segunda-feira, agosto 3, 2026

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Rio Grande do Sul: sinal verde para a semeadura da soja em breve!


O estado do Rio Grande do Sul se prepara para o fim do vazio sanitário, programado para o dia 30 de setembro. A partir do dia 1º de outubro, os produtores podem iniciar a semeadura da soja na região. O Soja Brasil conversou com o presidente da Aprosoja-RS, Irineu Orth, que compartilhou as expectativas e projeções para a safra.

De acordo com o presidente, na região do Pampa e no norte do estado, o prazo de plantio é um pouco mais flexível, permitindo que os agricultores se adaptem às condições climáticas específicas de cada local. Essa flexibilidade é crucial, já que as variações climáticas podem influenciar diretamente o sucesso da safra.

Segundo o Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul, o estado ocupa a quarta posição no ranking de produção de soja em grãos no Brasil, atrás apenas de Mato Grosso, Paraná e Goiás.

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Chuvas à vista?

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Foto: Instagram/reprodução

Atualmente, as chuvas ainda não deram as caras no sul do estado, mas isso não desanima os produtores. A expectativa é alta, já que muitos estão prontos para colocar a mão na terra e dar início a uma nova safra, com alta expectativa por um bom começo.

No entanto, a ausência de chuvas representa um desafio. Em várias regiões, a qualidade da colheita pode ficar comprometida, especialmente onde a umidade é fundamental para o desenvolvimento saudável da soja e do algodão. Por isso, a preocupação com as condições climáticas é constante, e os produtores devem estar de olho nas previsões.

O presidente explica que as chuvas costumam chegar em outubro e a expectativa para esta safra é promissora. O que resta, agora, é torcer para que o clima colabore e que os esforços dos produtores se transformam em colheitas de sucesso.



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Auditores apreendem mais de 100 toneladas de frango e açúcar



Uma equipe de auditores da Receita, da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec), apreendeu cerca de R$ 1,8 milhão em mercadorias com irregularidades fiscais.

A operação ocorreu entre sexta-feira (13) e domingo (15) durante fiscalizações de rotina em Ponte Alta, no Gama, e em transportadoras.

Entre os itens apreendidos estão 56 toneladas de filé de peito de frango, 48 toneladas de açúcar, 1.249 garrafas térmicas, além de móveis e embalagens descartáveis.

Notas fiscais falsas

Os produtos seriam comercializados com notas fiscais contendo erros e informações falsas, de acordo com os auditores. Esse tipo de documento permite que vendedores e compradores soneguem impostos.

“Identificamos que as documentações fiscais apresentadas tinham divergências em relação à carga transportada”, afirmou Silvino Nogueira Filho, coordenador de Fiscalização Tributária da Seec.

“Esse procedimento dos sonegadores é alvo constante de nossa fiscalização, que atua 24 horas por dia, todos os dias da semana para garantir a sensação de risco a aqueles que insistem em não cumprir suas obrigações fiscais.”

A operação foi realizada pela Gerência de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito (GEFMT). A Seec reforça que a sonegação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é um crime contra a ordem tributária e que a fiscalização garante que os recursos sejam registrados e revertidos em políticas públicas no Distrito Federal.



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Cerca de 400 mil ha de canaviais foram queimados na 2ª quinzena do mês



O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) estima que 394.742 hectares de canaviais foram queimados no Brasil, nos incêndios ocorridos na segunda quinzena de agosto. O dado foi apresentado pela especialista em Inteligência de Mercado do CTC, Natália Calori, durante a live “Fogo nos Canaviais”, promovida pela SCA Brasil.

Calori disse que as áreas de Ribeirão Preto (113 mil hectares), São Carlos (79 mil ha) e São José do Rio Preto (51 mil ha) foram as mais afetadas pelos incêndios. Fora de São Paulo, Minas Gerais foi o estado com mais área queimada, de acordo com o CTC, com 28 mil hectares queimados.

A partir da amostragem das áreas queimadas que usam variedades do CTC, a companhia estimou que 60% dos canaviais queimados eram mais envelhecidos, sendo que 40% das áreas afetadas estavam em ponto de colheita.

Os incêndios se inserem em uma temporada que já vinha apresentando o maior déficit hídrico dos últimos 25 anos, destacou Calori. Ela lembrou que a safra começou com muita cana bisada (cana já plantada anteriormente e que está rebrotando agora), porém o cenário climático desafiador já se refletia em quebra de produtividade, que caiu 13,5% em agosto na comparação com igual período do ano passado.

Até agosto, há quebra acumulada de 7,2% na produtividade agrícola acumulada, com os maiores recuos se concentrando nas regiões paulistas de Araçatuba e Assis.



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Mais de 100 mil latas de cerveja são apreendidas no Distrito Federal



A Receita do Distrito Federal apreendeu 104 mil latas de cerveja com documentação fiscal irregular, em uma operação realizada entre segunda e terça-feira (16 e 17).

A carga, avaliada em R$ 638 mil, foi interceptada em duas localidades: na cidade do Gama e na rodovia DF-290, que conecta o Gama à Santa Maria e ao Entorno Sul do Distrito Federal. As informações são de reportagem do portal Metrópoles.

Além das latas de cerveja, as autoridades também confiscaram 5.221 tábuas de madeira do tipo pinus. De acordo com a Receita do DF, a mercadoria seria vendida utilizando notas fiscais falsas, o que permitiria que vendedores e compradores sonegassem impostos.

As irregularidades resultaram em um crédito tributário de R$ 388 mil, incluindo impostos devidos e multas aplicadas.

O coordenador de Fiscalização Tributária da Secretaria de Economia do Distrito Federal, Silvino Nogueira Filho, afirmou que as documentações apresentadas pelos responsáveis pelas mercadorias tinham discrepâncias em relação à carga transportada, o que gerou a apreensão.

“Esse procedimento adotado pelos sonegadores tem sido combatido pelas equipes de fiscalização da Secretaria de Economia”, declarou.

De acordo com o órgão do Poder Executivo, a operação faz parte de esforço para combater a sonegação fiscal e garantir a regularização dos tributos devidos nas operações comerciais no Distrito Federal.



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AgroNewsPolítica & Agro

Descarbonização no setor sucroenergético


A Tereos promoveu a roda de conversa “Desafios e caminhos para a descarbonização no setor sucroenergético” em São Paulo, com Pierre Santoul, Felipe Mendes e o climatologista Carlos Nobre. A empresa anunciou seu compromisso com a descarbonização, visando zerar suas emissões de gases de efeito estufa até 2050, seguindo a iniciativa Science Based Targets (SBTi).

“Temos o compromisso SBTi e estamos engajados em uma jornada robusta de descarbonização, contribuindo para o setor sucroenergético aumentar ainda mais o seu impacto positivo na matriz energética brasileira”, pontuou Pierre Santoul, diretor-presidente da Tereos no Brasil.

Pierre Santoul destacou a necessidade de colaboração entre empresas, governo e sociedade para enfrentar os desafios climáticos, com foco em inovação, eficiência e transição energética, além do uso de tecnologias como IA, drones e IoT. Carlos Nobre alertou que a temperatura global pode aumentar 1,5°C mais cedo do que o previsto, podendo chegar a 2°C até 2050. Isso resultaria em problemas graves, como a extinção dos corais, a perda da Amazônia e o descongelamento do permafrost, que liberaria grandes quantidades de gases de efeito estufa.

“A agricultura regenerativa, além de ser até quatro vezes mais produtiva que a tradicional, oferece uma série de benefícios para o meio ambiente. Ela reduz o risco de erosão do solo, aumenta a capacidade de retenção de água, sequestra carbono da atmosfera e contribui para a preservação da biodiversidade”, explicou o cientista.

Felipe Mendes apresentou as iniciativas da Tereos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, com metas de redução de 50% nas emissões industriais e 36% nas agrícolas até 2032/2033. Ele destacou o etanol como alternativa sustentável e a necessidade do projeto de lei “Combustível do Futuro”. Outras ações incluem biogás, biometano, renovação da frota de caminhões e uso de fertilizantes orgânicos. O evento também marcou o lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2023/2024 da Tereos, reforçando a importância da transparência e do diálogo com stakeholders.
 





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Em Santa Maria (RS), início da semeadura depende da melhora climática



O clima seco e as queimadas que atingem o Brasil têm gerado preocupações sobre o próximo plantio da soja na região de Santa Maria, centro do Rio Grande do Sul. A fumaça das queimadas tem reduzido a fotossíntese, prejudicando o desenvolvimento das culturas de inverno.

Apesar das adversidades, o cenário não afeta diretamente o começo da semeadura. O início está previsto para outubro, quando se espera uma melhora nas condições climáticas, proporcionando um cenário mais favorável para o cultivo.

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Números

As estimativas iniciais indicam uma área de 1,063 milhão de hectares destinados ao plantio da soja. A produtividade é projetada em 3.110 kg/ha, totalizando uma produção esperada de 3,3 milhões de toneladas. Os números refletem o potencial da região, que tem demonstrado um crescimento consistente na área cultivada ao longo da última década.

La Niña

O fenômeno La Niña pode impactar as condições climáticas durante a safra, trazendo incertezas que os agricultores precisam considerar. Em meio a isso, os agricultores já começaram a retirar o gado das áreas de pastagem para preparar o solo para o plantio, garantindo que tudo esteja pronto para a semeadura.

Preço

O preço médio da saca de 60 kg da soja permanece estável em R$ 121,67, sem grandes variações em relação à semana anterior. Essa estabilidade no preço pode trazer um alívio aos produtores, que aguardam com expectativa o início da nova safra.



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Frente fria e cavado levam temporais ao Sul; veja quando e quais áreas têm maior risco


A região Sul deve enfrentar uma nova sequência de instabilidades ao longo da semana, com previsão de tempestades intensas.

A partir desta quinta-feira (19), a formação de um cavado — área alongada de baixa pressão — intensificará as condições de chuva nos três estados da região.

A previsão aponta para tempo severo, com destaque para o oeste e a Campanha Gaúcha, áreas onde o risco de tempestades é elevado.

Cavado e frente fria

De acordo com a Climatempo, o cavado será o principal responsável por manter o cenário instável na região Sul. Já na sexta-feira (20), o avanço de uma nova frente fria reforçará as instabilidades, aumentando o risco de temporais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

As projeções indicam que, já nesta quinta-feira, a chuva será volumosa, especialmente em algumas áreas (em laranja no mapa abaixo), onde o acumulado pode ultrapassar 50 mm. Em pontos isolados, o volume de chuva poderá chegar a 80 mm até sábado (21).

Na sexta-feira (20), a chegada da frente fria ao Rio Grande do Sul trará mais instabilidade ao estado e às demais regiões do Sul. A Campanha Gaúcha e a faixa oeste do Rio Grande do Sul devem estar no centro das tempestades, com alerta para chuvas intensas e temporais.

Regiões como as Missões, o centro e o sul do estado, bem como os vales, também estão sob risco, com previsão de rajadas de vento entre 51 e 70 km/h. No litoral gaúcho, os ventos podem alcançar até 90 km/h, especialmente entre Chuí e Torres.

No Paraná, as áreas centrais também devem ser atingidas por chuvas de forte intensidade a partir de quinta-feira, com ventos fortes previstos em todo o estado.



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Soja: Chicago acentua alta perto do fechamento por decisão do Fed



Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em alta. As preocupações com o clima seco no Brasil sustentaram os contratos na maior parte do dia. Quase no final da sessão, os ganhos se acentuaram após o banco central americano ter cortado em 0,50 ponto percentual a taxa básica de juros.

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Falta de chuvas

A falta de chuvas em parte do cinturão produtor do Brasil pode atrasar o plantio da nova safra. Mas ainda é cedo para definir qualquer tipo de perda no potencial produtivo. Nesta terça-feira (18), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicou que a safra 2024/25 poderá bater em 166 milhões de toneladas, a maior da história.

Pouco antes de fechar, o corte de 0,50 ponto percentual no juro básico dos Estados Unidos foi definido. O mercado estava dividido sobre o tamanho da redução, se 0,25 ou 0,50 ponto. Juros mais baixos significam menor aversão ao risco e fluxo de capital para ações e commodities, o que animou o mercado em um primeiro momento.

Soja em grão

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 8,00 centavos de dólar, ou 0,79%, a US$ 10,14 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,32 por
bushel, com ganho de 7,25 centavos ou 0,70%.

Subprodutos

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,10 ou 0,03% a US$ 321,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,31 centavos de dólar, com alta de 0,43 centavo ou 1,07%.



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Incêndio destrói mata nativa de propriedade rural especializada em conservação de fauna e flora



Os prejuízos para o agronegócio de São Paulo com os incêndios florestais se aproximam dos dois bilhões de reais, de acordo com a Secretaria Estadual de Agricultura.

O fogo tem destruído propriedades rurais que há décadas passam por gerações de famílias de agricultores. Exemplo disso é a Fazenda Guaiuvira e Águas do Cedro, fundada em 1927, mais antiga que o município que a abriga, Pompéia, no oeste paulista.

O local produz gado de corte e também foca na recuperação ambiental e manutenção da reserva nativa. Por lá, são mais de mil hectares de vegetação preservada, quantidade muito superior à exigida por lei. A fazenda atualmente é consudiza por irmãos da terceira geração da família Bastos.

“Tudo começou com o meu pai, quando ele assumiu [a propriedade], iniciou o trabalho de conservação de solo. Fomos pioneiros na introdução de curva de nível, de conservação do solo, na recuperação de áreas degradadas, integração de maciços de mata que estavam isolados. Fomos tentando mostrar para a sociedade a importância dessa reserva bastante significativa no oeste de São Paulo, uma região que tem pouca mata, uma região bastante acidentada e com problemas sérios de abastecimento de água”, conta o produtor Mario Bastos.

A destruição causada pelos incêndios

No dia 22 de agosto, a notícia de que o fogo em uma área vizinha estava se aproximando da fazenda preocupou os proprietários.

“As matas são contíguas, então, perdeu-se o controle. É uma área muito acidentada e a mata muito seca. Fomos controlando nas bordas, tentando interromper o curso do fogo em alguns pontos que achávamos estratégicos, mas as condições de vento, de topografia e de calor frustraram todas as nossas tentativas. A mata acabou pegando fogo quase inteiramente, chegando até a ameaçar a cidade”, conta Bastos.

Felizmente, a equipe da propriedade conseguiu remanejar alguns animais de pequeno e grande porte que viviam na mata atingida pelo incêndio.

“Agora estamos correndo atrás para saber como vamos alimentar esses animais. É uma época de pouco pasto e que está reduzida por causa da seca. Então temos que procurar outras fontes de alimento. O prejuízo da mata [destruída pelo fogo] é incalculável. É uma fauna e flora que não tem preço”, relata a produtora Lucia Bastos.

Segundo ela, demorou para as pessoas se conscientizarem de que os incêndios eram sérios. “Só então veio a estrutura da Defesa Civil e dos bombeiros”, diz Lucia.

Segundo Mario, a ajuda veio de pessoas ligadas ao agro, como produtores rurais de propriedades vizinhas e também pessoal do comércio, das indústrias e voluntários que se empenharam dia e noite na tentativa de combater as chamas.

Papel da floresta na agropecuária

O diretor-executivo da SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto, destaca que as florestas protegem as nascentes, os córregos e rios e, portanto, desempenham papel fundamental na garantia de fornecimento de água em quantidade e qualidade dentro das fazendas.

“Essa água é voltada não apenas para o uso das suas instalações, mas também para irrigação. Geralmente as matas estão nas áreas de menor aptidão agrícola e de risco à erosão, então as florestas também contribuem para a conservação do solo”.

Segundo o especialista, a biodiversidade, mesmo aquela invisível dos pequenos insetos, bactérias e fungos, é importante para o equilíbrio ecológico da produção agropecuária. “Os insetos, por exemplo, são importantes para a polinização e para a maior produtividade. Então as florestas entregam muitos serviços ecossistêmicos para o produtor rural”.

Com o cenário de extremos climáticos, o diretor da SOS Mata Atlântica diz ser necessário o produtor rural se adaptar a novas práticas de produção. “Precisamos fazer a agricultura de uma forma diferente, colocando cada vez mais árvores nos sistemas produtivos, nas lavouras, porque elas causam sombra, ajudam na retenção de água e nos ajudam a transitar, a se adaptar a esses momentos extremos”.



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Fed corta juros em 0,5 ponto percentual, para intervalo entre 5% e 4,75%



O Federal Reserve (Fed) decidiu nesta quarta-feira (18) realizar o primeiro corte de juros em anos e optou por reduzir as taxas nos Estados Unidos em 0,5 ponto percentual – ou 50 pontos-base (pb) -, para o intervalo entre 5% e 4,75%. A decisão era considerada a mais agressiva entre os agentes do mercado.

Segundo o comunicado, a decisão foi dividida entre os membros do Fed. Quase todos os membros votaram por corte de 50 pb; apenas Michelle Bowman optou por redução de 25 pb.

Para o BC americano, os dados recentes sugerem que a atividade continuou se expandindo em ritmo sólido e que os ganhos de emprego desaceleraram e taxa de desemprego subiu, mas continua baixa. O Fed destacou mais uma vez que o comitê está empenhado para levar a inflação à meta de 2%. Para a próxima reunião, a autoridade monetária levará em conta uma série de indicadores para tomar a decisão.

  • Leia mais sobre o assunto e sobre mercado financeiro no site no BDM.



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