quinta-feira, julho 30, 2026

Agro

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Frente fria chega ao Sudeste trazendo pancadas de chuva e risco de tempestades



Saiba como o clima vai se comportar nesta quarta-feira (9) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo volta a ficar estável nas regiões sul, sudoeste e da Campanha Gaúcha. A chuva persiste nas demais áreas, avançando por todo o estado do Paraná. Fortes temporais e queda de granizo podem ocorrer no noroeste paranaense.

Sudeste

A frente fria chega ao Sudeste e aumenta a nebulosidade nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Há previsão de pancadas de chuva no Vale do Ribeira, litoral, região metropolitana de São Paulo e Vale do Paraíba. Não se descarta a possibilidade de temporais.

Centro-Oeste

Instabilidades ganham força na região devido ao avanço de uma frente fria. Há condições para pancadas isoladas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no extremo sul de Goiás. Temporais isolados e queda de granizo podem ocorrer.

Nordeste

O tempo estável predomina em toda a região. No interior, a umidade do ar pode cair para níveis inferiores a 20%, com temperaturas elevadas, atingindo máximas de 35 graus e, em alguns pontos, chegando a 40 graus.

Norte

Ainda há condição favorável para pancadas isoladas de chuva sobre os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Nas demais áreas, o dia será ensolarado e com temperaturas elevadas.



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como está o plantio da soja?


O plantio da soja em Minas Gerais está liberado desde o dia 30 de setembro, mas os produtores ainda enfrentam uma série de desafios relacionados à semeadura. Luiz Carlos Saad, vice-presidente da Aprosoja Minas Gerais, alerta para a gravidade da situação hídrica no estado. “Desde março, o estado enfrenta uma estiagem severa, com uma deficiência hídrica que afetou drasticamente a produção da safrinha”, detalha.

Saad observa que, embora a irrigação tenha sido uma alternativa para alguns, ela se mostrou limitada devido à falta de chuvas, comprometendo a recomposição hídrica necessária para o cultivo. As previsões meteorológicas para outubro não são otimistas, indicando chuvas entre 6 e 20 milímetros, um volume insuficiente para o início do plantio.

“Para um plantio adequado, seriam necessários pelo menos 100 milímetros de chuvas na região. As lavouras irrigadas, que normalmente são plantadas antecipadamente, ainda não estão em condições de receber as sementes”, explica Saad. Essa situação leva muitos produtores a questionar se poderão iniciar a semeadura no prazo ideal.

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Tempo seco e altas temperaturas

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Tempo seco. Foto: Pixabay

Outro fator preocupante é o impacto das queimadas no Cerrado, que danificaram a palhada, essencial para a conservação do solo e a produtividade das lavouras. Essas queimadas, resultantes da seca, forçaram muitos agricultores a repensar suas estratégias de plantio, gerando custos adicionais para a recuperação do solo. A perda da palhada compromete a fertilidade e a saúde do solo, o que pode afetar a produção nas próximas safras.

Saad destaca que as altas temperaturas, que chegam a 40 graus, dificultam ainda mais a recuperação hídrica. A combinação de calor extremo e escassez de água torna a situação crítica, com rios secando e o aquífero Guarani sob pressão. Ele ressalta que os produtores não são responsáveis pelas queimadas; o prejuízo recai sobre eles, e a interpretação equivocada dos decretos governamentais agrava ainda mais o problema.

Apesar dos desafios, ele confia na resiliência dos produtores. ”Com o mês avançando, eles aguardam mudanças climáticas que tragam alívio e possibilitem um plantio bem-sucedido. O clima permanece como o principal fator para o futuro da safra de soja, e todos esperam que as chuvas cheguem no momento certo para garantir uma boa colheita”, finaliza.



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Políticos, empresários e agricultores lideram entre os prefeitos eleitos



De acordo com dados divulgados pela Agência Senado, a função de prefeito é a ocupação mais comum entre os eleitos em primeiro turno nas eleições municipais de 2024. Entre os candidatos eleitos, 30% se declararam prefeitos como profissão, seguido por 15% de empresários, 6% de agricultores e 5% de advogados. Outras ocupações também se destacaram, como servidores públicos municipais (4%), administradores (4%), médicos (3%) e vereadores (3%).

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Em termos de escolaridade, 60% dos novos prefeitos possuem ensino superior completo, enquanto 25% concluíram o ensino médio. Apenas 5% têm o ensino fundamental completo, 5% o superior incompleto, 4% o ensino fundamental incompleto e 2% o ensino médio incompleto.

Quando o assunto é estado civil, 71% dos prefeitos eleitos são casados, 19% solteiros, 8% divorciados, 2% viúvos e 5% separados judicialmente.

Essa nova composição revela a presença significativa de políticos de carreira e empreendedores à frente das administrações municipais, com um forte predomínio de prefeitos com formação superior, indicando uma tendência de qualificação dos gestores públicos nos próximos anos.



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Projeto destina parte dos recursos de loterias para o crédito rural



O projeto de lei 1658/23, já aprovado pelo Senado, destina parte da arrecadação com loterias ao financiamento do crédito rural. O texto, agora em análise na Câmara dos Deputados, altera a lei 13.756/18, que trata de loterias.

Pela proposta, a cada ano os valores líquidos arrecadados em três concursos de loterias esportivas serão destinados ao Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) e alocados no Fundo de Terras e da Reforma Agrária (Banco da Terra).

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Esse programa de crédito oferece linhas de financiamento para a compra de propriedades rurais ou de bens e serviços para estruturar a produção agropecuária. Os beneficiários são pequenos agricultores familiares ou trabalhadores rurais.

Segundo o autor da proposta, senador Jaime Bagattoli (PL-RO), a intenção é fortalecer esse tipo de financiamento. “A realidade tem mostrado que o acesso ao PNCF não tem sido satisfatório em face da escassez de recursos”, disse.

Atualmente, a lei 13.756/18, já destina a renda de três concursos anuais para a Cruz Vermelha Brasileira e para as federações das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Fenapaes) e das Associações Pestalozzi (Fenapestalozzi).

O projeto tramita na Câmara dos Deputados em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto, que já foi aprovado pelo Senado, também terá de ser aprovado pela Câmara.



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Brasil avança com novo marco regulatório para biocombustíveis



A Lei dos Combustíveis do Futuro foi sancionada nesta terça-feira (8) pelo presidente Lula, que estabelece o marco regulatório para biocombustíveis no país. A nova legislação cria diretrizes para o Programa Nacional do Diesel Verde (PNDV) e incentiva o uso de bioquerosene na aviação (ProBioQAV).

Durante a cerimônia de sanção na Base Aérea de Brasília, autoridades e especialistas destacaram a importância do marco para o futuro dos biocombustíveis no país. O setor prevê que a nova lei impulsionará investimentos de até R$ 200 bilhões, além de fortalecer a produção de biocombustíveis, como o etanol e o biodiesel, consolidando o Brasil como protagonista na descarbonização do transporte.

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Para Francisco Turra, presidente do Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), a medida vai redefinir a história do desenvolvimento sustentável do Brasil. “Este projeto inaugura um novo momento da economia nacional, caracterizado por fortes investimentos no parque industrial e pela agregação de valor em toda a cadeia do agronegócio, impulsionando a economia e o emprego verde”, afirma.

A exposição Liderança Verde Brasil Expo, também foi um dos pontos altos do evento, destacando o compromisso do setor privado com a transição energética. Na avaliação de Erasmo Carlos Battistella, presidente da Be8, empresa líder em produção de biodiesel, a exposição é a prova viva de que o setor privado está avançando e assumindo compromissos para tornar a transição energética uma realidade e o país”.

Os avanços também envolvem o aumento da mistura de etanol na gasolina para até 35% e o biodiesel no diesel para 20% até 2030, o que deve gerar impacto direto na expansão de pesquisas e no mercado global de energia sustentável.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a produção nacional de biodiesel atingiu mais de 7,5 bilhões de litros em 2023, impulsionada pelo aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel para 12%, em vigor desde abril deste ano. A região sul do Brasil lidera a produção com 3,1 bilhões de litros, seguida pelo Centro-Oeste, que produziu 3 bilhões de litros no ano passado.

O principal insumo utilizado é o óleo de soja, mas também há participação de gordura animal e óleo de algodão.

Aceleração na tramitação

Após ter sido aprovado inicialmente pela Câmara dos Deputados, o projeto foi analisado pelo Senado, que fez algumas modificações no texto. Entre as principais alterações estão o aprimoramento dos programas voltados à promoção do diesel verde, combustível sustentável para aviação, e a descarbonização do setor energético.

O relator na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), acatou grande parte das emendas, destacando que as mudanças fortaleceram o avanço do Brasil na adoção de combustíveis sustentáveis. Com a aprovação tanto na Câmara quanto no Senado, o projeto seguiu para a sanção presidencial, que é a última etapa do processo legislativo antes de uma proposta se tornar lei.



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AgroNewsPolítica & Agro

Estudos revelam impacto do nitrato de cálcio no algodão


O algodão, uma das culturas mais tradicionais e importantes no cenário agrícola global, tem se destacado no Brasil, que hoje é o terceiro maior produtor mundial e o maior exportador. O protagonismo brasileiro nessa área é resultado de avanços tecnológicos e da adoção de novas práticas de manejo, que têm contribuído para a elevação da produtividade. Entre as inovações mais recentes, está o uso do nitrato de cálcio, que tem mostrado resultados expressivos na melhoria do desempenho do algodão. Estudos recentes apontam que esse insumo é capaz de aumentar a produtividade da cultura, beneficiando tanto a qualidade quanto a quantidade do algodão colhido.

Um estudo conduzido pela Yara, em parceria com a Universidade do Oeste Paulista, destacou o papel do cálcio na produtividade do algodão. A pesquisa, realizada na fazenda experimental da universidade, em Presidente Bernardes (SP), revelou que a disponibilidade natural de cálcio no solo pode não ser suficiente para atender às demandas da planta durante seu ciclo de crescimento, especialmente em períodos críticos de alta absorção de nutrientes.

Ao testar diferentes fontes de cálcio, o nitrato de cálcio se destacou como o mais eficaz. O estudo apontou um aumento de 155% no comprimento das raízes do algodão, quando comparado ao controle, além de uma redução entre 21% e 50% nos níveis de alumínio tóxico no solo. Isso é extremamente relevante, pois o alumínio é prejudicial ao desenvolvimento do algodoeiro, limitando seu crescimento e produtividade. Outro aspecto relevante foi o aumento do teor de cálcio nas folhas e flores, o que contribui para o vigor da planta e, consequentemente, para melhores resultados na colheita.

Em um segundo estudo, realizado no Centro de Aprendizagem e Difusão Oeste da Fundação MT, em Sapezal (MT), foi possível observar os benefícios da aplicação de nitrato de cálcio em um sistema de rotação de culturas soja/algodão. A pesquisa, que abrangeu as safras de 2021 a 2023, mostrou que o uso de fontes nitrogenadas com cálcio solúvel, como o YaraLiva NITRABOR, associadas a outros insumos como YaraBela ou YaraMila, resultou em um aumento expressivo no desenvolvimento radicular da planta, além de maior rendimento do algodão em caroço.

Além de favorecer o desenvolvimento das raízes, essa combinação de insumos promoveu a saturação por bases, reduzindo a necessidade de calagem ao longo dos anos, o que representa um ganho em sustentabilidade. A prática de manejo adequada, combinada ao uso de tecnologias como o nitrato de cálcio, coloca o Brasil na vanguarda da produção global de algodão, com uma postura cada vez mais sustentável e eficiente.

O especialista agronômico da Yara Brasil, Diego Pelizari, ressalta que o sucesso da cotonicultura está diretamente ligado à aplicação de técnicas avançadas de manejo. “Para o algodão, elementos como nitrogênio, cálcio, potássio e boro são essenciais. Análises de solo detalhadas e preparos adequados, considerando as condições climáticas regionais, são fundamentais. Além disso, práticas como irrigação controlada, manejo de pragas e uma desfolha eficiente garantem a qualidade da fibra colhida.” Ele também destaca a importância de adotar práticas sustentáveis, como o uso de insumos com menor pegada de carbono, algo que tem se tornado uma tendência no mercado global. A crescente demanda por algodão de alta qualidade, aliado a práticas ambientais mais conscientes, abre portas para novos mercados e valoriza ainda mais a produção brasileira.





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Projeto de horta escolar ensina sustentabilidade e alimentação saudável em SC



A Escola EEB Morro Chato, localizada no município de Turvo, no interior de Santa Catarina, é a mais recente a aderir ao projeto “Plantando para o Futuro: Horta Escolar“, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) em parceria com os sindicatos rurais. O projeto visa promover a educação ambiental e incentivar hábitos alimentares saudáveis entre os alunos do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano.

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A iniciativa, que já impacta várias escolas em diferentes regiões do estado, oferece aos estudantes a oportunidade de cultivar hortas e aprender sobre práticas agrícolas sustentáveis. As atividades na EEB Morro Chato foram conduzidas pelo instrutor Gilsonei Duarte, sob supervisão de Sueli Silveira Rosa, do Senar/SC. Ela destacou a alegria das crianças em participar do projeto, que une educação e meio ambiente.

A diretora da escola, Cleusa Bardini, agradeceu a parceria com o Senar/SC e destacou a importância do projeto para o desenvolvimento das crianças. “O cultivo de uma horta na escola incentiva os alunos a prestarem mais atenção na natureza e desperta o gosto por uma alimentação saudável, essencial para o futuro”, disse Cleusa.

O presidente do Sindicato rural de Turvo, Moacir Bendo, também ressaltou a relevância do projeto para a educação prática dos estudantes, contribuindo para complementar o aprendizado com a vivência agrícola.

O projeto “Plantando para o Futuro: Horta Escolar”, lançado no ano passado, já beneficiou centenas de alunos em várias escolas catarinenses, promovendo o trabalho em equipe e o respeito ao meio ambiente. José Zeferino Pedrozo, presidente da Faesc/Senar, afirmou que o projeto tem gerado impactos concretos no cotidiano escolar, incentivando hábitos alimentares saudáveis e o desenvolvimento de habilidades essenciais para o futuro das crianças.



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semeadura de milho verão safra 24/25 atinge 25,9% da área



A semeadura de milho verão no país, referente à safra 2024/25, alcançava, até domingo (6), 25,9% da área prevista, avanço de 4,3 pontos porcentuais ante a semana anterior. A informação parte da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em relatório semanal de progresso de safra publicado nesta terça-feira (8).

Em comparação com igual período da safra passada, há atraso de 0,9 ponto porcentual. O Paraná, com 74% da área semeada, lidera os trabalhos, seguido do Rio Grande do Sul, com 73%, e de Santa Catarina, com 55%.

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Em relação à soja da safra 2024/25, o país havia semeado, até segunda-feira (7), 5,1% da área, avanço de 2,7 pontos porcentuais em relação à semana anterior, mas atraso de 5 pontos porcentuais em relação a igual período da safra 2023/24, quando 10,1% da área já havia sido trabalhada.

O Paraná, com 22% da área plantada, lidera os trabalhos, seguido de Mato Grosso do Sul, com 10%. Mato Grosso, o principal estado produtor de soja do país, semeou, até ontem, 3,7% da área prevista.

Em relação ao arroz, até este domingo,13,1% da área havia sido semeada, avanço de 2,5 pontos porcentuais ante a semana passada e de 1,5 ponto porcentual na comparação com igual período da safra 2023/24. Santa Catarina já plantou 55% da área, seguido por Goiás, com 15%. O Rio Grande do Sul, principal produtor, semeou 11%.

Quanto à colheita de trigo 2023/24, até o domingo, 36,7% da área havia sido ceifada, avanço de 5,8 pontos porcentuais em relação à semana passada, mas atraso de 4,3 pontos porcentuais em relação a igual período da safra passada.

Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia já encerraram a colheita do cereal. Entre os maiores estados produtores, o Paraná contava com 62% da área trabalhada. Já o Rio Grande do Sul ainda não iniciou a colheita.



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Nova Ranger Black da Ford promete conforto, economia e alta performance


A Ford apresentou a nova Ranger Black, uma picape que combina robustez e sofisticação. Com design imponente e estilo moderno, a Ranger Black traz detalhes marcantes como a cor grafite “Bolder Gray“, faróis full-LED e rodas de 18 polegadas, reforçando sua presença no mercado.

Seu motor Panther 2.0 turbodiesel, com 170 cavalos de potência e transmissão automática de seis velocidades, garante conforto e economia, especialmente em áreas urbanas. A picape também possui tecnologia avançada, como atualizações multimódulos over-the-air (OTA), que aprimoram o desempenho e a segurança continuamente.

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No interior, a Ranger Black oferece bancos parcialmente em couro, painel digital de 8 polegadas, sistema multimídia SYNC 4 com tela de 10 polegadas e conectividade com Android Auto e Apple CarPlay. Além disso, conta com um carregador por indução, completando o pacote de conveniência para o motorista moderno.

Foto: Ford/Divulgação

Com preço inicial de R$ 219.990, a Ford oferece aos cem primeiros compradores um protetor de caçamba e capota marítima elétrica gratuitamente. Segundo Dennis Rossini, gerente de Marketing da Ford, a Ranger Black foi projetada para clientes que buscam a robustez de uma picape com a sofisticação de um veículo de luxo para o uso urbano.

A Ranger Black é um marco no segmento de picapes, não apenas pelo seu desempenho e design, mas também pela inovação tecnológica que redefine o padrão de conectividade e segurança no mercado.



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colheita nos EUA e clima no Brasil pressionam perdas em Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços significativamente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Pelo quinto pregão consecutivo, o mercado segue em queda. A soja enfrenta pressão devido à ampla oferta da colheita nos Estados Unidos e à previsão de melhora nas condições climáticas no Brasil.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 6 de outubro, a área colhida estava apontada em 47%. Na semana passada, eram 26%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 37%. A média é de 34%.

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Já sobre as condições das lavouras americanas de soja, segundo o USDA, até 6 de outubro, 63% estavam entre boas e excelentes condições, 26% em situação regular 11% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 64%, 25% e 11%, respectivamente.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,18 3/4 por bushel, baixa de 15,25 centavos de dólar, ou 1,37%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (07), a soja fechou em leve baixa. A previsão de clima seco nos Estados Unidos deve favorecer o trabalho de colheita. Já no Brasil, a previsão é de retorno das chuvas, viabilizando a aceleração do plantio. As perdas foram limitadas por sinais de boa demanda pela soja americana e pela valorização do petróleo.

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 3,75 centavos de dólar, ou 0,36%, a US$ 10,34 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,52 1/2 por bushel, com perda de 3,50 centavos ou 0,33%.



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