sexta-feira, julho 31, 2026

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expansão do tabaco enfrenta escassez de mão de obra, mas safra avança


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Pelotas, a safra de tabaco 2024/2025 promete expansão, impulsionada pelo bom desempenho da safra anterior e pelos preços atrativos. No entanto, o crescimento da área plantada ainda enfrenta limitações devido à escassez de mão de obra, tanto familiar quanto contratada. Durante o mês de setembro, os produtores aceleraram o transplante das mudas para as lavouras definitivas e realizaram o preparo do solo e dos canteiros para a próxima safra de verão, além de continuarem com o manejo das mudas no sistema floating, incluindo podas e repicagem. A produção de mudas segue dentro do esperado, garantindo a implantação completa das áreas planejadas.

Entre os dias 22 e 28 de setembro, a região enfrentou chuvas intensas, com acumulados significativos, o que causou erosão nas lavouras e atrasou temporariamente o transplante de mudas. Entretanto, o aumento do fotoperíodo ajudou no desenvolvimento vegetativo das plantas já transplantadas. Até o momento, 45% da área destinada ao tabaco de verão foi transplantada. Nas regiões de Pelotas, Canguçu e São Lourenço do Sul, a colheita do tabaco de inverno continuou, embora algumas áreas tenham sofrido com danos causados por granizo, especialmente em Canguçu, São Lourenço do Sul e Amaral Ferrador. Por serem plantas jovens, espera-se que a recuperação ocorra sem grandes prejuízos à produtividade.

Na região de Santa Rosa, o cultivo de tabaco, que é realizado em pequenas áreas, teve o transplante das mudas concluído, com ótimo desenvolvimento vegetativo e expectativas otimistas de uma boa safra. O clima, com boa luminosidade e temperaturas elevadas, contribuiu para o crescimento das plantas, e os produtores estão focados nas práticas de adubação nitrogenada e controle de plantas daninhas.

Em Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, as atividades continuam concentradas na adubação nitrogenada e no controle de ervas daninhas, tanto por métodos químicos quanto por capina manual. A incidência de pragas permanece baixa, e o tabaco na região, que se caracteriza por um relevo de menor altitude, apresenta ótimo crescimento vegetativo. A colheita está prevista para começar em outubro. Nas áreas de maior altitude, o ritmo de plantio foi intensificado após as chuvas, e 45% da área prevista já foi transplantada. Em termos regionais, mais de 70% da área total destinada ao tabaco já foi plantada.





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produtores intensificam combate a doenças fúngicas em videiras no Rio Grande do Sul


Alta nas temperaturas acelera brotação das videiras em Soledade





Foto: Nadia Borges

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Santa Rosa, as videiras estão em fase de brotação e iniciando o ciclo reprodutivo. Os produtores já começaram a realizar o manejo cultural e o controle de doenças fúngicas comuns nessa fase, como antracnose e escoriose (Phomopsis viticola). Essas pragas são frequentes devido às condições climáticas da época.

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Além disso, a ocorrência de ventos fortes e granizo causou danos às plantações em áreas de cultivo protegido, com quebra de ramos. A brotação deste ano está atrasada em comparação ao ano passado, em função das baixas temperaturas registradas no mês de agosto.

Na região de Soledade, as videiras também estão em início de brotação, sendo que as altas temperaturas observadas recentemente aceleraram esse processo. Nesta etapa, os produtores iniciam os tratamentos preventivos contra antracnose e escoriose e realizam o manejo cultural nos vinhedos, com a rolagem das plantas de cobertura e a aplicação de herbicidas seletivos para controle de ervas daninhas.





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Frente fria deve afetar seis estados brasileiros hoje; veja a previsão



A semana termina com tempo instável em regiões brasileiras, com destaque para áreas litorâneas. No Sudeste, os efeitos da frente fria ficam mais intensos, afetando os quatro estados. No Centro-Oeste, apenas partes de Mato Grosso e Goiás são impactadas.

Confira a previsão do tempo da parceria entre Canal Rural e Climatempo para esta sexta-feira (4):

Sul

O tempo volta a ficar firme na maior parte da região. O destaque vai para o litoral do Paraná e o de Santa Catarina, áreas onde há previsão de pancadas de chuva ao longo do dia.

Sudeste

A frente fria desloca-se lentamente, deixando o tempo instável na faixa leste de São Paulo, Rio de Janeiro, leste de Minas Gerais e todo o Espírito Santo, com previsão de pancadas de chuva ao longo do dia.

Centro-Oeste

A chuva continua sobre boa parte de Mato Grosso e o sul de Goiás, com previsão de pancadas ao longo do dia. No restante das regiões, o tempo volta a ficar firme, sem chuva.

Nordeste

O tempo segue firme na maior parte da região. O destaque vai para a faixa entre o litoral do Rio Grande do Norte e o da Bahia, onde há previsão de pancadas de chuva.

Norte

O tempo seguirá instável na maior parte da região ao longo do dia. Destaque para Amazonas, Acre, Rondônia, oeste do Pará e Roraima, estados onde há previsão de pancadas de chuva.



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Chuvas atrasam plantio do arroz em várias regiões gaúchas


Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, a semeadura do arroz avança de forma lenta no Rio Grande do Sul, com progresso concentrado na região Oeste do estado, onde os produtores aproveitaram períodos de clima seco, intercalados por chuvas moderadas e temperaturas elevadas. No entanto, nas regiões Sul, Campanha, Centro e Metropolitana, chuvas intensas entre os dias 23 e 26 de setembro interromperam tanto o preparo do solo quanto o início das primeiras semeaduras.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área cultivada de 948.356 hectares, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade de 8.478 kg por hectare. Na Fronteira Oeste, a semeadura avançou rapidamente até o dia 26 de setembro, quando as chuvas interromperam as atividades. De modo geral, as precipitações foram suficientes para garantir uma boa germinação e emergência das plantas, exceto em algumas localidades de São Gabriel, onde volumes de até 200 mm causaram danos em áreas já preparadas para o plantio.

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Em Maçambará, 30% dos 20 mil hectares previstos foram semeados. Os rizicultores de Uruguaiana e Barra do Quaraí estão otimistas com o aumento no preço do arroz, sendo considerado excelente pelos produtores, muitos dos quais ainda mantêm estoques em suas propriedades. Na Campanha, o excesso de umidade impediu o avanço do plantio, com apenas algumas centenas de hectares semeados até o momento. Em Dom Pedrito, as chuvas entre 23 e 26 de setembro danificaram taipas, canais e estradas internas, que precisarão de reparos, conforme dados do informativo.

Na região de Pelotas, as atividades de implantação foram interrompidas devido ao acúmulo de água nas lavouras. O Rio Jaguarão e a Lagoa Mirim registraram elevação em seus níveis, causando alagamentos em áreas próximas. A Barragem do Chasqueiro também atingiu 110,8% de sua capacidade de armazenamento, com um nível de 42,68 metros.

Em Santa Maria, a semeadura começou em municípios como Cachoeira do Sul e São Vicente do Sul, mas foi interrompida pelas chuvas, com apenas 2% da área prevista já plantada. Em Santa Rosa, as atividades estão suspensas devido à recorrência de chuvas, e os produtores esperam iniciar o cultivo na segunda quinzena de outubro, para aproveitar melhor a insolação no período de floração e enchimento de grãos.

Na região de Soledade, o excesso de precipitações inundou várzeas e interrompeu o preparo do solo. Embora o plantio de arroz pré-germinado tenha começado, apenas 2% da área prevista foi semeada até o momento.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos de arroz no estado aumentou 0,84%, passando de R$ 115,00 para R$ 115,97, conforme o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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Potencial produtivo da cevada se mantém alto no Rio Grande do Sul


Mercado da cevada registra preço médio de R$ 83,00/sc em Frederico Westphalen





Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, as condições climáticas favoráveis têm beneficiado o cultivo da cevada no Rio Grande do Sul, com chuvas intensas e ventos fortes restritos ao Sul e Noroeste, longe das principais regiões produtoras do cereal, como o Planalto e o Alto Uruguai. O manejo adequado e a ausência de pressões significativas de patógenos mantêm o potencial produtivo elevado nesta safra. No entanto, para que a cevada atinja valor comercial na produção de malte, é crucial que seu poder germinativo supere 95%, um fator que depende das condições climáticas nas fases finais do ciclo de produção.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a projeção para a área de cultivo é de 34.429 hectares, com uma expectativa de produtividade de 3.245 kg/ha. Na região administrativa de Erechim, as lavouras têm evoluído satisfatoriamente, especialmente no estágio de enchimento de grãos, com uma expectativa média de produção de 3.600 kg/ha.

Em Ijuí, a cultura está avançando rapidamente, com mais de 60% das lavouras em fase de enchimento de grãos e cerca de 20% em maturação. As condições fitossanitárias continuam favoráveis, com baixa incidência de pragas e doenças, refletindo no bom estado geral das plantas.

Na região de Soledade, todas as lavouras estão na fase reprodutiva, com 50% em espigamento/florescimento e 50% em enchimento de grãos, com uma expectativa de produtividade de 3.200 kg/ha.

No mercado, a cotação média da cevada para a indústria de malte na região de Frederico Westphalen está fixada em R$ 83,00 por saca de 60 quilos.





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Brasil pode obter grau de investimento até 2026


O Brasil pode conseguir o grau de investimento (selo de bom pagador da dívida pública) até 2026, no atual governo, disse nesta terça-feira (1º) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro comentou nesta noite a elevação da nota da dívida pública do país pela agência de classificação de risco Moody’s.

Com a decisão da Moody’s, que melhorou a nota brasileira de Ba2 para Ba1, o Brasil está um nível abaixo do grau de investimento. As outras duas principais agências, a Fitch e a S&P Global, mantém o país dois níveis abaixo do grau de investimento.

“Penso que, se o governo como um todo compreender que vale a pena esse esforço, que esse esforço que está sendo feito produz os melhores resultados e continuarmos sem baixar a guarda em relação às despesas, em relação às receitas, fazendo o nosso trabalho, acredito realmente que nós temos a chance de completarmos mandato do presidente Lula reobtendo o grau de investimento. Ele não está dado, mas é uma possibilidade concreta”, declarou Haddad ao deixar o ministério.

Na avaliação do ministro, o comunicado da Moody’s “está em linha” com o trabalho da equipe econômica nos últimos dois anos. “Se continuarmos perseverando nesse caminho, de ajuste fiscal e monetário, nós temos uma grande chance de conseguir uma estabilidade da relação dívida/PIB, dos gastos públicos depois de muitos anos de desequilíbrio fiscal”, comentou o ministro.

Sem mencionar medidas específicas, Haddad disse que, depois de o governo aumentar as receitas, “ainda há um trabalho a ser feito”, em relação às despesas. Segundo ele, o reequilíbrio das contas públicas permitirá ao país reduzir os juros que corrigem a dívida do governo e conseguir o grau de investimento, que deixou de ser concedido ao Brasil em 2015.

A decisão da Moody’s ocorre uma semana depois de Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirem com representantes das principais agências de classificação de risco durante viagem oficial a Nova York. Os dois se encontraram tanto com representantes Moody’s como da Fitch Ratings e da S&P Global.

Em comunicado, a Moody’s citou a melhora “significativa” no crédito do país. Segundo a agência, isso se deve ao crescimento “robusto” do Produto Interno  Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) e às recentes reformas econômicas e fiscais, como a reforma tributária, que melhorará o ambiente de negócios e a alocação de tributos.

A agência também mencionou o plano de transição energética como fator que atrai investimentos privados e reduz a vulnerabilidade do país a choques climáticos.





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Ministério realiza 1ª inspeção na origem de algodão com destino à Ásia



A Superintendência de Agricultura e Pecuária em São Paulo (SFA-SP) realizou na quarta-feira (2), em Jundiaí, interior paulista, a primeira inspeção de algodão em pluma na origem.

O produto será acondicionado em 44 contêineres que seguirão para a China, Bangladesh e Vietnã – países que não exigem tratamento fitossanitário. A autorização da certificação fitossanitária na origem do algodão em pluma foi formalizada pelo Ministério para ocorrer a partir do dia 1º de outubro.

“O procedimento segue o que foi estabelecido pela Portaria nº 177, de 16 de junho de 2021. Até então, essa vistoria era feita pelo sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Mapa, em uma estrutura que fiscaliza as fronteiras e responde diretamente a Brasília”, disse a pasta em nota.

A expectativa é que sejam certificados 400 contêineres do produto por mês nessa nova operação autorizada pelo Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, de acordo com o auditor fiscal Lucas Zago, que acompanhou a inspeção. O algodão em pluma é resultante da operação de beneficiamento do algodão em caroço.

Gargalos logísticos ao algodão

Conforme a pasta, há limitação de espaço e gargalos logísticos no Porto de Santos, que escoa 95% do volume exportado de algodão.

“Paralelamente, há expectativa de aumento nas exportações de algodão brasileiro na próxima safra na ordem de 8%, alcançando 4 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Esses dois fatores foram decisivos para essa autorização da Secretaria de Defesa Agropecuária.”

A certificação fitossanitária na origem do algodão é realizada no Terminal Contrail Logística em Jundiaí pela equipe do Serviço de Fiscalização de Insumos e Sanidade Vegetal de São Paulo (Sisv-SP), com apoio da regional do Mapa em Campinas. Do terminal os contêineres seguirão para Santos, na sua grande maioria por meio de transporte ferroviário, o que impacta positivamente a logística e diminui o fluxo de caminhões nas imediações do porto.



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Seca persistente afeta culturas de inverno na Ucrânia e oeste da Rússia


Índice de Saúde da Vegetação aponta vigor fraco de safras no Mar Negro





Foto: USDA

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em bloqueio de alta pressão sobre o noroeste da Rússia manteve um padrão climático estagnado na região, agravando a seca em áreas agrícolas do Leste Europeu. O calor, com temperaturas de 2 a 8°C acima do normal, acelerou a colheita das safras de verão, mas intensificou a escassez hídrica em partes do sul da Bielorrússia, Ucrânia e oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o estabelecimento das culturas de inverno. Nos últimos 90 dias, algumas dessas áreas registraram menos de 25% das chuvas normais, acentuando as dificuldades para a agricultura local.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Por outro lado, recentes chuvas nas proximidades da Moldávia trouxeram um alívio temporário, permitindo um clima mais seco e favorável ao trabalho de campo e à preparação das safras de inverno. Em algumas regiões mais ocidentais, precipitações variáveis, entre 1 e 25 mm, também beneficiaram parcialmente as plantações.

Apesar dessas melhorias localizadas, o Índice de Saúde da Vegetação, monitorado por satélites, continuou a indicar baixo vigor nas plantações da maior parte da região do Mar Negro, destacando os desafios enfrentados pelos agricultores.





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Mapa divulga lista com 11 marcas de azeite impróprios para consumo



Nesta quinta-feira (3), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) tornou pública a lista com marcas e lotes de azeite de oliva que foram desclassificadas, sendo, portanto, consideradas impróprias ao consumo.

Ao todo são 11 marcas:

Segundo a pasta, os produtos foram analisados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária e foram desclassificados por estarem em desacordo com os parâmetros estabelecidos pela Instrução Normativa nº 01/2012.

Além disso, as empresas responsáveis por esses produtos estão todas com CNPJ baixado junto à Receita Federal, o que também reforça a ocorrência de fraude.

As marcas Serrano e Cordilheira foram proibidas recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e as análises físico-químicas realizadas pelo Mapa corroboram a tese de que se trata de produtos fraudados.

Outras marcas de azeite analisadas

O Ministério ressalta ainda que supermercados e atacadistas que disponibilizam produtos desclassificados e de procedência desconhecida aos consumidores poderão, também, ser responsabilizados com base no Decreto nº 6.268/2007.

Outras marcas ainda estão sendo analisadas e assim que os resultados forem concluídos nova lista será divulgada.

O Mapa destaca que os consumidores que adquiriram esses produtos devem deixar de consumi-los.

A solicitação da sua substituição deve ser feita nos moldes determinado pelo Código de Defesa do Consumidor ou ainda para o Mapa pelo canal oficial Fala.BR, informando o estabelecimento e endereço onde o produto foi adquirido.

Recomendações aos consumidores

O azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. Assim, para evitar ser enganado, o Mapa orienta os seguintes cuidados na hora de escolher os produtos:

  • Desconfie sempre de preços abaixo da média;
  • Não compre azeite a granel;
  • É importante estar atento à data de validade e aos ingredientes contidos; e
  • Opte por produtos com a data de envase mais recente.



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Preços da arroba do boi gordo mantém alta? Veja cotações


O mercado físico do boi gordo mantém um cenário de altas consistentes nas principais regiões produtoras do Brasil.

Mesmo diante da elevação dos preços da arroba, a indústria frigorífica não consegue evoluir de maneira satisfatória em suas escalas de abate.

“O movimento de alta se acelerou no decorrer desta semana, com a arroba do boi gordo voltando a ser negociada em até R$ 300 no mercado paulista”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, a demanda de carne bovina permanece aquecida, em especial para exportação, que caminha para um recorde histórico na atual temporada.

Preços médios da arroba do boi

  • Mato Grosso do Sul: R$ 280,91

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista segue com preços firmes, e o ambiente de negócios ainda sugere por nova alta no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva.

“Vale destacar que no atual ambiente de forte alta dos preços da carne bovina a expectativa é de ganho de competitividade das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango”, assinalou Iglesias.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 15,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,4745 para venda e a R$ 5,4726 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4503 e a máxima de R$ 5,5107.



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