domingo, agosto 2, 2026

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La Niña levará chuva para as lavouras, mas traz alerta na colheita



A primavera começa com um La Niña no horizonte, o que pode significar mais demora para a chegada de chuvas regulares em importantes regiões produtoras do país.

Segundo a meteorologista Desirée Brandt, o fenômeno climático ainda está para se firmar, o que deve se concretizar no decorrer dos próximos meses.

Ela lembra que o último relatório da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) aponta que o La Niña será de fraca intensidade. “Vamos começar a sentir os efeitos desse fenômeno apenas no início de 2025, então temos alguns alertas para o início do próximo ano”.

De acordo com ela, até lá as expectativas são boas. “Só pelo fato de a gente não ter o El Niño, não temos o risco da irregularidade [de chuvas]”, lembra.

A profissional afirma que o setembro deve terminar com instabilidades despertando entre o Sudeste e o Centro-Oeste do país. “A umidade da Amazônia vai começar a se espalhar um pouco mais, fazendo a conexão com os sistemas que avançarem pelo Sudeste e o Centro-Oeste do Brasil e a gente precisa dessa umidade para que chova no interior do país”.

Segundo Desirée, ao longo de outubro, a umidade vai avançar gradualmente para importantes áreas produtoras do país. “Não vejo nenhuma quebra nessa evolução, só vejo evoluir tanto o volume de chuva quanto a abrangência dessa chuva nestas áreas que foram tão afetadas pelo fenômeno El Niño na última safra”.

La Niña traz um alerta

Para o início de safra, as expectativas são positivas. A meteorologista destaca que a chuva pode não vir de uma hora para outra, mas, a partir de outubro, ganham volume.

Contudo, há uma importante ressalva: “Com o La Niña, existe um risco que não podemos deixar de mencionar, que é o de invernada, o que pode atrapalhar no momento de colheita da safra, na logística, ou seja, atenção ao início de 2025, especialmente para o centro do país

De acordo com Desirée, o próximo La Niña deve ser de baixa intensidade e, também, durabilidade. “O fenômeno se consolida especialmente no último trimestre de 2024 e pode durar até o final do primeiro trimestre de 2025, depois, aos pouquinhos, começa a perder intensidade”.

Uma das dificuldades para a formação do La Niña é que as águas de grande parte do planeta estão muito aquecidas, inibindo o fenômeno, fato que está diretamente ligado às mudanças climáticas.

“Não dá para comparar o La Niña de agora com o de anos atrás. Temos outro cenário de forma global, visto que os oceanos de uma forma geral estão mais quentes do que o normal, o que acaba interferindo na evolução dos fenômenos climáticos”, considera a meteorologista.



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Chuvas e alagamentos atingem parte do Rio Grande do Sul



A Defesa Civil do Rio Grande do Sul fez um alerta de fortes chuvas à população do estado na manhã desta quarta-feira (25). Várias regiões estão sofrendo com tempestades isoladas, chuvas persistentes, rajadas de vento intensas e alagamentos pontuais.

Em algumas áreas, como a região metropolitana de Porto Alegre, parte do litoral médio e norte, também foram registradas chuvas com vento forte, raios e granizo.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já havia divulgado um alerta de perigo nessa terça-feira (24). As áreas mais afetadas são, principalmente, o sudoeste, sudeste e o centro do estado, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre.

A Defesa Civil orienta a população a buscar abrigo caso seja surpreendida pelo temporal severo. “Se estiver em casa, feche bem portas e janelas. Durante os temporais, retire da tomada os eletroeletrônicos. Abrigue animais e mantenha-os em segurança. Não atravesse áreas inundadas ou alagadas a pé ou de carro. A água pode esconder riscos como buracos, bueiros abertos e correnteza”.

“Procure informações junto à Defesa Civil da sua cidade, conheça os planos de contingência municipais para saber quais os riscos e como agir em caso de desastre no seu município”, acrescentou o órgão.



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Cade aprova operação Marfrig-Minerva, mas impõe restrições



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval nesta quarta-feira (25) à venda de ativos da Marfrig para a Minerva condicionada a restrições, como a alienação de uma planta em Goiás.

O “remédio” foi imposto pelo órgão antitruste diante da preocupação com a “concentração excessiva” que a operação geraria no estado.

Por isso, a planta produtiva no município de Pirenópolis (GO) que hoje é da Marfrig terá de ser vendida pela Minerva. Embora esteja inativa, a reativação da unidade geraria uma concentração danosa após a operação, disse o relator.

O órgão também decidiu declarar sem efeitos a cláusula que previa um limite de expansão da capacidade própria da Marfrig em abate e desossa na planta produtiva de Várzea Grande, em Mato Grosso – embora a empresa não possa iniciar novas plantas no estado por cinco anos.

As restrições impostas pelo órgão antitruste foram apontadas pelo relator do processo, o conselheiro Carlos Jacques, como “cruciais” para o prosseguimento do aval do Cade à venda.

Todos os integrantes do tribunal seguiram o voto de Jacques. O presidente do Cade, Alexandre Cordeiro, não votou por impedimento.

O negócio, anunciado em agosto de 2023, envolve 16 ativos pelo valor de R$ 7,5 bilhões. São 11 plantas de bovinos no Brasil, uma unidade industrial na Argentina e outras três no Uruguai, além de uma planta de cordeiros no Chile e um centro de distribuição no Brasil. Segundo o relator, a operação entre a Marfrig e a Minerva ainda precisa ser analisada pelos órgãos antitruste da Argentina e Uruguai.

O conselheiro ressaltou que buscou ser célere na análise do caso, que chegou ao seu gabinete há pouco mais de 40 dias. Desde então, o maior foco das discussões foram os efeitos da operação nos mercados de Goiás e Mato Grosso.

Inicialmente, Jacques buscou a assinatura de um Acordo em Controle de Concentração (ACC) com as requerentes, como sugerido pela Superintendência Geral (SG), mas “resistências” das empresas emperraram o ACC, o que foi lamentando pelo relator, embora elas tenham concordado em vender a unidade em Pirenópolis.

A alienação da unidade na cidade de Goiás deve obedecer uma série de regras. A Minerva deverá alienar a planta em até seis meses do trânsito em julgado do ato de concentração no Cade. Esse prazo pode ser prorrogado por seis meses, mediante petição ao órgão. Após esse período, se a venda não for feita, a companhia deverá promover um leilão aberto em até seis meses, com fixação de preço mínimo. Mas se o leilão for frustrado, a obrigação de alienação será dada como satisfeita.

Já o ajuste sugerido pela SG em agosto – acatado pelo relator e já incorporado pelas companhias – visou a revisão de uma cláusula de não competição no mercado de carne bovina prevista no contrato de compra e venda.

De acordo com a SG, diante das preocupações do Cade, “foi negociada a redução do escopo geográfico e de produto da cláusula de não competição inicialmente planejado” pela Marfrig e Minerva.



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Confira a projeção da área cultivada da soja na safra 2024/25 em Uberlândia (MG)



A forte estiagem que atinge a região de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, favoreceu a ocorrência de queimadas nas palhadas, o que representa um desafio adicional para o plantio da safra da soja 2024/25.

Segundo a Emater local, embora tenham sido registrados alguns episódios de chuvas em determinadas áreas, o clima seco continua predominando na região. Neste momento, a expectativa é que a área cultivada mantenha os 62 mil hectares registrados na safra anterior.

Caso as chuvas se normalizem, o cultivo poderá iniciar dentro de 30 dias. Se as condições climáticas forem favoráveis, espera-se que o rendimento médio das lavouras alcance 4.300 quilos por hectare.

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Plantio da soja

Além disso, um levantamento realizado pela Safras & Mercado indica que o plantio da soja em Minas Gerais deve ocupar 2,35 milhões de hectares na temporada 2024/25, um aumento de 4,4% em relação aos 2,25 milhões de hectares cultivados na safra passada.

A produção no estado está projetada para atingir 8,979 milhões de toneladas em 2024/25, o que representa um crescimento de 7,8% em comparação com as 8,328 milhões de toneladas obtidas na safra 2023/24. O rendimento médio esperado é de 3.840 quilos por hectare, superando os 3.720 quilos por hectare registrados na temporada anterior.



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Brasil projeta alta histórica na produção de algodão


Aumento está sendo impulsionado pela expansão da área cultivada





Foto: Divulgação

A safra de algodão 2024/25 no Brasil promete alcançar um novo recorde de produção, com estimativa de 3,97 milhões de toneladas de pluma, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa) em setembro de 2024. Esse volume representa um crescimento de 8% em relação à safra anterior.

Esse aumento está sendo impulsionado pela expansão da área cultivada, que deverá atingir 2,14 milhões de hectares, um incremento de 7,35% em comparação ao ciclo 2023/24. Mato Grosso e Bahia, os dois principais estados produtores de algodão do país, são os responsáveis por essa ampliação na área plantada, refletindo a confiança dos produtores no potencial do mercado.

Além disso, a produtividade média também apresenta sinais positivos, com expectativa de alcançar 123,95 arrobas por hectare, um crescimento de 0,61% em relação ao ciclo anterior. Esse aumento na produtividade, aliado à maior área cultivada, consolida a previsão de recorde para a produção nacional.





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Bioinsumos podem gerar economia de US$ 5,1 bi anuais ao agro brasileiro



A utilização de bioinsumos na agricultura brasileira pode gerar uma economia de até US$ 5,1 bilhões ao país. É o que indica um estudo elaborado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) e o Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras.

O estudo estratégico “Bioinsumos como alternativa a fertilizantes químicos em gramíneas: uma análise sobre os aspectos de inovação do setor” mostra como a tecnologia pode ser aplicada em culturas como arroz, milho, trigo, cana-de-açúcar e pastagens, com possibilidade de redução de até 18,5 milhões de toneladas de emissões de CO₂ equivalente.

O trabalho, lançado em conjunto com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) lançaram, nesta terça-feira (24), foi o passo inicial do Projeto Nitro+, que pretende elaborar uma estratégia para a ampliação do uso de tecnologias de inoculantes em gramíneas, aos moldes do que aconteceu com as leguminosas como a soja.

O secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Neto, ressaltou a importância da consolidação dos processos de inovação na agropecuária e o desafio do Mapa de criar formas de “tangibilizar” a inovação, tornando-a acessível e fazendo com que agregue valor ao que é produzido por todos os agricultores no país, independente do seu porte.



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cenário da abertura do plantio da soja


Às margens da Rodovia Belém-Brasília, a Fazenda Pau Brasil, localizada em Açailândia (MA) recebe a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2024/25. O evento faz parte do Projeto Soja Brasil, iniciativa do Canal Rural e da Aprosoja Brasil. As porteiras serão abertas no dia 11 de outubro, às 9h. Para fazer parte da abertura, basta se inscrever gratuitamente por meio do formulário.

Semeando história

Foto: Fazenda Pau Brasil

A Fazenda Pau Brasil passou a fazer parte do grupo Arco-Irís em 2016, com a aquisição de algumas áreas que faziam parte de reflorestamento antigos da árvore Paricá e um antigo seringal. Atualmente, a Fazenda Pau Brasil possui uma área plantada de 2.600 hectares e implementa agricultura de precisão desde as primeiras safras.

Gerson Kyt, produtor da soja da Fazenda Pau Brasil, comenta que o espaço se destaca pelo uso intensivo de técnicas de preservação e regeneração do solo, além da aplicação de insumos biológicos de qualidade. Todas as áreas da fazenda foram convertidas à agricultura, aproveitando a qualidade do solo, caracterizado como Latossolo Amarelo Eutrófico.

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Em meio a desafios, sucesso na produtividade

Foto: Fazenda Pau Brasil

Kyt ressalta a importância de alcançar alta produtividade para garantir resultados operacionais positivos. “Nossa região tem uma localização geográfica privilegiada para logística, mas ainda enfrentamos desafios que precisam ser superados”, afirma. Ele ressalta, também, que melhorias na malha rodoviária, ampliação da capacidade e do fluxo no porto de Itaqui, além do incentivo a novos terminais de embarque de soja na malha ferroviária podem proporcionar ganhos logísticos e redução de custos.

Ele observa que, nos últimos anos, houve uma queda nos preços das commodities agrícolas, mesmo diante de custos de produção elevados. Embora o setor de soja no Brasil tenha alcançado sucesso com o aumento da área plantada e da produtividade, é fundamental manter o equilíbrio entre oferta e demanda. Fatores como o preço de mercado e os prêmios na formação dos preços também são importantes.

“Embora o acesso ao crédito e a simplificação dos processos sejam questões a serem consideradas, a união e o planejamento são essenciais para assegurar um futuro promissor. O setor agrícola tem um papel fundamental para o país, especialmente em momentos desafiadores. Diante das atuais condições de mercado, é crucial que trabalhemos em conjunto para superar os obstáculos e garantir colheitas saudáveis e produtivas”, completa Kyt.

Sobre o evento

Falta pouco para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 24/25, que será realizada pela primeira vez no Maranhão, com entrada gratuita para todos os interessados.

Com o enfileiramento das plantadeiras no campo, o evento também promove discussões sobre gestão e diversificação, rentabilidade das propriedades, a relevância do Matopiba, os impactos climáticos na lavoura e a sustentabilidade na produção do grão.

Nome: Abertura Nacional do Plantio da Safra de Soja 2024/2025
Data: 11 de outubro, às 9h de Brasília
Local: Fazenda Pau-Brasil, em Açailândia, Maranhão
Transmissão: ao vivo pela TV, pelo site e pelas redes sociais do Canal Rural

Inscreva-se para participar presencialmente!



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de verão na Turquia se mantém estável, apesar de ondas de calor


Turquia enfrenta clima seco e quente em setembro





Foto: Pixabay

De acordo com a edição de setembro do boletim de monitoramento de colheitas JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, a época agrícola de verão de 2024 na Turquia apresentou resultados médios, com poucos eventos climáticos adversos, o que manteve o potencial de rendimento das culturas de verão próximo à média histórica. Apesar de um mês de agosto quente e seco, a colheita seguiu favorável na maior parte do país.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Em agosto, as temperaturas na Anatólia ficaram em linha com a média, com exceção de uma onda de calor entre os dias 18 e 23, que elevou os termômetros acima de 35°C. Esse evento causou estresse térmico em áreas com irrigação limitada, afetando os órgãos de armazenamento das colheitas. Contudo, com a normalização das temperaturas no final do mês e o retorno de leves precipitações, o cenário climático foi mais positivo. Já em setembro, o clima voltou a ser seco e quente, com máximas em torno de 30°C.

Nas regiões mediterrâneas, como Hatay e Adana, as culturas de verão estão em boas condições. Em Adana, o segundo ciclo de produção, iniciado em abril, está se encerrando, enquanto em Hatay o milho do segundo ciclo atingiu a fase de floração. No sudeste, em províncias como Sanliurfa e Mardin, o segundo ciclo de milho ainda está na fase vegetativa, mas o desenvolvimento das plantas se mantém dentro ou acima da média.

As previsões de rendimento para as culturas de verão na Turquia foram ajustadas para cima, mas continuam próximas aos valores médios, indicando que, apesar de condições climáticas desafiadoras, o impacto sobre a produção foi controlado.





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Bahia retoma liderança nacional da produção de cacau



Após 5 anos, a Bahia voltou a ter a maior produção de cacau em amêndoa do país. Em 2023, o estado produziu 139.011 toneladas, em um leve aumento de 0,6% frente ao ano anterior (+860 toneladas).

Com isso, ultrapassou o Pará, cuja produção foi de 138.471 toneladas, registrando queda de 5,2% em relação a 2022.

As informações são da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM 2023), divulgada neste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao valor da produção do cacau, a Bahia seguiu na liderança nacional em 2023, com R$ 2,4 bilhões, 16,1% a mais que em 2022 (+R$ 326,6 milhões).

De acordo com o IBGE, apesar de não ter tido a maior safra de cacau do país em 2023, o Pará tinha os três maiores produtores entre os municípios: Medicilândia (44.178 toneladas), Uruará (21.266 t) e Placas (12.788 toneladas).

A Bahia aparecia na sequência, com Ilhéus (8.961 toneladas, 4º maior produtor), Wenceslau Guimarães (8.775 t, 5º maior) e Ibirapitanga (8.655 t, 6º maior produtor).

De acordo com os dados do Valor Bruto Da Produção Agropecuária, calculados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) de agosto/2024, divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), relacionado com o preço do cacau, o valor bruto de produção do cacau saiu de 1,9 bilhões em 2023 para uma previsibilidade de 5,4 bilhões em 2024, saindo da sexta posição no ranking estadual das culturas agrícolas para a terceira posição, ficando em primeiro lugar a soja com 14,2 bilhões seguido do algodão com 6 bilhões.


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preços enfraquecem após subir por seis semanas



Após subir por seis semanas consecutivas, o preço do café robusta se enfraqueceu nos últimos dias.

O indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, abriu esta semana à média de R$ 1.509,99/saca de 60 kg, queda de 1,3% frente à da segunda-feira (16) anterior. 

Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) afirmam que a baixa esteve atrelada a previsões de chuvas em importantes áreas produtoras de café do Brasil (robusta e arábica), ao real valorizado frente ao dólar e a realizações de lucros em bolsas internacionais. 

Ressaltam que o atual enfraquecimento no valor do robusta pode ser um sinal de que o preço da variedade teria atingido um “limite” no curto prazo. Apesar da recente queda, o contexto mundial de robusta ainda é de oferta limitada e de expectativa de colheita menor no Vietnã.



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