terça-feira, julho 28, 2026

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Trigo: Altas previstas até 2025


Segundo a TF Agroeconômica, os fundamentos altistas para o trigo indicam uma oportunidade de valorização de preços no médio e longo prazo, principalmente entre fevereiro e julho de 2025. Com base nisso, a recomendação para agricultores, cooperativas e cerealistas é de se prepararem para uma possível elevação de preços. 

Caso optem por vender parte da produção antes desse período, sugere-se adquirir contratos futuros para continuar participando das altas previstas, devido às adversidades nas safras de inverno no hemisfério norte e à redução da produção no Brasil. Já para moinhos e exportadores, o alerta é para se anteciparem, aproveitando contratos futuros para garantir custos menores e se manterem competitivos no mercado de farinhas .

Entre os fatores que sustentam essa alta, destacam-se: a menor produção e os estoques reduzidos nos EUA, conforme o USDA revisou sua projeção para 53,65 milhões de toneladas, com estoques finais de 22,09 milhões. Na Europa, a União Europeia diminuiu sua estimativa de exportação de 31,50 para 30 milhões de toneladas, compensada em parte pelas vendas ucranianas, entre 15 e 16 milhões de toneladas. A produção russa também foi ajustada para baixo, com consultorias apontando para uma redução significativa nos rendimentos, principalmente na Sibéria, enquanto o governo russo elevou as tarifas de exportação .

No Brasil, a produção também está abaixo das expectativas. A Stonex e a TF Agroeconômica convergem para uma estimativa de 7,89 milhões de toneladas para a safra 2024/2025, número inferior aos relatórios da Conab e do USDA, o que pode levar a um aumento nas importações e, consequentemente, a preços mais altos. Além disso, os estoques mundiais de trigo estão entre os mais baixos desde 2015/2016, um cenário que, combinado ao crescimento populacional, intensifica a pressão sobre a oferta e sustenta os preços .

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a tomada de lucros pelos fundos de investimento e a maior disponibilidade de trigo na Argentina, que conta com estoques iniciais robustos, permitindo exportações significativas. No Brasil, a pressão de colheita momentânea nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná também influencia os preços temporariamente, mas a tendência altista permanece sólida para os próximos meses .
 





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Abertura Nacional da Colheita da Soja já tem data e local; confira


Na última sexta-feira (11), a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/25 foi anunciada durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja, em Açailândia (MA). Com a data marcada para o dia 4 de fevereiro de 2025, Sinop, no Mato Grosso, será o município anfitrião do evento que celebrará o potencial do agronegócio brasileiro.

De acordo com a Prefeitura Municipal de Sinop, o município se destaca entre os 141 de Mato Grosso, ocupando a quarta posição no ranking de economia, desenvolvimento e prestação de serviços, além de ser a principal cidade do Norte mato-grossense.

A divulgação da abertura ocorreu durante o segundo painel do evento, onde foram discutidos temas importantes para cerca de 1.200 participantes, como a Moratória da Soja e a Lei Antidesmatamento da União Europeia. A discussão teve a presença de Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja-MT, Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil, e Fabrício Rosa.

A soja no Mato Grosso

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Foto: Pedro Silvestre/ Canal Rural MT

O estado se consolidou como um dos principais polos produtores de soja do Brasil, recebendo pela sétima vez o evento. O estado, o maior produtor de soja do país, contribuiu com 26,5% da produção nacional na safra 2023/24, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Conforme a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o estado é responsável por 24,9% da produção de milho e 27,2% da produção de soja em todo o país. A expectativa é de expansão da área de grãos na próxima década; um estudo aponta que os 58,2 milhões de hectares atualmente utilizados para o plantio devem aumentar para 65,6 milhões em 2026.

Apesar da falta de chuvas que tem afetado a região, as previsões para a safra 2024/25 são otimistas. Dados do Imea apontam que a colheita deve alcançar 44 milhões de toneladas de soja, representando um aumento de aproximadamente 12,8% em relação à safra anterior, que registrou cerca de 39 milhões de toneladas.

O cenário de produtividade também é promissor: nesta safra, os produtores poderão cultivar cerca de 57,9 milhões de hectares, um crescimento em comparação aos 52,1 milhões de hectares cultivados em 2023.



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exportações do Brasil devem aumentar em 2025, diz USDA em Brasília



O Brasil deve se manter como principal exportador global de carne de frango em 2025, com projeção de 5 milhões de toneladas embarcadas no ano, disse em relatório a representação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília. O volume representa aumento de 2% ante o estimado para 2024, de 4,9 milhões de toneladas.

As projeções do USDA não incluem pés de galinha. A agência destacou que o governo brasileiro está trabalhando para abrir novos mercados, aumentar a diversidade de produtos nos mercados existentes e negociando cláusulas de regionalização para evitar o fechamento de mercado em caso de surto de gripe aviária ou da doença de Newcastle em granja comercial.

Quanto à produção, o USDA previu aumento de 1% em 2025, para 15,1 milhões de toneladas, um volume recorde para o Brasil. A projeção se baseia na forte demanda externa, melhor desempenho socioeconômico, assim como melhores custos de produção, segundo a agência.

O escritório estimou que o consumo doméstico em 2025 vai se manter estável ante o ano anterior, em 10,1 milhões de toneladas, com perspectiva de aumento no consumo de outras fontes de proteína animal. Para o USDA, cerca de 67% da produção brasileira de frango será consumida internamente em 2024 e 2025.



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É hora de pensar no futuro do feijão-carioca?


Exportadores estão constantemente se esforçando para encontrar mercados para o feijão




Essa situação, embora comum, levanta questões importantes
Essa situação, embora comum, levanta questões importantes – Foto: Divulgação

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), estamos chegando à metade de outubro e os preços do feijão-carioca ainda estão em torno de R$ 220 a R$ 230. Os produtores têm tentado vender a produção, buscando uma média razoável, mas frequentemente escutamos que há um grande estoque de feijão e que o consumo está em queda. Porém, assim que uma nova onda de compras acontece, o mercado se normaliza, com preços aproximados de US$ 45 por saca de 60 quilos, e essas discussões são rapidamente esquecidas. 

Essa situação, embora comum, levanta questões importantes. Com o aumento das áreas irrigadas a cada ano, não tem sido observado um acompanhamento adequado por parte da CONAB ou do IBGE em relação à produção dessas áreas. O Brasil ainda apresenta um déficit anual na produção de feijão-carioca, mas com os preços da soja atingindo novos patamares, é possível que mais produtores retornem a essa atividade. Contudo, o feijão-carioca ainda não possui um mercado internacional consolidado, e se houver um excedente, isso pode se tornar um problema significativo para muitos produtores.

Exportadores estão constantemente se esforçando para encontrar mercados para o feijão-carioca, especialmente quando os preços estão baixos, como é o caso atualmente. O projeto APEX/IBRAFE Brazil Superfoods tem promovido o feijão-carioca como uma das opções da produção brasileira. No entanto, será necessário um empenho maior para desenvolver esse mercado. O momento para iniciar essas ações é agora, antes que enfrentemos uma emergência com produtores incertos sobre como proceder. Embora essa situação não deva ocorrer este ano, a preocupação deve ser mantida desde já, visando garantir um futuro mais estável para o feijão-carioca e seus produtores.
 





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IBC-Br cresce 2,91% em 2024, até agosto, e 2,49% no acumulado de 12 meses



A economia brasileira cresceu 2,91% este ano, até agosto, na comparação com o mesmo período de 2023, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). No acumulado de 12 meses, também até agosto, a atividade avançou 2,49%.

O índice acumula alta de 3,96% no trimestre móvel encerrado em agosto, frente ao mesmo trimestre do ano anterior. Na série com ajuste sazonal, o crescimento é de 1,45% nesses três meses, frente ao trimestre móvel imediatamente anterior.

Em agosto, o IBC-Br cresceu 0,23%, na comparação com julho, segundo a série com ajuste sazonal. Em pontos, o índice passou de 151,7 para 152,0.

O BC revisou os resultados de julho (-0,41% para -0,59%) e maio (0,36% para 0,39%), enquanto a taxa de junho continuou em 1,36%. Revisões na série com ajuste sazonal são comuns.

Na comparação com agosto de 2023, o IBC-Br cresceu 3,12%, considerando a série sem ajuste sazonal. O índice chegou aos 156,3 pontos, o terceiro maior da série histórica, atrás apenas de março de 2023 (158,3) e de julho de 2024 (158,4).

Conhecido como uma espécie de “prévia do BC para o Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.



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Chuvas devem trazer umidade do solo de volta em algumas regiões do país; confira a previsão



Nesta semana, a umidade do solo deve retornar em várias áreas produtoras da soja em todo o Brasil, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste. Regiões como o leste de Mato Grosso e o norte de Mato Grosso do Sul ainda necessitam de mais chuvas, assim como boa parte do Matopiba.

Nos próximos cinco dias, a previsão é de chuvas entre 20 a 50 mm, o que deve beneficiar as áreas que precisam de umidade e permitir o início da semeadura da safra 2024/25 em praticamente todas as regiões.

Entre os dias 20 e 24, a chuva continuará a impactar o sul, com volumes superiores a 50 mm no norte do Paraná. O estado de Minas Gerais pode registrar chuvas que ultrapassam os 100 mm, enquanto o Triângulo Mineiro e o interior de São Paulo também serão beneficiados.

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O norte de Mato Grosso do Sul e o leste de Mato Grosso devem receber cerca de 50 mm de chuvas, com volumes mais expressivos no centro-sul de Goiás. No Matopiba, a expectativa é de chuvas na faixa de 50 mm, contribuindo para a reposição hídrica essencial para o cultivo.

Além disso, chuvas no centro-sul do Pará estão previstas, embora possam ser mal distribuídas. No entanto, espera-se que os temporais se tornem mais recorrentes, ajudando na umidade do solo.



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Fávaro pede revisão de resolução que limita crédito rural na Amazônia



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, solicitou formalmente mudanças na Resolução 5.081 de 2023, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que tem causado preocupações no setor produtivo, principalmente entre os pecuaristas e agricultores do bioma amazônico. A medida reduziu de forma significativa o crédito rural na região, afetando produtores que, em muitos casos, estão em conformidade ambiental ou em processo de regularização.

A solicitação feita por Fávaro atende às demandas da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de entidades representativas do setor, como a Aprosoja, que alertam para a insegurança jurídica gerada pela resolução. Segundo eles, muitos produtores têm sido penalizados mesmo quando seguem as normas ambientais, como em casos de incêndios criminosos provocados por terceiros, mas cujas consequências recaem sobre o proprietário.

Impactos da Resolução

A resolução atual estabelece critérios ambientais para concessão de crédito rural, restringindo o acesso a financiamentos em áreas sob embargo ambiental. Segundo Thiago Rocha, presidente da Câmara de Crédito, a medida foca em uma questão de opinião pública mais do que em uma preservação efetiva do meio ambiente, visto que menos de 10% dos desmatamentos ilegais são embargados.

“O objetivo deveria ser a regeneração das áreas afetadas, mas a restrição generalizada ao crédito dificulta ainda mais esse processo”, comentou Rocha. Ele também destacou que muitos produtores que preservam suas áreas e estão em conformidade acabam sendo prejudicados pela burocracia e pela morosidade na regularização fundiária.

Próximos Passos

Agora, o próximo passo é que o Ministério da Fazenda e o CMN analisem a proposta de alteração na resolução, considerando os impactos socioeconômicos e ambientais da medida. Fávaro também pediu que a norma seja adaptada para respeitar o Código Florestal e o decreto de crimes ambientais, restringindo sanções apenas às áreas onde houve danos comprovados.

A expectativa do setor é que, com o apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária, a revisão seja acelerada para evitar maiores prejuízos aos produtores da Amazônia, que dependem do crédito para manter suas atividades produtivas.



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Milho bate recorde de 2024


Aumento expressivo reflete uma retração dos vendedores





Foto: USDA

Segundo informações do Cepea, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa, que mede o preço da saca na região de Campinas-SP, encerrou a primeira dezena de outubro com média de R$ 66,18 por saca, a maior do ano em termos nominais. O aumento expressivo reflete uma retração dos vendedores, em meio a um clima seco e quente que mantém produtores afastados dos negócios.

Os agricultores estão atentos à previsão do tempo, especialmente nas áreas do Centro-Oeste, aguardando uma possível mudança climática para decidir sobre as vendas. A combinação de clima desfavorável e incertezas quanto à oferta tem motivado os produtores a segurarem seus estoques, o que reduz a liquidez no mercado spot.

Ao mesmo tempo, compradores mostram maior interesse em adquirir milho, buscando recompor estoques e se proteger de uma possível escalada nos preços. Essa postura firme de compra, segundo pesquisadores do Cepea, sustenta a alta dos preços, especialmente com a oferta restrita pelas mãos dos vendedores.

O atual cenário climático mantém o mercado travado: enquanto vendedores esperam por condições mais favoráveis para negociar seus estoques, compradores se antecipam, temendo uma baixa disponibilidade no curto prazo. Se as chuvas esperadas para as próximas semanas não se confirmarem, o cenário pode se agravar, pressionando ainda mais as cotações do milho.

Assim, o comportamento do clima nas próximas semanas será decisivo tanto para definir a oferta quanto para influenciar o ritmo de negócios no mercado de milho e sua precificação até o fim de 2024.





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Plantio da soja começa em Júlio de Castilhos (RS); confira os dados da semeadura



O plantio da soja em Júlio de Castilhos, na região central do Rio Grande do Sul, começou de acordo com o zoneamento agrícola de risco climático, que permite a semeadura a partir de 10 de outubro. De acordo com informações da Safras & Mercado, até o momento, a semeadura alcançou cerca de 2% da área prevista, com uma intensificação esperada a partir do dia 20 deste mês.

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As condições climáticas estão favoráveis no município, com dias de sol e previsão de chuvas entre a noite de hoje e amanhã. Essa combinação de fatores é fundamental para o sucesso da colheita, pois, após as chuvas, a expectativa é de dias favoráveis para o cultivo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que a área total para o cultivo de soja em Júlio de Castilhos seja de aproximadamente 104,2 mil hectares, sendo apenas 1,8 mil hectares irrigados. A expectativa é que, com o clima favorável, os produtores consigam maximizar a produtividade nas próximas semanas.



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setor bate recordes e fortalece sua importância na economia



Nesta segunda-feira (14), o Brasil celebra o Dia Nacional da Pecuária, uma data que destaca a relevância desse setor não apenas para a economia, mas também para o desenvolvimento sustentável do país. A pecuária, um dos pilares do agronegócio brasileiro, vai além da produção de carne e leite, integrando inovação tecnológica, sustentabilidade e geração de empregos.

O Brasil, reconhecido mundialmente por sua liderança na produção de carne bovina, registrou em 2024 um aumento de 2% no abate de animais, somando 46,4 milhões de cabeças. O setor, que atravessa um período de queda nos preços — com o valor do gado 20% menor que em 2022 —, continua a se destacar pela eficiência produtiva, especialmente com a adoção de confinamentos, que impulsionam a produtividade.

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Outro marco importante deste ano foi o recorde de exportações do agronegócio brasileiro, que atingiram US$ 14,19 bilhões em setembro de 2024. Produtos como carne bovina, açúcar e celulose lideraram as vendas internacionais, consolidando a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais de proteína animal. A China permanece como o maior mercado comprador da carne brasileira, refletindo a forte demanda internacional por produtos agropecuários de alta qualidade.

O impacto da pecuária no Brasil vai além da economia. O setor é fundamental para a segurança alimentar, fornecendo carne e laticínios para milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Além disso, a pecuária moderna está comprometida com práticas sustentáveis, como a agricultura regenerativa, que busca reduzir as emissões de carbono e preservar o meio ambiente.

Neste Dia Nacional da Pecuária, celebra-se também a crescente participação feminina no setor. Cerca de 18% das propriedades rurais no Brasil são geridas por mulheres, que têm se destacado pela inovação e pela capacidade de adaptação em um ambiente historicamente dominado por homens.

Com uma trajetória de constante evolução, a pecuária brasileira segue como um dos grandes motores da economia nacional, impulsionada pela inovação, sustentabilidade e comprometimento dos pecuaristas em garantir alimentos de qualidade para o mercado interno e global.



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