quinta-feira, julho 30, 2026

Agro

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Frentes frias trazem chuva forte e risco de alagamentos


Nos próximos dias, a região Sul continuará sob forte influência de sistemas meteorológicos que têm causado chuvas volumosas e ventos intensos. Segundo a Climatempo, a combinação de uma baixa pressão no Paraguai e um cavado (área alongada de baixa pressão na atmosfera), somada à passagem de frentes frias, mantém a instabilidade climática na região.

Uma frente fria passa pela região nesta quarta-feira (9) e uma outra está prevista para sexta-feira (11), fazendo com que a previsão aponte para chuvas intensas e ventos fortes persistam até o fim da semana.

Acumulado de chuva esperado até sexta-feira na rgião Sul. Fonte: Climatempo.

No Rio Grande do Sul, os acumulados de chuva já são significativos. Cidades como Erechim registraram 40,8 mm em 48 horas, e a Defesa Civil emitiu alertas para volumes entre 70 e 120 mm nas regiões noroeste, norte, nordeste e litoral morte.

A população é orientada a tomar precauções, evitando áreas sujeitas a alagamentos e deslizamentos. Além disso, o vento deve se intensificar, com rajadas que podem chegar a 90 km/h no litoral norte e 70 km/h em outras regiões do estado.

Chuva no Paraná

No Paraná, a previsão é de acumulados de até 120 mm na faixa sul até sexta-feira (11). No extremo oeste do estado pode chover ainda mais, agravando riscos de alagamentos e deslizamentos de terra. Também pode haver forte ventania em todo o Paraná, com rajadas de 40 a 50 km/h.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, pode haver chuva de até 200 mm até sexta-feira em áras como Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, litoral norte e partes do litoral e planalto sul. Já o oeste catarinense e o planalto norte podem recever de 100 a 150 mm de chuva no período.

Na sexta, a circulação marítima perde força, mas a formação e avanço de uma frente fria provoca chuva e tempestades, que começam pelo oeste na madrugada e se estendem ao restante do estado no decorrer do dia. No fim de semana, a frente fria se afasta do estado, estabilizando o tempo.



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Indústria apoia acordo Mercosul-UE, que favorecerá ambas as regiões, diz Fiesp



O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, abriu nesta quarta-feira (9) o fórum de empresas brasileiras e italianas reiterando o apoio da entidade à conclusão do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.

“Estamos conscientes dos desafios, mas queremos dizer que a indústria é favorável à conclusão e acreditamos que vamos chegar a bom termo, o que vai favorecer a indústria europeia e empresas de ambas as regiões”, declarou no encontro realizado na sede da entidade.

A ocasião também contou com a presença do vice primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, e do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa.

O presidente da Fiesp disse ainda que a União Europeia e o Mercosul têm oportunidade de liderar o mundo em direção a metodologias e métricas comuns de medições de pegada de carbono nos processos industriais.

Além disso, destacou que os exportadores brasileiros de alimentos estão se adaptando para atender ao rigor da lei de antidesmatamento europeia.



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Área da soja em MT deve crescer 33% em dez anos, diz Imea



A área destinada ao cultivo da soja em Mato Grosso, principal produtor do Brasil, deve atingir 16,62 milhões de hectares na safra 2033/34, um crescimento de 33,18% em relação à anterior. As informações são da Reuters e se baseiam em um estudo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que aponta a conversão de pastagens em lavouras como o principal motor dessa expansão.

Esse aumento representa uma taxa média anual de crescimento de 2,91%, inferior à média de 3,99% da última década. O Imea explica que a desaceleração se deve à extensa área já ocupada pela soja, que exige uma expansão em valores absolutos para manter o ritmo anterior.

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Além da conversão de áreas, melhorias na produtividade também impulsionarão a produção. A previsão é que, em 2033/34, a produtividade média atinja 64,71 sacas por hectare, um aumento de 24,06% em relação à safra 2023/24, que foi afetada pela seca.

O estudo do Imea, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), destaca a importância do setor para a economia local e nacional. O monitoramento das condições climáticas e das práticas agrícolas será essencial para o sucesso desse crescimento projetado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Clima seco na Índia beneficia safras de algodão e arroz


Colheita de óleo de palma avança com chuvas leves na Ásia





Foto: Arquivo

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a retirada da monção do sudoeste no sul da Ásia começou a avançar de forma mais sazonal após semanas de progressão lenta. O clima mais seco predominou na maior parte da Índia, com chuvas acima de 25 mm concentradas no sul e nordeste do país. Essas condições mais secas favoreceram a maturação das safras de kharif, como algodão e arroz, especialmente nos estados do norte. No sul, as chuvas beneficiaram as safras plantadas tardiamente. Enquanto isso, Bangladesh registrou de 50 a 150 mm de chuva, mantendo o solo excessivamente úmido em importantes regiões produtoras de arroz, com a monção do sudoeste podendo se estender até a segunda metade de outubro.

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Na China, uma frente fria que se deslocou pela metade oriental do país trouxe fortes chuvas, de 25 a 100 mm ou mais, da Planície do Norte ao Vale do Yangtze. Embora essas precipitações tenham sido benéficas para o início do cultivo de inverno, elas afetaram negativamente a colheita das safras de verão. A frente fria também trouxe alívio após um longo período de calor atípico, reduzindo as temperaturas para níveis mais sazonais. No norte de Heilongjiang, houve uma geada no final da temporada, um pouco mais cedo que o normal, mas sem impacto significativo sobre as culturas de milho e soja.

No Sudeste Asiático, o tufão Krathon permaneceu próximo à costa norte das Filipinas, com ventos que chegaram a 130 nós no meio da semana. Apesar de o tufão não ter tocado diretamente as Filipinas, ele trouxe ventos fortes e chuvas torrenciais para o norte do país, ultrapassando 300 mm em algumas áreas. Esses efeitos prejudicaram a colheita do arroz em algumas regiões, mas os danos foram localizados. Em Mindanao, chuvas mais leves (25 a 100 mm) favoreceram o desenvolvimento do arroz e do milho. Já na Tailândia, chuvas intensas (mais de 175 mm) aumentaram os níveis dos reservatórios, essenciais para a irrigação na estação seca. Em contrapartida, trechos da Malásia e Indonésia tiveram chuvas mais amenas, permitindo a colheita normal de óleo de palma, exceto em algumas áreas onde chuvas torrenciais ultrapassaram 150 mm.





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Cidades baianas têm queda em reservatórios de água



Alguns municípios da região sudoeste da Bahia estão há mais de 100 dias sem chuvas e registrando baixa umidade do ar, o que tem causado preocupação com o abastecimento de água por causa dos baixos níveis das barragens. A situação acontece nos municípios de Vitória da Conquista, Belo Campo, Jequié e Guanambi.

A Barragem de Água Fria 2, que tem capacidade de armazenamento de 6,4 bilhões de litros de água e é o principal reservatório que abastece Belo Campo e Vitória da Conquista, está atualmente com 83% de capacidade. Isso representa 5,2 bilhões de litros de água.

Já a usina hidrelétrica do Reservatório da Pedra, localizada no Rio de Contas, está com 52,68% do volume útil.

A Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) informou que considerando o nível médio mensal para o mês de outubro dos últimos dez anos, que é de 33,6% de volume útil, o Reservatório da Pedra se encontra em uma situação confortável em termos de segurança hídrica para a Bacia do Rio de Contas.

Em Guanambi, o ​​reservatório de Ceraíma está com 34,6 milhões de metros cúbicos de água, o que equivale a 68,4% da capacidade total. A cidade está há 161 dias sem chuvas.

A barragem de Ceraíma é usada na irrigação do perímetro irrigado e complementa o abastecimento de água em Guanambi, Candiba, Pindaí, Caetité, Lagoa Real, Rio do Antônio.

A previsão do tempo na Bahia, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), mostra que a chuva deve chegar gradativamente em algumas regiões a partir de meados da segunda semana de outubro.


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França oferece dinheiro para produtores destruírem vinhedos



O setor vitivinícola da França, reconhecido como um dos maiores produtores de vinho do mundo, está atravessando uma grave crise em 2024, causada pela queda no consumo. Com 789 mil hectares dedicados à produção em 2023, o país agora busca alternativas para evitar uma queda drástica nos preços.

A redução das vendas de vinho tem impactado produtores em várias regiões, levando o governo a adotar medidas emergenciais.

Entre as ações do governo está o lançamento de um incentivo financeiro para os produtores que optarem por reduzir sua oferta. A iniciativa prevê a compensação de cerca de 4 mil euros (o equivalente a cerca de R$ 25 mil) por hectare destruído, o que pode resultar na remoção de até 30 mil hectares de vinhedos, cerca de 4% da área total cultivada no país.

A expectativa é que essa medida contribua para estabilizar o mercado em meio à crise.

Mudança de hábitos dos consumidores da França

O declínio nas vendas é impulsionado por mudanças nos hábitos dos consumidores, especialmente entre os mais jovens. Dados revelam que menos de um terço dos consumidores de vinho na França tem menos de 40 anos.

Os jovens têm preferido bebidas como cervejas, e quando optam por vinhos, a preferência é pelos vinhos brancos, rosés ou tintos leves, em detrimento dos tradicionais vinhos tintos franceses.

Além disso, a queda de 10% nas exportações em 2023, agravada pela redução das compras da China, aumenta a preocupação dos produtores.



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Agrônomo aponta técnicas ideais de irrigação na fruticultura



Apenas 5% das lavouras brasileiras são irrigadas, de acordo com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A falta de água tem feito com que diversas culturas, como a fruticultura, percam produtividade, principalmente nos grandes polos, como a Bahia.

Para o engenheiro agrônomo e coordenador dos cursos de Ciências Agrárias da Uninter, André Corradini, além do preço elevado dos sistemas de irrigação, há falta de incentivo de políticas governamentais de incentivo, de financiamento ao produtor nesta área.

Por conta disso, o especialista ressalta que se faz ainda mais necessária a adoção de técnicas já consagradas, como o plantio direto, a rotação de culturas e a escolha de sementes mais resistentes à seca.

De qualquer forma, Corradini destaca que existem tecnologias de irrigação que já começam a se adequar ao bolso do produtor, ainda que também sejam onerosas. “O gotejamento e a microaspersão estão se adequando ao pequeno e ao médio produtor. Permitem que ele tenha um pouco de controle sobre a injeção de água, de umidade em sua lavoura”.

Demanda hídrica na fruticultura

O engenheiro agrônomo ressalta que sistemas de gotejamento e de microaspersão são os ideiais para a fruticultura brasileira, mas nem sempre são viáveis.

“Nesses casos, a primeira coisa a se manter é a cobertura do solo, ou seja, ele nunca deve estar limpo e, de preferência, fazendo uma adubação verde, uma consorciação de técnicas entre adubação verde com alguma leguminosa, por exemplo, para preservar a umidade do solo e fornecer nutrientes para os tipos de fruticultura”.

Segundo ele, é importante pensar nos sistemas agroflorestais ao redor das frutas. “Temos de pensar que as árvores, os pomares de grande porte, ajudam também na minimização da temperatura microrregional, fazendo com que a umidade possa se manter um pouquinho melhor ali dentro […]. É preciso que o produtor enxergue a propriedade dele como um sistema mais complexo e não só naquela parte da lavoura, em trechos específicos”.



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Cientistas sugerem nova categoria para furacões devido à intensidade histórica de Milton



Os especialistas estão avaliando a possibilidade de criar uma nova categoria na escala Saffir-Simpson, tradicionalmente usada para medir a intensidade dos furacões. A proposta surgiu após o furacão Milton, que ganhou força rapidamente e pode ter ventos superiores a 307 km/h, algo sem precedentes. Atualmente, a escala vai até a categoria 5, que classifica tempestades com ventos acima de 252 km/h.

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Em um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, cientistas sugeriram a criação da categoria 6 para classificar os furacões mais intensos, que têm se tornado mais frequentes devido ao aquecimento das águas oceânicas, um efeito direto das mudanças climáticas. “O furacão Milton está batendo recordes de velocidade de intensificação e agora levanta a necessidade de repensarmos como classificar essas tempestades, que estão além do que a escala atual cobre”, explicou o meteorologista Arthur Müller.

Furacão Milton pode ser mais destrutivo que Helene

O furacão Milton é considerado potencialmente mais devastador do que o furacão Helene, que atingiu a Flórida e a Carolina do Norte há apenas duas semanas e resultou em mais de 200 mortes. Müller explicou que, além dos ventos extremos, Milton pode trazer chuvas intensas de até 400 mm em algumas regiões da Flórida. “A combinação de ventos de mais de 300 km/h e tempestades severas torna Milton uma das tempestades mais destrutivas que já vimos”, destacou o especialista.

Outro fator preocupante é que, após cruzar a Flórida, o furacão pode ganhar força novamente ao adentrar o Atlântico, já que as águas do oceano também estão aquecidas. Müller ressaltou que a possibilidade de Milton retornar como um furacão ainda mais forte não está descartada, e áreas como as Carolinas e até Nova York podem estar na rota de risco.

Mudanças climáticas e novas categorias de furacões

O rápido fortalecimento de Milton, que foi de categoria 2 para 5 em menos de três horas, é uma demonstração clara dos efeitos das mudanças climáticas. “Estamos vendo sistemas meteorológicos que estão fora de controle”, comentou Müller, enfatizando que o aquecimento das águas oceânicas é o principal combustível para a formação desses “mega furacões”.

A criação de uma nova categoria 6 para furacões é algo que muitos especialistas veem como inevitável, especialmente considerando que o furacão mais forte registrado até agora, Allen, em 1980, atingiu ventos de 305 km/h. Com Milton, os ventos previstos de 307 km/h podem ser um divisor de águas na forma como os furacões são classificados e estudados.

Alerta máximo na Flórida

As autoridades na Flórida emitiram alertas para evacuação obrigatória em várias regiões, à medida que Milton se aproxima da costa. Müller foi enfático ao alertar os residentes: “Esse furacão está em um nível nunca antes visto. Quem estiver na rota de Milton precisa sair da região imediatamente para evitar tragédias.”

Com a chegada iminente de Milton, a preparação e a resposta rápida das autoridades e moradores serão cruciais para minimizar os danos e proteger vidas. A tempestade continua a ser monitorada de perto, enquanto o debate sobre uma nova categoria de furacões ganha força entre a comunidade científica.



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CNA defende participação do agro nas metas climáticas da COP29



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforça a importância de garantir meios de implementação para ações climáticas no setor agropecuário. A entidade alerta que o governo federal não deve definir novas metas de redução de gases de efeito estufa – Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) – a partir de 2031 sem incluir o setor agropecuário e suas especificidades.

O posicionamento faz parte das propostas que a CNA levará à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), em novembro, no Azerbaijão.

No documento divulgado, a CNA destaca que o financiamento é um dos principais desafios para viabilizar as metas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. A entidade sugere a diversificação das fontes de financiamento e afirma que o Brasil deve se preparar para garantir os meios de implementação de sua NDC na COP30, quando sediará a conferência, em 2025.

Segundo a CNA, a agropecuária brasileira é essencial para a segurança alimentar e a mitigação dos impactos climáticos globais.

Entre os pontos considerados prioritários pela CNA estão o avanço nas negociações sobre o mercado de carbono, a ampliação do financiamento para o setor e a adoção de ações cooperativas que envolvam os setores agrícolas e energéticos.

A entidade defende que o Brasil mostre liderança nas discussões climáticas, demonstrando seu compromisso com a produção sustentável e a preservação ambiental.



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Multinacional brasileira lança nova marca e foca em inovação no setor de bioenergia



Em comemoração aos seus 65 anos, a Copersucar, empresa do setor de bioenergia do mundo, anunciou uma nova expressão de marca com o propósito de “Nutrir e mover o mundo com a força do vínculo”. A iniciativa busca reforçar o compromisso com a transição energética global e a segurança alimentar, destacando seu papel como líder no mercado de biocombustíveis e alimentos naturais.

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Segundo Tomás Manzano, presidente da Copersucar, a empresa foi pioneira no desenvolvimento de soluções em bioenergia e alimentos em larga escala, sendo um verdadeiro ecossistema de negócios especializados. “Nossa história começou há 65 anos, com a criação da cooperativa de produtores de açúcar e álcool de São Paulo. Hoje, somos um ecossistema global que conecta 38 usinas no Brasil, 17 destilarias de etanol nos EUA e um sistema logístico multimodal eficiente em ambos os países”, afirma Manzano.

Impacto global e inovação em biocombustíveis

Destaque mundial na comercialização de etanol e açúcar, a Copersucar movimenta mais de 15 bilhões de litros de etanol e 12 milhões de toneladas de açúcar anualmente, atendendo mais de 70 países. Em 2023/2024, a comercialização de etanol pela companhia evitou a emissão de 36,7 milhões de toneladas de CO2 eq, o que equivale ao consumo anual de 18 milhões de veículos movidos a gasolina.

Além disso, a Copersucar está expandindo seu portfólio para incluir novos biocombustíveis, como o biometano e o SAF (combustível sustentável de aviação). “O biometano será a próxima fronteira da bioenergia, descarbonizando a indústria e o transporte. Nossa meta é acelerar o desenvolvimento desse mercado, com potencial de produzir 2 milhões de metros cúbicos por dia até 2032”, explica Manzano.

A companhia também anunciou o desenvolvimento de tecnologia para a produção de SAF a partir do biometano, em parceria com a Geo, com uma planta piloto de demonstração comercial prevista para iniciar operações em 2025.

Expansão

A Copersucar ampliou seu portfólio ao entrar no mercado de comercialização de energia elétrica, adquirindo 50% da NewCom, com foco no mercado livre brasileiro. A empresa visa dobrar a oferta de energia renovável, reforçando o compromisso com um futuro mais sustentável.

“Com esta nova expressão de marca, reafirmamos nosso compromisso em apoiar o Brasil como polo global de bioenergia e alimento natural”, conclui Manzano.



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