quinta-feira, julho 30, 2026

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STF autoriza retorno da rede social X e Anatel adota medidas para retomada no Brasil



O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou o retorno imediato da rede social X, antigo Twitter, ao Brasil, após a plataforma cumprir as condições estipuladas pelo ministro Alexandre de Moraes. O ministro determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tome as providências necessárias para que o serviço seja retomado no país.

O funcionamento da rede social estava suspenso desde o dia 30 de agosto, devido ao descumprimento de decisões judiciais. Segundo o ministro, o retorno só foi possível após a empresa cumprir integralmente a legislação brasileira e garantir o respeito às determinações do Poder Judiciário.

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Entre as exigências, o X precisou bloquear perfis que disseminavam informações falsas e nomear um representante legal no Brasil. Além disso, a plataforma pagou multas que totalizavam R$ 28,6 milhões. A Procuradoria-Geral da República (PGR) não identificou impedimentos para a retomada das atividades da empresa no país.

A decisão marca o fim de uma suspensão que havia sido referendada pela Primeira Turma do STF, reforçando a necessidade de que empresas estrangeiras respeitem a soberania e as leis nacionais para operar no Brasil.



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Lula sanciona Lei do Combustível do Futuro com três vetos



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou três trechos da Lei do Combustível do Futuro, sancionada nesta terça-feira (8), durante cerimônia na Base Aérea de Brasília. O novo marco legal dispõe sobre a mobilidade sustentável, propõe o aumento da mistura do biodiesel ao óleo diesel e eleva o porcentual mínimo obrigatório de etanol na gasolina.

O projeto também cria os programas nacionais de combustível sustentável de aviação (SAF), diesel verde e biometano, além do marco legal de captura e estocagem geológica de dióxido de carbono. A lei inclui ainda a integração entre as políticas públicas RenovaBio, o Programa Mover e o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV).

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De acordo com publicação no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 9, os ministérios da Fazenda e de Minas e Energia (MME) recomendaram o veto ao artigo que determinava que não produziriam efeitos na apuração de tributos federais “as eventuais diferenças decorrentes dos métodos e dos critérios contábeis previstos na legislação comercial em relação às situações objeto da Lei”.

De acordo com as pastas, esse trecho “contraria o interesse público em razão da possibilidade de sobreposição com a disciplina da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, o que comprometeria a segurança jurídica”.

O MME também recomendou o veto ao trecho que estabelecia que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) passasse a definir diretrizes para a aquisição de biometano por comercializadores e importadores de gás natural para assegurar o cumprimento da adição obrigatória de biometano ao gás natural.

“O dispositivo contraria o interesse público ao alterar texto recém acrescentado à Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, pela Medida Provisória nº 1.255, de 26 de agosto de 2024. Além disso, a consecução da finalidade do inciso ora vetado não ficará prejudicada porque estará abarcada pela sanção da nova redação dada pelo art. 30 do Projeto de Lei ao inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997”, justificou o Planalto.

Lula também vetou, por recomendação do MME, o trecho que determinava à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a função de regular e autorizar as atividades relacionadas à captura e à estocagem geológica de dióxido de carbono.

“O dispositivo contraria o interesse público ao alterar texto recém acrescentado à Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, pela Lei nº 14.948, 2 de agosto de 2024. Além disso, a consecução da finalidade do inciso ora vetado não ficará prejudicada porque estará abarcada pela sanção da nova redação dada pelo art. 30 do Projeto de Lei ao caput do art. 8º da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997”, completou.



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confira as notícias que afetam o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas.

No morning call de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que a CAE do Senado aprovou por unanimidade a indicação de Gabriel Galípolo para ser o presidente do Banco Central a partir do ano que vem. Durante a sabatina, a fala dele foi em linha com o que o mercado esperava, se mostrando, mais uma vez, técnico e ortodoxo. Para hoje, olho na divulgação do IPCA.



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plantio de girassol avança, mas seca prejudica trigo e milho


Plantio de verão na Argentina em risco com seca prolongada





Foto: Canva

A seca que atinge a Argentina tem agravado o estresse nas lavouras de grãos de inverno, especialmente nas áreas agrícolas do oeste do país, segundo o boletim semanal do Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

De acordo com o boletim, as falta de chuvas tem coberto uma vasta área, desde La Pampa e noroeste de Buenos Aires até as fronteiras com Bolívia e Paraguai. A precipitação significativa, superior a 10 mm, ficou restrita ao sudeste de Buenos Aires e a alguns pontos no nordeste.

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Além disso, as temperaturas na região ficaram em média de 3 a 4°C acima do normal, com máximas entre 30 e 40°C, afetando especialmente as regiões de Córdoba, Santa Fé e Entre Rios. Esse aumento nas temperaturas e a escassez de chuvas têm intensificado o estresse nas lavouras, que agora avançam para o estágio reprodutivo. Sem chuvas nas próximas semanas, o plantio das safras de verão pode ser comprometido.

O governo argentino informou que, até o dia 26 de setembro, 20% das lavouras de girassol foram plantadas, 3 pontos percentuais acima do ano passado. O milho, por sua vez, tem 10% de sua área plantada, número que estava em 12% no mesmo período de 2023. No entanto, a seca já causou danos visíveis às plantações de trigo de inverno em Córdoba e Santa Fé, dois dos principais estados produtores do país.





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Seca limita plantio de soja e milho em regiões centrais do Brasil


A escassez de chuvas continua a afetar as principais áreas agrícolas do Brasil, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A umidade permaneceu limitada para a soja e outras culturas de verão em regiões centrais e do nordeste brasileiro, agravando a seca já presente nessas áreas.

Segundo dados do boletim, no Mato Grosso, chuvas moderadas entre 10 e 35 mm foram registradas nas áreas ocidentais do estado, enquanto em outras partes do Centro-Oeste, como o sul de Goiás e o norte do Mato Grosso do Sul, as precipitações foram escassas, com índices inferiores a 5 mm. O cenário é semelhante em São Paulo, Minas Gerais e Bahia, onde a seca predominou quase completamente, acompanhada de temperaturas acima do normal, com máximas variando entre 30°C e 40°C, o que agravou a falta de umidade do solo.

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De acordo com dados do governo do Mato Grosso, apenas 2% da área destinada ao plantio de soja havia sido semeada até o dia 4 de outubro, um índice muito abaixo dos 14% registrados no mesmo período do ano passado e da média histórica de 9% nos últimos cinco anos.

O calor e a falta de chuvas também avançaram para o sul do Paraná, favorecendo a colheita do trigo, mas prejudicando a germinação das culturas de verão. No Paraná, 62% do trigo havia sido colhido até 30 de setembro, enquanto o milho e a soja da primeira safra apresentavam 74% e 22% de área plantada, respectivamente.

Por outro lado, no Rio Grande do Sul, chuvas esparsas, com acumulados entre 10 e 25 mm, chegaram a superar 50 mm em algumas áreas, beneficiando o plantio do milho, que atingiu 54% até 3 de outubro, e o desenvolvimento do trigo, que estava principalmente na fase de florescimento até o enchimento.





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Frente fria se desloca do Sul para outras regiões; veja a previsão para hoje



Fortes temporais e queda de granizo no Sul ainda são reflexos da frente fria que estacionou na Região nos últimos dias. Agora, o fenômeno se desloca para o Sudeste e o Centro-Oeste. Confira a previsão:

Sul

O tempo volta a ficar estável nas regiões sul, sudoeste e da Campanha Gaúcha. A chuva continua nas demais áreas, avançando por todo o Paraná. Fortes temporais e queda de granizo podem ocorrer no noroeste paranaense.

Sudeste

A frente fria chega ao Sudeste e aumenta a nebulosidade nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Há condição para pancadas de chuva na região do Vale do Ribeira, litoral, Região Metropolitana de São Paulo e Vale do Paraíba. Não se descarta a ocorrência de temporais.

Centro-Oeste

Instabilidades ganham força na Região por conta do avanço de uma frente fria. Há condições para pancadas isoladas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no extremo sul de Goiás. Temporais isolados e queda de granizo podem ocorrer.

Nordeste

Predomínio de tempo estável em toda a Região. No interior, a umidade cai para níveis inferiores a 20% e a temperatura sobe para máximas em torno dos 35ºC, podendo chegar aos 40ºC.

Norte

Condição ainda favorável para pancadas isoladas de chuva sobre os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Nas demais regiões, o dia será ensolarado e quente.



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Seca atinge áreas agrícolas no norte do México


Clima seco afeta produção de milho e trigo





Foto: USDA

O clima seco dominou grande parte do norte e centro do México, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A seca prevaleceu de maneira significativa desde a fronteira com os EUA até o planalto sul, atingindo regiões agrícolas importantes como Guanajuato, Jalisco e Michoacán, onde o cultivo de milho de verão foi impactado. Chuvas isoladas e de baixa intensidade foram registradas nessas áreas, insuficientes para melhorar as condições de produção.

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Segundo o boletim, no noroeste do país, a seca foi acompanhada por temperaturas elevadas, com máximas que atingiram os 40°C. O calor intenso provocou altas taxas de evaporação, agravando a situação das bacias hidrográficas que irrigam culturas como milho e trigo de inverno, aumentando as dificuldades para os produtores.

Em contraste, no sudeste do México, as chuvas moderadas a pesadas trouxeram alívio para as plantações. Precipitações de 25 a 100 mm beneficiaram o milho imaturo e a cana-de-açúcar em áreas como Veracruz e outras regiões próximas. Chuvas mais intensas, com acumulados de 100 a 200 mm, foram registradas em Oaxaca, Tabasco e outras áreas de cultivo de inverno.

Nas áreas costeiras afetadas pelo furacão John na semana anterior, as chuvas continuaram, porém em volumes mais baixos, variando entre 10 e 50 mm. Essa quantidade de chuva, considerada sazonal, permitiu uma leve recuperação nas regiões duramente atingidas pela tempestade, embora os danos ainda sejam significativos.





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Área plantada de algodão cresce 6,90% em Mato Grosso


Produção de pluma para o ciclo 2024/25 foi projetada em 2,77 milhões de toneladas





Foto: Canva

O Imea divulgou as primeiras projeções para a safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso, indicando uma expansão significativa na área plantada. Segundo dados do boletim informativo do Imea, a expectativa é de que a área cultivada atinja 1,56 milhão de hectares, um acréscimo de 6,90% em relação ao consolidado da safra anterior. Esse crescimento foi impulsionado pela melhor rentabilidade da fibra em comparação com outras culturas, apesar dos preços não estarem em patamares elevados.

No entanto, a produtividade ainda enfrenta incertezas, uma vez que fatores como a semeadura dentro da janela ideal, condições climáticas e a incidência de pragas e doenças podem impactar os resultados. Com isso, o Imea estimou o rendimento em 284,27 arrobas por hectare, uma queda de 2,63% em comparação à safra passada.

Apesar dessa leve redução na produtividade, a produção de pluma para o ciclo 2024/25 foi projetada em 2,77 milhões de toneladas, representando um aumento de 4,12% em relação à safra 2023/24.





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Condições climáticas ajudam colheita de primavera no Canadá


Plantio de trigo de inverno avança no sudeste canadense





Foto: Nadia Borges

As pradarias canadenses, especialmente na região do sul de Alberta até o leste do Vale do Rio Vermelho em Manitoba, experimentaram um clima predominantemente quente e seco, permitindo a continuidade do trabalho de colheita das safras de primavera. De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as temperaturas noturnas começaram a cair para entre 0 e -5 °C, resultando em congelamento de fim de temporada e auxiliando o processo de secagem das safras.

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De acordo com o informado pelo boletim, em Manitoba, o milho atingiu a fase de dente e está próximo da maturidade fisiológica, dependendo do híbrido, mas com níveis de umidade ainda acima de 30%. O clima quente favoreceu a colheita da soja, que avançou rapidamente, com 29% das áreas estimadas como colhidas na província. Além disso, a colheita do linho também teve início, com 17% do total concluído até o momento. Algumas chuvas dispersas nas regiões mais ao norte das pradarias contribuíram para a recarga de umidade subterrânea.

No sudeste do Canadá, o clima quente continuou a favorecer o crescimento das safras de verão em maturação e apoiou o plantio do trigo de inverno. Embora as temperaturas tenham começado a esfriar, as médias semanais ainda permaneceram acima do normal, com máximas diárias girando em torno dos 20 graus Celsius e mínimas noturnas ligeiramente acima do ponto de congelamento. A região recebeu precipitação que variou de 3 a 20 mm, beneficiando as culturas locais.





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projeção aponta superávit de US$ 70 bilhões para 2024


A balança comercial brasileira encerrou o mês de setembro com saldo positivo de US$ 5,363 bilhões, resultado de exportações que somaram US$ 28,789 bilhões e importações que alcançaram US$ 23,426 bilhões. A corrente de comércio, que representa a soma das exportações e importações, totalizou US$ 52,215 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta sexta-feira (4).

Segundo o balanço, no acumulado de janeiro a setembro de 2024, as exportações chegaram a US$ 255,456 bilhões, um crescimento de 0,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações somaram US$ 196,338 bilhões, registrando um aumento de 8%. Com isso, o saldo comercial acumulado é de US$ 59,119 bilhões, e a corrente de comércio alcançou US$ 451,794 bilhões, uma alta de 3,8%.

Em comparação com setembro de 2023, as exportações cresceram 0,3%, enquanto as importações apresentaram um expressivo aumento de 19,9%. A corrente de comércio teve expansão de 8,2% no mesmo período.

Setorialmente, o desempenho de setembro mostrou queda nas exportações da Agropecuária (-12,1%) e da Indústria Extrativa (-19,8%), enquanto os produtos da Indústria de Transformação registraram crescimento de 16,8%. No acumulado do ano, a Agropecuária teve retração de 8,4%, enquanto a Indústria Extrativa e os produtos da Indústria de Transformação cresceram 10,6% e 1,5%, respectivamente.

A última projeção do MDIC para 2024 prevê exportações de US$ 335,7 bilhões, uma leve redução de 1,2% em comparação a 2023. Já as importações devem totalizar US$ 264,3 bilhões, um aumento de 10,2%. Com isso, o saldo comercial previsto para o ano é de US$ 70 bilhões, o segundo maior da série histórica, apesar de ser 28,9% inferior ao recorde de US$ 98,9 bilhões registrado em 2023, conforme apontam os dados da Secex/MDIC.





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