sábado, agosto 1, 2026

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Mandado judicial contra suspeito de atear fogo no DF é cumprido



Policiais federais cumpriram, nesta segunda-feira (30), mandado judicial contra um homem suspeito de atear fogo na Área de Proteção Ambiental do Planalto Central, no Distrito Federal.

Com autorização da 15ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, os agentes realizaram buscas na residência do suspeito, onde apreenderam um veículo supostamente usado na ocasião.

A identidade do alvo da ação policial não foi divulgada. Em nota, a PF informa que o homem e um outro suspeito, ainda não identificado, foram filmados parando o veículo à margem de uma rodovia e colocando fogo na vegetação, próximo ao Gama, região administrativa do Distrito Federal.

Fogo se espalhou rapidamente

As imagens foram registradas no último dia 25 de setembro. Não chovia no Distrito Federal há mais de 150 dias. Com a vegetação seca e o calor, o fogo se espalhou rapidamente, destruindo uma área superior a 380 hectares.

A Polícia Federal instaurou quatro inquéritos para identificar os responsáveis pelos incêndios que consumiram parte da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central e outras regiões.

Se condenados, os suspeitos poderão responder por crimes contra o meio ambiente, como o de causar incêndio florestal, dano à unidade de conservação, dentre outros.



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Confira como está o plantio da soja no Paraná



O plantio da safra da soja 2024/25 no Paraná já alcançou 22% da área total prevista. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Paraná, na semana passada, os trabalhos se encontravam em apenas 1% da área.

Atualmente, 100% das lavouras estão em boas condições, mantendo o mesmo status da semana anterior. No entanto, as plantas estão em diferentes fases de desenvolvimento, com 78% na fase de germinação e 22% em crescimento vegetativo. Comparativamente, na semana passada, 96% das plantas estavam em germinação e 4% em crescimento vegetativo.

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Projeções

A área total a ser cultivada nesta safra deve atingir 5,810 milhões de hectares, levemente superior aos 5,785 milhões de hectares cultivados na safra 2023/24. Já a produção projetada é de 22,419 milhões de toneladas, representando um aumento de 21% em relação ao ano anterior. A expectativa é que a produtividade chegue a 3.858 quilos por hectare para a safra 2024/25.

Com essas perspectivas positivas, o Paraná se posiciona como um dos principais estados na produção da soja, refletindo a importância do setor agropecuário para a economia local e nacional.



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MT: quais são as estratégias dos produtores da soja diante das queimadas na região?


Em um cenário de aumento das queimadas na região Centro-Oeste, a prevenção e o manejo se tornam essenciais para a sustentabilidade da produção agrícola. As frequentes ocorrências de incêndios geram preocupações para o calendário de plantio da soja no estado do Mato Grosso. O Soja Brasil conversou com Lucas Costa Bêber, presidente da Aprosoja-MT, que analisa os impactos desse fenômeno climático e as medidas que os produtores têm adotado.

Bêber explica que o atraso no início das chuvas forçou os produtores a buscarem alternativas após o fim do vazio sanitário, em 7 de setembro. A única opção viável foi o uso de áreas irrigadas por pivô central. Porém, o excesso de fumaça tem reduzido a luminosidade, levando muitos a optarem por adiar o plantio até que as chuvas limpassem o ar, garantindo melhores condições para a fotossíntese e, consequentemente, a produtividade da soja.

Com o calendário de plantio já comprometido, a preocupação aumenta. O atraso nas chuvas afeta tanto a soja quanto a janela de plantio do milho, estreita em Mato Grosso. Isso pode impactar a produção e a produtividade de ambas as culturas.

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Estratégias de manejo e prevenção

Foto: Aprosoja MT

Para mitigar os efeitos das queimadas, a Aprosoja-MT implementa campanhas anuais de prevenção. Entre as principais medidas estão a construção de cercas nas lavouras e o manejo cuidadoso durante a colheita do milho, evitando períodos de maior intensidade de vento e calor, que favorecem a propagação do fogo.

Bêber destaca a importância do plantio direto sobre a palha, uma prática que não apenas conserva a umidade do solo, mas também aumenta a matéria orgânica e recicla nutrientes, contribuindo para a produtividade da soja e do milho. Essa abordagem é essencial, pois as queimadas prejudiciais exigem investimentos altos em controle e colocam em risco tanto a segurança das pessoas quanto o patrimônio dos produtores.



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Projeto proíbe permanentemente desapropriação de propriedades rurais invadidas



O projeto de lei 1320/24, que tramita na Câmara dos Deputados, proíbe, a qualquer tempo, a vistoria, avaliação ou desapropriação de imóvel rural de domínio publico ou particular objeto de invasão motivada por conflito agrário ou fundiário (esbulho possessório).

Atualmente, conforme a lei 8.629/93, a proibição de avaliação e desapropriação vigora nos dois anos seguintes à desocupação, ou no dobro desse prazo, em caso de reincidência.

Ou seja, atualmente, uma propriedade invadida ou ocupada à força só poderá ser alvo de desapropriação dois anos depois de ser desocupada. Esse período de tempo é eliminado pelo projeto – a proibição tem caráter permanente.

No entanto, a proposta cria a possibilidade de o proprietário vender o imóvel para a administração pública, nos termos da legislação vigente.

O projeto também determina que entidades e órgãos que incitarem a invasão podem ser responsabilizados civil e administrativamente pelo ato.

Segundo o deputado Adilson Barroso (PL-SP), autor do projeto, a função social da propriedade definida pela Constituição em nada se relaciona com requisitos para forçar a desapropriação por utilidade pública para fins de reforma agrária.

“A invasão clandestina de terras e, por vezes, violenta, com notícias de crimes de furto e de dano à produção rural implantada, não é meio legal de impulsionar a reforma agrária”, afirma o parlamentar.

A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto tem de ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.



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caroço, torta e óleo sobem de preço em MT



A cotação do caroço e da torta de algodão disponíveis em Mato Grosso subiu, respectivamente, 0,28% e 0,39% na última semana ante a semana passada, a R$ 592,89 e R$ 682 por tonelada. A informação foi divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim semanal.

Segundo o Imea, a alta foi impulsionada, principalmente, pela maior demanda por subprodutos utilizados para alimentação animal na última semana, “devido ao impacto da seca nas áreas de pastagens”.

O instituto comenta que a cotação do óleo de algodão também subiu, com incremento semanal de 2,27%, a R$ 4.441,43 por tonelada.

O avanço ocorreu por causa do aumento do consumo por parte das indústrias de biodiesel. “Por fim, sazonalmente, nesse período da safra, é comum que os preços dos subprodutos sejam pressionados devido à maior oferta”, informa. “Porém, o recente fortalecimento observado na demanda indica, a curto prazo, uma mudança na dinâmica do mercado.”



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho sobe na B3 e em Chicago


Segundo a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3)  registraram alta nesta segunda-feira (30), impulsionados pelo relatório do USDA, que apresentou estoques trimestrais de milho abaixo do esperado. O relatório indicou 44,7 milhões de toneladas em estoques, abaixo da expectativa de até 51,2 milhões, o que surpreendeu os traders. Além disso, as preocupações climáticas no Brasil, especialmente o cenário de secas previsto para outubro, aumentam a apreensão quanto ao possível atraso no plantio da soja, o que impactaria a safrinha de 2025.

Os contratos futuros fecharam o dia em alta: o vencimento para novembro/24 foi de R$ 68,93, com alta de R$ 0,29 no dia e R$ 0,80 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,26, subindo R$ 0,07 no dia e R$ 0,90 na semana; e o vencimento para março/25 atingiu R$ 72,04, com acréscimo de R$ 0,18 no dia e R$ 0,23 na semana.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços do milho também subiram após o relatório do USDA, que apontou estoques finais de 44,70 milhões de toneladas nos EUA em 1º de setembro. Apesar de um aumento em relação ao ano anterior (34,54 milhões de toneladas), o número ficou abaixo da estimativa de 47,07 milhões de toneladas prevista por analistas. O contrato de dezembro/24 fechou em alta de 1,61%, a $ 424,75/bushel, enquanto o de março/25 subiu 1,44%, para $ 441,25/bushel.

“O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira. As cotações subiram após dados terem mostrado estoques finais abaixo do esperado nos Estados Unidos. Em relatório trimestral, o USDA informou que as reservas em 1º de setembro deste ano somavam 44,70 milhões de toneladas”, conclui.
 





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Plantio de soja da safra 2024/25 avança para 2,4%, diz Conab



O plantio de soja da safra 2024/25 no Brasil atingiu 2,4% da área total até o domingo (29) conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice representa um avanço em relação aos 0,2% da semana anterior, mas ainda está abaixo dos 4,1% registrados em igual período de 2023. Em Mato Grosso, o plantio da soja chegou a 2,6%, enquanto no Paraná atingiu 10%.

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No caso do milho primeira safra, o plantio avançou para 21,6% da área prevista, crescimento de 5,4 pontos porcentuais ante os 16,2% da semana anterior, porém ainda inferior aos 22,6% de 2023. O Paraná lidera a semeadura, com 60%, seguido pelo Rio Grande do Sul, que registrou 62%. Santa Catarina também apresentou crescimento, saindo de 22% na semana anterior para 46%.

A colheita de algodão da safra 2023/24 foi concluída nos sete principais estados produtores, alcançando 100% da área cultivada, conforme a Conab. A Bahia, que estava em 99% na semana anterior, completou os trabalhos, assim como Goiás, que avançou de 98% para 100%.

Já a colheita do trigo progrediu para 30,9% da área total até o domingo, superando os 25,1% da semana anterior, mas permanecendo abaixo dos 35% verificados em igual período do ano passado. O Paraná, principal produtor, avançou de 35% para 48%, enquanto São Paulo passou de 42% para 65%.



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‘Transição energética de forma lenta, gradual e inevitável’



“De forma lenta e gradual, é inevitável a transição energética à redução na utilização de combustíveis fósseis”. A fala é do diretor-presidente brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, em coletiva de imprensa que nesta segunda-feira (30) deu o tom das discussões das reuniões ministeriais do grupo de trabalho de transições energéticas do G20, que reúne 19 das maiores economias do planeta e é presidido pelo Brasil. Organizado pelo Ministério das Minas e Energias (MME), os debates seguem até sexta-feira (04), em Foz do Iguaçu, sede da Itaipu, anfitriã do evento.

Entre as diretrizes do grupo de trabalho, a busca pelos negociadores é por um consenso sobre a transição energética, em especial no que diz respeito ao acesso global de energia limpa e renovável a todos os países, processo que passa pela redução no uso das energias fósseis consideradas mais poluentes, como o petróleo e o carvão. O objetivo é elaborar documentos para induzir e formular políticas públicas e acordos de cooperação que serão trabalhadas pelos chefes de estado durante a cúpula de líderes do G20, que acontece em novembro no Rio de Janeiro.

Verri reconhece que o mundo ainda precisa do petróleo. Mas coloca como condição das nações do G20 o compromisso de como se manter a utilização do petróleo e, de maneira simultânea, começar a entrar com outras alternativas. Ele lembra que “o Brasil tem expertise nesse assunto desde os anos 70, com o proálcool, depois avançamos com a hidrelétrica e, agora, com solar”. Segundo o diretor-presidente da Itaipu, graças às caraterísticas do país, a e energia solar responde por 30% da geração. Quase 40% da energia diária do Brasil é fotovoltaica e eólica, disse.

“Graças às caraterísticas do país, a e energia solar responde por 30% da geração. Quase 40% da energia diária do brasil é fotovoltaica e eólica.

Enio Verri, diretor-presidente da Itaipu Binacional

Além do benefício ambiental, o executivo pontuou ainda o lado econômico e social dessa transição: “energia limpa, barata e que permite que o preço médio caia e não comprometa o mundo com a poluição como o petróleo compromete”. Uma transição, reforça, “lenta, gradual e assertiva é inevitável”. Segundo Verri, essa é uma discussão que a Itaipu levou para COP28 em Dubai em 2023, que estará na pauta da COP29 este ano no Azerbaijão e vai marcar a COP30, que acontece em 2025 aqui no Brasil, no Pará.

A cobertura completa do G20 de transições energéticas, direto de Foz do Iguaçu, você acompanha na multiplataforma do Canal Rural.



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Conta de energia elétrica fica mais cara a partir de hoje


A conta de energia elétrica fica mais cara a partir desta terça-feira (1º), com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, o estágio tarifário mais alto do sistema da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, o preço para cada 100 quilowatts-hora consumidos passa de R$ 4,463 para R$ 7,877.

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A decisão foi anunciada na última sexta-feira (27) em nota da Aneel, em consequência do risco hidrológico, com reservatórios baixos, e a elevação do preço da energia no mercado, impactada pelo custo do que foi produzido e não contratado.

O sistema de bandeiras tarifárias é composto pelas cores verde, amarelo e vermelho, em patamares 1 e 2. A cor verde patamar 1 significa tarifa sem custo extra.

A bandeira vermelha patamar 1 estava em vigor desde setembro, após um período em que a bandeira verde patamar 1, a mais barata do sistema, prevaleceu por vários meses do ano.

De acordo com a agência, o sistema de bandeiras tarifárias é uma forma de tornar a cobrança complementar mais transparente aos consumidores de energia elétrica conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Criado em 2015, ele indica os custos da geração de energia no Brasil e possibilita adaptações no consumo para redução no valor da conta de luz.



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Plantio de soja da safra 2024/25 avança para 2,4%, diz Conab



O plantio de soja da safra 2024/25 no Brasil atingiu 2,4% da área total até o domingo (29), conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice representa um avanço em relação aos 0,2% da semana anterior, mas ainda está abaixo dos 4,1% registrados em igual período de 2023. Em Mato Grosso, o plantio chegou a 2,6%, enquanto no Paraná atingiu 10%.

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No caso do milho primeira safra, o plantio avançou para 21,6% da área prevista, crescimento de 5,4 pontos porcentuais ante os 16,2% da semana anterior, porém ainda inferior aos 22,6% de 2023. O Paraná lidera a semeadura, com 60%, seguido pelo Rio Grande do Sul, que registrou 62%. Santa Catarina também apresentou crescimento, saindo de 22% na semana anterior para 46%.

A colheita de algodão da safra 2023/24 foi concluída nos sete principais Estados produtores, alcançando 100% da área cultivada, conforme a Conab. A Bahia, que estava em 99% na semana anterior, completou os trabalhos, assim como Goiás, que avançou de 98% para 100%.

Já a colheita do trigo progrediu para 30,9% da área total até o domingo, superando os 25,1% da semana anterior, mas permanecendo abaixo dos 35% verificados em igual período do ano passado. O Paraná, principal produtor, avançou de 35% para 48%, enquanto São Paulo passou de 42% para 65%.



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