segunda-feira, agosto 3, 2026

Agro

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Preços do boi disparam com aumento da demanda para exportação


O mercado físico do boi gordo teve intensificação das altas nos preços da arroba nesta quarta-feira (18).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a posição ainda desconfortável das escalas de abate.

Mesmo nesse ambiente de oferta mais restrita, os frigoríficos não trabalham com maior ociosidade.

“O abate no mês de agosto sinaliza essa tendência. Portanto, a grande variável para justificar o acelerado movimento de alta está nas questões que envolvem a demanda, em particular a demanda para exportação, com volumes impressionantes de carne bovina exportados na atual temporada”, assinalou Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 266,68.

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista apresenta alguma alta dos preços no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda aponta para menor espaço para reajustes no curto prazo.

Isso acontece em linha com uma demanda mais comedida no decorrer da segunda quinzena do mês. “Importante destacar que a carne bovina vem perdendo competitividade ao longo do mês se comparado as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango”, disse Iglesias.

O quarto traseiro permanece no patamar de R$ 19,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00 por quilo. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 15,15 por quilo, alta de R$ 0,40.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,47%, sendo negociado a R$ 5,4608 para venda e a R$ 5,4588 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4114 e a máxima de R$ 5,4966.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de arroz enfrenta baixa liquidez no Rio Grande do Sul, com exceção das exportações


Cenário é marcado por disparidade entre os preços de compra e venda





Foto: Divulgação

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul tem registrado fraca liquidez, com negócios limitados principalmente às exportações. O cenário é marcado por disparidade entre os preços de compra e venda, o que tem dificultado a realização de novas negociações no mercado interno.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), as intensas chuvas da última semana agravaram a situação, afetando o transporte do grão e atrasando a preparação do solo para as atividades de pré-plantio.

Algumas microrregiões do estado já deveriam iniciar o processo nos próximos dias, mas os produtores estão preocupados com possíveis atrasos na nova safra, o que pode impactar o cronograma de plantio.





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Brasil tem preços mistos e poucos negócios nesta quarta-feira



O mercado brasileiro da soja registrou poucos negócios nesta quarta-feira (18), com preços mistos ao longo do dia. A Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, ganhando força após o anúncio do corte na taxa de juros pelo banco central dos Estados Unidos.

O dólar caiu, mas essa movimentação não teve impacto relevante sobre as cotações. Foram registrados negócios para a nova safra, com pagamento em fevereiro, mas os volumes foram pouco expressivos.

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Números

  • Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos manteve-se em R$ 133,00
  • Na região das Missões (RS), a cotação estabilizou em R$ 132,00 por saca
  • No Porto de Rio Grande (RS), o preço permaneceu em R$ 138,00
  • Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 134,00 para R$ 133,50
  • No porto de Paranaguá (PR), o preço subiu de R$ 139,00 para R$ 139,50
  • Em Rondonópolis (MT), a saca continuou em R$ 130,00.
  • Em Dourados (MS), o preço aumentou de R$ 127,00 para R$ 128,00
  • Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 126,00 para R$ 128,00

Chicago

Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em alta. As preocupações com o clima seco em partes do Brasil sustentaram os preços durante a maior parte do dia, e os ganhos se acentuaram perto do final da sessão após o corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros dos Estados Unidos.

A falta de chuvas em algumas regiões do cinturão produtivo brasileiro pode atrasar o plantio da nova safra, mas ainda é cedo para prever qualquer tipo de perda no potencial produtivo. Ontem, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicou que a safra 2024/25 poderá alcançar 166 milhões de toneladas, a maior da história.

Antes do fechamento, o mercado estava dividido sobre o tamanho do corte na taxa de juros, se de 0,25 ou 0,50 ponto. Juros mais baixos normalmente resultam em menor aversão ao risco e em fluxo de capital para ações e commodities, o que inicialmente animou o mercado.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam em alta de 8 centavos de dólar, ou 0,79%, a US$ 10,14 por bushel. A posição de janeiro teve cotação de US$ 10,32 por bushel, com ganho de 7,25 centavos ou 0,70%.

Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,10, ou 0,03%, a US$ 321,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,31 centavos de dólar, com alta de 0,43 centavo, ou 1,07%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,47%, negociado a R$ 5,4608 para venda e a R$ 5,4588 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4114 e a máxima de R$ 5,4966.



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Bombeiros resgatam vaca que caiu em poço de 7 metros no Ceará



O Corpo de Bombeiros do Ceará (CBMCE) resgatou uma vaca que caiu em um poço de 7 metros de profundidade no sítio Córrego, em Sobral, na Área Integrada de Segurança 14 (AIS 14), na manhã desta terça-feira (17).

Acionados pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), os bombeiros do 3º Batalhão se dirigiram ao local. A operação foi realizada sob o comando do tenente-coronel Francisco Roberto Maciel de Moraes.

“A guarnição armou um sistema de multiplicador de força usando polias, mosquetões e cabos. Cuidadosamente, os militares içaram o animal ileso para fora do cacimbão, garantindo sua segurança”, informou o comandante do 3º Batalhão, com sede em Sobral. 

O resgate, que contou com a participação do tenente Roberto, dos subtenentes Olavo e Nogueira e do soldado Lourenço, foi concluído com sucesso por volta das 13h30, com o animal sendo devolvido ao proprietário em segurança.

Operações de resgate animal

O Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE) registrou um aumento nas operações de resgate animal em 2024. Entre janeiro e agosto, foram 8.175 ações do tipo, representando um crescimento de 2% em relação ao mesmo período de 2023.

As serpentes, especialmente jiboias, lideraram as ocorrências em agosto, com 454 resgates. Outros animais frequentemente resgatados incluem gatos, iguanas, cassacos e cães.

O CBMCE reforça a importância da prevenção para evitar incidentes com animais silvestres. Entre as orientações estão manter distância de serpentes e outros animais potencialmente perigosos, tampar poços, cercar e sinalizar áreas de risco e fechar corredores estreitos, essas medidas são essenciais. Essas ações protegem a fauna e garantem a segurança da população.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Rio Grande do Sul: sinal verde para a semeadura da soja em breve!


O estado do Rio Grande do Sul se prepara para o fim do vazio sanitário, programado para o dia 30 de setembro. A partir do dia 1º de outubro, os produtores podem iniciar a semeadura da soja na região. O Soja Brasil conversou com o presidente da Aprosoja-RS, Irineu Orth, que compartilhou as expectativas e projeções para a safra.

De acordo com o presidente, na região do Pampa e no norte do estado, o prazo de plantio é um pouco mais flexível, permitindo que os agricultores se adaptem às condições climáticas específicas de cada local. Essa flexibilidade é crucial, já que as variações climáticas podem influenciar diretamente o sucesso da safra.

Segundo o Atlas Socioeconômico do Rio Grande do Sul, o estado ocupa a quarta posição no ranking de produção de soja em grãos no Brasil, atrás apenas de Mato Grosso, Paraná e Goiás.

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Chuvas à vista?

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Foto: Instagram/reprodução

Atualmente, as chuvas ainda não deram as caras no sul do estado, mas isso não desanima os produtores. A expectativa é alta, já que muitos estão prontos para colocar a mão na terra e dar início a uma nova safra, com alta expectativa por um bom começo.

No entanto, a ausência de chuvas representa um desafio. Em várias regiões, a qualidade da colheita pode ficar comprometida, especialmente onde a umidade é fundamental para o desenvolvimento saudável da soja e do algodão. Por isso, a preocupação com as condições climáticas é constante, e os produtores devem estar de olho nas previsões.

O presidente explica que as chuvas costumam chegar em outubro e a expectativa para esta safra é promissora. O que resta, agora, é torcer para que o clima colabore e que os esforços dos produtores se transformam em colheitas de sucesso.



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Auditores apreendem mais de 100 toneladas de frango e açúcar



Uma equipe de auditores da Receita, da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec), apreendeu cerca de R$ 1,8 milhão em mercadorias com irregularidades fiscais.

A operação ocorreu entre sexta-feira (13) e domingo (15) durante fiscalizações de rotina em Ponte Alta, no Gama, e em transportadoras.

Entre os itens apreendidos estão 56 toneladas de filé de peito de frango, 48 toneladas de açúcar, 1.249 garrafas térmicas, além de móveis e embalagens descartáveis.

Notas fiscais falsas

Os produtos seriam comercializados com notas fiscais contendo erros e informações falsas, de acordo com os auditores. Esse tipo de documento permite que vendedores e compradores soneguem impostos.

“Identificamos que as documentações fiscais apresentadas tinham divergências em relação à carga transportada”, afirmou Silvino Nogueira Filho, coordenador de Fiscalização Tributária da Seec.

“Esse procedimento dos sonegadores é alvo constante de nossa fiscalização, que atua 24 horas por dia, todos os dias da semana para garantir a sensação de risco a aqueles que insistem em não cumprir suas obrigações fiscais.”

A operação foi realizada pela Gerência de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito (GEFMT). A Seec reforça que a sonegação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é um crime contra a ordem tributária e que a fiscalização garante que os recursos sejam registrados e revertidos em políticas públicas no Distrito Federal.



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Cerca de 400 mil ha de canaviais foram queimados na 2ª quinzena do mês



O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) estima que 394.742 hectares de canaviais foram queimados no Brasil, nos incêndios ocorridos na segunda quinzena de agosto. O dado foi apresentado pela especialista em Inteligência de Mercado do CTC, Natália Calori, durante a live “Fogo nos Canaviais”, promovida pela SCA Brasil.

Calori disse que as áreas de Ribeirão Preto (113 mil hectares), São Carlos (79 mil ha) e São José do Rio Preto (51 mil ha) foram as mais afetadas pelos incêndios. Fora de São Paulo, Minas Gerais foi o estado com mais área queimada, de acordo com o CTC, com 28 mil hectares queimados.

A partir da amostragem das áreas queimadas que usam variedades do CTC, a companhia estimou que 60% dos canaviais queimados eram mais envelhecidos, sendo que 40% das áreas afetadas estavam em ponto de colheita.

Os incêndios se inserem em uma temporada que já vinha apresentando o maior déficit hídrico dos últimos 25 anos, destacou Calori. Ela lembrou que a safra começou com muita cana bisada (cana já plantada anteriormente e que está rebrotando agora), porém o cenário climático desafiador já se refletia em quebra de produtividade, que caiu 13,5% em agosto na comparação com igual período do ano passado.

Até agosto, há quebra acumulada de 7,2% na produtividade agrícola acumulada, com os maiores recuos se concentrando nas regiões paulistas de Araçatuba e Assis.



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Mais de 100 mil latas de cerveja são apreendidas no Distrito Federal



A Receita do Distrito Federal apreendeu 104 mil latas de cerveja com documentação fiscal irregular, em uma operação realizada entre segunda e terça-feira (16 e 17).

A carga, avaliada em R$ 638 mil, foi interceptada em duas localidades: na cidade do Gama e na rodovia DF-290, que conecta o Gama à Santa Maria e ao Entorno Sul do Distrito Federal. As informações são de reportagem do portal Metrópoles.

Além das latas de cerveja, as autoridades também confiscaram 5.221 tábuas de madeira do tipo pinus. De acordo com a Receita do DF, a mercadoria seria vendida utilizando notas fiscais falsas, o que permitiria que vendedores e compradores sonegassem impostos.

As irregularidades resultaram em um crédito tributário de R$ 388 mil, incluindo impostos devidos e multas aplicadas.

O coordenador de Fiscalização Tributária da Secretaria de Economia do Distrito Federal, Silvino Nogueira Filho, afirmou que as documentações apresentadas pelos responsáveis pelas mercadorias tinham discrepâncias em relação à carga transportada, o que gerou a apreensão.

“Esse procedimento adotado pelos sonegadores tem sido combatido pelas equipes de fiscalização da Secretaria de Economia”, declarou.

De acordo com o órgão do Poder Executivo, a operação faz parte de esforço para combater a sonegação fiscal e garantir a regularização dos tributos devidos nas operações comerciais no Distrito Federal.



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AgroNewsPolítica & Agro

Descarbonização no setor sucroenergético


A Tereos promoveu a roda de conversa “Desafios e caminhos para a descarbonização no setor sucroenergético” em São Paulo, com Pierre Santoul, Felipe Mendes e o climatologista Carlos Nobre. A empresa anunciou seu compromisso com a descarbonização, visando zerar suas emissões de gases de efeito estufa até 2050, seguindo a iniciativa Science Based Targets (SBTi).

“Temos o compromisso SBTi e estamos engajados em uma jornada robusta de descarbonização, contribuindo para o setor sucroenergético aumentar ainda mais o seu impacto positivo na matriz energética brasileira”, pontuou Pierre Santoul, diretor-presidente da Tereos no Brasil.

Pierre Santoul destacou a necessidade de colaboração entre empresas, governo e sociedade para enfrentar os desafios climáticos, com foco em inovação, eficiência e transição energética, além do uso de tecnologias como IA, drones e IoT. Carlos Nobre alertou que a temperatura global pode aumentar 1,5°C mais cedo do que o previsto, podendo chegar a 2°C até 2050. Isso resultaria em problemas graves, como a extinção dos corais, a perda da Amazônia e o descongelamento do permafrost, que liberaria grandes quantidades de gases de efeito estufa.

“A agricultura regenerativa, além de ser até quatro vezes mais produtiva que a tradicional, oferece uma série de benefícios para o meio ambiente. Ela reduz o risco de erosão do solo, aumenta a capacidade de retenção de água, sequestra carbono da atmosfera e contribui para a preservação da biodiversidade”, explicou o cientista.

Felipe Mendes apresentou as iniciativas da Tereos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa, com metas de redução de 50% nas emissões industriais e 36% nas agrícolas até 2032/2033. Ele destacou o etanol como alternativa sustentável e a necessidade do projeto de lei “Combustível do Futuro”. Outras ações incluem biogás, biometano, renovação da frota de caminhões e uso de fertilizantes orgânicos. O evento também marcou o lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2023/2024 da Tereos, reforçando a importância da transparência e do diálogo com stakeholders.
 





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Em Santa Maria (RS), início da semeadura depende da melhora climática



O clima seco e as queimadas que atingem o Brasil têm gerado preocupações sobre o próximo plantio da soja na região de Santa Maria, centro do Rio Grande do Sul. A fumaça das queimadas tem reduzido a fotossíntese, prejudicando o desenvolvimento das culturas de inverno.

Apesar das adversidades, o cenário não afeta diretamente o começo da semeadura. O início está previsto para outubro, quando se espera uma melhora nas condições climáticas, proporcionando um cenário mais favorável para o cultivo.

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Números

As estimativas iniciais indicam uma área de 1,063 milhão de hectares destinados ao plantio da soja. A produtividade é projetada em 3.110 kg/ha, totalizando uma produção esperada de 3,3 milhões de toneladas. Os números refletem o potencial da região, que tem demonstrado um crescimento consistente na área cultivada ao longo da última década.

La Niña

O fenômeno La Niña pode impactar as condições climáticas durante a safra, trazendo incertezas que os agricultores precisam considerar. Em meio a isso, os agricultores já começaram a retirar o gado das áreas de pastagem para preparar o solo para o plantio, garantindo que tudo esteja pronto para a semeadura.

Preço

O preço médio da saca de 60 kg da soja permanece estável em R$ 121,67, sem grandes variações em relação à semana anterior. Essa estabilidade no preço pode trazer um alívio aos produtores, que aguardam com expectativa o início da nova safra.



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