sexta-feira, julho 31, 2026

Agro

News

Cooperativa de comunicação e as demandas do setor são destaques do Cooperativismo em Notícia



O programa Cooperativismo em Notícia deste sábado (5) traz quatro grandes destaques:

  • As defesas do fórum do agro diante dos impasses com o governo;
  • O dia de campo de pastagens do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) no extremo oeste de Santa Catarina;
  • Uma nova cooperativa de comunicação;
  • A família Minella no quadro Gente que Faz o Agronegócio

Nossas bandeiras: a prosa rural destaca um encontro entre o fórum do agro e o governo do estado de Santa Catarina, cujo objetivo foi alinhar ações que ajudem a destravar algumas demandas do setor. À mesa, sentaram-se o presidente da Faesc José Zeferino Pedroso, da Ocesc Vanir Zanatta, da Fecoagro Arno Pandolfo, o diretor executivo Ivan Ramos, o superintendente do Sindicarnes Jorge de Lima, o presidente do Sicoob Rui Schneider da Silva e o consultor Odacir Zonta. Na lista de reivindicações, os gargalhos que afetam o desempenho do agro em Santa Catarina. Na mediação: o secretário de relações internacionais do governo do estado, Paulo Borhausen. Ele ouviu os apontamentos, sugeriu caminhos e parcerias que possam destravar a burocracia pública. O setor cooperativista, por exemplo, precisa urgentemente resolver o impasse do Porto de São Francisco e as obras estruturantes da BR 280. O setor produtivo catarinense sabe que é preciso continuar produzindo com excelência, mas ele quer, também, que o estado enxergue e respeite esse poderio econômico.

As pastagens: o extremo oeste do estado é uma região rica na produção de grãos, mas em especial, de proteína animal. Por isso, o Senar e todo o seu departamento técnico, preocupados com o desenvolvimento do produtor rural, esteve em São Miguel do Oeste realizando um dia de campo de pastagens, que focou em planejamento forrageiro, fertilidade e adubação do solo, avaliação de cultivares e o ponto de corte das pastagens. São técnicas que ajudam a melhorar a qualidade do pasto, hoje alimento base de grande parte da cadeia do leite. Participaram do evento mais de 150 produtores da região.

Coopercom: a comunicação cooperativista, ao longo de décadas, foi abrindo porteiras com o objetivo de mostrar a verdadeira face. Na Fecoagro ela é um “case” de sucesso. Nas cooperativas, está ganhado um impulso gigantesco. No entanto, apesar desse olhar mais interno, a comunicação precisa atingir novos patamares, novos impactados. E é nesse espaço que está entrando um modelo: uma cooperativa. Agora de comunicação. A primeira do estado. E talvez a primeira do sul do Brasil. O comando é do presidente Igor Vissoto e de sua equipe de gestores. Eles vieram até a Fecoagro para entender como funciona o processo e o que eles podem acrescentar, dentro de todo o sistema, como braço de operações. Foi uma boa conversa.

Família Minella: o quadro Gente que Fez e Gente que Faz o Agronegócio desta semana vai mostrar um exemplo de sucessão rural, onde o protagonismo feminino tomou conta. Duas jovens, irmãs de sangue, estão ainda aprendendo com os pais qual é a melhor forma de seguir em frente e com segurança. O seu Altair, a dona Marli e as “meninas”, a Samara e a Eduarda, formam esse núcleo familiar, que ancorou por aqui em 2011 e nunca mais saiu. Foram tempo difíceis. Mas também tempo de louvar as conquistas. Hoje a granja tem um moderno sistema de integração de suínos e boas vacas de leite no pasto. Os primeiros sete hectares de área, o seu Altair recebeu do pai dele. Os outros 26 adquiriu com o tempo. Nesse passar de anos, a família pôde, enfim, proclamar orgulhosa: está no caminho certo.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados, às 8h30, com reprises às terças-feiras às 13h30.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Plantio de soja já supera 1,3 milhão de hectares no Paraná


Campo Mourão e Toledo lideram o avanço do plantio de soja





Foto: Leonardo Gottems

De acordo com os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná avança de forma acelerada. Na última semana, foram plantados cerca de 700 mil hectares, elevando o total para mais de 1,3 milhão de hectares semeados. A estimativa para esta safra é de 5,8 milhões de hectares, e até o momento, 22% dessa área já foi plantada.

O núcleo regional com o plantio mais adiantado é o de Toledo, onde 85% dos 493 mil hectares previstos já estão no solo. O maior núcleo produtor de soja, Campo Mourão, já alcançou 40% do plantio dos 714 mil hectares previstos para esta safra. As lavouras já implantadas estão em boas condições, com 78% em fase de germinação e 22% em desenvolvimento vegetativo.

A expectativa é que o ritmo de plantio continue a se intensificar nas próximas semanas, impulsionado pelas boas condições climáticas e pelo progresso observado nas principais regiões produtoras do estado.





Source link

News

Áreas produtoras do Sul receberão chuva até o final do ano? Meteorologista responde



O anúncio da chegada do La Niña na safra de verão brasileira assustava produtores, principalmente os do Sul do país, que sofreram com estiagens severas nas últimas temporadas e temiam pela falta de chuva no desenvolvimento de suas lavouras.

Contudo, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês) já confirmou que o impacto do fenômeno será pequeno, visto que sua passagem é de baixa intensidade.

Assim, de acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, as condições climáticas tendem a beneficiar os cultivos de inverno e, no início, fazer com que a média de chuva para o período seja até mesmo excedida.

“Nas regiões produtoras de trigo do Sul, há previsão de chuva para os próximos cinco dias. As precipitações começam na segunda-feira (7), mas ainda haverá o problema com queda de granizo e rajadas de vento, típicas da primavera”.

Já de 10 a 14 de outubro, a chuva ganha força, o que pode acabar prejudicando os trabalhos em campo, principalmente no noroeste do Rio Grande do Sul. “Já a tendência entre 15 a 19 de outubro é de tempo mais firme na região gaúcha, o que ajuda nos tratos culturais”, diz Müller.

Em Cruz Alta, município da região noroeste do Rio Grande do Sul, por exemplo, a previsão indica mais de 230 mm de chuva durante o mês de outubro e mais de 200 mm ao longo de novembro.

“Como o La Niña não afetou o inverno brasileiro, nao está interferindo na chuva na região, ou seja, os volumes continuam dentro da normalidade. Isso se estende para as demais áreas produtoras de trigo ao longo de todo o restante do ano”, finaliza Müller.



Source link

News

Confira a previsão do tempo para as áreas produtoras da soja no Brasil


Os produtores da soja nas regiões de Rondônia, Mato Grosso e Centro-Sul do Brasil devem enfrentar uma transição nas condições climáticas, com a previsão de chuvas para os próximos dias. Apesar de um atraso nas precipitações até o dia 9 de outubro, a expectativa é de que, a partir do dia 10, as chuvas se intensifiquem, com volumes que podem ultrapassar 40 mm.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Cenário climático

Foto: Canal Rural

A previsão indica que o Centro-Oeste e o Sudeste do país começarão a receber chuvas volumosas nos próximos dias, beneficiando a umidade do solo, essencial para o cultivo da soja. A região Sul, especialmente o norte do Paraná, também se prepara para a mudança climática.

Na região do Centro-Oeste, estados como Mato Grosso e Goiás devem registrar chuvas volumosas. Entre os dias 15 e 19 de outubro, a previsão é de continuidade das chuvas nessas áreas, permitindo que os produtores acelerem a semeadura do grão.

Tempo pelo país

O tempo pelo país apresenta boas perspectivas para os agricultores. Em Sorriso (MT), há previsão de chuvas que totalizará 150 mm, proporcionando á uma reposição hídrica no solo.

Na cidade de Primavera do Leste (MT), a previsão é de que a região receba cerca de 100 mm de chuva nos próximos 30 dias.

No Paraná, a cidade de Tibagi deve registrar o retorno do período chuvoso, com 200 mm previstos em 30 dias.

Com o fim da onda de calor e o aumento das chuvas, os produtores estão diante de uma boa oportunidade para plantar e garantir boa produtividade. A combinação de umidade adequada do solo e temperaturas mais amenas favorece o desenvolvimento saudável das culturas.



Source link

News

Incêndio de grande porte destrói área rural de São Paulo



Um incêndio de grandes proporções está devastando cerca de 50 mil metros quadrados na área rural de Pirapozinho, também conhecido como Cidade Joia da Alta Sorocabana, em São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas começaram em uma chácara, próxima à Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425). Por causa da ventania no local, o fogo se espalhou rapidamente pela vegetação. A corporação ainda está em ação, tentando controlar as chamas.

Ainda não há informações sobre as causas do incêndio. Também não foram informados possíveis danos a propriedades rurais ou eventuais vítimas. Conforme relato dos bombeiros, a operação é difícil em função da vegetação.

Incêndio próximo à universidade

Na última quinta-feira (3) outro incêndio, também de grande extensão, chegou próximo ao Campus 1 da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas.

As chamas foram extintas rapidamente pelos bombeiros no final da noite, mas causaram preocupação na comunidade acadêmica e moradores das proximidades do Parque Fazenda Santa Cândida, onde fica a universidade.

O risco de surgimento de novos focos de queimadas fez com o governo do estado prorrogasse a Operação Estiagem até 15 de outubro. A medida consiste em manter em alerta e em prontidão todas as unidades de combate ao fogo, com a adoção de todos os protocolos de contingência exigidos para crises como a atual.



Source link

News

Brasil recebe autorização para exportar caprinos e ovinos vivos para Omã



Os ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE) divulgaram nota conjunta informando que o Brasil está apto a enviar caprinos e ovinos vivos a Omã, país do Oriente Médio.

De acordo com a nota, o Ministério da Agricultura, Pescados e Recursos Hídricos de Omã (MAFWR) estaria de acordo com o modelo de Certificado Veterinário Internacional (CVI) proposto pelo Brasil para a exportação desses animais ao país.

A autoridade sanitária de Omã afirma que a conclusão do processo exige, ainda, um pedido oficial de importador local ao MAFWR, que definirá o início do credenciamento de locais adequados para a quarentena veterinária dos animais no Brasil.

De acordo com a nota conjunta, com essa autorização, o agronegócio brasileiro atingirá sua 170ª abertura de mercado em 2024, totalizando 248 aberturas em 60 destinos desde o início de 2023.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de gramados gerou mais de R$ 158 milhões no Paraná


Gramados representam 63,4% do valor da floricultura paranaense





Foto: Canva

Segundo os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção de gramados no Paraná em 2023 representou 63,4% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da floricultura, gerando uma renda de R$ 158,3 milhões em uma área de 17,7 milhões de metros quadrados. Esse valor faz parte do total de R$ 249,6 milhões gerados pelo setor da floricultura no estado. A produção de gramas se concentra principalmente nos Núcleos Regionais de Maringá, Curitiba, Cascavel, Toledo e Londrina, que juntos respondem por 91,2% dos cultivos no estado.

Entre os municípios, São José dos Pinhais lidera a produção com 3,9 milhões de metros quadrados de gramados cultivados e um valor bruto de R$ 34,4 milhões, o que corresponde a 21,7% do VBP estadual. Marialva vem logo atrás, com 3,6 milhões de metros quadrados e R$ 32,4 milhões, somando, junto a São José dos Pinhais, 42,2% do total da produção paranaense.

O cultivo de gramados no Paraná está presente em outros nove núcleos regionais e distribuído por 46 municípios, consolidando-se como uma importante atividade agrícola para o estado.





Source link

News

Como foi a semana da soja no Brasil? Confira a atualização dos preços no país



O Soja Brasil teve acesso às informações da consultoria Safras & Mercado sobre o mercado da soja. A semana foi marcada por preços mistos e poucos negócios no Brasil. Com a queda dos preços em Chicago e a alta do dólar, muitos produtores priorizaram o plantio em vez da comercialização. O atraso na semeadura, agravado pelo clima seco, gerou preocupações entre os agentes do setor.

De acordo com o analista Luiz Fernando Gutierrez Roque, da Safras & Mercado, o atraso no plantio é maior em Mato Grosso, mas também acontece em Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. “Ainda temos uma janela para plantar a soja”, afirma Gutierrez Roque, embora reconheça a importância do tema para a Bolsa de Mercadorias de Chicago.

No cenário interno, a expectativa é de preços firmes até o final do ano, sustentados por prêmios robustos e pelas influências do dólar e dos preços de Chicago. “As demandas de exportação e de esmagamento devem resultar em estoques apertados no Brasil”, acrescenta o analista. No entanto, ele alerta que a situação do mercado depende do tamanho da safra brasileira.

A análise do mercado futuro aponta que os gráficos de Chicago indicam espaço para uma correção para baixo. “Nos últimos 15 ou 16 dias, a alta acumulada foi de 10%”, informa o analista Rafael Silveira. Ele prevê que, se confirmado um movimento corretivo, o preço do grão pode voltar a US$ 10,00 por bushel para o contrato de novembro de 2024, com a bolsa se comportando de forma mais lateralizada após atingir esse patamar.

Sobre os subprodutos, Gabriel Viana, também da Safras & Mercado, antecipa um final de ano desafiador para o farelo e o óleo de soja, alertando que não é prudente deixar as compras para a última hora, pois a oferta tende a ser apertada.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!

Preços no país

  1. Passo Fundo (RS): houve uma queda de R$ 135,00 para R$ 134,00
  2. Cascavel (PR): o preço se manteve em R$ 139,00
  3. Rondonópolis (MT): subiu de R$ 131,00 para R$ 134,00
  4. Porto de Paranaguá (PR): a saca passou de R$ 142,00 para R$ 141,00

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, apresentaram desvalorização de 1,31% na semana, sendo cotados a US$ 10,51 3/4 por bushel na manhã de sexta-feira, 4 de outubro.

O mercado foi pressionado pela expectativa de chuvas benéficas para o plantio no Brasil, pelo avanço da colheita da maior safra da história dos Estados Unidos e pelo adiamento da entrada em vigor da Lei Antidesmatamento na União Europeia.

O dólar comercial também teve alta de 0,7% na semana em relação ao real, encerrando a quinta-feira cotado a R$ 5,4745. A crescente tensão no Oriente Médio trouxe aversão ao risco e contribuiu para a valorização do dólar.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

preço do leite volta a subir em setembro


Clima afeta produção e preço do leite, aponta Deral





Foto: Divulgação

Segundo os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), após uma queda no preço médio do leite em agosto, o mercado registrou uma recuperação atípica em setembro, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral). O valor pago ao produtor atingiu R$ 2,76 por litro, posto na indústria, recuperando o patamar do mês anterior.

Esse aumento foi impulsionado por adversidades climáticas que reduziram a captação de leite pelos laticínios no Paraná. A estiagem, que elevou os custos e afetou a produção, mostrou sinais de alívio em setembro, mas as principais regiões produtoras ainda enfrentaram um déficit hídrico entre 40 e 50 mm.

Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), aescassez de chuvas nas áreas de produção refletiu diretamente nos preços ao consumidor. De acordo com a pesquisa de varejo do Deral, o leite em pó registrou aumento de 2,75%, enquanto o leite longa vida subiu 0,64%. Comparado ao mesmo período de 2023, esses produtos estão significativamente mais caros, com altas de 9,77% e 25,55%, respectivamente.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Preços ficam estáveis nesta sexta-feira (23) no mercado de suínos


Logotipo Notícias Agrícolas

A sexta-feira (23) termina para o mercado de suínos com preços estáveis, na maioria. Segundo análise do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne estão em alta em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo órgão. Em algumas praças, a atual média do vivo é a maior desde fevereiro/21, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho). 

Segundo pesquisadores do Cepea, os avanços são resultados da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria, que precisa atender às demandas interna e sobretudo, externa. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 167,00, assim como s carcaça especial, fechando em R$ 13,30/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (22), houve aumento somente no Paraná, na ordem de 0,84%, chegando a R$ 8,36/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 8,97/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,96/kg), Santa Catarina (R$ 8,28/kg), e São Paulo (R$ 8,79/kg).
 

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte:

Notícias Agrícolas





Source link