quinta-feira, julho 30, 2026

Agro

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Às vésperas do USDA, mercado da soja deve ter dia lento



O mercado brasileiro da soja deve apresentar um dia de poucos negócios, com os participantes atentos ao relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e ao avanço do plantio da nova safra. Segundo levantamento da Safras & Mercado, Chicago e o dólar operam em leve baixa, o que tende a esfriar as negociações.

Na quarta-feira, os preços se mostraram firmes, impulsionados pela valorização de Chicago e pela alta do dólar. No entanto, as transações foram limitadas, com os produtores retendo suas vendas na expectativa de preços mais altos. Atualmente, as ofertas no mercado estão voltadas para pagamentos mais alongados, enquanto os vendedores buscam liquidez imediata.

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Em diferentes regiões, os preços da soja apresentaram alta. Confira:

  • Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos passou de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Na região das Missões (RS), a cotação foi de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • No Porto de Rio Grande (RS), os preços subiram de R$ 140,00 para R$ 142,00
  • Em Cascavel (PR), a saca valorizou de R$ 137,00 para R$ 139,00
  • No Porto de Paranaguá (PR) o preço aumentou de R$ 141,00 para R$ 144,00
  • Em Rondonópolis (MT) e Dourados (MS), os preços passaram de R$ 134,00 para R$ 136,00
  • Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 131,00 para R$ 132,00

Chicago

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,16 3/4 por bushel, apresentando uma desvalorização de 0,34% em relação ao dia anterior. O mercado enfrenta pressão negativa devido à previsão de chuvas no Brasil e à expectativa de clima mais seco no centro dos Estados Unidos nos próximos 31 a 60 dias, o que deve favorecer a colheita.

Os agentes estão se posicionando para o relatório do USDA, que será divulgado na sexta-feira (11).

USDA

O USDA deverá revisar para baixo suas estimativas de safra e estoques finais de soja dos Estados Unidos para 2024/25. O relatório mensal de outubro, que abrange oferta e demanda americana e mundial, será divulgado na sexta-feira, às 13h.

Analistas esperam que os estoques americanos fiquem em 542 milhões de bushels para 2024/25, uma redução em relação à previsão anterior de 550 milhões. A produção deve ser revisada para 4,572 bilhões de bushels, levemente abaixo dos 4,586 bilhões previstos em setembro.

No contexto global, os estoques finais esperados para 2024/25 são de 134,3 milhões de toneladas, ligeiramente inferiores aos 134,6 milhões do mês passado. Para 2023/24, a expectativa é de 112,2 milhões, também abaixo dos 112,3 milhões indicados anteriormente.



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Previsão aponta temporais e ventos de 70 km/h no Nordeste



Saiba como o clima irá se comportar nesta sexta-feira (11) em todo o Brasil:

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Sul

Os maiores volumes de chuva continuam concentrados no extremo sul, leste e na serra do Rio Grande do Sul, além do centro-leste e litoral de Santa Catarina e do Paraná. O sol aparece no interior da região, mas pode chover em forma de pancadas com raios e ventos moderados a fortes.

Sudeste

Tempo instável com céu mais encoberto e chuva forte no centro-leste e litoral de São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A condição de chuva forte continua em quase todas as áreas da região, aumentando no Grande Rio e em Vitória. O sol aparece um pouco mais e chove com potencial para pancadas no noroeste paulista e no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia abafado e com chance de pancadas de chuva em quase todas as áreas da região. A chuva pode vir em forma de temporais isolados no sul de Goiás e no oeste de Mato Grosso, com risco de trovoadas. O sol ainda aparece em todas as demais áreas, e pode chover com moderada a forte intensidade no Distrito Federal, em Goiânia, Campo Grande e Cuiabá.

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo vir em forma de pancadas mais fortes, com raios e ventos de até 70 km/h. Chove de maneira moderada em Salvador. A previsão ainda é de tempo firme e seco na maior parte do interior da região nordeste.

Norte

Dia mais instável no Acre, sudoeste e sul do Amazonas e no estado de Rondônia; o tempo fica mais encoberto, com risco de alguns temporais. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Tocantins. Tempo firme em Manaus, Boa Vista, Belém e Macapá.



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Fórum SC e o Agro 5.0 debate o futuro do agro no estado



Com o tema Transformação Digital e o Futuro do Agronegócio em Santa Catarina, em 31 de outubro acontece mais uma edição do Fórum Santa Catarina e o Agro 5.0. O encontro vai reunir lideranças, produtores, técnicos e especialistas em uma reflexão sobre o uso das novas tecnologias e as boas práticas que devem ser adotadas em um mundo cada vez mais conectado. O encontro faz parte do projeto que discute os desafios e oportunidades da produção agrícola e pecuária do estado.

O evento coloca em pauta a inovação como estratégia e ferramenta para um agronegócio mais eficiente e competitivo.  A proposta é entender como as cadeias produtivas do agro têm usado, ou não, inteligência artificial, internet das coisas e conectividade para garantir mais sustentabilidade e governança ao seu negócio. Diferencial competitivo em qualquer atividade produtiva, a tecnologia pode ser uma aliada inclusive no desafio da sucessão, no campo e no mercado, defendem os especialistas.

Giovani Ferreira, diretor executivo da operação Sul do Canal Rural, explica que a tomada de decisão no campo tem ficado cada vez difícil, agora não mais pela falta de informação, mas pelo excesso de informação e tecnologias disponíveis no ambiente do agronegócio. O desafio, destaca, é customizar, adaptar esse universo à realidade de cada produtor e às necessidades de cada cadeia produtiva, respeitando as diversas características culturais, econômicas, sociais e fundiárias.

Presença confirmada no fórum, Fernando Gomes de Oliveira, especialista em inovação disruptiva e transformação digital, vai tratar em sua apresentação sobre o futuro do agro, sobre como se preparar para a tomada de decisão na era e na velocidade da tecnologia e inovação. Complementar à palestra de Fernando, o evento vai trazer cases associados a outras temáticas discutidas durante o projeto Santa Catarina e o Agro 5.0, como sucessão, qualificação, diversificação, infraestrutura e cooperativismo.

Em sua 7ª edição, o projeto é uma realização do Canal Rural em parceria com as principais de entidades de representação do agronegócio catarinense, como Fecoagro, Ocesc/Sescoop, Faesc/Senar, Sindicarne/ACAV, governo do estado, através da Secretaria de Agricultura e Pesca e Assembleia Legislativa de Santa Catarina. 

Visita Técnica

Para a parte da manhã, os organizadores do evento programaram uma visita técnica nas imediações de Criciúma. A intenção é ter uma manhã experiencial em uma típica propriedade rural de Santa Catarina, e conhecer na prática algumas das temáticas que motivam a realização do projeto, neste caso a diversificação, agroindústria, sucessão, inovação e tecnologia.

Ao final da visita os organizadores vão oferecer um almoço temático, à base de carne suína e de frango, duas importantes cadeia produtivas do estado. Como sobremesa, inclusive, será servido um gelato produzido à base de leite de ovelha, como forma de ilustrar a verticalização na produção de ovinos, atividade no interior catarinense. A visita será na área da Família Dagostim, a 20 minutos de Criciúma, e requer inscrição prévia.

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Serviço:

VISITA TÉCNICA + ALMOÇO TEMÁTICO (*)

Data: 31/out

Hora: 10 horas

Local: Família Dagostim

Município: Criciúma (20 min da cidade)

(*) Para participar da visita técnica e almoço é necessário fazer inscrição antecipada, até 25/out, através do e-mail [email protected]

FÓRUM SANTA CATARINA E O AGRO 5.0 (*)

Data: 31/0ut

Hora: 14 horas

Local: ACIC

Cidade: Criciúma (SC)

(*) O fórum é presencial e também terá transmissão ao VIVO pela TV e YouTube do Canal Rural.



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furacão Milton deve prejudicar recuperação de pomares da Flórida



Os pomares de laranja da Flórida, que estavam em fase de recuperação desde que foram atingidos pelo furacão Ian, em 2022, correm o risco de ver esses avanços revertidos, já que o furacão Milton deve ter trazido ventos com velocidade de mais de 200 km/h ao atingir a costa na madrugada desta quinta-feira (10). A enorme tempestade deve derrubar frutos da safra atual e pode causar danos às árvores, que levarão anos para serem substituídas.

“Este é um dos períodos mais difíceis que a indústria já enfrentou”, disse Matt Joyner, chefe da Florida Citrus Mutual, que representa entre 1,5 mil e 2 mil produtores de citros no estado.

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Os pomares, já bastante debilitados, estavam se recuperando de danos causados por doenças como o greening e uma série de furacões poderosos nos últimos anos.

Para o ano comercial 2023/24, que terminou em 31 de julho, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou que a produção total de laranjas foi de 17,96 milhões de caixas. Isso representa aumento de 14% em relação ao ano anterior, mas menos da metade da produção antes do Ian, que já era a mais baixa desde 1945.

Grandes tempestades têm atingido a Flórida com frequência, dando pouco tempo para os produtores respirarem. É difícil prever o quanto o Milton vai atrasar a produção no ano comercial 2024/25, mas os citricultores estão se preparando para o pior. A produção nos pomares de laranja da Flórida caiu cerca de 60% após o furacão Irma, em 2017, e o Ian, em 2022, disse Joyner.

O furacão Milton deve ter tocado o solo no coração da área de citros da Flórida. Quatro dos cinco principais condados produtores – Polk, DeSoto, Highlands e Hardee – estão no caminho dos piores ventos da tempestade, disse ontem o Centro Nacional de Furacões. Os cinco principais condados concentram 71% da produção de citros do estado, de acordo com um relatório do USDA em agosto.

A produção da Flórida também foi prejudicada pelo greening nos últimos 15 a 20 anos. A doença bacteriana retarda o crescimento das árvores e estraga os frutos. Não há cura conhecida, mas produtores de citros finalmente conseguiram implementar tratamentos que, no mínimo, retardam a proliferação da doença.

No caso de fortes tempestades, no entanto, não há muito que os produtores de citros possam fazer para proteger seus pomares. “Não podemos proteger as árvores do vento”, disse Joyner.

A temporada de furacões no Atlântico vai de junho a novembro, atingindo seu ponto mais alto em setembro e outubro – um momento vulnerável do ciclo de crescimento das laranjas. A colheita de laranjas precoces começa neste mês. Isso significa que as tempestades nesta época do ano tendem a derrubar frutos prontos das árvores.

Os contratos futuros de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ), que são negociados na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), atingiram um recorde histórico de 506 centavos de dólar por libra-peso no fim de agosto.

A alta ocorreu após o Furacão Beryl, de categoria 5, ter se formado no fim de junho – o furacão mais forte a se formar tão cedo na temporada. As laranjas produzidas na Flórida são usadas principalmente na fabricação de suco. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Frango: SC exporta 23,1% mais carne e tem melhor desempenho em 5 anos



A exportação de carne de frango in natura e industrializada de Santa Catarina em setembro alcançou 105,6 mil toneladas, avanço de 25,3% em relação a agosto e de 23,1% em comparação com setembro de 2023, informou, em nota, o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) de Santa Catarina. Esse volume é o maior desempenho mensal desde maio de 2019.

No total, Santa Catarina exportou 173,6 mil toneladas de carnes em setembro, que compreende frangos, suínos, perus, patos e marrecos e bovinos, entre outras, o que representou aumento de 13,8% na comparação aos embarques do mês anterior e de 17% em relação do registrado em igual mês de 2023.

Em receita, o estado faturou US$ 386,7 milhões em setembro, avanço de 16,9% em relação a agosto e de 26,4% na comparação com setembro de 2023. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Ainda conforme o relatório, Santa Catarina foi responsável por 23,4% da receita gerada pelas exportações brasileiras de carne de frango de janeiro a setembro de 2024.

Em relação à carne suína, o estado exportou 61,4 mil toneladas em setembro, entre proteína in natura, industrializada e miúdos, queda de 0,7% ante agosto e alta de 10,1% ante setembro/2023.

A receita no mês passado alcançou US$ 150,4 milhões, alta de 0,1% ante agosto e de 18% ante setembro/2023.

Suínos

Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, a expectativa para a carne suína este ano é positiva. “Caso o ritmo de embarques se mantenha ao longo dos próximos meses, o Estado deve bater um novo recorde de exportações”, avalia.



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AgroNewsPolítica & Agro

Etanol de milho: Novas usinas a caminho


A expansão geográfica do setor também é esperada




O aumento de usinas deve refletir em um crescimento significativo da capacidade de processamento de milho
O aumento de usinas deve refletir em um crescimento significativo da capacidade de processamento de milho – Foto: Pixabay

A indústria de etanol de cereais no Brasil está em expansão contínua há quase uma década. Segundo Rafael Piacenza, gerente de desenvolvimento de negócios da Novonesis, o setor vive um momento de otimismo, com previsões de aumento de produção e novos anúncios de plantas. Durante a 10ª edição do TECO Latin America, Piacenza destacou que a quantidade de usinas anunciadas ou em operação deve crescer 75% nos próximos anos. Hoje, o Brasil conta com 32 usinas em produção, construção ou não operacionais, mas esse número pode chegar a 56, impulsionado por novos projetos e empresas interessadas.

O aumento de usinas deve refletir em um crescimento significativo da capacidade de processamento de milho e produção de DDGs (grãos secos de destilaria). A expectativa é que, em cinco anos, o processamento diário alcance 107 mil toneladas de milho, gerando 11 milhões de toneladas de DDGs por ano. Para a safra 2024/25, a produção de etanol de milho deve alcançar 8 bilhões de litros anuais, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A expansão geográfica do setor também é esperada, com novas unidades previstas para estados como Maranhão e Rio Grande do Sul, diversificando as matérias-primas utilizadas, incluindo sorgo e trigo.

Fabrício Leal Rocha, diretor de bioenergia da Novonesis na América Latina, destacou a importância de aumentar a produtividade para melhorar a lucratividade. Segundo ele, a otimização de processos com suporte técnico especializado e o uso de leveduras de novas gerações são estratégias-chave. A estimativa é que, ao aumentar a produtividade entre 3% e 9%, uma planta que processa 5.600 toneladas de milho por dia poderia ter um aumento no lucro líquido anual de R$ 33 a R$ 100 milhões.

Além disso, o evento TECO Latin America abordou outros temas relevantes, como oportunidades de exportação de DDGs para mercados internacionais e a transição para combustíveis marítimos mais sustentáveis, como o etanol verde.
 





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Anitta explica por que não fugiu de Miami durante furacão Milton: ‘Tudo sob controle’



A cantora Anitta usou suas redes sociais para tranquilizar familiares, amigos e fãs sobre sua decisão de permanecer em Miami, nos Estados Unidos, mesmo com a chegada do furacão Milton. Apesar dos riscos associados ao fenômeno, que atingiu a Flórida como um furacão de categoria 5 antes de perder força, Anitta explicou que, na região onde está, os efeitos seriam de menor impacto.

“Estou em Miami, o furacão está passando por Tampa, que fica próximo daqui. Ele realmente é perigoso, mas o que vamos sentir aqui é algo equivalente a um furacão de nível 1”, disse a cantora em vídeos publicados no Instagram.

Furacão e medidas de segurança

O furacão Milton chegou à costa da Flórida na noite de quarta-feira, 9 de outubro, com ventos de alta intensidade e gerando preocupações em diversas regiões do estado. Mesmo com o rebaixamento para categoria 1, o fenômeno ainda provoca tempestades severas e risco de inundações.

Enquanto algumas celebridades optaram por deixar a Flórida em voos emergenciais ou retornar ao Brasil, Anitta preferiu seguir com sua rotina. Ela ressaltou que, em Miami, a vida continua relativamente normal, apesar dos avisos meteorológicos.

“Eu já estou acostumada com os alertas de furacão aqui, a cidade está preparada, e por isso decidi continuar em casa”, afirmou a cantora, destacando que está tomando todas as precauções recomendadas.

Famosos em alerta

Além de Anitta, outros famosos brasileiros que estão nos Estados Unidos também se pronunciaram sobre o furacão Milton. Muitos compartilharam suas experiências e medidas de segurança nas redes sociais, assegurando seus seguidores de que estão seguros.



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comissão aprova projeto que proíbe descarte com métodos cruéis



A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 783/24, que proíbe o descarte de pintinhos machos por meio de métodos cruéis como trituração, eletrocussão e sufocamento.

O texto prevê ainda que, quando houver uma tecnologia de sexagem in ovo comercialmente disponível, os incubatórios e as empresas que comercializam aves recém-nascidas deverão descartar os ovos até o sexta dia após a incubação. Nesse caso, as empresas terão um ano para se adequarem à lei.

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Risco à saúde pública

A proposta aprovada estabelece que o descarte de aves em qualquer etapa do desenvolvimento somente será permitido por motivo de risco à saúde pública, justificado por laudo assinado pelo veterinário responsável e aprovado pela autoridade sanitária competente.

Nesse caso, o descarte das aves deve ser feito mediante insensibilização prévia dos animais, evitando ao máximo o sofrimento das aves.

Quem descumprir os dispositivos da futura lei estará sujeito a multa de 2% do faturamento por animal descartado. Se houver reincidência, a multa será aplicada em dobro.

O relator, deputado Bruno Ganem (Pode-SP), afirmou que os animais são seres sencientes, ou seja, são capazes de sentir dor, alegria, tristeza. “Assim, não podemos admitir a prática cruel de jogar pintinhos vivos em trituradores”, defendeu.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado na Câmara pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



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É amanhã! Saiba como acompanhar a Abertura Nacional do Plantio da Soja



Falta apenas um dia para a Abertura Nacional do Plantio da Soja, que acontece em Açailândia, Maranhão. O evento é um marco para a agricultura do estado, que teve um crescimento de 12% na produção do grão na última safra.

Nesta sexta-feira, 11/10, a Fazenda Pau Brasil abre suas portas para receber todos os interessados a partir das 9h. A entrada é gratuita e ainda é possível se inscrever por meio do formulário disponível.

A cerimônia marca o início ao plantio da soja na região, com o enfileiramento das plantadeiras no campo e discussões relevantes sobre temas cruciais para o setor agrícola. Os tópicos incluem gestão e diversificação, rentabilidade nas propriedades, a consolidação do Matopiba, além dos impactos climáticos nas lavouras.

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Painéis informativos

O evento contará com dois painéis informativos. O primeiro aborda a gestão, diversificação e sustentabilidade da soja, com a participação de especialistas como Gustavo Spadotti, da Embrapa Territorial; Bazilio Carlotto, da Coopernorte; e Marcos Fava Neves, da FGV.

Já o segundo painel discute a moratória da soja e a nova lei europeia, com contribuições de Fabricio Rosa e Mauricio Buffon, ambos da Aprosoja Brasil.

Agricultores, estudantes e profissionais do setor estão convidados a participar desse momento de aprendizado e troca de experiências. A Abertura Nacional do Plantio faz parte do Projeto Soja Brasil, uma iniciativa do Canal Rural e da Aprosoja Brasil.

Expectativa

O vice-presidente da Aprosoja Maranhão, Jeziel Oliveira, expressa suas expectativas para a nova safra, destacando fatores que impulsionam o crescimento. “O clima é favorável, com um bom índice pluviométrico. Além disso, estamos aumentando a área plantada, especialmente em terras que antes eram utilizadas para pecuária”, afirma Jeziel.

Com a possibilidade de um fenômeno de La Niña, que tende a favorecer a pluviosidade no Nordeste, os produtores do Maranhão estão otimistas. “Estamos prontos para iniciar o plantio, com a expectativa de uma safra produtiva. Convidamos todos os produtores do Brasil, especialmente de Maranhão, Pará e Piauí, a participar deste evento”, ressalta.

A Abertura Nacional do Plantio da Safra de Soja 2024/25 faz parte do Projeto Soja Brasil, iniciativa do Canal Rural e da Aprosoja Brasil.

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Defesa Civil repassa R$ 2,6 mi a municípios afetados pela estiagem no interior de SP



A Defesa Civil do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (9) o repasse de R$ 2,6 milhões para quatro municípios do interior paulista, como parte do Plano Estadual de Resiliência à Estiagem – SP Sempre Alerta. A medida tem como objetivo mitigar os efeitos da seca que afeta diversas regiões do estado, especialmente durante o período de poucas chuvas.

As cidades de Barretos e Bauru, bastante afetadas pela seca, receberam o maior volume de recursos, com R$ 1 milhão cada. Já o município de Indiana, na região administrativa de Presidente Prudente, foi contemplado com R$ 400 mil, enquanto Arthur Nogueira, na região de Campinas, recebeu R$ 200 mil.

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Os recursos serão aplicados em iniciativas para melhorar a gestão de água, além de promover ações de conscientização sobre o uso racional do recurso. O Plano Estadual de Resiliência à Estiagem, lançado em julho deste ano, prevê diretrizes e ações para fortalecer a resiliência das comunidades afetadas pela seca.

A Defesa Civil ressaltou que o trabalho coordenado entre os diferentes níveis de governo e a mobilização de recursos são fundamentais em situações de emergência climática.



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