas redes sociais, ele gravou um vídeo dizendo que a pesquisadora faz militância partidária e que suas declarações foram “nefastas e criminosas”.

De acordo com Piai, a servidora do Inpe manifesta publicamente a tentativa de “criminalizar um setor que é a mola propulsora de nossa economia”.

O secretário ressaltou que o estado de São Paulo conta, há mais de dez anos, com o Protocolo Etanol +Verde, que proíbe as queimadas para a colheita da cana.

“Convido você, Luciana Gatti, a visitar os homens e as mulheres do campo que perderam praticamente tudo e que estão vivendo um momento de extrema dificuldade a falar isso na cara deles, que foi encenação. Que vergonha a sua declaração. Nós esperamos já uma retratação do governo federal”.

Nota de repúdio

A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) divulgou nota também repudiando veemente a declaração feita por Luciana.

“As informações apresentadas por ela são falsas e infundadas. Demonstram, inclusive, profundo desconhecimento sobre o tema”, diz o texto.

A Orplana reitera que toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está “firmemente comprometida com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Este compromisso é evidenciado pelo rigoroso cumprimento das diretrizes estabelecidas pelo Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde, que inclui a proibição do uso de fogo na colheita de cana no estado de São Paulo desde 2017”.

“É também de imensa irresponsabilidade, da parte da coordenadora do Inpe, acusar a cadeia produtiva da cana-de-açúcar de se beneficiar em um contexto tão crítico e caótico. Uma injúria que contribui para a desinformação em um momento delicado e cujo foco deveria ser a resolução deste grave problema”, continua a nota.

Segundo a entidade, as queimadas prejudicam o meio ambiente, a segurança das pessoas e também a rentabilidade dos produtores rurais. “Toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios e comprometida com a preservação do meio ambiente”, afirma o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira.

A organização representa, atualmente, 35 associações de fornecedores de cana e mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar.

Resposta do Inpe

Em resposta à equipe do Rural Notícias, o Inpe, instituição vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações respondeu que não tinha conhecimento da referida entrevista concedida por Luciana Gatti.

Segundo o serviço de comunicação social do Instituto, neste momento, a servidora encontra-se em viagem para um congresso científico, de forma que o Inpe aguarda seu retorno para se inteirar sobre o assunto.



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Arroba do boi supera R$ 260 e tendência é de novas altas


O mercado físico do boi gordo teve alta generalizada nos preços nesta terça-feira (17). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, isso acontece em linha com a posição das escalas de abate, que em grande parte do país permanecem apertadas.

“A demanda aquecida é outro aspecto a ser considerado no curto prazo, em linha com o ritmo acelerado das exportações brasileiras no decorrer do ano, com o país caminhando para um
recorde histórico. O mercado doméstico também conta com avanços do consumo em um ano de alta taxa de ocupação na atividade econômica”, declara.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 261,25

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços acomodados, com menos espaço para reajustes mais consistentes durante a segunda quinzena do mês. A carne bovina vem perdendo competitividade em relação às proteínas concorrentes no decorrer do mês, em especial da carne de frango

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo no interior paulista. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 14,75 por quilo no interior de São Paulo. A ponta de agulha permanece cotada a R$ 15,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,41%, sendo negociado a R$ 5,4867 para venda e a R$ 5,4847 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4784 e a máxima de R$ 5,5153.



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Ensaios revelam redução de até 30% nas emissões de gases de efeito estufa na agricultura


Redução exige uma combinação de práticas inovadoras





Foto: Divulgação

Dados divulgados pela BASF mostram avanços no Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, revelando que é possível reduzir em até 30% as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em comparação às práticas agrícolas tradicionais. Os testes, realizados entre 2021 e 2023, apontam que essa redução exige uma combinação de práticas inovadoras, tecnologias avançadas e produtos específicos, variando de acordo com a cultura e a região.

Os ensaios, conduzidos em regiões agrícolas estratégicas, envolveram cultivos como soja, milho, arroz, trigo e canola. De acordo com a BASF, a aplicação de fertilizantes otimizados, uso de sistemas digitais para auxiliar na tomada de decisões, estabilizadores de Nitrogênio e sementes de alto rendimento foram alguns dos fatores que contribuíram para o sucesso na redução das emissões, sem comprometer a produtividade.

“A emergência climática é uma realidade que exige adaptações na agricultura. Nosso compromisso é apoiar os agricultores a implementar práticas mais sustentáveis, preservando a produtividade e reduzindo as emissões. Se você ama a agricultura, deve se comprometer com a sustentabilidade”, afirmou Marko Grozdanovic, vice-presidente sênior de Marketing Global da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF.

Os dados revelam que, apesar dos avanços, os agricultores ainda enfrentam desafios, como condições climáticas adversas e o impacto na produtividade. Para continuar explorando soluções inovadoras, a BASF seguirá testando novas práticas e tecnologias por meio de seu programa global, buscando um futuro mais sustentável para o setor.





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