sábado, agosto 1, 2026

Agro

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Preços do tomate e cenoura sobem em Minas Gerais


De acordo com os dados do Semanal de Preços da horticultura divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), as 10 hortaliças mais comercializadas no CeasaMinas foram analisadas: abóbora moranga, abobrinha, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate. Dentre as principais oscilações de preço, o destaque foi para a abóbora moranga, que apresentou uma alta expressiva de 75% na primeira semana, seguida por um aumento adicional de 20,1%, alcançando R$ 3,66/kg. A variação média da abóbora foi de 34,7%, refletindo uma elevação significativa.

A abobrinha italiana, por outro lado, passou por uma queda de 36,2%, com o preço atingindo R$ 1,22/kg, seguido por uma recuperação de 27%, fechando o período a R$ 1,55/kg. No entanto, a média semanal ainda indicou uma queda de 9,9%. A cebola também sofreu redução no preço, com quedas consecutivas de 9,1% e 20%, atingindo R$ 2,00/kg na segunda semana. A média semanal registrou um recuo de 18,8%.

Outras hortaliças, como o pimentão verde, apresentaram queda de 19,9% na segunda semana, fechando o período a R$ 2,22/kg, enquanto o chuchu registrou queda de 33,5%, seguida de uma alta de 67,5%, resultando em um preço final de R$ 2,63/kg. Já o tomate longa vida AA teve quedas acentuadas de 18,2% e 44,4%, mas registrou recuperação na segunda semana, finalizando com uma variação média positiva de 4%.

A análise também apontou estabilidade nos preços do alho brasileiro, batata e quiabo. As hortaliças que registraram elevação nas cotações foram abóbora moranga, cenoura e tomate, enquanto a abobrinha italiana, cebola, chuchu e pimentão apresentaram quedas.

Fatores climáticos, logísticos e a qualidade dos produtos ofertados influenciaram diretamente as variações. A redução da colheita de inverno impactou a oferta de tomate, enquanto a qualidade da cebola foi afetada pelas altas temperaturas, que prejudicaram a integridade dos bulbos.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), em parceria com as vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA monitora os preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, com o objetivo de acompanhar o abastecimento alimentar no estado. A análise mais recente, que abrange o período de 16 a 27 de setembro de 2024, utiliza como base os preços médios praticados na unidade Grande BH, permitindo identificar tendências de oferta e demanda





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Projeto de lei busca distância mínima para pulverização aérea de defensivos


A deputada estadual Ana Perugini protocolou, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o Projeto de Lei n° 676/2024, que determina a proibição de pulverização aérea de defensivos agrícolas e substâncias químicas similares em áreas situadas a menos de 300 metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, escolas, unidades de saúde ou mananciais de captação de água.

A medida tem por objetivo inibir a proximidade entre o despejo de defensivos e áreas de convivência. No caso dos mananciais, a proposta visa impedir a contaminação da água potável pelos produtos em território paulista.

Um outro projeto da deputada (PL 673/2024) trata dessa questão e visa reduzir a quantidade tolerável dessas substâncias na água distribuída à população do estado.

Mulpa por descumprimento

defensivos; PL; deputada Ana Perugini (PT)defensivos; PL; deputada Ana Perugini (PT)
Deputada estadual Ana Perugini. Foto: Divulgação Alesp

O PL 676/2024, por sua vez, estabelece que o descumprimento da regra deve resultar em multa que varia de 500 a 5 mil unidades fiscais do estado de São Paulo (Ufesps), atualmente, entre R$ 17,7 mil e R$ 176,8 mil. Em caso de reincidência, de acordo com o texto, a multa deve ser dobrada.

“O Brasil ocupa uma posição de destaque no cenário mundial em relação à produção agrícola. Nessa corrida de produção volumosa, nem sempre a saúde humana é colocada em primeiro plano de importância, e a contaminação com substâncias químicas tem sido uma ameaça constante para a qualidade de vida das presentes e futuras gerações, em frontal desrespeito ao preceituado no artigo 225 da Constituição Federal”, destaca a deputada Ana Perugini no texto.

O texto tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação e, em seguida, será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Finanças, Orçamento e Planejamento antes de ser votado em Plenário.

Proibição da pulverização

A parlamentar é coautora ao lado do deputado Carlos Giannazi do projeto de lei 218/2023, que proíbe a pulverização aérea no estado de São Paulo.

Em agosto do ano passado, Ana Perugini realizou uma audiência pública, na Alesp, para debater o assunto. Na oportunidade, a deputada propôs um movimento envolvendo parlamentares, Ministério Público, agricultores, ambientalistas, representantes de organizações não governamentais e movimentos sociais para garantir o controle da pulverização aérea de defensivos em São Paulo.

*Sob supervisão de Victor Faverin


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Chuvas voltam em outubro? Confira a previsão do tempo para o mês


O mês de outubro será marcado por calor intenso em grande parte do Brasil. Segundo previsão do tempo da Climatempo, as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste terão temperaturas acima do normal para a época, com destaque para ondas de calor que devem se estender até o dia 8 de outubro.

Algumas áreas podem enfrentar picos de calor significativos, agravando a sensação de tempo seco e desconfortável, enquanto outras, mesmo com aumentos sutis na temperatura, também sentirão um clima mais quente do que o habitual.

Mapa de precipitação para outubro. Fonte: Climatempo

As chuvas de outubro devem ser escassas na maior parte do Brasil. A previsão indica precipitações abaixo da média no Centro-Oeste, Norte e parte do Nordeste (áreas em tom de marrom no mapa), sugerindo uma seca mais acentuada.

Esse cenário pode agravar a estiagem e aumentar o risco de queimadas, especialmente na faixa central do país, além de afetar a agricultura e a qualidade do ar.

Apesar do predomínio da seca, há previsão de precipitações um pouco acima do normal em partes do Sul e Sudeste.

Áreas em verde claro no mapa indicam regiões em que o mês será um outubro mais úmido, favorecido pela chegada de frentes frias.

Isso pode trazer algum alívio para o calor e beneficiar atividades que dependem da água, além de influenciar positivamente a agricultura e o reabastecimento de reservatórios.

Mapa de temperatura para outubro. Fonte: Climatempo



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Produtores do RS seguem sem crédito após 5 meses de enchente histórica


Quase cinco meses após a catástrofe de maio, produtores rurais do Rio Grande do Sul ainda buscam solução para as dívidas. Muitos já estão com restrição no nome em função dos débitos e não conseguem crédito para investir na nova safra. Esse cenário tende a impactar a instalação de lavouras da safra de verão no estado.

Muitas regiões gaúchas receberam quase 1000 milímetros de chuva em poucos dias, o que ainda deixa um rastro de estradas improvisadas, pontes onde só passam veículos leves, estruturas abandonadas e animais de produção vendidos para açougues por falta de dinheiro. Parece que nada mudou, mesmo após cerca de 150 dias da tragédia.

São muitos os desafios da agropecuária gaúcha, que já sofria impacto de três estiagens seguidas e recebeu o “golpe de misericórdia” com a enchente histórica.

Produtores endividados

O produtor Jeferson Scheibler, de Bagé, sudoeste do estado, relata que o pouco de semente que resta para plantar foi salva com sacrifício.

“Não tenho dinheiro para comprar adubo e defensivos, não tenho crédito, [estou com o] nome negativado. Como fazer? O que fazer? Eu planto mais ou menos 400, 450 hectares e não sei se vou conseguir plantar nem metade [dessa área]”.

Diante do desespero das dívidas, que se acumulam, produtores seguem organizados no movimento SOS Agro RS desde junho, cobrando medidas por meio de vários atos de protesto e “tratoraços”.

Durante a Expointer 2024, realizada entre o fim de agosto e o começo de setembro, o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, prometeu novas medidas.

“Na medida provisória para o custeio dos bancos, os números mostram que 93% dos produtores estarão contemplados nela e os outros 7% nas outras medidas que tomamos. O diálogo tem que estar sempre aberto, se tem um ponto específico que dá uma dificuldade, vamos trabalhar para mudar esse ponto difícil. A reconstrução [do agro gaúcho] vai chegar no detalhe, fora das Medidas, para que a gente possa avançar e não deixar nenhum produtor e produtora gaúchos para trás”.

Porém, o produtor rural e representante do SOS Agro RS, Paulo Ebbesen, relata que os recursos ainda não chegaram na ponta.

“Há muita propaganda do governo e pouca efetividade porque de nada adianta nós termos linhas de crédito e elas não terem recursos para serem operacionalizadas. A divulgação dessas linhas é muito interessante, a sociedade fica sabendo, mas o produtor vai na agência bancária e o funcionário diz ‘nós não recebemos dinheiro e precisamos dele para fazer a concessão do crédito’”.

Projeções para a safra 24/25

produtor de Estrela - RSprodutor de Estrela - RS
Produtor de Estrela-RS, Jorge Dienstmann. Foto: Reprodução Canal Rural

Mesmo com tantos desafios, as projeções da Emater-RS e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) dão conta de safra recorde de grãos em torno de 36 milhões de toneladas no estado.

O obstáculo, agora, é o de conseguir plantar a safra atual. Contudo, com a renegociação de dívidas ainda incerta, produtores estão sem crédito para investir no ciclo 24/25.

Para a soja, a estimativa dos órgãos é de aproximadamente 8 milhões de hectares de área e produção de cerca de 21 milhões de toneladas. No entanto, para concretizar esses números, muitos produtores não têm os insumos ou como cumprir com os arrendamentos.

“Nós já temos uma área menor de milho a ser plantada, por falta de recursos. As áreas de soja muitas não vão ser plantadas porque as pessoas não vão ter crédito para semear e outras vão abandonar a lavoura. Nas áreas plantadas, a produtividade vai cair naturalmente pela lixiviação da área e pela falta de tempo e recursos para recuperar”, diz o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Rio Grande do Sul (Aprosoja-RS), Ireneu Orth.

O produtor rural de Estrela, no Vale do Taquari, Jorge Dienstmann, passou pelas enchentes de setembro e novembro de 2023 e também a de maio deste ano. Em sua propriedade, focada em leite e terminação de frangos, tudo foi perdido.

“Não tem mais estrutura física para manter leite e frago. O que se decidiu é que vamos trabalhar a lavoura de grãos mas temos um grande empecilho. Mesmo passando 150 dias depois da maior enchente, tem lugares que não tem como entrar, com acúmulo de terra e lodo e o trator não entra. Esperamos recursos federais que foram prometidos e não repassados, o mesmo com os recursos estaduais”.



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Brasil caminha para recorde na movimentação anual



Com o trigo em plena colheita no Sul do país, a região que concentra 90% da produção nacional enfrenta um cenário de instabilidade nas comercializações. Apesar disso, o Brasil está próximo de atingir um recorde histórico na movimentação anual de trigo entre importação e exportação.

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O país, que tradicionalmente não é autossuficiente na produção de trigo, tem um consumo interno que gira em torno de 12 a 13 milhões de toneladas. Historicamente, o Brasil depende da importação para atender cerca de metade dessa demanda. Nos últimos anos, houve uma redução na necessidade de importações, ao mesmo tempo em que as exportações de trigo cresceram significativamente.

De acordo com dados apresentados no Agroexport, o Brasil reduziu suas importações de trigo, passando de 6,22 milhões de toneladas em 2021 para 4,18 milhões em 2023. No mesmo período, as exportações do cereal também cresceram, marcando um avanço notável para o setor. No entanto, em 2024, a tendência de queda nas importações foi interrompida. De janeiro a setembro deste ano, o volume importado já ultrapassou os 5 milhões de toneladas, superando o total de 2023.

Além disso, as exportações seguem em um novo patamar, com 2,5 milhões de toneladas exportadas até setembro deste ano. O volume total movimentado de trigo pelo Brasil no comércio internacional chegou a 7,55 milhões de toneladas nos primeiros nove meses de 2024, indicando que o país pode bater recordes tanto em importação quanto em exportação.

Mesmo com esses avanços, o Brasil ainda enfrenta desafios para alcançar a autossuficiência na produção de trigo. O clima é um dos principais fatores que impactam a qualidade do cereal, especialmente nas regiões produtoras do sul, como Paraná e Rio Grande do Sul. Quando o trigo não atinge o nível de qualidade necessário para a panificação, ele é direcionado para exportação e acaba sendo utilizado como ração nos mercados internacionais.

O Brasil continua buscando se firmar como um grande produtor global de trigo, com a expectativa de alcançar a autossuficiência nos próximos cinco a dez anos.



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Entidades da Alemanha pedem que UE adie implementação de lei antidesmatamento



A Associação Alemã de Agricultores (DBV, na sigla em alemão), a Associação dos Proprietários de Florestas (AGDW) e empresas familiares dos setores agrícola e florestal pediram que a Comissão Europeia adie a implementação da nova lei antidesmatamento da União Europeia (EUDR), que entra em vigor em 30 de dezembro.

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Em comunicado, as entidades disseram que a lei trará enormes impactos negativos para a agricultura e a silvicultura na Alemanha se entrar em vigor na sua forma atual ao fim de 2024.

Agora é a vez de a Comissão Europeia evitar o pior. Se a EUDR entrar em vigor em 30 de dezembro de 2024, muitos proprietários de florestas poderão ser excluídos do mercado, resultando em uma escassez significativa de madeira para a indústria e os consumidores”, disse o presidente da AGDW, Andreas Bitter. “Ursula von der Leyen (presidente da Comissão Europeia) e sua equipe devem domar o monstro burocrático que é a EUDR e iniciar imediatamente o adiamento do regulamento.”

A Alemanha comprovadamente não tem um problema de desmatamento. Pelo contrário, a área florestal aumentou nos últimos anos. Apesar disso, os produtores locais de madeira, carne bovina ou soja serão forçados a passar por um procedimento burocrático com registro separado e documentação excessiva”, afirmou o presidente da DBV, Joachim Rukwied. “Isso é mais uma peça da insanidade burocrática que não ajuda ninguém, muito menos as florestas ameaçadas em outras partes do mundo.”

Segundo as entidades, a proteção de florestas contra a exploração predatória e queimadas já está consagrada na legislação e nos princípios de sustentabilidade e certificação. No entanto, agricultores e proprietários de florestas locais também serão sobrecarregados com uma série de novas exigências burocráticas, observaram.



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Como está o plantio da soja no Brasil? Veja a porcentagem da semeadura por região


O plantio da safra da soja 2024/25 no Brasil avança lentamente, alcançando apenas 1,9% da área total esperada até o dia 27 de setembro. Esse número representa um aumento em relação à semana anterior, quando apenas 0,5% da área estava semeada, segundo levantamento da Safras & Mercado.

O início da semeadura neste ano está atrasado em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 3,8% da área já havia sido plantada. A média dos últimos cinco anos para essa data é de 2,7%, evidenciando a necessidade de aceleração nos trabalhos.

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Situação nos estados brasileiros

No estado do Paraná, o plantio começou com 13% da área semeada, embora ainda esteja aquém dos 18% registrados no ano passado. A média para o estado é de 8,8%, o que indica um desempenho acima da média, mas inferior ao do ano passado.

No Mato Grosso, apenas 0,6% da área foi semeada até agora, comparado a 4% no mesmo período da temporada anterior. A média histórica para o estado é de 4,2%. Já no Mato Grosso do Sul, o plantio avança lentamente, com apenas 1% da área estimada semeada, contra 2% no ano passado e 2,4% da média dos últimos cinco anos.

Em outros estados produtores, o plantio ainda não teve início, o que sugere que a janela de semeadura para a soja em 2024/25 poderá ser desafiadora se o ritmo não for acelerado nas próximas semanas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja cai com realização de lucros na CBOT


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou uma baixa nesta segunda-feira, impulsionada pela realização de lucros acumulados ao longo da semana anterior. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, encerrou o dia com queda de 0,82%, cotado a $1057,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 0,72%, fechando o dia a $1075,25 por bushel, refletindo a tendência de realização de lucros observada no mercado. Em contraste, o farelo de soja para outubro registrou uma leve alta de 0,17%, encerrando o pregão com o valor de $344,3 por tonelada curta, mostrando um desempenho mais estável. O óleo de soja, por sua vez, destacou-se com um avanço expressivo de 3,15%, fechando a $43,51 por libra-peso, impulsionado por fatores específicos de demanda no mercado de óleos vegetais.

A análise do desempenho do dia apontou que, embora o mercado tenha oscilado bastante durante o pregão, a realização de lucros prevaleceu, após a soja acumular ganhos superiores a 5% na semana anterior. O relatório trimestral de estoques do USDA foi considerado neutro, com dados próximos às expectativas do mercado.

Além disso, os embarques de exportação de soja subiram 35,5%, porém dentro da faixa esperada pelos operadores. Mesmo com uma venda adicional de 116 mil toneladas de soja para a China, o feriado prolongado no país asiático contribuiu para um desaquecimento nas negociações internacionais.

Esses fatores, aliados à forte alta registrada na sexta-feira anterior, não foram suficientes para conter a pressão dos fundos, que optaram por realizar lucros, encerrando o dia com quedas nos contratos de soja.
 





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Frente fria causa temporais no Sul e chuvas intensas no Sudeste



Saiba como o clima irá se comportar nesta quarta-feira (2) em todo o Brasil:

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Sul

A frente fria mantém o tempo instável e favorável para temporais em toda a região. A quantidade de chuva pode causar pequenos alagamentos. No extremo sul do Rio Grande do Sul, o sol volta a predominar.

Sudeste

A frente fria provoca pancadas de chuva em todo o estado de São Paulo nesta quarta-feira. Temporais isolados podem ocorrer devido ao calor. No Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, o dia será de sol e temperaturas altas por causa do efeito pré-frontal.

Centro-Oeste

A frente fria canaliza umidade em direção aos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, formando nuvens carregadas. A previsão é de sol, com períodos de chuva moderada acompanhada por raios e eventual queda de granizo. Em Goiás e no Distrito Federal, o dia será quente e sem chuva.

Nordeste

O sol volta a predominar no interior da região e a umidade cai. Chuvas passageiras devem ocorrer no litoral sul da Bahia e entre os estados de Alagoas e Pernambuco.

Norte

As instabilidades continuam atuando em grande parte da região nesta quarta-feira. As pancadas mais fortes ocorrem sobre o Amazonas. Nos estados do Tocantins e Acre, o sol volta a predominar no interior.



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Faturamento do setor de máquinas agrícolas cresce 8,4% em agosto



A receita líquida total do segmento de máquinas agrícolas registrou em agosto um crescimento de 8,4% na comparação com julho, considerando os ajustes sazonais, informou a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) nesta terça-feira (1).

Contudo, na comparação com agosto do ano passado, o faturamento vindo das vendas de máquinas agrícolas caiu 15,8%.

A comercialização de colheitadeiras no mercado interno em agosto cresceu 4,5% em relação a julho. Já as exportações caíram 36,7% na mesma base de comparação.

As vendas internas de colheitadeiras caíram 21,5% em relação a julho, mas as exportações cresceram 2,4%.

Venda de máquinas em geral

Em relação à venda de máquinas e equipamentos em geral, a receita líquida total em agosto cresceu 12,4% em relação a julho, com ajuste sazonal.

Já na comparação de agosto com idêntico mês no ano passado, o faturamento líquido total da indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou uma queda de 6,5%.

O crescimento em agosto comparativamente a julho, de acordo com a Abimaq, deveu-se à melhora do mercado doméstico, uma vez que as vendas no mercado externo recuaram, devolvendo parte do salto observado em julho, quando os embarques tinham crescido 45%.



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