domingo, agosto 2, 2026

Agro

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Bahia retoma liderança nacional da produção de cacau



Após 5 anos, a Bahia voltou a ter a maior produção de cacau em amêndoa do país. Em 2023, o estado produziu 139.011 toneladas, em um leve aumento de 0,6% frente ao ano anterior (+860 toneladas).

Com isso, ultrapassou o Pará, cuja produção foi de 138.471 toneladas, registrando queda de 5,2% em relação a 2022.

As informações são da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM 2023), divulgada neste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao valor da produção do cacau, a Bahia seguiu na liderança nacional em 2023, com R$ 2,4 bilhões, 16,1% a mais que em 2022 (+R$ 326,6 milhões).

De acordo com o IBGE, apesar de não ter tido a maior safra de cacau do país em 2023, o Pará tinha os três maiores produtores entre os municípios: Medicilândia (44.178 toneladas), Uruará (21.266 t) e Placas (12.788 toneladas).

A Bahia aparecia na sequência, com Ilhéus (8.961 toneladas, 4º maior produtor), Wenceslau Guimarães (8.775 t, 5º maior) e Ibirapitanga (8.655 t, 6º maior produtor).

De acordo com os dados do Valor Bruto Da Produção Agropecuária, calculados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) de agosto/2024, divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), relacionado com o preço do cacau, o valor bruto de produção do cacau saiu de 1,9 bilhões em 2023 para uma previsibilidade de 5,4 bilhões em 2024, saindo da sexta posição no ranking estadual das culturas agrícolas para a terceira posição, ficando em primeiro lugar a soja com 14,2 bilhões seguido do algodão com 6 bilhões.


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preços enfraquecem após subir por seis semanas



Após subir por seis semanas consecutivas, o preço do café robusta se enfraqueceu nos últimos dias.

O indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, abriu esta semana à média de R$ 1.509,99/saca de 60 kg, queda de 1,3% frente à da segunda-feira (16) anterior. 

Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmam que a baixa esteve atrelada a previsões de chuvas em importantes áreas produtoras de café do Brasil (robusta e arábica), ao real valorizado frente ao dólar e a realizações de lucros em bolsas internacionais. 

Ressaltam que o atual enfraquecimento no valor do robusta pode ser um sinal de que o preço da variedade teria atingido um “limite” no curto prazo. Apesar da recente queda, o contexto mundial de robusta ainda é de oferta limitada e de expectativa de colheita menor no Vietnã.



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Exportação de alimentos atinge recorde de US$ 30,7 bi no 1º semestre, diz Abia



As exportações brasileiras de alimentos cresceram 8,5% e atingiram o recorde de US$ 30,7 bilhões no primeiro semestre deste ano, revela levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia).

Em volume, as vendas externas do setor aumentaram 19,1% na comparação com os seis primeiros meses do ano passado, somando 37,2 milhões de toneladas. A Abia projeta que as exportações do setor podem alcançar entre US$ 65 bilhões e US$ 68 bilhões no acumulado do ano.

De acordo com a Abia, o crescimento das exportações deve-se, sobretudo, à “forte demanda” por alimentos, impulsionada pelas vendas para os 22 países da Liga Árabe – principal mercado para os alimentos industrializados brasileiros. A comercialização de alimentos do Brasil para a região alcançou US$ 6,2 bilhões de janeiro a junho deste ano, 35,1% acima do apurado no primeiro semestre de 2023, apontou a pesquisa conjuntural semestral da Abia.

“O Brasil, que sempre se destacou como o celeiro do mundo, passou a ser também o supermercado do mundo”, comentou o presidente executivo da Abia, João Dornellas. O Brasil exporta alimentos industrializados para 190 países.

O faturamento total da indústria brasileira no primeiro semestre, considerando exportações e vendas internas, atingiu R$ 586,2 bilhões. O valor é 7,8% superior ao registrado nos primeiros seis meses do ano passado. A expectativa da Abia para este ano é de avanço anual entre 2,5% e 3% das vendas reais de alimentos industrializados, acompanhando a perspectiva de crescimento econômico do Brasil e no cenário global.

Na primeira metade do ano, as vendas de alimentos da indústria para o mercado interno representaram 73% do total, alcançando R$ 441,7 bilhões. A comercialização interna, segundo a Abia, foi impulsionada pelo canal de food service, no qual as vendas subiram 10,3%, atingindo R$ 124,9 bilhões. “O food service continua a se recuperar depois do impacto da pandemia, influenciado pela ampliação do emprego e da renda no país. Essa tendência é um indicativo de que o mercado interno está se fortalecendo e se diversificando”, destacou Dornellas.

O varejo alimentar cresceu 8,2% em valores nominais, para R$ 316,8 bilhões ao fim de junho deste ano. O desempenho positivo, segundo a Abia, deve-se em parte à estabilidade dos preços dos alimentos industrializados, em meio à maior disponibilidade interna dos grãos.

“As intensas chuvas no Rio Grande do Sul afetaram o preço do arroz, porém, não se percebe interferência no abastecimento. Já o café e o cacau, com oferta reduzida no mercado internacional, mantiveram tendência de alta. Os alimentos produzidos pela indústria contribuíram para frear a inflação dos alimentos no primeiro semestre do ano, ponderou a Abia. De acordo com dados entidade, a inflação acumulada para alimentos in natura é de 13,57% nos primeiros seis meses deste ano, contra 1,28% dos alimentos e bebidas industrializados.

A indústria brasileira de alimentos investiu R$ 21,11 bilhões no primeiro semestre deste ano, 8,7% mais ante igual período do ano passado. O aporte foi direcionado para a ampliação e modernização de plantas fabris e para a construção de novas unidades.

A indústria de alimentos processa 61% da produção agropecuária do país.



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Brasil acumula 1,9 milhão de sacas não embarcadas em agosto



O Brasil acumulou em agosto 1,861 milhão de sacas de 60 kg de café não embarcadas, com a continuidade dos elevados índices de atrasos ou alterações de escala dos navios para exportação do produto, de acordo com levantamento do Conselho dos Exportadores de Café do país (Cecafé). Os associados do conselho são responsáveis por 77% dos embarques totais.

No mês passado, o Brasil conseguiu enviar 3,774 milhões de sacas ao exterior, a um preço médio de US$ 256,55 por saca. Dessa forma, o volume não embarcado em virtude de gargalos logísticos em agosto indica que o país deixou de receber US$ 477,41 milhões em receita cambial, disse o Cecafé.

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Além disso, os exportadores associados tiveram custos extras e imprevistos de R$ 5,364 milhões no mês passado.

De acordo com o Boletim Detention Zero (DTZ), elaborado pela startup ElloX Digital em parceria com o Cecafé, 69% dos navios, ou 197 de um total de 287 embarcações, tiveram alteração de escalas ou atraso para exportar café nos principais portos do Brasil. O maior prazo de espera foi de 29 dias entre a abertura do primeiro e do último deadline, registrado no Porto de Santos.

O diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, disse em boletim que a entidade vem buscando diálogo com autoridades públicas e privadas para encontrar um caminho que, ao menos, mitigue esses prejuízos ao comércio exportador.

“Esse cenário é reflexo dos congestionamentos portuários e da falta de infraestrutura adequada nos portos brasileiros para atender às demandas crescentes das cargas conteinerizadas destinadas à exportação”, afirmou.

“Nesse sentido, são necessárias a ampliação de investimentos e maior celeridade, urgência, na execução dos projetos existentes e na adoção de novas medidas, pois, apesar dos recordes que o café vem registrando, o potencial dos embarques já está reduzido, como demonstramos com o 1,9 milhão de sacas que estão acumuladas, sem embarque, em agosto.”



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MT inicia plantio da safra 2024/25 de soja, diz Imea; 0,27% da área está semeada



Mato Grosso iniciou o plantio da safra de soja 2024/25. Na última sexta-feira (20), 0,27% da área prevista estava semeada, de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O ritmo está 0,57 ponto percentual atrás da média dos últimos cinco anos e 1,55 ponto percentual abaixo do mesmo período da safra anterior.

O Imea informou que o plantio até o momento se concentrou em áreas de pivô, devido ao atraso das chuvas na maior parte do estado. As chuvas foram pontuais em algumas regiões, mas ainda insuficientes para o início dos trabalhos em áreas de sequeiro.

A expectativa é que o plantio ganhe força em outubro, quando se espera a retomada das chuvas em Mato Grosso.

O Imea também apontou que o custo de produção da safra 2024/25 teve uma nova redução em setembro. O custeio está estimado em R$ 3.970,82 por hectare, uma queda de 0,03% em relação ao mês anterior, enquanto o Custo Operacional Total (COT) ficou em R$ 5.496,75 por hectare, uma redução de 0,02% ante agosto e 2,43% na comparação com a safra passada.

Até o momento, os preços praticados e a produtividade esperada no Estado cobrem o COT. No entanto, para cobrir o Custo Total, o produtor precisaria vender a soja por pelo menos R$ 122,72 por saca ou obter uma produtividade de 67,43 sacas por hectare. O Imea alerta que a produção da safra ainda não está totalmente definida, e grande parte dos volumes previstos não foi precificada, o que pode influenciar o ponto de equilíbrio da safra.

O preço da soja mato-grossense na semana passada caiu 1,09% em relação à semana anterior, ficando em R$ 121,35 por saca, influenciado pela queda no prêmio de exportação, segundo o Imea. Já o contrato para março de 2025 da soja em Chicago (CBOT) teve alta de 0,27% na semana, encerrando a US$ 10,42 por bushel.



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Arroz registra maior média de preços em 16 semanas



Embora sigam oscilando em um pequeno intervalo há praticamente dois meses, os preços do arroz em casca apresentam tendência ligeiramente altista desde maio/24. 

Entre 13 e 19 de setembro, o Indicador Cepea/Irga-RS atingiu a maior média em 16 semanas, de R$ 118,91/saca de 50 kg, ficando apenas 1,5% abaixo da registrada na última semana de maio, que foi uma das mais altas desde janeiro deste ano. 

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Levantamentos do Cepea mostram que, de modo geral, o mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul segue com baixa liquidez, limitada pela ‘queda de braço’ entre compradores e vendedores. 

Produtores aguardam um aumento mais expressivo nos preços, enquanto indústrias de beneficiamento sinalizam dificuldades para comercializar o arroz beneficiado, resistindo em adquirir o produto a valores maiores.



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Chicago realiza lucros e recua com previsão de chuvas no Brasil



Os contratos da soja em grão enfrentam uma leve queda nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Esse recuo é visto como uma realização de lucros após um período de alta nas últimas duas sessões.

A retração nos preços do petróleo em Nova York e a expectativa de chuvas no Brasil, que podem melhorar as condições climáticas para o cultivo, têm influenciado esse movimento. Traders consultados por agências internacionais destacam que os fundamentos de oferta e demanda apresentam um cenário pessimista para o mercado, o que contribui para a pressão nos preços.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,33 por bushel, apresentando uma queda de 9,25 centavos de dólar, ou 0,88%, em comparação ao fechamento anterior. Na sessão anterior, a soja havia fechado em alta, embora abaixo das máximas do dia.

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As preocupações com a seca e o atraso no plantio no Brasil sustentaram os preços. Além disso, relatos de rendimentos abaixo do esperado no início do plantio nos Estados Unidos também exerceram pressão de alta sobre os contratos.

Outro aspecto que chamou a atenção dos investidores foi o plano de incentivo à economia anunciado pelo governo chinês. O mercado interpreta essas medidas como um potencial aumento na demanda por commodities, dado que a China é o maior comprador da soja do mundo.

Contratos da soja

Na última atualização, os contratos da soja com entrega em novembro fecharam em alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,28%, atingindo US$ 10,42 1/4 por bushel. A posição para janeiro foi cotada a US$ 10,60 1/2 por bushel, com um ganho de 3,75 centavos ou 0,35%.



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Recorrência de queimadas ameaça fitofisionomia do Cerrado


O Cerrado sofre com o fogo sem controle e a incidência maior das queimadas pode alterar a paisagem, ou no termo técnico, fitofisionomia do bioma. Os incêndios florestais provocam sérios danos às plantas, ao solo e todos os seres vivos, é o que mostra o terceiro episódio da série especial Cerrado Sem Fogo.

De acordo com o Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até 16 de setembro, 32,6% das queimadas no Brasil foram no Cerrado.

Quase 61 mil focos (60.900) foram registrados. Foi o segundo bioma com o maior  número de incêndios florestais, atrás da Amazônia que ultrapassou 93 mil focos.

Especialistas afirmam que uma das características da vegetação do Cerrado, é de ser mais resistente ao fogo em ocorrências espaçadas, ao longo do tempo, no entanto, o problema é que as queimadas estão cada vez maiores e em pouco meses. Isso pode provocar o desaparecimento de animais e alterar a fitofisionomia do bioma.

A coordenadora de educação ambiental do Parque Vida Cerrado, Gabrielle Rosa, explica que “quando o fogo passa, as árvores mais velhas, que são aquelas que tem a casca bem desenvolvida, elas vão resistir, se reestabelecer após o período de incêndio, logo depois começa o período chuvoso no Cerrado”.

Alta frequência de queimadas podem alterar a fitofisionomia do bioma; matopiba, CerradoAlta frequência de queimadas podem alterar a fitofisionomia do bioma; matopiba, Cerrado

No entanto, Rosa detalha ainda que as “árvores mais jovens, as mais novas, não têm essa casca de proteção, então, elas acabam morrendo nessas queimadas e se esses incêndios começam a se tornar recorrentes nas mesmas áreas, e temos um processo de mudança da fitofisionomia do Cerrado.”.

Uma área que era historicamente densa, fechada, ela vai se ralhando ao longo do tempo e eu saio de uma estrutura, de um Cerrado restrito, um Cerrado denso e venho para um campo sujo, um campo limpo ou um gramial no futuro. – Gabrielle Rosa, coordenadora de Educação Ambiental – Parque Vida Cerrado

Animais sem abrigo, solo degradado

Com o fogo, a realidade para os animais são ferimentos, a morte e mudanças severas no ambiente, principalmente para muitos filhotes de animais silvestres, que se desenvolvem no bioma.

animais silvestres, do cerrado, onça, Alta frequência de queimadas podem alterar a fitofisionomia do biomaanimais silvestres, do cerrado, onça, Alta frequência de queimadas podem alterar a fitofisionomia do bioma
Imagem: Reprodução/Parque Vida Cerrado

Além disso, a microbiologia, os microrganismos que estão presentes no solo, como fungos e bactérias são perdidos.

“As queimadas frequentes, podem e causam um desequilíbrio na microbiota do solo”, disse a doutora em ciências biológicas da JCO Bioprodutos, Flávia Arruda.

Contudo, também participaram deste episódio, Suzana Viccini, produtora rural e Ani Sanders, cofundadora do Grupo Progresso.

Ambas relatam os impactos causados pelo fogo nas propriedades com áreas de preservação.

Assista ao segundo episódio:

O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães.


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AgroNewsPolítica & Agro

Safras de verão sofrem com secas na Ucrânia


Seca prejudica semeadura e reduz expectativa de rendimento de milho e girassol





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim de monitoramento de colheitas JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, a metade oriental da Ucrânia enfrentou condições severas de seca durante o período de revisão, agravando ainda mais as perspectivas de rendimento para as safras de verão.

A seca já havia se instalado em julho e continuou prevalecendo nas semanas seguintes, com precipitações entre 50% e 100% abaixo da média de longo prazo (LTA) em diversas regiões. No entanto, algumas áreas no oeste, centro, norte e sul do país experimentaram condições apenas ligeiramente mais secas do que o normal, com chuvas até 50% abaixo da média. As temperaturas, por sua vez, estiveram entre 1°C e 2°C acima do esperado, com aquecimento mais intenso nas regiões de Vinnyts’ka, Khmel’nyts’ka e Chernivets’ka, onde os termômetros subiram até 3°C acima da média.

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Enquanto as regiões ocidentais e centrais apresentaram um clima mais favorável às safras, as áreas do leste e sudeste sofreram fortemente com a falta de chuva. As culturas mais afetadas pela seca foram o milho em grão e o girassol, enquanto a soja, concentrada nas regiões ocidentais, foi menos impactada.

A colheita nas áreas orientais já começou devido à aceleração do ciclo causado pela seca. Contudo, a produção foi revisada para baixo nas previsões do JRC MARS, e a semeadura de colza, já concluída no oeste, enfrenta atrasos nas regiões orientais por conta da dureza e secura dos solos.

Essas condições climáticas têm gerado preocupações para o setor agrícola ucraniano, especialmente com o impacto na produção de grãos, essenciais para a economia local e as exportações do país.





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Anvisa proíbe venda de duas marcas de azeite no Brasil



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de azeite de duas marcas em território brasileiro. A decisão foi publicada em uma resolução no Diário Oficial da União desta terça-feira (24).

Segundo o texto publicado, está proibida a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso dos azeites das marcas Serrano e Cordilheira, com 0,5% de acidez.

A Anvisa informou que a produção desses azeites estava sendo realizada por empresas desconhecidas no Brasil. Elas não informaram registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), nem local de fabricação. 

Coco ralado

A resolução publicada pela agência também proibiu a venda do lote  030424158 de coco ralado da marca Coco e Cia. A Anvisa informou que a análise de amostras do produto apresentaram resultado insatisfatório quanto à quantidade de dióxido de enxofre, e por isso deve ser recolhido.



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