sexta-feira, julho 31, 2026

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Novo Conselho do Fundecitrus é eleito para a gestão


Conselho Deliberativo tem a função de orientar e fiscalizar as atividades


Foto: Fundecitrus

O novo Conselho Deliberativo do Fundecitrus foi eleito, nesta quinta-feira (26), para a próxima gestão 2024/2028. Associados da instituição se reuniram em assembleia, em Araraquara (SP), para a nomeação do novo conselho e diretoria. O gerente-geral do Fundecitrus, Antonio Juliano Ayres, foi eleito diretor-executivo da instituição e Luciana Tanoue Lima, diretora tesoureira.

Ayres trabalha no Fundecitrus há 27 anos e tem atuado na gestão e coordenação dos trabalhos de pesquisa focados no manejo e controle das pragas e doenças dos citros no cinturão citrícola. O Fundecitrus é uma associação privada mantida por citricultores e indústrias de suco de laranja do estado de São Paulo para promover o desenvolvimento sustentável da citricultura. O Conselho Deliberativo tem a função de orientar e fiscalizar as atividades do Fundecitrus.

Conselho Deliberativo 2024/2028

Diretor-executivo: Antonio Juliano Ayres

Diretora tesoureira: Luciana Tanoue Lima

Conselheiros Titulares

Brayan Franchi Miachon Palhares

Francisco Groba Porto Netto

Luiz Fernando Girotto

Valdir Guessi

Sarita Jungueira Rodas

Edson Luis Rigotto

Francisco Jose Turchetto Santos

José Eugenio de Rezende Barbosa Sobrinho

Conselheiros Suplentes

Rafael Dib Machado

João Batista Garcia Carneiro

Edélcio A. Oliveira Junior

Antonio Ricardo Violante

Fernando Vianna Arroyo

Anderson Jose Pletsch

Alexandre Tachibana

Carlos Andre Neto

Conselho Fiscal

Conselheiros Titulares

Sérgio Luiz Canassa

Santiago Aires Prieto Neto

Mateus de Carvalho Velloso

Conselheiros Suplentes

Guilherme de Souza Santos

Marcio Eduardo Simoneti

Flavio Aparecido da Silva





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Fundecitrus Podcast – Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura


46º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

O 46º episódio do Fundecitrus Podcast traz a segunda e última parte da discussão sobre a irrigação na citricultura. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Nesse episódio, a pesquisadora do Instituto Agronômico (IAC) Regina Celia de Matos Pires aborda as diferentes estratégias para o manejo da água, uso racional, monitoramento do clima e os desafios para a citricultura.





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Preços do milho seguem em alta no Brasil, impulsionados por clima e exportações


Os preços do milho no Brasil continuam em elevação, refletindo um cenário de retenção de oferta e desafios climáticos. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), a média de preços no Rio Grande do Sul atingiu R$ 60,75 por saco, com algumas das principais praças registrando valores ao redor de R$ 59,00. Em outras regiões, os preços oscilaram entre R$ 43,00 e R$ 63,00 por saco, enquanto nos portos de exportação, como em Santos (SP), o valor chegou a R$ 69,00 por saco.

Na B3, o milho encerrou o mês de setembro em alta, girando entre R$ 68,90 e R$ 70,52 por saco, acumulando um aumento de 8% em algumas posições, como no contrato de novembro de 2024. Essa valorização ocorre, em parte, devido à decisão de muitos produtores de segurarem a venda do milho da safrinha, aguardando preços ainda mais elevados, diante das dificuldades climáticas que afetam o plantio da safra de verão.

Safra de verão enfrenta atrasos

De acordo com dados da StoneX, a produção brasileira de milho na safra de verão 2024/25 deve atingir 24,9 milhões de toneladas. No Paraná, o plantio desta primeira safra chegou a 74% nesta semana, um atraso em relação aos 82% registrados no mesmo período do ano passado. O estado espera colher 2,6 milhões de toneladas de milho nesta safra de verão, sendo que a principal colheita de milho no Paraná vem da segunda safra, a “safrinha”.

Segundo a CEEMA, o atraso no plantio também é observado em outras regiões do país, em parte devido ao clima seco, o que também pode impactar a semeadura da soja no Centro-Oeste. Como resultado, a expectativa é de um possível atraso no plantio da safrinha, o que traz incertezas para o mercado de milho nos próximos meses.

Exportações em queda, mas demanda interna aquece

Apesar da alta nos preços internos, a exportação de milho apresentou uma queda. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estimou que, em setembro, o volume exportado de milho tenha atingido 6,7 milhões de toneladas, 2,7 milhões a menos que no mesmo mês de 2023.

Já o relatório mais recente da Conab indica que o plantio da safra de verão no Brasil alcançou 21,6% da área projetada até o final de setembro, com 31,9% das áreas plantadas já em fase de emergência e o restante em estágio de desenvolvimento vegetativo.

Com os produtores segurando parte da oferta e as condições climáticas desafiando o plantio, o mercado de milho deve seguir aquecido, com impactos diretos no preço do grão, tanto no mercado interno quanto no de exportação. A expectativa é que as próximas semanas tragam definições mais claras para o setor, especialmente com a evolução do plantio da soja e o avanço das safras.





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Confira como os preços da soja terminaram a semana no Brasil e em Chicago


Os preços da soja ficaram mistos nesta sexta-feira (4) nas principais praças de comercialização do país. Enquanto isso, a Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) e o dólar caíram.

Segundo a consultoria Safras & Mercado, as melhores ofertas foram para pagamentos alongados.

Ainda assim, os produtores não se mostram dispostos a negociar, esperando por ofertas com pagamentos mais curtos. Lotes pontuais foram negociados para entrega disponível e pagamento em meados de abril.

Preços da soja disponível

  • Passo Fundo (RS): seguiu em R$ 135
  • Região das Missões: avançou de R$ 133 para R$ 134
  • Porto de Rio Grande: aumentou de R$ 141 para R$ 142
  • Cascavel (PR): valorizou de R$ 139 para R$ 140
  • Porto de Paranaguá (PR): estabilizou em R$ 143
  • Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 134
  • Dourados (MS): subiu de R$ 134 para R$ 135
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 133

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados em Chicago fecharam a sexta-feira em baixa, ampliando as perdas semanais. O mercado mudou de direção, após iniciar o dia tentando recuperar tecnicamente parte das perdas recentes.

A previsão de retorno das chuvas sobre as regiões produtoras do Brasil na próxima semana, beneficiando o plantio, determinou as perdas, tanto na sexta como na semana. Apesar do atraso na semeadura, a expectativa é de que o Brasil colha uma safra cheia em 2024/25.

Nos Estados Unidos, mesmo com preocupações pontuais com a questão clima, a colheita avança, confirmando que os produtores norte-americanos deverão colher a maior safra da história. Com isso, os preços sucumbiram ao cenário fundamental baixista.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 8,25 centavos de dólar, ou 0,78%, a US$ 10,37 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,56 por bushel, com perda de 8,50 centavos ou 0,79%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,00 ou 0,6% a US$ 330,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 43,97 centavos de dólar, com baixa de 0,56 centavo ou 1,25%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,34%, sendo negociado a R$ 5,4554 para venda e a R$ 5,4534 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4515 e a máxima de R$ 5,5202. Na semana, a moeda teve valorização de 0,36%.



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Incêndios florestais devem gerar quebra de 15% na safra de cana


Estimativa da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) mostra que os prejuízos ao setor causados pelos incêndios florestais que afetaram diversos estados brasileiros podem superar R$ 2,5 bilhões.

Ao todo, cerca de 390 mil hectares foram afetados, distribuídos entre São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Os dados da entidade foram apresentados durante o webinar “Incêndios florestais: prevenção, combate e impactos no agronegócio”, organizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).

“Infelizmente, incêndio é algo imprevisto, sem controle e uma ação indesejada em qualquer atividade agrícola, e que combinados com o clima seco têm causado uma drástica redução na produtividade da cana-de-açúcar. Os produtores de cana ainda estão se organizando para entender os próximos passos, visto que os custos para o replantio e manejo são muito altos”, disse o CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira.

Segundo ele, devido às perdas, a cana só conseguirá rebrotar quando as chuvas chegarem de forma uniforme e volumosa. “Neste contexto, estimamos uma quebra na safra de cana-de-açúcar de cerca de 15% em comparação com a safra passada, o que impactará diretamente na oferta mundial de açúcar, o que, por sua vez, afetará os preços do etanol”, disse.

Recorde de incêndios em SP

Entre janeiro e setembro deste ano, foram registrados quase 8 mil focos de incêndios florestais em São Paulo, maior número da série histórica. Essa quantidade representa uma alta de 433% em relação a 2023, quando houve 1.488 focos. Foram 430 mil hectares afetados neste período, contra 34 mil no ano passado.

O promotor de justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo Flavio Okamoto, presente no webinar, ressaltou que ocorrências simultâneas e numerosas mostraram que é preciso reforçar a capacidade de reação dos municípios e órgãos de defesa e ampliar os treinamentos nessa área.

Segundo ele, há uma proposta do Ministério Público para que haja roçada “cerca a cerca” em todas estradas de São Paulo. “Estamos em conversas avançadas com o Departamento de Estradas de Rodagens (DER) e em discussões com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e com a Secretaria de Parceria e Investimentos, pois a ideia é que essa solução seja também adotada pelas concessionárias, e será necessário realizar alterações contratuais”, detalhou.

Influência da vegetação mais fina

braquiária da Embrapa, pastagembraquiária da Embrapa, pastagem
Braquiária. Foto: Embrapa

O major Jean Gomes, do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo (CBPMESP) explicou que foram realizados estudos para medir a influência da vegetação mais fina, como braquiárias e capim colonião, que pode aumentar o combustível disponível para o fogo e ampliar o volume de ocorrências.

Ele citou a realização de um laboratório na Reserva de Jataí (unidade de conservação localizada no município paulista de Luiz Antônio) para uso de queima prescrita, em 2021 e 2022, que alcançou resultado positivo, com diminuição de 91% dos riscos de incêndio naquela área.

O major adiantou, também, que já está sendo trabalhada a regulamentação da Política Estadual de Manejo Integrado do Fogo, instituída pela Lei nº 17.460, promulgada em 2021.

“Os trabalhos têm avançado, porque estamos em busca de uma solução para essa situação. Sem uma prevenção efetiva, não teremos resultados palpáveis e concretos no futuro”, avalia.



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apesar de pequena melhora nas escalas, preços deverão continuar subindo



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta no decorrer da sexta-feira (4). Houve relatos de bom ritmo de negócios em São Paulo a R$ 290/300 a arroba com prazo curto para pagamento, o que promoveu relativo alívio nas escalas de abate.

Após o bom ritmo de compras no mercado paulista, algumas unidades passaram a se ausentar da compra de gado.

“De qualquer forma, o movimento ainda é sólido, com uma demanda extremamente aquecida e bom potencial para continuidade deste movimento no curto prazo”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 291,42
  • Goiás: R$ 269,11
  • Minas Gerais: R$ 283,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 281,36
  • Mato Grosso: R$ 245,20

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes, e o viés ainda é de alta dos preços no decorrer da primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 16,50. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,50 por quilo. A ponta de agulha segue precificada a R$ 15,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,34%, sendo negociado a R$ 5,4554 para venda e a R$ 5,4534 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4515 e a máxima de R$ 5,5202. Na semana, a moeda teve valorização de 0,36%.



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Brasília supera recorde histórico de seca com 164 dias sem chuva



Nesta sexta-feira (4), Brasília bateu o recorde histórico de seca, com 164 dias sem chuvas, superando em um dia o recorde anterior, que era de 1963.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) acionou o alerta laranja – de perigo – para baixa umidade no Distrito Federal (DF) com previsão de 15% nas horas mais quentes.

Além do DF, o instituto também registrou o alerta de seca em sete estados:

Um levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) constatou aumento de 269% nos focos de incêndio no Distrito Federal este ano, com 75 mil em setembro.

O Inmet recomenda que a população beba mais líquidos e evite atividades físicas e exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, das 10h às 16h. Também é importante que as pessoas intensifiquem o uso de hidratantes e umidifiquem os ambientes.



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Setor de máquinas agrícolas espera crescimento de 8,2% em 2025



Os fabricantes de máquinas agrícolas esperam um crescimento de 8,2% no faturamento do setor em 2025. A perspectiva foi compilada em pesquisa realizada com representantes das empresas pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

O anúncio foi feito durante o 24º Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, promovido pela Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) nesta sexta-feira (4).

Conforme o presidente da CSMIA, Pedro Estevão Bastos, não será um ano maravilhoso, mas não será uma catástrofe. “Começamos a retomar um nível normal. Se olharmos o faturamento mensal da Câmara, o último buraco foi em abril [deste ano]”.

Segundo ele, o setor vem de fortes quedas desde 2022, quando faturou R$ 94 bilhões. Em 2023, foram 74 bilhões. Em 2024, a retração é projetada em 25%, para R$ 56 bilhões.

Bastos lembra que as empresas estão em época de planejamento. Na mesma pesquisa, realizada no ano passado, a perspectiva dos representantes era de queda de 7%. “Caiu mais por causa da seca. Vemos que o faro do pessoal não é ruim, não”, observou.



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Preço da saca de feijão preto sobe 30% no Paraná


Paraná amplia exportações de feijão preto





Foto: Pixabay

De acordo com Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), produtores de feijão preto no Paraná têm experimentado uma alta nos preços da saca. Em setembro, o preço médio da saca chegou a R$ 306,88, um aumento de 30% em relação a agosto (R$ 236,83) e 36% superior ao valor praticado no mesmo período do ano passado (R$ 225,43).

Esse aumento nos preços impulsionou a confiança dos produtores na primeira safra de feijão, que está estimada em 138,5 mil hectares. Mais da metade dessa área já foi semeada, e espera-se que a área total seja 29% maior em comparação ao mesmo período de 2023. Caso o clima seja favorável, a produção pode atingir 266,8 mil toneladas no estado, um aumento expressivo de 66% em relação às 160 mil toneladas colhidas na safra anterior, conforme dados do boletim.

Um dos fatores que explicam a elevação dos preços é a expectativa de manutenção das exportações para outros países da América Latina, como México e Venezuela, que juntos já adquiriram mais de 20 mil toneladas de feijão preto originárias do Paraná. Essas exportações, consideradas atípicas, têm fortalecido a posição do Paraná no comércio exterior do produto, aproximando o estado do Mato Grosso, maior exportador nacional de feijão preto.

Embora o Mato Grosso ainda mantenha uma liderança consolidada nas exportações, com canais estabelecidos para mercados como Índia e outros países da região há mais de uma década, o Paraná tem ampliado sua participação e se destacado na comercialização internacional.





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Paraná avança no plantio da soja, mas cenário ainda é incerto



O plantio da soja no Paraná já começou, com a liberação total da cultura em todas as regiões. No sudoeste, onde a semeadura é antecipada, o avanço tem sido considerável, impulsionado pelas chuvas de setembro. Áreas como Maringá também se beneficiaram das precipitações, mas algumas adversidades ainda persistem, trazendo desafios para os produtores.

De acordo com Zezé Sismeiro, diretor da Aprosoja-PR, “os custos elevados continuam a impactar a lucratividade dos agricultores. O preço da saca da soja caiu consideravelmente, mas os insumos, maquinário, peças e o óleo diesel não diminuíram na mesma proporção”, comenta.

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Perspectiva da semeadura

No último ciclo, o Paraná colheu 18,3 milhões de toneladas do grão, o que representa uma queda em relação ao ano anterior. Embora o início da nova temporada traga alguma esperança, os agricultores permanecem cautelosos diante dos altos custos que pressionam suas margens de lucro.

Enquanto alguns agricultores que plantaram no seco têm alcançado resultados razoáveis, muitos ainda enfrentam um plantio lento nas regiões que recentemente liberaram o vazio sanitário. A expectativa de melhora persiste, mas os produtores continuam a lidar com incertezas relacionadas à semeadura do grão.



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