quinta-feira, julho 30, 2026

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saiba o que mexe com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No episódio de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que, nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor veio um pouco acima das expectativas em setembro. Sobre o Fed, as chances de uma manutenção dos juros em novembro têm ganhado cada vez mais espaço. Por aqui, olho nos dados de serviços.



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Flutuações nos preços das fruta em Minas Gerais


O Balanço Semanal de Preços das Frutas, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), revela importantes flutuações nos preços das principais frutas comercializadas no CeasaMinas, localizado em Contagem, entre os dias 23 de setembro e 4 de outubro de 2024. O levantamento, realizado em conjunto com as instituições vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, tem como objetivo monitorar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais.

A metodologia adotada considera a comparação dos preços médios praticados no Ceasa-MG, unidade Grande BH. O estudo abrangeu as dez frutas mais comercializadas em volume, incluindo abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Entre os destaques, o abacaxi apresentou um aumento inicial de 6,3%, seguido por uma queda de 5,9%, mantendo-se estável a R$ 80,00 a dúzia. A variação média da fruta foi de -2%, passando de R$ 81,67 para R$ 80,00. Por outro lado, o preço da banana prata permaneceu inalterado ao longo do período analisado.

O coco verde teve um aumento de 12% no final do período, enquanto o preço da laranja pera subiu 10% na segunda semana, alcançando R$ 5,50/kg. O limão tahiti extra também registrou altas significativas, com variações de 8,3% e 7,7%, fechando a R$ 7,00/kg.

A maçã gala, por sua vez, teve uma queda acumulada de 4,7%, chegando a R$ 9,53/kg. O mamão formosa caiu 15,4% no preço, encerrando o período a R$ 2,50/kg, enquanto a manga tommy viu seu preço cair 11,5%, atingindo R$ 2,86/kg. A melancia graúda teve uma queda de 3,6%, passando para R$ 1,80/kg.

No caso da uva itália, as variações foram mais complexas, com uma alta de 11,1% na primeira semana, seguida por uma queda de 5% e uma nova alta de 5,3%, mantendo-se em R$ 12,50/kg. Ao comparar os preços médios entre as semanas de 23 a 27 de setembro e de 30 de setembro a 4 de outubro, apenas a banana se destacou pela estabilidade.

A análise dos resultados aponta que o aumento dos preços da laranja e do limão pode ser atribuído ao calor, que afeta a produção e reduz a oferta, ao mesmo tempo em que eleva o consumo. Já os viticultores têm priorizado o mercado externo devido a boas remunerações.

As frutas que apresentaram queda nos preços foram: abacaxi, maçã, mamão, manga e melancia. O aumento da oferta de maçãs importadas, que possuem calibres e colorações mais atrativas, resultou na diminuição da demanda pelas maçãs brasileiras, impactando seus preços. No caso do mamão, a alta oferta e um mercado lento foram fatores decisivos para a desvalorização. A manga enfrentou dificuldades logísticas nas exportações, intensificando a oferta no mercado interno. A melancia também foi afetada pela alta oferta, levando à pressão nas cotações.





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Sexta-feira repleta de pancadas de chuva e ventania; confira e prepare-se



O último dia útil da semana é marcado por pancadas intensas de chuva e ventos de até 70 km/h em algumas áreas. Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Os maiores volumes de chuva continuam concentrados no extremo sul, leste e na serra do Rio Grande do Sul, além do centro-leste e litoral de Santa Catarina e do Paraná. O sol aparece no interior da Região, mas pode chover em forma de pancadas com raios e ventos de moderados a fortes.

Sudeste

Tempo instável com céu mais encoberto, chuva forte no centro-leste e litoral de São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A condição de chuva forte continua em quase todas as áreas da Região, aumentando no Rio de Janeiro e em Vitória, Espírito Santo. O sol aparece um pouco mais e chove com potencial para pancadas no noroeste paulista e no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia abafado e com chance de pancadas de chuva em quase todas as áreas da Região. A chuva pode vir em forma de temporais isolados no sul de Goiás e no oeste de Mato Grosso com risco de trovoadas. O sol aparece ainda em todas as demais áreas e pode chover com moderada a forte intensidade no Distrito Federal, em Goiânia, Campo Grande e Cuiabá.

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo vir em forma de pancadas mais fortes, com raios e ventos de até 70 km/h. Chove de maneira moderada em Salvador. Enquanto isso, a previsão ainda é de tempo firme e seco na maior parte do interior do Nordeste.

Norte

Dia mais instável no Acre, sudoeste e sul do Amazonas e no estado de Rondônia. Nessas áres, o tempo fica mais encoberto e com risco de alguns temporais. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Tocantins. Tempo firme em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Belém (PA) e Macapá (AP).



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Boi Gordo: Parceria do Cepea com a B3 para elaboraçaõdo indicador é encerrada


NOTA

Piracicaba, 9 de outubro de 2024.

O Cepea, Centro de pesquisas da Esalq/Universidade de São Paulo, informa que a parceria com a B3 para a elaboração do Indicador do Boi Cepea/B3 está sendo encerrada. Independentemente disso, o Cepea seguirá elaborando o Indicador do boi. Todas as suas pesquisas sobre o mercado pecuário serão continuadas, assim como as dos mercados agrícolas.

O Agronegócio Brasileiro continuará contando com as informações e análises do Cepea para que a justa concorrência sempre prevaleça.  A parceria do Cepea com a B3 segue com a elaboração dos Indicadores do Milho e do Etanol, bem como outras iniciativas em estudo.

O Cepea reitera seu compromisso com os princípios científicos, a imparcialidade e os valores de integridade que o guiam há mais de 40 anos. Em sua rede de mais de 20 mil colaboradores, atuantes em 32 cadeias agropecuárias pesquisadas continuamente, o agente de pequeno porte tem o mesmo espaço que o de grande porte.

Sem fins lucrativos, o Cepea faz pesquisas que objetivam proporcionar transparência aos mercados, reduzindo as assimetrias de informação que limitam o desenvolvimento equilibrado do mercado. Em ambientes transparentes e com informações simétricas, a influência do poder econômico nos negócios tende a desaparecer.

O compromisso do Cepea, assim como o da ESALQ e o da USP, é com a sociedade brasileira.

Equipe Cepea

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Krilltech chega ao mercado europeu


Empresa agrícola inicia sua expansão internacional ao oficializar acordo comercial com a Biorizon Biotech na Fruit Attraction 2024, na Espanha

Parceria prevê a distribuição de produtos e investimento em outros mercados globais futuramente

A Krilltech dará um dos passos mais importantes de sua história este mês. Durante a Fruit Attraction 2024, reconhecido evento global para a cadeia produtiva de frutas e vegetais, que acontece de 8 a 10 de outubro, em Madri, Espanha, a empresa oficializará uma parceria com a companhia espanhola Biorizon Biotech para representação e comercialização de suas soluções no mercado agrícola europeu.

Fundada como uma startup em 2015, nos laboratórios da Universidade de Brasília (UnB), a Krilltech chamou a atenção ao desenvolver uma tecnologia que sinaliza processos fisiológicos primários e secundários das plantas, as auxiliando a atingir todo o potencial genético e produtivo.

Inédita no mundo, a tecnologia foi patenteada e dimensionada para produção em larga escala em parceria com a UnB e a Embrapa, resultando na criação do primeiro produto da Krilltech: a Arbolina, que chega à Europa pelas mãos da Biorizon.

A solução tem resultados comprovados, que incluem aumento da eficiência fotossintética, teor de clorofila, enraizamento e produtividade em grandes culturas como soja, tomate, batata, entre outra. Essas características, inclusive, atendem perfeitamente às necessidades agrícolas dos produtores europeus, e se encaixam na exigente política de sustentabilidade do continente.

Segundo Marcelo Rodrigues, sócio-fundador da Krilltech, a atuação internacional sempre foi um objetivo da marca, que se concretiza agora na Fruit Attraction 2024. “Sendo o primeiro produto com distribuição comercial, a Arbolina certamente abrirá portas para novas soluções, que já estão em testes e logo também serão disponibilizadas no Velho Continente por meio da parceria com a Biorizon Biotech”.

Com sede em Almería, Espanha, a Biorizon é pioneira no desenvolvimento e comercialização de produtos à base de microalgas. Hoje, a empresa é uma referência internacional e opera em quase 60 países, sendo reconhecida pela União Europeia por seu trabalho com agricultura regenerativa.

“Este acordo reforça nossa estratégia de inovação ao conjugar os produtos da Krilltech com as tecnologias e produtos da Biorizon Biotech, o que proporciona novas e poderosas ferramentas aos agricultores”, celebra David Iglesias, CEO da empresa espanhola.





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Redução de juros nos EUA: Efeitos no mercado global


A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano




A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano
A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano – Foto: Pixabay

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, uma empresa especializada em gestão de risco e inteligência de mercado, o recente afrouxamento da política monetária dos Estados Unidos em setembro teve um impacto significativo no mercado de commodities. O analista Victor Arduin destaca que, após um primeiro semestre de expectativas frustradas, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) decidiu reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base, um movimento considerado agressivo e estratégico para estimular a economia.

A diminuição das taxas de juros resultou em um enfraquecimento do dólar americano, tornando as commodities mais baratas para compradores que utilizam outras moedas. Como as matérias-primas são cotadas em dólares, essa desvalorização da moeda norte-americana cria um ambiente favorável para a valorização das commodities, refletindo diretamente nos preços globais e potencialmente aumentando a rentabilidade dos exportadores.

Além disso, o relatório aponta que a redução das taxas nos Estados Unidos abre espaço para que economias asiáticas também relaxem suas políticas monetárias restritivas. Isso é especialmente relevante, uma vez que a flexibilização dessas políticas pode gerar expectativas de crescimento econômico mais robusto na região em 2025. Um crescimento mais acelerado na Ásia pode resultar em uma demanda crescente por commodities, reforçando ainda mais a tendência de alta dos preços no mercado global.

No entanto, é importante ressaltar que o cenário não está isento de riscos. Persistem questões estruturais na economia chinesa, que podem afetar a dinâmica do mercado de commodities, assim como desafios no mercado de trabalho dos Estados Unidos, que também podem influenciar negativamente a recuperação econômica global.
 





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Cooperação sustentável na indústria da carne


“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo”




“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo"
“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo” – Foto: Divulgação

A ABIEC anunciou a criação do Grupo de Trabalho em Sustentabilidade na Indústria da Carne Brasil-China durante o Fórum Mundial de Inovação Agroalimentar de 2024. A iniciativa, em parceria com a China Meat Association, IMAC e WRI, visa promover práticas sustentáveis no comércio de carne bovina entre os dois países. O grupo foi formalizado no evento que celebrou os 50 anos das relações diplomáticas entre Brasil e China, e o diretor de Sustentabilidade da ABIEC, Fernando Sampaio, destacou a importância da aliança para o diálogo sobre sustentabilidade na produção de carne.

China e Brasil, líderes no agronegócio, têm uma forte cooperação, com a China como maior consumidor e o Brasil como principal fornecedor de produtos agrícolas. A demanda chinesa por carne bovina melhora a eficiência da produção brasileira, que busca reduzir impactos ambientais. Fernando Sampaio, da ABIEC, destacou que o Brasil possui uma legislação ambiental rigorosa e protocolos de monitoramento para garantir conformidade. Ele apontou o desafio de obter reconhecimento internacional e expandir a cooperação em sustentabilidade com a China.

“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, e a indústria exportadora de carne bovina já implementou protocolos de monitoramento que garantem a conformidade com essas normas”, afirmou Sampaio. “Nosso desafio agora é garantir o reconhecimento internacional desses esforços e expandir a cooperação em sustentabilidade com a China”. Complementa Sampaio.

O novo Grupo de Trabalho visa facilitar o intercâmbio entre Brasil e China sobre práticas de sustentabilidade na cadeia de carne bovina, garantindo critérios ambientais rigorosos e promovendo cooperação. A ABIEC participa de uma missão à China, liderada pelo assessor do Ministro da Agricultura, Carlos Augustin, com visitas a instituições de pesquisa e reuniões para captação de recursos para investimentos sustentáveis.





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Comércio recua 0,3% em agosto, mas acumula alta em 2024


Em agosto deste ano, as vendas do comércio varejista no Brasil recuaram 0,3% em comparação a julho. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O estudo aponta, por outro lado, um crescimento de 5,1% em relação a agosto do ano passado e uma alta acumulada também de 5,1% ao longo dos oito primeiros meses de 2024. Já nos últimos 12 meses, o resultado acumulado é um crescimento de 4,0%.

Gerente da PMC, Cristiano Santos explica que a variação negativa no comércio varejista em agosto demonstrou estabilidade no setor, diante do crescimento em julho. “O comportamento do comércio em 2024 ainda é positivo, apenas em junho tivemos resultado efetivamente negativo (-0,9%). O aspecto negativo do resultado de agosto é o fato de quatro das oito atividades pesquisadas terem registrado queda significativa, três ficarem estáveis e só uma ter apresentado alta”.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de rendas reduziu 0,8% de julho para agosto. Em comparação, no mesmo período em 2023 houve um aumento de 3,1%. 

Setores
Em relação às atividades, sete das oito avaliadas pela PMC sofreram redução. Foram elas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,9%), livros, revistas e papelaria (2,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,0%) e móveis e eletrodomésticos (1,6%) tiveram as maiores quedas. 

Outros setores com queda no volume de venda foram tecidos, vestuários e calçados (0,4%), combustíveis e lubrificantes (0,2%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,1%). Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria foi o único setor que teve expansão entre julho e agosto de 2024, de 1,3%.

“As lojas de departamento são o principal tipo de empresa atuante no setor de Outros artigos de uso pessoal e doméstico. Elas tiveram, em 2023, um ano muito turbulento, com registros de problemas contábeis afetando alguns dos principais players desse mercado, fazendo com que revisassem seus balanços patrimoniais. Isso provocou ajustes em toda a cadeia produtiva, levando à redução do número de lojas físicas. O aumento da competição com outros nichos e a sazonalidade de promoções também influenciaram a queda no volume de vendas em agosto”, avalia Santos.

Estados
Nas unidades federativas, entre julho e agosto de 2024, 17 dos 26 estados tiveram desempenho negativo no volume de vendas. Os piores resultados foram Minas Gerais, com queda de 2,4%, Tocantins, com 2,0% e Rondônia, com 1,8%. Por outro lado, Roraima (2,2%), Ceará (2,1%) e Bahia (1,3%) foram os estados que se destacaram com resultados positivos, registrando aumentos.

Cenário semelhante se manteve no comércio varejista ampliado. Em 16 estados foram registrados menor volume de vendas, com destaque para Mato Grosso do Sul, com redução de 4,5%, Minas Gerais, de 2,9% e Acre, de 2,5%.

Enquanto isso, os estados do Rio Grande do Sul (1,9%), Rio Grande do Norte (1,3%) e Roraima (1,3%) encerraram o mês de agosto com resultados positivos. Amapá e Distrito Federal foram as unidades federativas a registrar estabilidade (0,0%) de acordo com a pesquisa.





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dois fatores indicam continuidade de alta nos preços



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, dois fatores sugerem pela continuidade deste movimento de valorização:

  • A atual posição das escalas de abate, que seguem na pior posição na atual temporada;
  • A demanda extremamente aquecida, em especial quando se trata de exportações

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: ficou em R$ 299
  • Goiás: R$ 279
  • Minas Gerais: R$ 289
  • Mato Grosso do Sul: R$ 295
  • Mato Grosso: R$ 269

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços firmes. O quarto traseiro foi precificado a R$ 22,00 por quilo. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,97%, sendo negociado a R$ 5,5865 para venda e a R$ 5,5844 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5320 e a máxima de R$ 5,5988.



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Excesso de umidade tem beneficiado feijão e prejudicado arroz no RS



A cultura do arroz está em fase inicial de semeadura no Rio Grande do Sul, de acordo com boletim da Emater/RS-Ascar. Porém, o avanço da área está limitado pela ocorrência frequente de chuvas nas regiões leste e sul do estado.

Essas condições dificultam o manejo adequado do solo e o acesso de maquinário em razão da umidade excessiva nos talhões.

“A oeste, onde os intervalos entre as chuvas foram mais longos, e os volumes menores, o plantio tem progredido de maneira satisfatória, aproveitando as condições mais secas e estáveis dos terrenos em implantação”, diz o órgão.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (Irga) projeta área de 948.356 hectares cultivados. A Emater, por sua vez, estima produtividade de 8.478 kg/ha (141,3 sacas).

Semeadura de feijão avança

O plantio da primeira safra de feijão avançou no Rio Grande do Sul na última semana, aponta a Emater-RS. De acordo com o órgão, durante o ciclo da cultura, as condições climáticas têm sido favoráveis ao seu crescimento devido à manutenção da umidade do solo e aos elevados índices de radiação solar.

“Predomina o desenvolvimento vegetativo, representando 97% das lavouras, e 3% iniciaram a fase de florescimento”.

O boletim informa que, durante a semana, os produtores realizaram manejos diferenciados, como adubação nitrogenada em cobertura, controle de plantas daninhas e aplicação de fungicidas, conforme o estágio da cultura.

Para a safra 2024/25 no estado, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares de feijão, com produtividade estimada em 1.702 kg/ha (28,3 sacas).



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