domingo, agosto 2, 2026

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Pesquisa revela média de forragem necessária para sustentar produção animal no Semiárido


Pesquisa desenvolvida por especialistas da Embrapa e de universidades parceiras do Brasil e Estados Unidos chegou a um modelo capaz de estimar a quantidade de forragem a ser armazenada anualmente em propriedades rurais do Semiárido brasileiro, para garantir uma melhor produção animal.

Os resultados mostram que o armazenamento de cerca de 1.500 kg de forragem por hectare é suficiente para complementar a alimentação de caprinos leiteiros, com uma taxa de lotação de um indivíduo para cada hectare de pastagem.

Taxa de lotação é um indicador que mensura a relação entre o número de animais e a área de pastagem, na propriedade, ocupada por eles durante um período de tempo.

A pesquisa tomou como referência três locais no Semiárido: Sobral e Quixadá, no Ceará; e Ouricuri, em Pernambuco, considerando dados sobre o histórico de chuvas e tipos de solo e de vegetação de Caatinga.

Estoque de forragem

Foto: Embrapa

Por meio de ferramentas de modelagem de sistemas, foi possível simular a variabilidade da produção de pastagens em um sistema produtivo de leite de cabras, de acordo com o índice de chuvas ao longo do tempo, e relacioná-la com a capacidade do pasto suportar o consumo pelos animais, considerando o estoque de forragem.

De acordo com o estudo, ao considerar que o tamanho médio de propriedades rurais no Semiárido brasileiro é de 28,9 hectares, com um armazenamento de forragem próximo ao indicado, é possível manter um rebanho de 35 a 45 caprinos em pastagem nas regiões pesquisadas.

Dessa forma, se o produtor for capaz de aumentar a produção e o armazenamento de forragem, não será necessário ampliar a área de pasto todos os anos para alimentar os animais.

Superação de incertezas climáticas

Segundo os pesquisadores que integraram a equipe do estudo, a modelagem de sistemas voltados à produção pecuária pode colaborar para a superação de desafios como a incerteza sobre as condições climáticas e o padrão irregular de chuvas nas regiões semiáridas brasileiras.

“O principal desafio tecnológico no Semiárido é a escassez de forragem durante o período seco do ano. As simulações são um modo de gerarmos referências das quantidades de forragem que precisam ser armazenadas nas propriedades rurais, para que, ao longo dos anos, a seca não seja um fator limitante à produção pecuária”, ressalta Ana Clara Cavalcante, pesquisadora da área de Forragicultura e Pastagens da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE).

Para o professor Magno Cândido, do Departamento de Zootecnia da UFC, a ferramenta, além de gerar dados confiáveis para lidar com a imprevisibilidade do clima, também ajuda os produtores rurais a melhor gerir custos de produção.

“Por meio da modelagem, é possível fazer uma análise de longo prazo, com 95% de garantia, que estima a real necessidade de alimento a ser estocado na fazenda, sem haver necessidade de comprá-lo de fora e sem gastar com mão de obra, maquinário, energia e combustível armazenado além do necessário”, reforça ele.

Modelo pode ser ajustado

Na avaliação dos pesquisadores, o modelo pode ser ajustado e trazer informações para outras regiões do Semiárido do país.

“O modelo é aplicável em qualquer região, pois trata do entendimento do padrão de produção dos [alimentos] volumosos, em função das condições de solo e clima e, a partir desse comportamento esperado, na definição da capacidade de suporte da área”, afirma Rodrigo Gregório, professor do curso de Agronomia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

Para Ana Clara Cavalcante, um aspecto importante do modelo é trazer, para a pesquisa agropecuária, evidências científicas sobre a necessidade de estoques anuais de armazenamento da forragem produzida no período chuvoso.

“O modelo prova cientificamente que é necessário produzir anualmente forragem para ser armazenada, de modo que os riscos com perdas por seca diminuam. Há quantidades específicas de forragem calculadas pelo modelo para determinados percentuais de riscos estabelecidos”, destaca.

Desafios para pecuária no Semiárido

A modelagem de sistemas é uma ferramenta científica que abre diversas possibilidades de aplicação para superação de desafios enfrentados pela produção pecuária no Semiárido.

“Ela pode agilizar soluções para diversos problemas priorizados pelos produtores, inclusive a proposição de sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis quanto ao uso dos recursos disponíveis. Pode contribuir também para a gestão sanitária dos rebanhos e a disponibilização de ferramentas destinadas a mercados e à comercialização de produtos”, exemplifica Cavalcante.

No caso da pesquisa descrita no artigo, ao simular situações de produção de pastagens ao longo do tempo, com a influência dos indicadores avaliados, foi possível prever cenários que ajudam produtores rurais no planejamento da alimentação dos rebanhos e na gestão da propriedade. Essas simulações são importantes no contexto de zonas semiáridas, em que a produção pecuária sofre com a variabilidade climática, a imprevisibilidade de chuvas e o risco de períodos severos de seca.

Outros gargalos para a pecuária na região são as técnicas de manejo inadequadas, que favorecem a desertificação e o superpastejo (quantidade de animais em área de pastagem acima do limite suportado); as limitações do solo, que dificultam a mecanização; e as perdas de qualidade da forragem por problemas no armazenamento. Esses problemas dificultam o uso sustentável dos recursos alimentares para o rebanho e podem ocasionar o aumento de custos de produção, ao exigir mais insumos voltados à suplementação dos animais.

“Os estudos têm apresentado uma estimativa da quantidade de estoque de alimento necessária em cada fazenda, mas o produtor muitas vezes não dispõe de mão de obra e maquinário necessário para realizar o armazenamento”, acrescenta Magno Cândido.


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Muita chuva para uns, calor em excesso para outros; confira a previsão



Confira a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras nesta terça-feira (23), segundo dia de primavera.

Sul

As condições de pancada de chuva continuam no centro-sul do Rio Grande do Sul com temporais em Porto Alegre. Contudo, o tempo fica firme na maior parte da Região Sul entre Paraná, oeste, norte e sul de Santa Catarina, com temperaturas subindo de maneira gradativa.

Sudeste

As temperaturas disparam novamente no Sudeste. Dia de sol com poucas nuvens no céu em São Paulo, Minas Gerais, no Rio de Janeiro e Espírito Santo. Tempo firme e umidade do ar baixa, principalmente no noroeste da região, Triângulo mineiro e norte paulista.

Centro-Oeste

Algumas pancadas muito pontuais podem acontecer no noroeste de Mato Grosso devido à umidade que vem do Norte do país. Entretanto, o sol aparece e esquenta. Não chove nas demais áreas do estado. Tempo firme e muito seco ainda no Distrito Federal, em Goiás e em Mato Grosso do Sul.

Nordeste

A condição é de chuva moderada no litoral do Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba; mas sem grandes volumes. O tempo segue firme entre o norte, oeste da Bahia, interior de Pernambuco, no Ceará, Piauí e Maranhão com temperaturas bem altas e ar seco. Chove à tarde em forma de pancadas rápidas no litoral sul da Bahia.

Norte

O calor continua em todo o Norte do Brasil. A entrada de umidade deve estimular um pouco mais de nuvens de chuva no Acre, em Rondônia, no Amazonas e em Roraima com risco de raios, trovoadas e ventos moderados, enquanto o tempo continua firme no Pará, Tocantins e no Amapá.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho lento nos principais estados


Os negócios de milho ainda são pontuais no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Indicações apenas nominais, que não se movem há semanas: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais entre R$ 64/65, com entrega CIF ao noroeste, onde segundo correspondentes teriam rodado ao menos 2 mil tons”, comenta.

Santa Catarina registrou negócios com entrega no porto. “Negócios lentos, em que mercado encontra-se sem ofertas no diferido. Tributado com pedidas a partir de R$ 65,00 mais impostos. Nas indicações, manutenção: Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios pontuais ao oeste, viu-se milho sendo negociado a R$ 64,00 CIF, com 2 mil tons entrega em setembro/outubro. No porto, negócios em São Francisco, onde 3 mil toneladas alcançaram R$ 65,00 CIF, com origem do Goiás, entre imediata e pagamento em meados de outubro”, completa.

Apesar do esforço, porto não vê lotes e sexta-feira permanece morna no Paraná. “Mercado com negócios pontuais. No porto, indicações a R$ 64,00 set/64,00 nov/65,00 dez, mas que pontualmente alcançaram R$ 66,00 no nov/dez. No norte, indicações a R$ 57,00; Cascavel a R$ 56,00; Campos Gerais R$ 60,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00. Negócios pontuais em Paranaguá, onde uma trading pagou R$ 65,50 setembro CIF entrega imediata, em 2 mil toneladas”, indica.

A comercialização no Mato Grosso do Sul é lenta. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Não ouvimos sobre negócios nesta sexta-feira”, conclui.

 





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Desvalorização do dólar e demanda externa fraca pressionam preços da soja no Brasil


Mercado de soja no Brasil enfrenta um cenário de pressão nas cotações domésticas





Foto: Pixabay

O mercado de soja no Brasil enfrenta um cenário de pressão nas cotações domésticas, reflexo da menor demanda externa e da desvalorização do dólar frente ao Real. Esses fatores contribuíram para a redução dos preços ao longo da última semana, de acordo com análise de mercado. Além disso, compradores internos têm adotado uma postura cautelosa, evitando a aquisição de grandes volumes, o que intensificou ainda mais a queda nos preços.

Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a colheita de soja nos Estados Unidos, que começou recentemente, está redirecionando a demanda global para o produto norte-americano, diminuindo a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Esse movimento tem sido observado com maior atenção pelos agentes de mercado, que buscam entender o impacto da oferta norte-americana na dinâmica global.

Pesquisadores do Cepea indicam que essa retração nas compras e o redirecionamento dos importadores para os Estados Unidos ampliaram a disparidade entre os preços praticados no mercado spot brasileiro. Em algumas regiões, a diferença entre os valores pedidos pelos vendedores e os ofertados pelos compradores chegou a superar 5 reais por saca, refletindo a incerteza e o desaquecimento na comercialização de soja no curto prazo.





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Estabilidade nos preços dos feijões


Corretores relataram dificuldades para adquirir o produto nas fontes em MG




O feijão-carioca, em particular, continua apresentando preços 25% acima
O feijão-carioca, em particular, continua apresentando preços 25% acima – Foto: Ibrafe

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o setor alimentício recebeu uma notícia importante na semana passada: a redução do índice de inflação da cesta básica. Essa diminuição, que varia entre -2,8% a -3,5% dependendo da região do Brasil, pode impactar a valorização do feijão no segundo semestre. Com a inflação em queda, é possível que o aumento esperado nos preços do feijão seja atenuado. Até o momento, os supermercados têm repassado os aumentos de preços ocorridos há cerca de 15 dias, enquanto seguram as compras dos empacotadores, resultando em um mercado mais tranquilo nos últimos dias.

O feijão-carioca, em particular, continua apresentando preços 25% acima dos valores registrados em 2023. Ontem, houve um aumento no volume de negócios, mas os valores médios se mantiveram estáveis. A pressão sobre os preços é evidente, mas a dinâmica do mercado parece ter encontrado um equilíbrio momentâneo, refletindo a cautela dos supermercados e dos empacotadores diante das recentes flutuações.

No entanto, corretores relataram dificuldades para adquirir o produto nas fontes em Minas Gerais, Goiás e Bahia. Isso indica um cenário de competição entre os compradores, que pode influenciar os preços a longo prazo. Os produtores, por sua vez, estão demonstrando impaciência, já que esperavam que a baixa produtividade em algumas áreas colhidas resultasse em uma reação mais significativa nos preços do feijão.

Diante desse contexto, o setor se encontra em um momento de expectativa, onde a interação entre oferta e demanda será crucial para determinar os próximos passos do mercado. Com as recentes mudanças nos índices de inflação e a estabilidade nos preços, todos os envolvidos na cadeia produtiva estarão atentos às tendências e possíveis variações que possam ocorrer nas próximas semanas.
 





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O papel do ovo no envelhecimento saudável


“A incorporação regular de ovos na dieta pode ser uma estratégia eficiente”




Também fornece vitaminas do complexo B, vitamina D, minerais como ferro e selênio
Também fornece vitaminas do complexo B, vitamina D, minerais como ferro e selênio – Foto: Pixabay

Ontem foi o Dia da Juventude e o Instituto Ovos Brasil divulgou algumas informações destacando o papel do ovo no envelhecimento saudável, ressaltando sua contribuição para a vitalidade ao longo dos anos. O ovo é rico em aminoácidos essenciais e proteínas de alta qualidade, fundamentais para a massa muscular com a idade. 

Também fornece vitaminas do complexo B, vitamina D, minerais como ferro e selênio, além de antioxidantes que protegem a saúde ocular e combatem o estresse oxidativo, acelerador do envelhecimento celular. Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil, afirma que a inclusão regular de ovos na dieta é uma estratégia eficaz para manter o bem-estar em todas as fases da vida. Ela ressalta que os ovos são uma fonte acessível e rica em nutrientes, fundamentais para preservar a saúde do corpo e da mente.

“A incorporação regular de ovos na dieta pode ser uma estratégia eficiente para manter o bem-estar em todas as fases da vida. Os ovos são uma fonte acessível e rica em nutrientes que ajudam a preservar a saúde do corpo e da mente”, afirma.

Além dos benefícios musculares e oculares, o ovo é um importante aliado da saúde cerebral, graças à colina presente na gema, que ajuda a prevenir doenças como o Alzheimer. As gorduras mono e poliinsaturadas no ovo favorecem o equilíbrio hormonal e combatem inflamações, associadas ao envelhecimento precoce. Versátil e fácil de incluir na dieta, o ovo pode ser consumido em diversas refeições. Com o Dia da Juventude como um momento de reflexão, o Instituto Ovos do Brasil incentiva hábitos alimentares saudáveis, destacando que escolhas simples, como o consumo regular de ovos, contribuem para um envelhecimento ativo e de qualidade.
 





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Bancos anunciam antecipação de recursos a produtores afetados por incêndios



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, se reuniu em São Paulo, nesta segunda-feira (23), com representantes de oito instituições financeiras: Banco do Brasil, Caixa, BNDES, BNB, Basa, Sicredi, Sicoob e Bradesco.

O objetivo foi tratar do apoio aos produtores rurais afetados pelos incêndios que atingem o país.

O chefe da pasta disse que o presidente Lula autorizou utilizar recursos do Programa de Financiamento de Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro) para o atendimento emergencial. O anúncio já havia sido adiantado, com exclusividade, pelo Canal Rural em reportagem do dia 12 deste mês.

Essa linha financia a recuperação de áreas degradadas. Alguns bancos devem oferecer o recurso a partir de outubro, mas em algumas instituições ele já está disponível.

Produtor da região de Cáceres, Mato Grosso, Manoel Benedito Rosa Filho, assinou o acesso à linha de crédito na reunião. A propriedade dele teve 40% da área queimada.

“É o recurso mais palatável, com menores taxas de juros e prazo amplo para pagar”, disse Fávaro.

Alguns bancos anunciaram que vão mudar seu planejamento. Pretendiam liberar parte do recurso no ano que vem, mas decidiram antecipar para este ano.

O secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, o adjunto Wilson Vaz, e o superintendente interino do Mapa em São Paulo, Fabio Paarmann, acompanharam a reunião.



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Confira como os preços da arroba do boi iniciaram a semana


O mercado físico do boi gordo segue apresentando preços mais altos. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, mesmo com a escalada nos preços, as indústrias não conseguem avançar na posição de suas escalas de abate, que ainda estão posicionadas entre cinco e seis dias úteis em média.

A entrada de oferta de confinamentos em boa proporção prevista para outubro pode reduzir o fôlego do movimento de alta do mercado.

“Mesmo assim, os fatores de demanda têm sido uma variável importante a ser considerada, em especial a demanda para exportação, com grande quantidade de produto exportado na
atual temporada”, assinalou Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 268,86

Mercado atacadista

carne bovina com osso - uruguaicarne bovina com osso - uruguai
Foto: Freepik

O mercado atacadista apresenta alta dos preços, e o movimento pode ganhar consistência durante a primeira quinzena de outubro, período pautado por maior apelo ao consumo.

O quarto traseiro atingiu o patamar de R$ 19,90 por quilo, alta de R$ 0,40. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00 por quilo. O quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,5344 para venda e a R$ 5,5324 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5271 e a máxima de R$ 5,5979.



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