quinta-feira, julho 30, 2026

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Como a manutenção de equipamentos influencia no sucesso da lavoura de soja?


A manutenção preventiva de máquinas agrícolas é uma estratégia que pode reduzir a perda de produtividade nas lavouras de soja. De acordo com a RZK Agro, essa prática pode elevar a eficiência em até 30%, por meio de ações programadas, como inspeções e troca de peças, ações que garantem o funcionamento ideal dos equipamentos.

Os benefícios incluem a redução de paradas inesperadas, o aumento da vida útil das máquinas e a diminuição de custos. Ações não planejadas podem causar perdas de até 25% na disponibilidade dos equipamentos, afetando a rentabilidade. Além disso, máquinas com peças originais apresentam custos de manutenção até 60% inferiores.

Edison Ramos, pesquisador da Embrapa Soja, destaca que o desgaste dos componentes das máquinas é normal e que a fase de semeadura deve ocorrer no momento mais oportuno, com a umidade do solo adequada. “Ter o equipamento revisado e pronto para a operação é fundamental para o sucesso”, esclarece.

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E na colheita?

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Foto: Gilson Abreu/AEN

A manutenção preventiva é essencial tanto durante o ciclo da cultura quanto na colheita. Ela permite a troca de peças em iminência de quebra durante a entressafra, quando a demanda de mão de obra é menor. Manutenções periódicas, sejam preventivas ou preditivas, aumentam a vida útil das máquinas e identificam problemas antes que se tornem maiores.

Inspeções realizadas por profissionais qualificados reduzem riscos de quebra e tornam as operações mais previsíveis. Esses especialistas podem melhorar o desempenho das máquinas por meio de regulagens corretas, beneficiando desde a semeadura até a colheita.

Segundo Ramos, um programa de manutenção preventiva garante que as máquinas estarão prontas para uso nos momentos críticos. A Embrapa recomenda inspeções anuais antes das operações de semeadura e colheita para trocar itens desgastados, como mangueiras e correias. Investir nessa manutenção é fundamental para produtores que buscam maximizar a eficiência e a rentabilidade, assegurando o bom desempenho das máquinas.



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Brasil sedia encontro do consórcio internacional de EPI


“A reunião privilegiará diretrizes e normas para avaliação e mitigação de riscos”




O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos
O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos – Foto: Divulgação

No final deste mês, o Brasil receberá 40 especialistas de 18 países do Consórcio Internacional de EPI, que se reúne para discutir a exposição de trabalhadores rurais a agroquímicos. O evento, programado para 23 a 25 de outubro na região de Jundiaí, São Paulo, celebra o 10º aniversário do Consórcio e é a primeira vez que ocorre no Brasil. O foco será a análise de cenários de exposição e a criação de um sistema global de avaliação e mitigação de riscos químicos no campo. 

O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos, responsável pelo programa IAC-Quepia, que há quase 18 anos investiga a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na agricultura brasileira. Esse programa é fruto de uma colaboração entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

“A reunião privilegiará diretrizes e normas para avaliação, mitigação e comunicação de riscos químicos com pesticidas nas pequenas propriedades, nas quais se utilizam principalmente pulverizadores costais e semiestacionários na aplicação de agroquímicos. O Consórcio tem por objetivo central prevenir a exposição humana a esses compostos”, resume Hamilton Ramos.

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) agrícolas são fundamentais para proteger os trabalhadores rurais durante a aplicação de agroquímicos e garantir a utilização adequada dos produtos para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas.  No Brasil, o programa IAC-Quepia, coordenado por Hamilton Ramos, contribuiu significativamente para a melhoria da qualidade dos EPIs fabricados localmente, reduzindo a taxa de reprovação em testes laboratoriais de 80% em 2010 para menos de 20% atualmente.
 





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Preço do leite ao produtor volta a apresentar alta


De acordo com os dados divulgados pela Scot Consultoria, o pagamento do leite ao produtor referente à captação de agosto registrou aumento em setembro, após uma leve queda no período anterior. O valor subiu 1,7%, equivalente a R$ 0,04 por litro, com a média nacional ponderada nos 18 estados pesquisados pela Scot Consultoria chegando a R$ 2,532 por litro. Em relação ao mesmo período do ano passado, o preço médio está 11,3% maior.

Esse aumento no preço do leite é atribuído à produção abaixo do esperado, afetada por condições climáticas adversas. No Sudeste e Centro-Oeste, a entressafra foi agravada por altas temperaturas e queimadas, comprometendo as forragens e elevando os custos de alimentação animal, além de prejudicar o bem-estar dos rebanhos. Já no Sul do país, as chuvas excessivas, especialmente no Rio Grande do Sul, também limitaram o desenvolvimento das pastagens, o que impactou negativamente a produção, conforme o informado pela Scot Consultoria.

Segundo o Índice de Captação da Scot Consultoria, a produção de leite em agosto aumentou 2,3% em relação a julho, mas em estados como São Paulo, Minas Gerais e Goiás, o crescimento foi de apenas 0,7%, 1,7% e 1,8%, respectivamente. Embora a margem para o produtor de leite tenha sido favorável nos últimos meses, o estímulo para expandir a produção ficou aquém do esperado.

Para o pagamento referente à produção de setembro, que será realizado em outubro, a expectativa é de estabilidade ou aumento. De acordo com a Scot Consultoria, nenhum dos laticínios consultados indicou queda nos preços, com 53,3% projetando alta e 46,7% prevendo estabilidade.

Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a redução das importações em agosto, o que diminuiu a oferta no mercado interno.





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‘Goiabeira Maraviosa’: filme de Chico Bento ganha trailer; assista


Em celebração à semana das crianças, o filme “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” ganhou um novo cartaz e o trailer oficial, trazendo novidades para o público infantil e para os adultos nostálgicos que cresceram acompanhando as histórias de Mauricio de Sousa.

A maior surpresa foi a revelação de Taís Araújo no elenco do live-action, que estreia nos cinemas no dia 9 de janeiro.

O filme, dirigido por Fernando Fraiha, é uma produção da Biônica Filmes, em coprodução com a Mauricio de Sousa Produções, Paris Entretenimento e Paramount Pictures, e conta com a distribuição da Paris Filmes.

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No elenco, além de Taís Araújo, estão Isaac Amendoim (como Chico Bento), Pedro Dantas (Zé Lelé), Anna Julia Dias (Rosinha), Augusto Madeira (Dotô Agripino), Débora Falabella (Professora Marocas), entre outros.

A trama traz Chico Bento e sua turma em uma missão para salvar a famosa goiabeira do Nhô Lau, prometendo uma aventura divertida e cheia de emoção.



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Plantio de milho verão atinge 25,9% da área; soja também avança


O plantio de milho verão no país, referente à safra 2024/25, alcançava, até domingo (6), 25,9% da área prevista, avanço de 4,3 pontos porcentuais ante a semana anterior, informou nesta terça-feira (8), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em relatório semanal de progresso de safra.

Em comparação com igual período da safra passada, há atraso de 0,9 ponto porcentual. O Paraná, com 74% da área semeada, lidera os trabalhos, seguido do Rio Grande do Sul, com 73%, e de Santa Catarina, com 55%.

Plantio de soja

Em relação à soja da safra 2024/25, o país havia semeado, até segunda-feira, 5,1% da área, avanço de 2,7 pontos porcentuais em relação à semana anterior, mas atraso de 5 pontos porcentuais ante o mesmo período da safra 2023/24, quando 10,1% da área já havia sido trabalhada.

Assim como no milho, o Paraná, com 22% da área plantada, lidera os trabalhos na soja, seguido de Mato Grosso do Sul, com 10%. Mato Grosso, o principal estado produtor da oleaginosa no país, semeou, até ontem, 3,7% da área prevista.

Arroz e trigo

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Foto: Divulgação/Embrapa

Em relação ao arroz, até este domingo 13,1% da área havia sido semeada, avanço de 2,5 pontos porcentuais ante a semana passada e de 1,5 ponto porcentual na comparação com igual período da safra 2023/24.

Santa Catarina já plantou 55% da área, seguido por Goiás, com 15%. O Rio Grande do Sul, principal produtor, semeou 11%.

Quanto à colheita de trigo 2023/24, até este domingo 36,7% da área havia sido ceifada, avanço de 5,8 pontos porcentuais em relação à semana passada, mas atraso de 4,3 pontos porcentuais em relação a igual período da safra passada.

Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia já encerraram a colheita do cereal. Entre os maiores produtores, o Paraná contava com 62% da área trabalhada, enquanto o Rio Grande do Sul ainda não iniciou a colheita.



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Governo concede auxílio a pescadores afetados por seca na Região Norte



Cerca de 100 mil pescadores prejudicados pela seca na Região Norte do país vão contar com um auxílio de R$ 2.824.

O valor será destinado em parcela única, assim que for regularizado nas próximas semanas o crédito extraordinário concedido pelo governo federal. A decisão foi publicada nessa segunda-feira (7) no Diário Oficial da União.

Os pescadores beneficiados somam, aproximadamente, 100 mil, espalhados pela cidades que decretaram calamidade pública ou de emergência por causa da estiagem.

Prazo de cinco dias

A Medida Provisória nº 1.263 dessa segunda-feira “institui o auxílio extraordinário destinado a pescadoras e pescadores profissionais artesanais beneficiários do Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal – Seguro-Defeso cadastrados em municípios da Região Norte”.

Agora, no prazo de cinco dias, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional vai encaminhar a lista dos municípios atingidos pela seca e que abrigam os beneficiários.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por sua vez, deve elaborar a relação dos beneficiários e a data para recebimento dos recursos.

Ajuda aos pescadores e à população

No mês passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou a região com uma comitiva de ministros. Na ocasião, anunciou o “compromisso” de ajudar a população local, em entrevista à Rádio Norte FM.

“Voltei de lá com o compromisso que cuidar daquele povo, também é minha responsabilidade. Eu fui lá para enxergar mulheres, homens e crianças”.



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Leonardo nega envolvimento em caso de trabalho escravo: ‘Jamais faria isso’



O cantor Leonardo, conhecido por sua longa carreira musical, foi incluído na “lista suja” de empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O caso ocorreu em uma área arrendada de sua propriedade, na Fazenda Lakanka, em Jussara, Goiás. A inclusão de seu nome gerou grande repercussão e críticas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Leonardo expressou sua surpresa e tristeza com a situação, afirmando que jamais compactuaria com tais práticas.

“Eu estou aqui, confesso a vocês que estou surpreso e muito triste por meu nome estar sendo vinculado a isso. Eu rendi [arrendei] a fazenda para que o arrendatário plantasse o que ele quisesse, seja soja ou milho, e não tenho conhecimento de quem eram os funcionários mencionados. Nunca os vi e não sei quem os colocou lá”, declarou o cantor.

A fiscalização, realizada em novembro de 2023, encontrou seis trabalhadores, incluindo um adolescente, em condições insalubres e degradantes, dormindo em uma casa abandonada sem água potável ou banheiros. No entanto, Leonardo ressaltou que o arrendatário é o responsável pela contratação e supervisão dos funcionários, e não ele. Segundo o advogado do cantor, Paulo Vaz, todas as indenizações foram pagas e os processos estão arquivados.

Em sua defesa, Leonardo enfatizou sua aversão a qualquer forma de exploração de trabalhadores. “Jamais faria isso. Sou totalmente contra o trabalho escravo. O Brasil me conhece e sabe da pessoa que eu sou. Esse caso foi resolvido, a multa foi paga, e eu não me misturo com esse tipo de coisa”, finalizou o artista.

A Fazenda Talismã, propriedade do cantor, é avaliada em R$ 60 milhões e conta com infraestrutura de luxo. Contudo, o local em que as irregularidades foram encontradas era uma área arrendada, o que, segundo Leonardo, o isenta de responsabilidade direta na gestão dos trabalhadores.





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Plantio da soja evolui, mas área da Coopavel (PR) ainda precisa de chuvas



A área da soja sob a responsabilidade da Cooperativa Coopavel, localizada no oeste e sudoeste do Paraná, está em necessidade de precipitações. De acordo com a fonte Safras e Mercado, as chuvas esperadas para a semana passada não vieram, observa um representante da cooperativa em entrevista exclusiva à Agência Safras. Com uma grande área de soja já plantada, é fundamental que a chuva chegue, acrescenta.

A previsão meteorológica aponta chuvas a partir de amanhã, com expectativa de continuidade até quinta e sexta-feira. Para sexta-feira (11) são esperados 80 milímetros acumulados, informa o entrevistado, trazendo um alívio potencial para as lavouras.

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Conforme o relatório do dia 7 de outubro, o percentual de soja já plantada atingiu 57%, um aumento em relação aos 40% registrados na semana anterior. Atualmente, 55% das lavouras estão na fase de emergência, enquanto 45% encontram-se em desenvolvimento vegetativo. A produtividade média na região permanece estimada em 4.000 quilos por hectare.

Para este ano, a expectativa é que a área cultivada chegue a 411 mil hectares, um leve aumento em comparação aos 405 mil hectares de 2023. A situação hídrica continua a ser um fator crucial para o sucesso da safra, e todos aguardam ansiosamente pela chegada das chuvas.



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Bovinos: cotações continuam em alta


Mercado de reposição de gado segue firme apesar do clima





Foto: Divulgação

De acordo com os dados divulgados pela Scot Consultoria, o segundo semestre tem sido marcado por condições climáticas adversas, com temperaturas acima da média histórica e chuvas irregulares na maior parte dos estados brasileiros durante setembro. Essas variáveis afetaram a qualidade das pastagens, especialmente na primeira semana de outubro, que não apresentou mudanças consideráveis no clima.

As condições climáticas afetaram a oferta de gado e os negócios no setor, principalmente para os bovinos mais jovens, que exigem mais tempo para completar o ciclo produtivo. Nesse cenário, há uma maior demanda por animais mais erados para reposição, já que o tempo de finalização é mais curto. Apesar do clima desfavorável, o mercado de reposição continua aquecido, impulsionado pela valorização da arroba do boi gordo.

Segundo a Scot Consultoria, nas praças paulistas, por exemplo, as cotações mensais subiram consideravelmente: o boi magro teve alta de 5,3%, o garrote subiu 3,3%, o bezerro de ano aumentou 4,1% e o bezerro de desmama, 2,8%. Entre as fêmeas, as valorizações também foram expressivas, com a vaca magra subindo 12,5%, a novilha 6%, a bezerra de ano 5,4% e a bezerra de desmama 4,2%.

A expectativa para o mercado nesta semana é de que os preços se mantenham firmes. Mesmo com as previsões de chuvas para outubro, as condições climáticas atuais não devem mudar o cenário no curto prazo, conforme o informado pela Scot Consultoria.





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Frente fria chega ao Sudeste trazendo pancadas de chuva e risco de tempestades



Saiba como o clima vai se comportar nesta quarta-feira (9) em todo o Brasil:

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Sul

O tempo volta a ficar estável nas regiões sul, sudoeste e da Campanha Gaúcha. A chuva persiste nas demais áreas, avançando por todo o estado do Paraná. Fortes temporais e queda de granizo podem ocorrer no noroeste paranaense.

Sudeste

A frente fria chega ao Sudeste e aumenta a nebulosidade nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Há previsão de pancadas de chuva no Vale do Ribeira, litoral, região metropolitana de São Paulo e Vale do Paraíba. Não se descarta a possibilidade de temporais.

Centro-Oeste

Instabilidades ganham força na região devido ao avanço de uma frente fria. Há condições para pancadas isoladas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no extremo sul de Goiás. Temporais isolados e queda de granizo podem ocorrer.

Nordeste

O tempo estável predomina em toda a região. No interior, a umidade do ar pode cair para níveis inferiores a 20%, com temperaturas elevadas, atingindo máximas de 35 graus e, em alguns pontos, chegando a 40 graus.

Norte

Ainda há condição favorável para pancadas isoladas de chuva sobre os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Nas demais áreas, o dia será ensolarado e com temperaturas elevadas.



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