sábado, agosto 1, 2026

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Homem é encontrado morto após incêndio em fábrica de produtos químicos


Um homem foi encontrado morto em uma caldeira, um dia após incêndio de grandes proporções destruir uma fábrica de produtos químicos, na tarde deste sábado (28), no Setor Industrial de Barreiras, no Oeste da Bahia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a fábrica Candeias é especializada na produção de produtos de limpeza profissional e velas.

O fogo se alastrou rapidamente, e todo o efetivo de serviço do 17º Batalhão de Bombeiros Militar foi mobilizado para combater as chamas.

Por conta da grande proporção do incêndio foi colocado em prática o plano de chamada e outros Bombeiros.

Caminhões-pipa de empresas locais, do Exército Brasileiro e Retroescavadeira da Prefeitura também auxiliaram no trabalho, que se estendeu até o dia seguinte.

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, a fábrica armazenava produtos altamente inflamáveis, como parafina, além de substâncias químicas tóxicas usadas na fabricação de materiais de limpeza.

incêndio destruiu fábrica de produtos químicos e um homem foi encontrado morto, em Barreiras, oeste da bahiaincêndio destruiu fábrica de produtos químicos e um homem foi encontrado morto, em Barreiras, oeste da bahia
Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

Devido ao risco elevado, as equipes de bombeiros atuaram com cautela para evitar que a fumaça tóxica colocasse mais vidas em perigo.

O combate ao incêndio incluiu o resfriamento de áreas próximas para evitar que as chamas atingissem veículos estacionados e galpões adjacentes.

Ao todo, cinco caminhões-baú foram retirados em segurança. Além disso, carros-pipa também prestaram apoio e foi necessária a presença da Coelba no local, pois havia risco iminente de choque elétrico.

Morte em caldeira

Durante o combate, as equipes foram informadas sobre a possível presença de um funcionário que não havia sido localizado.

No domingo (29), os bombeiros encontraram a vítima, que trabalhava na fabricação de esponjas de louça, sem vida em uma caldeira.

A identidade do funcionário não foi divulgada. Até o momento, as causas do incêndio ainda estão sob investigação.

O trabalho dos bombeiros foi essencial para evitar danos maiores, dada a gravidade do material envolvido.


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Previsão no Focus para alta do PIB de 2024 segue em 3,0% e avança a 1,92% para 2025



O mercado financeiro manteve a sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024 após seis semanas de alta, em 3,0%, conforme a mediana do relatório Focus divulgado nesta segunda-feira (30), pelo Banco Central. Considerando as 35 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa também se manteve em 3,0%.

A mediana do relatório Focus para a alta do PIB de 2025, por sua vez se ampliou de 1,90% para 1,92%. Quatro semanas antes, estava em 1,85%. Levando em conta só as 35 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 1,91% para 1,93%.

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Os economistas do mercado não alteraram as projeções de crescimento da economia em 2026 e 2027. Ambas permaneceram em 2,0%, como já estão há 60 e 62 semanas, respectivamente.

O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro ampliou a projeção do BC para o crescimento do PIB deste ano de 2,3% para 3,2%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Sojicultor bate recorde com 137,28 sacas por hectare


João Lincoln Reis Veiga, sojicultor de Nepomuceno (MG), alcançou a marca de 137,28 sacas de soja por hectare em sua propriedade, a Fazenda Congonhal. O feito foi conquistado no último Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Segundo Veiga, a chave para o sucesso está na combinação entre o uso de tecnologias avançadas e uma equipe altamente comprometida.

Tecnologia e equipe afinada: os segredos para alta produtividade

Veiga afirma que a produtividade recorde não seria possível sem a tecnologia. “A tecnologia nos oferece conhecimento de alto nível, seja por meio de equipamentos, fertilizantes ou defensivos. Hoje, conseguimos analisar o genoma das plantas ainda nas folhas, sem a necessidade de colheita, o que proporciona um incremento significativo na lavoura”, explica.

Além das inovações tecnológicas, como o uso de equipamentos guiados por satélites e insumos avançados, o sojicultor destaca a importância da equipe. “O time precisa estar bem afinado e comprometido. Sem pessoas, não conseguimos fazer nada”, ressalta. Para ele, atender às demandas da planta no momento certo é crucial para o sucesso da safra.

A força do controle biológico

Outro ponto fundamental para o sucesso na fazenda de Veiga é o uso do controle biológico. Ele conta que, nos últimos cinco anos, o manejo biológico se tornou essencial. “A planta vem com mais vigor e agradece. Temos usado regularmente e alcançado ótimos resultados”, comenta.

Expectativas para o próximo desafio

Veiga, que já é destaque na sojicultura do Sudeste, está otimista para o próximo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. Apesar do desejo de manter ou superar a marca, ele reconhece que o fator sorte também tem grande influência no setor agrícola. “Vivemos em uma indústria a céu aberto, e dependemos de fatores externos. Mas o planejamento será essencial para continuar nessa jornada de alta produtividade”, conclui.





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La Niña deve ter intensidade fraca este ano, diz climatologista


O fenômeno La Niña, se as tendências dos modelos de previsão estiverem corretas, provavelmente será fraco e talvez não se sinta os efeitos costumeiros, segundo a climatologista Francis Lacerda, do Instituto Agronômico de Pernambuco, em entrevista ao programa Natureza Viva, da Rádio Nacional da Amazônia.

O La Niña é marcado pelo resfriamento anormal das águas do Oceano Pacífico.

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De acordo com Francis, o La Niña provoca chuva no Nordeste do Brasil, e gera seca na Região Sul, em boa parte do Centro-Oeste e no Sudeste.  

A climatologista explica que o fenômeno iniciou há dois meses o processo de resfriamento, porém em velocidade mais lenta que o habitual. 

“O que a gente tem observado e os modelos de previsão do mundo inteiro indicam é que o La Niña este ano está atrasado, já era para estar um pouco mais avançado no tempo e a previsão é que seja uma La Niña fraca”, disse. 

De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a probabilidade do La Niña nos meses de outubro-novembro-dezembro aumenta para 60%.

Para o mês de outubro, a previsão do Inmet é quantidade de chuvas acima da média em grande parte da Região Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e sul do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e deve haver volta gradual das chuvas para a parte central do país na segunda quinzena.

Mudanças climáticas

A climatologista destacou a questão das mudanças climáticas, que foi abordada na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) na última semana, principalmente no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu o multilateralismo como caminho para superação da urgência climática.

Para Francis Lacerda, as ações para minimizar os impactos do descontrole climático, como a redução das emissões, ainda enfrentam resistência de setores econômicos para serem colocadas em prática, como o agronegócio, ainda “pautado em cima da produção em larga escala e da produção de bovinos e carne que é exportada”.  “A energia e a água são convertidas nessas commodities e a gente aqui padecendo de ações para que esse setor de commodities e do agronegócio cresça em detrimento do nosso bioma e do descontrole total do clima”, ressalta.

Outro ponto citado pela climatologista é a possibilidade de a Amazônia chegar ao ponto de não retorno (estágio em que determinado processo se torna irreversível, por exemplo, o desmatamento) o que trará, conforme Francis Lacerda, graves consequências ao país. Ela defende que é preciso parar de considerar o bioma “um pasto gigante” para criação de gado e plantação de soja.

Quanto aos incêndios florestais, ocorridos em diversas regiões do país, a climatologista disse que a maioria deve ter intenção criminosa com intuito de queimar áreas de proteção ambiental. 

Um monitoramento, a partir de imagens de satélite e alertas de fogo, mostra que 99% das queimadas no Brasil têm ação humana, principalmente na Amazônia, Cerrado e Pantanal. 



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Registro de queimadas em setembro é 30% maior que a média do mês


Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já colocam 2024 como um dos anos com maior quantidade de focos de queimada na última década. Setembro já contabilizou mais de 80 mil focos, cerca de 30% acima da média histórica, registrada desde 1998 pelo Inpe. Mesmo que a quantidade de focos não extrapole as médias históricas nos últimos três meses do ano, 2024 terá o maior número de focos desde 2010, quando o Brasil teve 319.383 registros.

Os dados indicam que essa média pode ser superada, pois o mês de setembro teve aumento de 311%, passando de 18 mil focos em 2023 para 75 mil em 2024.

Centro-Oeste puxa altas 

O levantamento do Inpe indica aumento consistente nos focos em todas as regiões do país, em relação a 2023, com destaque para o Centro-Oeste, que teve três unidades com mais aumentos neste ano: Mato Grosso do Sul, com 601% e 11.990 focos em 2024; o Distrito Federal, com 269%, ainda que com apenas 318 focos; e Mato Grosso, 217%, com 45 mil focos, tornando-se o estado com o maior número no país neste ano, ultrapassando o Pará. Os números em Mato Grosso são mais fortes em setembro, quando foi responsável até agora por 23,8% dos focos do país ou 19.439 registros. O Pará também teve grande quantidade de queimadas no mês: 17.297 focos, ou 21,2% de todos os registros.

Completam o ranking dos maiores aumentos dois estados do Sudeste, com números totais de queimadas menos representativos, porém com grande aumento: São Paulo e o Rio de Janeiro. O aumento para os paulistas foi de 428% em setembro, com 7855 focos ativos. No Rio, foi de 184%, ou 1074 focos.

Em São Paulo, grande parte dos focos esteve concentrada em setembro, quando o estado registrou 2.445 focos ativos, 3% das ocorrências em todo o território nacional. Nas últimas 48 horas, o estado registrou 65 focos ativos, de acordo com  o Inpe. A Defesa Civil estadual informou que quatro municípios registraram focos nesse domingo (29), entre eles Luiz Antônio, na região de Ribeirão Preto, onde o combate se concentra na Estação Ecológica do Jataí. Somente lá atuam 133 agentes, entre defesa civil, bombeiros, brigadistas e voluntários. São 42 veículos, entre caminhões pipa, tratores e camionetes 4×4. Usinas da região uniram-se à força-tarefa enviando brigadistas e veículos de apoio. Seis aeronaves, sendo quatro aviões e dois helicópteros, também foram mobilizados nessa frente. 

Desde o começo das medições, o país teve mais de 300 mil focos apenas em seis anos: 2002, 2003, 2004, 2005, 2007 e 2010. Neste ano de 2024 caminha para a volta dessa marca. Com seus 208 mil focos registrados, está atrás somente dos totais de 2020, com 222.797 focos, e 2015, com 216.778, considerando apenas os últimos dez anos.



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temperaturas ultrapassam os 40 °C



Nesta segunda-feira (30), uma nova onda de calor, a oitava do ano, se estabelece sobre o Brasil, trazendo altas temperaturas e tempo seco em diversas regiões. A previsão é de que o calor se intensifique, afetando o Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.

Essa onda de calor teve início no domingo (29) e deve persistir até o dia 8 de outubro. O ar quente e seco ganha força, o que deve comprometer a qualidade do ar, aumentar o risco de queimadas e prejudicar a visibilidade em várias regiões. As capitais podem enfrentar níveis de umidade abaixo do recomendado, elevando o alerta para a população.

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As temperaturas vão ficar cerca de 3 a 5 °C acima da média, especialmente no Centro-Oeste, interior de São Paulo, Tocantins e interior do Nordeste. Em cidades como Cuiabá, Mato Grosso, e Corumbá, Mato Grosso do Sul, as máximas podem alcançar 40 a 42 °C durante esta semana.

De acordo com a previsão para os próximos dias, essa condição de calor extremo deve se manter até, pelo menos, sexta-feira (4). Na quarta-feira (2), uma frente fria começará a chegar ao Brasil, trazendo uma leve queda nas temperaturas, especialmente no Sul e em parte do Sudeste, incluindo o leste e sul de São Paulo. No entanto, mesmo com a chegada desse sistema, a previsão é de que o calor persista em áreas do Brasil central, como Minas Gerais, Goiás e parte do leste de Mato Grosso.



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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, traz um resumo da semana e aponta os destaques para os próximos dias. Os dados de inflação dos EUA reforçaram um cenário de mais cortes de juros, enquanto a China surpreendeu com estímulos à economia. No Brasil, o desemprego atingiu a mínima histórica e o real se valorizou.

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Chuvas irregulares e calor intenso marcam início da semana no Brasil Central


Temperaturas seguem elevadas





Foto: Pixabay

Enquanto o Sul do Brasil se prepara para a chegada de uma frente fria, o restante do país segue com temperaturas elevadas e chuvas irregulares. Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, destaca que o calor extremo predomina no Centro-Oeste e no Norte do Brasil, mesmo em áreas com instabilidades, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins.

“As precipitações nessas regiões ocorrem de maneira bastante irregular, tanto nos volumes quanto nas áreas atingidas, com pancadas isoladas que podem ser localmente fortes”, explica Gabriel. A tendência é que esse padrão se mantenha, com chuvas rápidas e localizadas, especialmente em áreas do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O meteorologista ainda ressalta que o período seco está chegando ao fim nessas regiões, mas sem sinais de formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul nas próximas semanas, sistema crucial para regular o período chuvoso no centro do país.

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No Norte, as chuvas começam a se tornar mais recorrentes, principalmente no Amazonas, Acre e Rondônia, enquanto o Nordeste do Brasil continua dentro da expectativa de tempo seco para esta época do ano.





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AgroNewsPolítica & Agro

o impacto da nova lei do combustível do futuro


A recente aprovação da Lei do Combustível do Futuro traz perspectivas de transformações significativas para o setor de biodiesel no Brasil, especialmente com o aumento da demanda por soja. Segundo o engenheiro agrônomo João Pedro Cuthi Dias, 90% do biodiesel produzido no país é derivado do óleo de soja, mas a nova lei também abre espaço para a diversificação das fontes de oleaginosas utilizadas na produção. Essa diversificação é essencial para ampliar a capacidade produtiva e atender à demanda crescente.

Dias destaca que uma das alternativas seria aproveitar as áreas que ficam sem cultivo após a colheita da soja, possibilitando o plantio de outras oleaginosas, como a carinata, que tem mostrado potencial promissor. Ele menciona que culturas como o cramber, pouco conhecida no Brasil, também possuem elevado teor de óleo e se adaptam bem ao clima do Centro-Oeste. “Precisamos desenvolver novos materiais e criar protocolos de produção para culturas que podem ser introduzidas no ciclo agrícola após a soja”, afirma.

Desafios na indústria e no campo

Além de diversificar as fontes de produção, Dias ressalta a importância de pesquisas na área de motores para garantir que os equipamentos agrícolas e industriais consigam utilizar esses novos combustíveis de maneira eficiente. Ele aponta que, em algumas regiões do Brasil, há desafios técnicos, como o uso de biodiesel em motores no inverno, quando o combustível pode formar borra e comprometer o funcionamento de bombas injetoras.

Ele também enfatiza a necessidade de uma agricultura regenerativa que leve em consideração a sustentabilidade e a pegada de carbono. “Não se trata apenas de produzir biodiesel; precisamos criar sistemas agrícolas que melhorem a qualidade do solo e reduzam as emissões de gases de efeito estufa”, explica Dias. Isso incluiria o uso de insumos regionais, como fosfato natural e silicatos de potássio, e a adoção de biotecnologias que minimizem o uso de fertilizantes sintéticos.

A aviação e o desafio do querosene verde

Outro ponto destacado pelo engenheiro agrônomo é o impacto da nova lei no setor de aviação, que será incentivado a utilizar combustíveis sustentáveis. Dias explica que o desenvolvimento do querosene verde, produzido a partir de óleos vegetais ou graxas de origem animal, é fundamental para a descarbonização da aviação. No entanto, ele alerta que a produção desse combustível exige uma série de pesquisas e cuidados rigorosos, pois sua utilização envolve variações extremas de temperatura nas altas altitudes.

“O querosene verde tem um papel crucial na redução das emissões de gases de efeito estufa pela aviação, mas precisamos garantir que ele atenda aos padrões de segurança e eficiência”, alerta.

O futuro do combustível verde no Brasil

João Pedro Cuthi Dias vê grandes oportunidades para o Brasil se destacar no mercado de combustíveis verdes, tanto no setor agrícola quanto na indústria. Ele cita o exemplo da exportação de sebo bovino para os Estados Unidos, onde é utilizado na produção de querosene verde, como um indício de que o país já está inserido nesse contexto global.

O engenheiro agrônomo conclui sua análise reforçando a importância da pesquisa e do desenvolvimento de novas tecnologias para garantir que o Brasil possa, de fato, aproveitar todo o potencial da Lei do Combustível do Futuro. “Precisamos investir em inovação e adaptar nossa produção para atender às demandas desse novo cenário”, finaliza.





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AgroNewsPolítica & Agro

Nova frente fria avança e traz temporais para o Sul


Precipitações devem reduzir a velocidade de descida dos rios





Foto: Arquivo

A semana começou com a formação de uma nova frente fria no Sul do Brasil, prometendo chuvas intensas e possibilidade de queda de granizo, conforme alertou Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink. Segundo ele, as instabilidades inicialmente estão concentradas no Uruguai, mas devem avançar ao longo do dia para o sul do Rio Grande do Sul, com potencial para eventos climáticos adversos na noite desta segunda-feira, 30 de setembro de 2024.

“Até o final de terça-feira, as instabilidades atingirão Santa Catarina, com acumulados expressivos de chuva, podendo superar 80 mm”, afirma Gabriel. O meteorologista também alerta que essas precipitações devem reduzir a velocidade de descida dos rios, que subiram após as fortes chuvas da semana passada.

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Além disso, o fenômeno conhecido como “pré-frontal” trará temperaturas elevadas para os três estados da região Sul antes da chegada efetiva das chuvas. O cenário reforça a tendência de tempo adverso, com mais eventos de granizo ao longo da primavera.





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