segunda-feira, agosto 3, 2026

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Centro-Norte segue com tempo seco, mas chuvas são esperadas para a virada do mês


Uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial





Foto: Divulgação

Enquanto a frente fria atua no Sul e Sudeste, o Centro-Norte do Brasil segue com condições de tempo seco neste final de semana, conforme a previsão do meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues. Embora algumas instabilidades tenham começado a ocorrer de forma irregular e passageira no sul de Mato Grosso e Goiás, a perspectiva para a maior parte dessa região é de pouca ou nenhuma chuva.

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Rodrigues também ressalta que as chuvas que ocorrem no Centro-Norte são pontuais, mas, em alguns casos, os volumes registrados podem ser expressivos. Para a virada do mês, no entanto, o meteorologista prevê uma mudança nas condições climáticas, com chuvas mais consistentes aparecendo nas projeções para o Mato Grosso, Goiás e parte do Centro-Oeste, o que deve beneficiar o início do plantio da safra de soja.

Ele reforça que, para conservar a umidade do solo, o uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial, especialmente nos últimos 10 dias de setembro, quando a chuva deve se intensificar na região.





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Milho sobe na B3 e cai em Chicago


O milho registrou alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), motivado por uma expectativa de mais negócios na próxima entressafra que ocasionou viradas de contratos, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O encerramento do contrato setembro/24, em consonância com a expectativa de números mais robustos de exportação para os meses da entressafra, fizeram com que os contratos fechassem o dia com ganhos de até 0,95%”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 66,88 apresentando alta de R$ 0,52 no dia, baixa de R$ 0,41 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 69,33, alta de R$ 0,34 no dia, baixa de R$ 0,96 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 70,74, baixa de R$ 0,17 no dia e alta de R$ 2,02 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em baixa com avanço atual da colheita norte-americana. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -1,70 % ou $ -7,00 cents/bushel a $ 405,75. A cotação para março25, fechou em alta de -1,51 % ou $ -6,50 cents/bushel a a $ 424,25”, indica.

“O avanço da abundante safra americana está pressionando as cotações do cereal. O produtor americano também está aproveitando as recentes altas para se capitalizar e aumentando a oferta de grãos no mercado. As vendas semanais americanas, apesar de 27% acima da semana anterior, ficaram perto do faixa mínima esperada pelo mercado. No acumulado da safra 24/25 as vendas estão em um ritmo menor que do ano anterior”, finaliza.
 





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Dez cidades do Norte e Centro-Oeste respondem por 20% das queimadas


Dez cidades das regiões Norte e Centro-Oeste respondem por 20,5% das queimadas que atingem o país desde o início do ano, segundo levantamento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 

Localizadas nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia, estes municípios concentram 39.247 pontos de incêndio dos 190.943 focos registrados em todo o Brasil, de 1º de janeiro até essa quarta-feira (18).

A cidade com o maior número de queimadas é São Félix do Xingu, no Pará, com 6.474 focos. Em segundo lugar, aparece Altamira, no mesmo estado, com 5.250 queimadas. Na sequência, estão: Corumbá (MS), 4.736 focos; Novo Progresso (PA), 4.598; Apuí (AM), 4.308; Lábrea (AM), 3.723; Itaituba (PA), 2.973; Porto Velho (RO), 2.710; Colniza (MT), 2.277; e Novo Aripuanã (AM), 2.198 focos de incêndio.

Membro do Grupo Estratégico da Grupo Estratégico da Coalizão Brasil Clima, Beto Mesquita, alerta para o fato de nove das cidades estarem na Amazônia, com exceção do município de Corumbá, localizado no Pantanal. “Por mais que tenha ocorrido muito incêndio no Cerrado, quando percebemos os focos de calor, notamos que eles continuam muito concentrados na Amazônia”, diz.

De acordo com ele, sete das dez cidades com mais queimadas também estão na lista dos municípios que mais desmataram em 2023, de acordo com dados do Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes), do Inpe. São elas: Altamira, Corumbá, São Félix do Xingu, Porto Velho, Apuí, Lábrea e Colniza.

 “Os incêndios são os novos vetores de destruição, talvez, tentando escapar dos sensores remotos que detectam o desmatamento. Com isso, quando se abrem áreas, há maior dificuldade de detectar extração, por exemplo, de madeiras de valor mais nobre. É um desafio para os governos federal e estaduais, que precisam entender melhor estas dinâmicas para se prepararem com as estratégias mais adequadas de combate, fiscalização e preservação”, avalia o especialista. 

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (19) que seis estados da Amazônia expliquem as razões para concentração de 85% dos focos de queimadas em apenas 20 municípios da região. A manifestação deverá ser enviada no prazo de 30 dias. 





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Como está o mercado do milho?


Com ofertas iniciando em R$ 67,00 a saca no estado do Rio Grande do Sul,  a diferença no mercado do milho é de R$ 3,00 para negócios, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Não ouvimos negócios nesta quinta-feira”, comenta.

Negócios entre R$ 62,00 a R$ 63,50 no meio oeste e oeste movimentam o estado em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios ao meio-oeste, viu-se milho sendo negociado a R$ 62,00 CIF, com 2 mil tons entrega em setembro. Rumores levam a crer que negócios também rodaram ao oeste, em pelo menos 5 mil tons, entre R$ 62,50 até R$ 63,50”, completa.

Enquanto isso, o Oeste do Paraná movimentou negócios pontualmente, enquanto o porto aumenta preços, mas não vê ofertas. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 57,00 (+1,00); Cascavel a R$ 56,00 (+2,00); Campos Gerais R$ 59,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de negócios ao oeste do estado, em lotes pontuais comercializados entre R$ 57,50/58,00, com entrega CIF imediata”, indica.

No Mato Grosso do Sul os preços subiram. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais em Naviraí, onde uma indústria levou 2 mil tons entrega setembro/pgto final do mês a R$ 54,00”, conclui.
 





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moinho de trigo explode em pleno funcionamento na Bahia


Um moinho de trigo da Moinhos Mercosul, unidade de beneficiamento do cereal, explodiu na manhã desta sexta-feira (20), por volta das 9h10, em pleno funcionamento, no polo industrial de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.

De acordo com a Defesa Civil do município, acidente aconteceu em um exaustor que fica no quarto andar de uma das instalações da empresa. Não houve feridos.

moinho trigo explosãomoinho trigo explosão

O órgão informou que a brigada de incêndio da empresa agiu rapidamente e controlou o princípio de incêndio no local e que foi apurado que estabelecimento também cumpria os requisitos de segurança necessários para a operação.

bombeiros moinho trigo Bahiabombeiros moinho trigo Bahia
Fotos: Defesa Civil Luís Eduardo Magalhães

Ainda de acordo com a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros também foi acionado.

A unidade possui quatro plantas que recebem, preparam, separam e armazenam o trigo em fardos. De acordo com o secretário de agricultura do município, Kenni Henke, essa é única empresa do segmento na região.



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dificuldade na aquisição de animais pelos frigoríficos mexe com o mercado


O mercado físico brasileiro do boi gordo voltou a registrar alta em seus preços durante a sexta-feira (20).

Segundo o consultor de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o cenário traçado apresentou poucas mudanças, com grande dificuldade para as indústrias avançarem em suas escalas de abate.

Já passaram a ser relatados pelos frigoríficos um aumento da capacidade ociosa diante da maior dificuldade na aquisição de boiadas.

“Os fatores de demanda ainda respaldam a continuidade do movimento de alta no curto prazo, considerando as exportações, que seguem muito agressivas, da mesma maneira que a demanda interna também conta com bons elementos de consumo, a exemplo da atual taxa de ocupação da economia brasileira”, comenta.

Preços da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 267,95

Mercado atacadista

carne bovinacarne bovina
Foto: Freepik

O mercado atacadista se deparou com preços acomodados ao longo da sexta-feira. Iglesias indica que a perspectiva ainda é de menor espaço para reajustes no decorrer da segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

A carne bovina tende a perder competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango.

Quarto traseiro permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,78%, sendo negociado a R$ 5,5198 para venda e a R$ 5,5178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4193 e a máxima de R$ 5,5239. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



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Veja como as cotações da soja encerraram a semana


O mercado brasileiro de soja registrou melhora na comercialização nesta sexta-feira (20). Os lotes negociados, no entanto, foram pouco expressivos.

Os preços subiram, acompanhando o dólar, mas os produtores seguem segurando a soja disponível:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131 para R$ 132
  • Região das Missões: aumentou de R$ 130 para R$ 131
  • Porto de Rio Grande: avançou de R$ 137 para R$ 138
  • Cascavel (PR): valorizou de R$ 132,50 para R$ 135
  • Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 138 para R$ 139
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 129 para R$ 131
  • Dourados (MS): foi de R$ 126 para R$ 127
  • Rio Verde (GO): valorizou de R$ 128 para R$ 129

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em baixa, em mais uma sessão marcada pela volatilidade e com preços quase inalterados. Com a baixa, a posição novembro reduziu o ganho semanal para 0,6%.

O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. A preocupação com o atraso no plantio no Brasil limitou as perdas, assim como sinais de demanda pela soja norte-americana.

Mas no médio prazo, o cenário fundamental segue negativo, com a entrada da maior safra dos Estados Unidos no mercado. Além disso, mesmo sem chuva, os prognósticos de uma produção cheia no Brasil seguem estabelecidos.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 121.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.

Importações chinesas

China importação sojaChina importação soja
Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural

As importações de soja da China nos Estados Unidos aumentaram 70% em agosto em comparação ao ano anterior, mostraram dados da alfândega nesta sexta-feira, à medida que os compradores aproveitaram os preços baixos.

As vendas dos Estados Unidos, seu segundo maior fornecedor, ganharam ritmo desde abril, embora o volume ainda permaneça muito menor do que o do maior produtor, o Brasil.

A China importou 202.383 toneladas de oleaginosa dos EUA no mês passado, em comparação com 119.105 toneladas no ano anterior. As importações do Brasil aumentaram 12%, totalizando 10,24 milhões de toneladas.

A produção brasileira de soja em 2024/25 deverá totalizar 171,78 milhões de toneladas, com elevação de 12,8% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 152,3 milhões de toneladas.

A estimativa foi divulgada por Safras & Mercado. Em julho, data da divulgação da intenção de plantio de Safras, a projeção era de 171,54 milhões de toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,07%, a US$ 10,13 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,31 1/4 por bushel, com perda de 0,75 centavo ou 0,07%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,20 ou 0,06% a US$ 321,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,93 centavos de dólar, com alta de 0,62 centavo ou 1,53%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,78%, sendo negociado a R$ 5,5198 para venda e a R$ 5,5178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4193 e a máxima de R$ 5,5239. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%.



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Prevenir e combater queimadas são desafios para toda sociedade



No Brasil que em 2024 arde em chamas, prevenir e combater queimadas no Cerrado, são desafios para Corpo de Bombeiros e brigadistas voluntários, que arriscam a vida em difíceis operações e para toda sociedade. O primeiro episódio da série especial, ‘Cerrado Sem Fogo’, mostra como é feito esse trabalho.

De acordo com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 68.635 focos de queimadas no país em agosto, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados mais 28.056 focos de incêndio, uma das piores marcas desde 2007, quando atingiu mais 91.085 focos.

Em todo o Cerrado, bioma que ocupa cerca de 25% do território nacional, foram mais 18.620 focos.

Nos estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), de janeiro até 13 de setembro de 2024, foram 30.683 focos.segundo dados do Programa Queimadas do Inpe.

Um trabalho difícil para os combatentes que neste episódio detalham como são as ocorrências de incêndios florestais no Cerrado brasileiro.

Participaram deste episódio o Major Rocha, comandante da Base Floresta Oeste, de Barreiras (BA), o produtor rural, Jarbas Bergamaschi, que recentemente atuou no combate de um incêndio em uma de suas propriedades, da coordenadora do Bahia Sem Fogo, Daniela Fernandes e do gerente de sustentabilidade da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Assista ao episódio:

O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães.


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Mulheres do campo e produção de ovelhas são destaques do Cooperativismo em Notícia



O encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina e a família Packer, no quadro gente que faz o agronegócio, serão os destaques da semana do programa Cooperativismo em Notícia:

Com a presença de quase 1.300 convidadas, o 19º encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina, mostrou, mais uma vez, a força desse segmento que se tornou fundamental para o desenvolvimento do setor.

Hoje, elas representam perto de 45% de todo o universo de associados, totalizando 1,5 milhão de cooperadas. Esse movimento, que começou entre as décadas de 1960 e 1970, só chegou a esse estágio porque as cooperativas, na base, fazem um trabalho extraordinário.

No calendário deste ano, palestras, shows e muita emoção. A Leila Ferreira, escritora, veio falar sobre a “arte de ser leve”. Já a Kareemi, jornalista, se propôs a uma reflexão mais ampla sobre o poder dos ciclos femininos.

Gente que faz o agronegócio

O quadro gente que fez e gente que faz o agronegócio, cujo seu maior propósito é dar visibilidade ao homem e à mulher do campo, e, claro, aos seus conceitos de produção, se tornou referência na televisão catarinense.

Ao longo de todos esses anos, centenas de bons exemplos foram espalhados. Porque o foco é mostrar quem faz a diferença no dia a dia das propriedades. E a nossa missão da semana será com a família Packer, de Pouso Redondo. Nos 84 hectares de área, eles produzem sementes de arroz, gado de corte e ovelhas.

No caso das ovelhas, isso nos remete a uns 15 anos mais ou menos. Agora, uma cultura profissional, com orientação técnica especializada, veio de uns quatro anos para cá. A raça Sulfok foi a que melhor se adaptou à região. É excelente produtora de carne magra e pode atingir até 80 quilos.

Um animal rústico que suporta bem o clima úmido. Hoje, o rebanho da dona Tânia, possui 59 animais: 42 matrizes, 15 borregos e dois reprodutores.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados as 8h30, com reprises as terças- feiras às 13h30.



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Mercado de trigo continua travado


De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul continua travado, com uma notável falta de demanda. Os compradores aguardam por uma queda nos preços, enquanto os vendedores esperam uma recuperação do mercado. 

Moinhos da região, especialmente os que trabalham com trigos de qualidade mediana, relataram uma baixa na moagem durante o mês de agosto, o que prolongou a necessidade de novos estoques para setembro. Atualmente, os vendedores estão pedindo R$ 1.250,00 FOB para trigos com PH mínimo de 77 e qualidade panificável, mas os moinhos não estão dispostos a pagar esse valor. Além disso, o trigo argentino está sendo oferecido a US$ 310,00 sobre rodas no porto de Rio Grande.

Em Santa Catarina, a situação é similar, com os moinhos aguardando a chegada das novas safras do Paraná, Rio Grande do Sul e a produção local para reabastecimento. A baixa demanda por farinha tem mantido a moagem em níveis menores neste mês de outubro. No mercado, os preços da saca de trigo tiveram variações: em Campos Novos permaneceram em R$ 75,00, enquanto em Chapecó subiram para R$ 68,00 (+3,03%), em Pinhalzinho para R$ 72,00 (+2,86%), e em Mafra e Concórdia registraram alta de 3,03%, com os preços subindo para R$ 68,00 e R$ 67,00, respectivamente.

No Paraná, os preços do trigo da nova safra praticamente se mantêm iguais aos da safra anterior. Segundo um corretor local, metade das lavouras nos Campos Gerais foi afetada pelas geadas, especialmente na crista das espigas, onde a umidade agravou o problema. Com isso, os moinhos paranaenses estão trabalhando quase exclusivamente com trigo importado e gaúcho, com preços em torno de R$ 1.400,00 FOB, acrescidos de ICMS e frete. Para o trigo da nova safra, os vendedores pedem valores entre R$ 1.530,00 e R$ 1.550,00 FOB.
 





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