sábado, agosto 1, 2026

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é preciso punir apenas responsáveis por incêndios


FPA frisa que a punição deve recair exclusivamente sobre os responsáveis




Embargo de propriedades rurais gera impactos imediatos e severos na vida dos produtores
Embargo de propriedades rurais gera impactos imediatos e severos na vida dos produtores – Foto: Arquivo Agrolink

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou uma nota oficial reafirmando a importância do Decreto Federal nº 12.189/2024, que tem como objetivo intensificar o combate aos incêndios criminosos no campo. A entidade destaca a necessidade urgente de aplicar as sanções e embargos de maneira adequada, garantindo que somente os responsáveis por esses crimes sejam penalizados. A FPA ressalta que o produtor rural, cuja propriedade é atingida por incêndios criminosos, também é vítima dessas ações.

Segundo a nota, o embargo de propriedades rurais gera impactos imediatos e severos na vida dos produtores, incluindo o bloqueio do acesso ao crédito rural. Essa situação inviabiliza o financiamento das safras e impede a continuidade das atividades agrícolas, trazendo consequências irreparáveis, mesmo que a inocência do produtor seja comprovada posteriormente. Por isso, a FPA solicita que os processos de embargo respeitem o direito ao contraditório e à ampla defesa.

A entidade frisa que a punição deve recair exclusivamente sobre os responsáveis pelos crimes, de modo a evitar que produtores inocentes sejam penalizados injustamente. Isso é essencial para evitar danos econômicos irreversíveis, que não poderiam ser compensados posteriormente por vias judiciais. A FPA reforça que a proteção ambiental e a produção agrícola podem coexistir, desde que as sanções sejam aplicadas de forma justa e direcionada.

Por fim, a FPA reafirma seu compromisso com a defesa dos produtores rurais, responsáveis por sustentar a economia e garantir o emprego de milhões de brasileiros. A entidade enfatiza a necessidade de combater os crimes no campo sem prejudicar injustamente quem é vítima desses atos criminosos.





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Em meio às queimadas no Centro-Oeste, o impacto no plantio da soja


As queimadas no Centro-Oeste brasileiro fazem de 2024 um dos anos com mais focos de incêndio da última década. O dado é do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que registrou um aumento considerável: Mato Grosso do Sul teve um crescimento de 601%, totalizando 11.990 focos; o Distrito Federal aumentou em 269%, com 318 focos; e Mato Grosso viu um aumento de 217%, alcançando 45 mil focos. Em setembro, Mato Grosso foi responsável por 23,8% dos incêndios no Brasil, enquanto o Pará somou 21,2%.

Sebastião Pedro da Silva Neto, chefe-geral da Embrapa Cerrados, destaca que, embora o calendário do plantio da soja não seja alterado diretamente pelas queimadas, os impactos ambientais são claros. “A expectativa para a safra 2024/25 é de produtividade normal, mas a redução no uso de insumos, como fertilizantes e defensivos, pode afetar essa produtividade, especialmente em um cenário de dificuldades financeiras para os agricultores.” Atualmente, todas as regiões do Centro-Oeste já estão liberadas para o plantio do grão.

Fonte: Embrapa Soja

O setor agrícola enfrenta diversos desafios, sendo essencial manter uma produtividade constante e assegurar condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras. “As queimadas e a seca no Centro-Oeste atrasam o plantio da soja e comprometem a sustentabilidade e a produtividade”, ressalta.

A busca por soluções integradas, que envolvam práticas agrícolas sustentáveis e políticas públicas eficazes, é fundamental para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e da gestão do uso do fogo. As previsões climáticas apontam para condições normais, e espera-se que este ano traga um clima favorável e chuvas regulares, o que poderá contribuir para o aumento da produtividade.

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Situação do clima

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Foto: Freepik

As previsões meteorológicas para o Centro-Oeste apontam chuvas na média, mas o início das chuvas é fundamental para o plantio. As queimadas a palha, que é essencial para o plantio direto, e também a matéria orgânica do solo, indispensável para a produtividade. Silva Neto destaca que “o plantio direto, uma tecnologia agrícola sustentável, não pode ser realizado sem a palha”.

Ele comenta que os agricultores têm adotado medidas de proteção nas margens das rodovias e manejado a palha para evitar que incêndios se iniciem e se espalhem para suas propriedades. No entanto, muitos focos de incêndio surgem nas áreas urbanas, frequentemente devido à queima de lixo e à falta de cuidados com o material combustível. A má manutenção das margens das rodovias, onde se acumula capim seco, agrava a situação.

Essas práticas visam minimizar os riscos de incêndio, como o controle da vegetação nas beiras das rodovias. Contudo, a queima inadequada de lixo em áreas urbanas continua a ser um fator crítico. “Políticas públicas focadas na limpeza e no manejo adequado das margens das rodovias são essenciais para reduzir a quantidade de material inflamável”, conclui.



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Comitiva chinesa conhece terminal do Porto de Santos


Representantes da GACC estiveram nesta quinta-feira (26) no Porto de Santos





Foto: Mapa

Representantes da Administração Geral de Alfândega da China (GACC) estiveram nesta quinta-feira (26) no Porto de Santos, onde se reuniram com a Autoridade Portuária e conheceram um dos terminais de exportação de grãos.

A comitiva, liderada pelo vice-ministro chinês, Zhao Zenglian, foi recebida pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart, pelo diretor do Departamento de Negociações Não-Tarifárias e de Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Augusto Billi, e outros dirigentes do Mapa.

Os chineses ficaram bem impressionados com a estrutura, o sistema de controle e os números do Porto. Na visita, a comitiva pode ver como são realizados os controles e a amostragem de grãos, trabalhos realizados pelos auditores fiscais agropecuários que atuam no porto.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil no setor agrícola, respondendo por 33,91% das exportações do país. Nos primeiros oito meses deste ano, o Brasil exportou aproximadamente US$ 38 bilhões em produtos agrícolas para o mercado chinês, com 68% desse total provenientes do complexo da soja. Na terça-feira (24), em Brasília, o Mapa e a comitiva discutiram temas estratégicos para a ampliação do comércio agropecuário entre Brasil e China, com foco na revisão e atualização de protocolos sanitários e fitossanitários, fortalecendo ainda mais a parceria entre os dois países.





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Alta umidade e calor trazem chuva a Mato Grosso; veja a previsão do tempo



Saiba como o clima irá se comportar em todas as regiões do Brasil nesta terça-feira (1º):

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Sul

O avanço de uma frente fria, combinado com a circulação de ventos em médios níveis da atmosfera, forma nuvens carregadas nos três estados do sul do país. A previsão é de pancadas de chuva com trovoadas, ventanias e eventual queda de granizo. O tempo ficará estável apenas no extremo noroeste do Paraná.

Sudeste

Terça-feira com pancadas de chuva na região de Presidente Prudente e Vale do Ribeira, devido à aproximação de uma frente fria. No Espírito Santo e na Zona da Mata mineira, o dia será de sol entre muitas nuvens. Nas demais regiões, o dia será ensolarado e com alerta de baixa umidade do ar.

Centro-Oeste

Instabilidades associadas ao calor e à alta umidade continuam atuando no norte de Mato Grosso. As pancadas de chuva são isoladas, mas com intensidade moderada. Em Mato Grosso do Sul e em Goiás, não chove em nenhuma região, e as temperaturas sobem rapidamente.

Nordeste

Pancadas de chuva isoladas marcam presença na costa leste da região e no interior dos estados do Maranhão e Piauí, sem alertas. O dia será ensolarado, seco e quente nas demais áreas.

Norte

Previsão de pancadas de chuva irregulares, mas pontualmente fortes, em todos os estados da região. A sensação será de abafamento, com as temperaturas facilmente passando dos 35 ºC.



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à espera do USDA, Chicago mantém perdas na reabertura



Os contratos da soja em grão registram preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Desde a manhã desta segunda-feira (30), o mercado realiza parte dos lucros obtidos na semana passada, enquanto aguarda a divulgação do relatório trimestral de estoques dos Estados Unidos. As condições climáticas no Brasil e o potencial produtivo das lavouras norte-americanas continuam sendo pontos de atenção.

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição de 1º de setembro deverão ficar acima do número indicado pelo USDA no mesmo período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 350 milhões de bushels.

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No mesmo período do ano anterior, o número era de 264 milhões de bushels. Além disso, os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 116.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,60 1/2 por bushel, com uma baixa de 5,25 centavos de dólar, ou 0,49%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com entrega em janeiro de 2025 operam com recuo de 4,50 centavos de dólar, ou 0,41%, cotados a US$ 10,78 1/2 por bushel.



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prejuízo com quebra da safra de trigo do PR é de R$ 1,3 bi



O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab) reportou incorretamente uma informação distribuída em notícia da última sexta-feira (27). Produtores de trigo paranaenses devem enfrentar um prejuízo estimado em cerca de R$ 1,3 bilhão com as perdas da safra, e não de R$ 3 bilhões, como havia sido informado anteriormente.

O Deral, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), revisou para baixo as estimativas da safra 2023/24 de trigo, projetando uma quebra de 32% na produção, cuja colheita está em andamento no estado. A nova previsão indica que a colheita deve totalizar 2,58 milhões de toneladas, uma redução significativa em relação ao potencial inicial de 3,8 milhões de toneladas.

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As perdas, que somam 1,2 milhão de toneladas, são atribuídas à seca severa e às geadas que atingiram o estado durante o inverno.

Segundo o analista da cultura no Deral, Hugo Godinho, a estiagem afetou de forma mais intensa as lavouras no norte do Paraná, onde a colheita já está em andamento.

Com isso, os produtores de trigo paranaenses devem enfrentar um prejuízo estimado em cerca de R$ 1,3 bilhão, mesmo considerando os preços anteriores ao início dos problemas climáticos. O valor pode ser parcialmente compensado pelos contratos de seguro, mas a situação ainda é preocupante para os triticultores.

A colheita de trigo no Paraná atingiu 50% da área semeada, que foi de 1.149,6 mil hectares na safra 2023/24, uma redução de 19% em relação à safra 2022/23, que teve 1.415,5 mil hectares. As projeções para a área de trigo na safra 2024/25 ainda não foram definidas.

A produção de cevada teve igualmente impacto das condições climáticas, com uma redução de 14% na estimativa, agora prevista em 291 mil toneladas. Já a aveia deve registrar uma queda de 26%, embora o Deral acredite que esses números possam ser reavaliados à medida que a colheita avance.

Safra 2024/25

O Deral informou, no relatório mensal, que manteve as estimativas de produção para a safra 2024/25 no Paraná, projetando 22,4 milhões de toneladas de soja e 2,6 milhões de toneladas de milho.

A área destinada ao plantio da soja permanece em 5,81 milhões de hectares, enquanto a área do milho segue como a menor já registrada, com 257 mil hectares, representando uma redução de 13% em relação à safra anterior.

O plantio da primeira safra de milho já alcançou 60% da área prevista, com as regiões de Ponta Grossa e Guarapuava liderando os trabalhos, atingindo 85% e 70% do plantio, respectivamente.

A produtividade média do milho está projetada em 10.112 kg/ha, um leve aumento em relação à estimativa de agosto e superior aos 8.575 kg/ha registrados na safra anterior.

Para a soja, cerca de 600 mil hectares já foram semeados, representando 10% da área total, impulsionados por condições climáticas favoráveis. A produtividade esperada de 3.858 kg/ha permanece praticamente inalterada em relação à previsão anterior de 3.847 kg/ha, consolidando a projeção de 22,4 milhões de toneladas, um aumento de 21% em relação à safra anterior.

A região sul do estado continua como a principal produtora de soja, com previsão de plantar 1,67 milhão de hectares, equivalente a 28,7% do total do Paraná, seguida pela região norte, com 1,48 milhão de hectares (25,4%).



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vendedor se retrai e preços voltam a subir



O movimento de alta nos preços do milho voltou a ser verificado em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.

Segundo pesquisadores, o impulso vem sobretudo da retração de vendedores, que estão priorizando os trabalhos de campo e atentos ao clima quente e seco em partes das praças produtoras de safra verão.

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Muitos agricultores já finalizaram a colheita do milho segunda safra 2023/24 neste mês e conseguiram armazenar a produção. Agora, esses agentes limitam a oferta no spot, à espera de novas valorizações.

Demandantes, por sua vez, têm aumentado as intenções de compra, mas se esbarram nos maiores preços pedidos pelos vendedores ativos. De acordo com pesquisadores do Cepea, nesse cenário, o ritmo de negócios está lento no mercado spot nacional.



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preços retomam alta; média do Paraná é a maior do ano



Os preços da soja voltaram a subir no mercado doméstico, segundo levantamento do Cepea.

Além do reaquecimento na demanda, sobretudo por parte das indústrias esmagadoras, a resistência de produtores em negociar grandes volumes, tanto para entrega imediata (referente ao remanescente da safra 2023/24), quanto para contratos a termo (envolvendo a temporada 2024/25), reforçou o movimento de alta.

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Na última quinta-feira (26), o Indicador Cepea/Esalq – Paraná fechou a R$ 138,81/saca de 60 kg, o maior patamar nominal desde 22 de dezembro de 2023. Ainda conforme levantamentos do Cepea, produtores estão atentos às chuvas irregulares no Brasil e a incertezas quanto ao cultivo da nova temporada.



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Homem é encontrado morto após incêndio em fábrica de produtos químicos


Um homem foi encontrado morto em uma caldeira, um dia após incêndio de grandes proporções destruir uma fábrica de produtos químicos, na tarde deste sábado (28), no Setor Industrial de Barreiras, no Oeste da Bahia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a fábrica Candeias é especializada na produção de produtos de limpeza profissional e velas.

O fogo se alastrou rapidamente, e todo o efetivo de serviço do 17º Batalhão de Bombeiros Militar foi mobilizado para combater as chamas.

Por conta da grande proporção do incêndio foi colocado em prática o plano de chamada e outros Bombeiros.

Caminhões-pipa de empresas locais, do Exército Brasileiro e Retroescavadeira da Prefeitura também auxiliaram no trabalho, que se estendeu até o dia seguinte.

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, a fábrica armazenava produtos altamente inflamáveis, como parafina, além de substâncias químicas tóxicas usadas na fabricação de materiais de limpeza.

incêndio destruiu fábrica de produtos químicos e um homem foi encontrado morto, em Barreiras, oeste da bahiaincêndio destruiu fábrica de produtos químicos e um homem foi encontrado morto, em Barreiras, oeste da bahia
Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

Devido ao risco elevado, as equipes de bombeiros atuaram com cautela para evitar que a fumaça tóxica colocasse mais vidas em perigo.

O combate ao incêndio incluiu o resfriamento de áreas próximas para evitar que as chamas atingissem veículos estacionados e galpões adjacentes.

Ao todo, cinco caminhões-baú foram retirados em segurança. Além disso, carros-pipa também prestaram apoio e foi necessária a presença da Coelba no local, pois havia risco iminente de choque elétrico.

Morte em caldeira

Durante o combate, as equipes foram informadas sobre a possível presença de um funcionário que não havia sido localizado.

No domingo (29), os bombeiros encontraram a vítima, que trabalhava na fabricação de esponjas de louça, sem vida em uma caldeira.

A identidade do funcionário não foi divulgada. Até o momento, as causas do incêndio ainda estão sob investigação.

O trabalho dos bombeiros foi essencial para evitar danos maiores, dada a gravidade do material envolvido.


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Previsão no Focus para alta do PIB de 2024 segue em 3,0% e avança a 1,92% para 2025



O mercado financeiro manteve a sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2024 após seis semanas de alta, em 3,0%, conforme a mediana do relatório Focus divulgado nesta segunda-feira (30), pelo Banco Central. Considerando as 35 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa também se manteve em 3,0%.

A mediana do relatório Focus para a alta do PIB de 2025, por sua vez se ampliou de 1,90% para 1,92%. Quatro semanas antes, estava em 1,85%. Levando em conta só as 35 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 1,91% para 1,93%.

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Os economistas do mercado não alteraram as projeções de crescimento da economia em 2026 e 2027. Ambas permaneceram em 2,0%, como já estão há 60 e 62 semanas, respectivamente.

O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro ampliou a projeção do BC para o crescimento do PIB deste ano de 2,3% para 3,2%.



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